Tirando a Virgindade da Neta do Pastor
Conto fictício inspirado em uma novinha da minha igreja pra quem eu já bati algumas punhetas
Voltei com mais um conto fruto da minha imaginação; desta vez vou basear meu conto em uma novinha real da minha igreja...todos os nomes que vou usar são fictícios para que ninguém que possa me conhecer possa desconfiar de quem sou...
Como eu já disse em outros contos, eu praticamente nasci na igreja e, uma das coisas legais de se estar há um tempo na mesma igreja é que você vai vendo as garotas ficando mais velhas e, vai vendo elas ficarem gostosas também, então é quase impossível em algum momento você não se pegar pensando em como seria comer algumas delas...
O caso mais recente em que isso aconteceu comigo, foi com Paula, a neta do pastor.
Eu nunca tinha reparado nela até recentemente, mas nos últimos tempos reparei que ela estava ficando deliciosa: morena, olhos e cabelos pretos, um corpo normal (com seios e bunda ainda em desenvolvimento) e, isso foi o suficiente para fantasiar com ela e, a partir daqui eu te conto como imaginei as coisas:
Era mais um dia normal na igreja: cheguei, sentei e, fiquei esperando o culto começar; antes que o culto começasse Beto, o filho do pastor e meu amigo me disse que queria conversar algo comigo depois do culto e pediu que o procurasse no escritório...concordei e, assisti o culto normalmente...
Assim que o culto acabou fui em direção ao escritório para saber do que se tratava e, quando cheguei lá, ele não estava; sua filha Paula me recebeu e, me disse que seu pai precisou sair pra resolver algo e, ele pediu que ela me dissesse que depois me mandava uma mensagem para falar do assunto em questão, já que não sabia quanto tempo demoraria pra voltar...
Enquanto ouvia as palavras de Paula, comecei a reparar nela: aquele corpinho moreno lindo coberto por um vestido branco de alcinha, seus olhões pretos, sua boquinha com batom rosa...comecei a querer ficar excitado mas disfarcei com medo de que ela notasse.
Paula terminou de falar, eu agradeci pelo recado e fiz menção de ir embora (precisava chegar logo em casa para bater uma pra ela); mas, enquanto me dirigia à porta, ela me chamou:
- "M, você tem um minuto?"
- "Sim, claro!" - respondi ainda tentando controlar e/ou disfarçar minha excitação.
- "Você e meu pai se conhecem há um bom tempo, né?"
- "Sim, nem sei muito bem quantos anos...mas faz um tempo bom. Por quê?"
- "Ah, é que eu queria muito ir num jogo lá na capital, mas meu pai não vai poder ir e, eu tava pensando se você poderia me levar, já que sempre vai pra lá."
- "Bom, que eu saiba você torce pra um time e eu pra outro..."
- "Sim, mas como as nossas famílias são bem amigas, achei que você poderia fazer um sacrifício (pra você no caso) de ir comigo no jogo do meu time..."
- "Bom, supondo que eu aceite, você já falou com o seu pai?"
- "Já e ele disse que duvidava que você ia aceitar kkkkk."
- "Bom, realmente a lógica dele não estava errada, eu gosto muito de vocês mas daí em ir em jogo do rival kkkk, não sei não."
Paula fez uma carinha de tristeza, mas antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa veio em minha direção e, sussurrou algo no meu ouvido tentando me fazer mudar de ideia:
- "É claro que você não faria isso sem ganhar nada em troca...se você me levar eu deixo você tirar a minha virgindade lá na capital...o jogo vai ser no sábado à noite e, pra gente não pegar a estrada de madrugada, podemos ficar num hotel...meu pai disse que paga o meu quarto e você precisaria só dizer que vai pagar o seu, mas a gente "dorme" no mesmo..."
Me fiz de desentendido e, olhando meio sério pra ela, respondi:
- "O que é isso Paula? Eu sou amigo do seu pai, do seu avô e, você me faz uma proposta dessas?"
- "Ué, o que tem demais? Quem melhor pra me estrear do que alguém de confiança do meu pai kkkkk" - ela respondeu dando uma leve mordida nos lábios. - "Sem contar que eu notei você me comendo com os olhos quando chegou aqui no escritório; ou vai dizer que eu estou enganada?"
- "Bom, pra falar a verdade, eu estava sim kkkk..."
- "E aí vai me levar pro jogo e aproveitar pra fazer um gol em mim ou não?"
- "Vou sim! Mais tarde passo uma mensagem pro seu pai pra saber do assunto que ele queria falar e digo que você conversou comigo e, que vou te levar pro jogo...mas o resto é assunto nosso..."
- "Fechado! Até mais então!" - disse Paula passando a mão levemente por cima do meu pau na calça jeans.
Os dias se passaram e, finalmente chegou o dia de ir levar Paula ao jogo...
Passei em sua casa pra buscá-la; Beto saiu junto com ela me agradeceu por levar sua filha ao jogo, mesmo torcendo pro time rival. Eu disse meio rindo: "É pra isso que servem os amigos, né?" (Mas por dentro queria ter dito: "sem problemas, o que ela vai me dar compensa e muito o sacrifício!").
Quando já estávamos na estrada depois de algum tempo conversando, Paula perguntou se podia chupar meu pau enquanto eu dirigia; ela disse que tinha visto num vídeo pornô uma mulher fazendo isso e, queria experimentar...eu claro concordei e, meio desajeitada, já que era a primeira vez que fazia aquilo, Paula foi chupando meu pau (ah, como era bom sentir a boquinha da filha do meu amigo na minha pica e, melhor ainda era imaginar que mais tarde minha pica iria entrar em outro buraco daquela ninfetinha).
Chegamos na capital já por volta das 19 horas e, fomos direto para o estádio...
Paula e eu já havíamos ido com a roupa que iríamos para o estádio: ela com a camisa do seu time, calça jeans e tênis e, eu, com uma camiseta preta, calça jeans e tênis também.
Entramos e, me senti totalmente fora de lugar no meio da torcida rival; sabia que precisaria disfarçar bem minha tristeza/alegria dependendo do que acontecesse no jogo, mas valeria a pena... daqui umas 3 ou 4 horas eu estaria fazendo um golaço na neta do pastor.
Pra minha sorte o rival perdeu de 3 x 0 e, eu só precisei ficar ali como qualquer torcedor, sem reação.
Com o fim do jogo fomos nos direcionando para o hotel, já previamente agendado...Paula estava chateada com o resultado do jogo e, me culpou pela derrota dizendo que eu fui pé frio; pra quebrar a tristeza dela pelo resultado e fazer ela rir um pouco, eu disse "o meu pé pode até ser frio, mas meu pau tá bem quente kkkkk!"
Paula riu e respondeu:
- "Pelo menos uma coisa boa nessa noite. Não vejo a hora de ter você dentro de mim kkkk!"
Rapidamente chegamos ao hotel e, nos direcionamos ao nosso quarto; entramos e começamos a nos beijar e dar uns amassos...
Antes que começássemos a nos despir, Paula pediu a palavra e disse:
- "Olha, eu sei que você também deve tá louco pra transar, mas não esquece que é a minha primeira vez, então, vai com calma, tá?"
- "Pode deixar, a gente vai no seu ritmo..."
Paula concordou e, me deixou ir tirando toda a sua roupa...como era bom finalmente poder ver aquela ninfetinha morena toda nua e, saber que ela ia ser só minha naquela noite...
Já nua, ela começou a tirar a minha roupa também e, perguntou se podia chupar o meu pau mais uma vez, já que tinha gostado muito de fazer isso na hora em que estávamos vindo para a capital; eu sorri e disse "fique à vontade, ele é todo seu!"
Nesta segunda vez, ela já chupava melhor; passava sua língua por todo o meu pau, dava um carinho a mais na cabecinha e, de tempos em tempos olhava pra cima, buscando um sinal meu de que estava indo bem...
Depois de alguns minutos eu disse "Paulinha, agora é a minha vez de te dar prazer..."
Comecei chupando seus peitinhos, deixando ela toda arrepiada, fui descendo pela sua barriga e, então a deitei na cama; ela instintivamente abriu as pernas e, eu pude cair de boca naquela bucetinha gostosa e virgem, arrancando dela vários gemidinhos.
Quando ela já não aguentava mais de vontade, veio o pedido intercalado por suspiros: "M... sua língua tá uma delícia...mas... mete logo o seu pau... em mim..."
Aquilo foi música para os meus ouvidos e, sem perder tempo, eu mirei meu pau na entrada daquela bucetinha... olhei para Paula como que esperando sua confirmação e, ela acenou com a cabeça, como se dissesse: "Vai tira logo o meu cabaço, seu safado!"
Comecei a empurrar em sua bucetinha virgem e apertada; Paula gemia baixinho...empurrei mais um pouco e encontrei seu hímen no meu caminho...parei e disse: "Vai doer mais um pouquinho, posso continuar?"
- "Sim, termina de tirar minha virgindade logo, quero que você me faça mulher de vez!" - respondeu Paula, com uma expressão que misturava tesão e ansiedade.
Dei mais uma forçada, ela deu um grito um pouco mais alto e pediu pra parar um pouco, atendi ao seu pedido e esperei ela liberar a continuação...
- "Pode continuar, já me recuperei kkkk..." - foram suas palavras, rompendo alguns minutos de inatividade.
Agora eu poderia fazer um vai-e-vem bem gostoso sem mais restrições e foi o que fiz...Paula agora já sentia só prazer e pedia que eu metesse mais rápido e, que quando fosse gozar tirasse o pau já que estávamos transando no pelo e, ela não tomava anticoncepcional.
Atendi ao seu pedido e, quando estava quase gozando a avisei e, ela disse tira e goza na minha cara, quero saber como é ficar com a cara cheia de porra...
Mais do que depressa fiz o que ela me pediu... tirei o pau da sua bucetinha e enchi seu rosto de leite; Paula pegou meu celular e pediu pra eu tirar uma foto pra ela ver como seu rosto tinha ficado; tirei a foto e mostrei pra ela, que sorriu e disse "até que eu fico bem com o rosto todo melado kkkkk, né?"
- "Sim, você fica ainda mais linda! Principalmente porque o leite é meu kkkkk."
Rimos e fomos tomar um banho...depois dormimos pelados e agarradinhos.
Já no domingo de manhã, acordei com Paula alisando meu pau e, me perguntando se será que tínhamos tempo pra mais uma metida. Eu olhei a hora e disse que sim e, aproveitei pra perguntar se ela gostaria de inaugurar a porta dos fundos também.
Paula fez cara de pensativa e, disse: "Ah M, eu não sei... você sabe que o meu avô já falou na igreja que anal é pecado..."
- "E, todo o resto que fizemos também não é?"
- "Bom, pensando por esse lado... quem tá na chuva é pra se molhar, né? Tá bom, eu deixo você inaugurar o meu cuzinho também..."
Sem pensar duas vezes corri até a minha mochila e peguei um frasco de lubrificante que tinha levado já naquela intenção...
Paula começou a rir e, com as mãos na cintura, disse:
- "Seu safado! Você já veio até preparado?!?"
- "Claro, como você já ia me dar a bucetinha, eu pensei que poderia rolar o cuzinho também kkkk."
- "Então, vem logo inaugurar o meu outro buraquinho..." - respondeu Paula já de quatro e abrindo sua bunda.
Lambuzei todo o meu pau com o lubrificante; dei algumas linguadas no cuzinho de Paula, depois lambuzei a entrada dele com lubrificante e empurrei o lubrificante pra dentro com um dos dedos...Paula gemia a cada movimento...
- "Está pronta, Paulinha?"
- "Acho que sim, mas faz naquele esquema, com calma e, se eu pedir pra você parar um pouco você para, tá?"
- "Combinado, agora deixa eu começar a entrar neste seu cuzinho lindo..."
Paula concordou e, eu comecei a empurrar a cabeça do meu pau em direção ao seu anelzinho, ela entrou até relativamente fácil por conta do tanto de lubrificante que passei ali...Paula seguia aguentando firme; empurrei mais um pouco e ela pediu uma pausa...como era gostoso sentir parte do meu pau já dentro daquele cuzinho...
Os minutos se passaram e, Paula finalmente me deu sinal verde para terminar de inaugurar seu cuzinho...coloquei até o talo e, ela começou a rebolar; eu me senti no paraíso! Era ainda melhor do que eu tinha imaginado nos últimos dias!!!
Entre reboladas de Paula e metidas minhas, ela gozou enquanto sissiricava sua bucetinha com meu pau em seu cu; pouco depois eu disse que também iria gozar e, ela me autorizou a gozar dentro do seu cu mesmo, já que, nas suas palavras: "atrás não engravida kkkkk."
Bombei mais algumas vezes e, tive uma das melhores gozadas da minha vida, enchendo o cuzinho da neta do pastor de porra...
Nos recuperamos, tomamos um banho e, pegamos a estrada de volta para a nossa cidade...Paula ainda me chupou mais uma vez no caminho.
Por volta das 18 horas chegamos em nossa cidade e, fui levar Paula em casa; Beto me agradeceu mais uma vez por ter levado sua filha ao jogo e, eu novamente disse "é pra isso que servem os amigos".
Me despedi de Paula e fui pra casa...antes de dormir recebi uma mensagem dela:
- "M, amei o nosso fim-de-semana! Qualquer hora vou com você no jogo do seu time, tá? E, como os times não jogam só fora de casa, qualquer hora quero que você faça uns gols em mim aqui na cidade mesmo. Beijo..."
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(Fotos meramente ilustrativas)
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