A nova realidade que mudou o mundo parte 147 - De volta a civilização
Chegou o dia de sairmos desse inferno apodrecido. Depois de tudo, dos massacres, dos corpos queimados, das mulheres enterradas vivas sendo devoradas por insetos, do cheiro de podridão que nunca saía do nariz, os soldados finalmente decidiram quem viveria mais um pouco. Só duas mil escravas, entre as mais bonitas, jovens ou úteis. Quem não foi preparada para a viagem de volta a cidades, um resto seria eliminado durante a noite.
Nós quatro fomos selecionadas. Eles nos arrastaram junto com as outras. Primeiro, algemaram nossas mãos com força atrás das costas. Depois, prenderam correntes grossas nos tornozelos, deixando apenas o espaço suficiente para dar passinhos curtos e humilhantes. Em seguida, vieram as coleiras de metal, ligadas umas às outras por correntes curtas, formando uma longa fila serpenteante de mulheres nuas. A mordaça veio por último, um trapo sujo, encharcado de suor, mijo e porra velha, enfiado fundo na boca e amarrado atrás da cabeça, o gosto era repugnante que eu quase vomitei.
Mas o pior ainda estava por vir, e ficou para o final. Eles trouxeram um gancho de metal com uma bola na ponta. Um por um, forçaram cada mulher a se curvar. O gancho foi enfiado no cu, a bola passando pelo anel apertado até travar dentro. Depois, amarraram nossos cabelos longos em uma corda grossa presa ao gancho. Qualquer movimento da cabeça puxava o gancho para baixo, forçando-o ainda mais fundo. Quando terminaram comigo, eu solucei contra a mordaça. O gancho esticava meu cu de forma dolorosa. Se eu tentasse erguer a cabeça, ele puxava para baixo, rasgando por dentro.
Eles nos alinharam, duas mil mulheres nuas, acorrentadas pelo pescoço, mãos presas, tornozelos limitados, mordaças sujas na boca, e um gancho enfiado no cu com o cabelo preso à corda. Uma fila miserável e humilhante. A marcha começou quando a noite caiu, os soldados na frente puxaram a corrente principal. O movimento foi imediato e brutal. Todas fomos forçadas a andar. Passos curtos, tropeçando, o gancho puxando o cu toda vez que alguém à frente movia a cabeça. O cabelo sendo puxado causava dor no couro cabeludo e no interior do cu ao mesmo tempo.
Mamãe estava algumas posições à minha frente. Eu via seu corpo nu tremendo a cada passo, o gancho visível entre suas nádegas. As gêmeas estavam mais atrás. Eu ouvia seus gemidos abafados pela mordaça toda vez que a corrente puxava. A jornada era longa, quilômetros pela estrada escura, sob a luz fraca da lua, ninguém falava entre os soldados, só se ouvia o tilintar das correntes, o som de pés descalços arrastando na terra, gemidos abafados de dor e choro sufocado. Cada passo era agonia.
O gancho rasgava por dentro, a corrente no pescoço sufocava, as algemas nos pulsos cortavam a pele, os tornozelos doíam com o metal apertado, a sede ainda queimava a garganta e a humilhação… a humilhação era pior que tudo. Duas mil mulheres nuas, acorrentadas como gado, sendo levadas de volta para a cidade como troféus de guerra.
Eu chorava em silêncio, as lágrimas escorrendo pelo rosto sujo. Olhava para as costas da minha mãe, via seu corpo bonito e maduro sendo humilhado daquela forma, o gancho puxando seu cu a cada movimento, e sentia um ódio profundo de tudo e de todos, mas principalmente de mim mesma. Porque parte de mim ainda estava viva, e essa parte ainda sentia medo, medo do que nos esperava na cidade, medo do que fariam conosco quando chegássemos, e medo de que, no final, sobrevivêssemos, porque às vezes, a
estrada era um pesadelo que se estendia diante de nós como um corredor do inferno.
De ambos os lados da estrada, o cenário era de horror absoluto. Homens castrados haviam sido empalados em longas estacas de madeira afiadas, enfiadas pelo cu até sair pela boca ou pelo peito, alguns ainda estavam vivos e agonizando. Seus corpos tremiam fracamente, as pernas chutando o ar inutilmente, bocas abertas em gritos silenciosos. O sangue escorria pelas estacas, formando poças escuras na terra. Um deles, ainda tinha os olhos abertos, olhando para o nada enquanto seu corpo deslizava lentamente pela estaca, rasgando-se por dentro.
Corpos de mulheres jaziam espalhados pelo acostamento. Algumas estavam apodrecendo há dias, inchadas, roxas, cobertas de moscas e vermes. Vi uma negra com a barriga estourada, intestinos espalhados pelo chão como cordas sujas. Outra, uma loira que reconheci do hotel, tinha metade do rosto comido pelos urubus. O cheiro era tão forte que ardia nos olhos e na garganta. O chão estava marcado por manchas escuras de sangue seco. Trilhas inteiras de sangue, como se corpos tivessem sido arrastados. Aqui e ali, via-se pedaços, um braço, uma perna, um seio cortado, abandonados como lixo.
Eu tropeçava, os tornozelos sangrando dentro das algemas apertadas. A corrente no pescoço me sufocava a cada puxão. O gancho no cu queimava e esfolava a minha carne, rasgando-me por dentro toda vez que alguém à frente movia a cabeça.
Cada passo era uma humilhação, cada metro percorrido era uma lembrança de que tínhamos perdido. Que o breve sonho de liberdade tinha sido esmagado, e o pior era saber que, quando chegássemos à cidade, o verdadeiro sofrimento recomeçaria.
Quando finalmente chegamos à cidade, era noite alta, já depois de caminhar uma noite inteira e um dia inteiro, sem parar, mas parecia dia claro pela quantidade de luzes e fogueiras acesas. Os homens estavam em festa, soldados bebiam, gritavam, riam alto, disparavam tiros para o alto em comemoração, a euforia era palpável. Eles haviam reconquistado o território, haviam esmagado a rebelião. E agora, como troféu, chegavam duas mil escravas nuas, acorrentadas, exaustas e quebradas.
Fomos levadas para um grande pátio que antes era a praça de castigos. Ali, mangueiras de água fria foram ligadas sobre nós. A água gelada bateu com força em nossos corpos sujos, machucados e fedidos. Eles nos esfregaram com vassouras de cerdas duras, tirando a terra, o sangue seco, o suor e o cheiro de medo. Depois nos depilaram completamente, buceta, pernas, axilas, deixando-nos lisas como bonecas.
Dali fomos entregues aos grandes grupos de homens, sedento por sexo, que esperaram a nossa chegada. E então começou o estupro coletivo, eles eram mais de vinte mil homens. Soldados, peões, civis que vieram de outras cidades para participar da “festa da reconquista”, e só duas mil mulheres para vinte mil homens.
Não houve piedade, não houve descanso. Durante dois dias e duas noites inteiras, fomos usadas sem parar. Eu perdi a conta de quantos paus entraram em mim. Buceta, cu, boca, todos os buracos foram preenchidos ao mesmo tempo, várias vezes. Homens suados, fedendo a álcool e testosterona, me fodiam com brutalidade enquanto outros esperavam sua vez, batendo punheta em cima de mim. Gozavam na minha cara, dentro da minha boca, enchendo meu útero e intestino até transbordar.
O cheiro de morte que impregnava a cidade foi completamente substituído pelo cheiro forte e enjoativo de porra velha, suor masculino e bucetas abusadas.
Mamãe estava perto de mim. Eu a via sendo montada por três homens ao mesmo tempo, um no cu, um na buceta, outro fodendo sua garganta. Seus olhos estavam vazios, o corpo balançando como uma boneca. Leite ainda vazava de seus seios enquanto eles os apertavam e mamavam com força.
As gêmeas, coitadas, estavam um pouco mais afastadas. Mesmo sendo apertadas, eles não as pouparam em momento algum. Vi pelo menos quatro homens usando uma delas ao mesmo tempo. Ela teve dois paus enormes enfiados no cu de uma vez só. Um gozou dentro dela e outro imediatamente tomou o lugar, rindo enquanto enfiava o pau ainda sujo da porra anterior.
Eu mesma fui fodida sem parar. Em um momento, estava de quatro, um soldado metendo forte no meu cu enquanto outro enchia minha buceta. Um terceiro segurava minha cabeça e fodia minha garganta até eu me engasgar. Eles gozavam dentro de mim, saíam, e eram substituídos por outros. Meu corpo virou uma coisa molhada, escorregadia, cheia de porra que escorria pelos meus buracos, pelo meu rosto, pelos meus cabelos. Eu gozei várias vezes contra a vontade. O corpo traía, mesmo exausto, mesmo destruído. Cada orgasmo era vergonhoso, dolorido, vazio. O salão inteiro era um mar de carne de fêmeas no cio.
Gemidos, tapas, gritos abafados, o som molhado de paus entrando e saindo, o barulho de corpos batendo uns contra os outros. O chão estava escorregadio de porra, mijo e suor. Em certo momento, eu e mamãe fomos colocadas uma de frente para a outra. Eles nos obrigaram a nos beijar enquanto nos fodiam por trás. Nossas línguas se encontraram, meladas de porra alheia, enquanto paus grossos nos estocavam sem parar.
Eu chorei durante o beijo, chorei porque, mesmo no meio daquele inferno, eu ainda sentia um amor doentio por ela. E porque eu sabia que, depois de tudo isso, não restaria quase nada de nós. Dois dias inteiros, quando finalmente pararam, estávamos destruídas.
Corpos inchados, bucetas e cus abertos, rostos cobertos de porra seca, barrigas ligeiramente inchadas de tanto sêmen engolido e recebido. Mal conseguíamos nos mexer.
Os soldados brindavam, riam, batiam palmas: Boas putas! Bem-vindas de volta ao seu lugar!
Eu olhei para o teto, o corpo dolorido, a mente entorpecida, e só consegui pensar em uma coisa: Talvez fosse melhor ter morrido no campo. Porque este inferno… este inferno parecia não ter fim. Depois de dois dias inteiros de estupro coletivo, meu corpo já não parecia mais meu.
Eu mal conseguia ficar de pé, minha buceta e meu cu estavam inchados, abertos, latejando de dor. Porra seca cobria meu rosto, cabelo, seios e barriga. Minhas pernas tremiam tanto que eu mal conseguia andar. O pátio inteiro cheirava a sexo podre, suor masculino e sêmen azedo.
Foi então que um oficial gritou: Agora limpem essa merda com a boca, suas porcas!
Eles nos jogaram no chão, o piso estava imundo, uma mistura grossa e pegajosa de porra velha, mijo, saliva, sangue e suor. Havia poças inteiras, e duas mil mulheres destruídas, fomos obrigadas a lamber tudo.
Eu me arrastei de quatro, a língua para fora, lambendo o chão como um animal. O gosto era horrível, salgado, azedo, amargo, podre. Porra de dezenas de homens diferentes, misturada com terra e sujeira. Eu engolia, tossia, sentia ânsia, mas continuava. Ao meu lado, mamãe lambia uma poça maior, o rosto colado no chão, lágrimas misturando-se ao sêmen. Minhas primas gêmeas, mais afastada, tremiam enquanto lambiam, o corpo fraco mal conseguindo se sustentar.
Os soldados andavam entre nós, chutando quem parava ou quem estava vomitando.
Lambam tudo, suas vacas! Limpar o que vocês sujaram! Gritavam. Demorou horas, inclusive. Quando finalmente terminamos, estávamos exaustas, com o estômago cheio de porra velha, o rosto e o peito lambuzados.
Eles não nos deram descanso, se é que podemos chamar de descanso. Nos empurraram para fora do pátio e nos levaram para um galpão enorme, sem janelas, com teto baixo de zinco. O lugar era abafado, escuro, cheirando a mofo e suor antigo. Mal cabíamos lá, eles nos apertaram lá dentro como sardinha em lata, corpo contra corpo, pele suada grudando em pele suada. Não havia espaço para sentar-se, e mal conseguíamos respirar. Eu estava prensada entre mamãe e uma negra alta. Meus seios esmagados contra as costas dela, minha buceta encostada na bunda de outra mulher. O calor era insuportável, o ar rarefeito, o cheiro de corpos suados, porra seca e medo era sufocante.
Não podíamos nos mexer. Qualquer tentativa de mudar de posição causava empurrões e xingamentos. Ficamos ali, de pé, apertadas, nuas, exaustas, sentindo o suor escorrer pelos corpos umas das outras. Mamãe estava logo à minha frente. Eu conseguia encostar meu rosto em sua nuca, sentir sua respiração fraca e quente. Minhas primas estavam um pouco mais distantes, mas eu ouvia seu choro baixo no meio da multidão.
Ninguém falava, tudo era um silêncio absurdo. Só se ouvia respiração pesada, gemidos baixos de dor e desconforto, e o barulho ocasional de alguém desmaiando e sendo sustentada pela pressão dos corpos ao redor. Ficamos assim a noite inteira, em pé, apertadas, sem ar, sem água e sem esperança.
Sabendo que, quando o dia amanhecesse, eles voltariam para nos usar novamente. Eu encostei minha testa na nuca da minha mãe e fechei os olhos, sentindo as lágrimas quentes escorrerem. E falei bem baixinho: Eu te amo… sussurrei contra sua pele.
Ela não respondeu com palavras, mas apenas encostou a cabeça levemente contra a minha, como se dissesse que também me amava. E assim passamos a noite. Duas mil mulheres nuas, prensadas em um galpão escuro e abafado, esperando o próximo round de sofrimento. Como gado no frigorífico, como carne esperando ser consumida.
Qual será o nosso futuro?
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