Eu vi meu pai comendo minha irmã gêmea
Meu nome é Luana, tenho 19 anos e moro em Salvador com minha irmã gêmea Larissa e nosso pai Roberto. A gente é idêntica fisicamente, mas quem convive com a gente sabe que somos bem diferentes uma da outra.
Desde pequenas fomos muito grudadas, dormimos no mesmo quarto até uns 2 anos atrás. Larissa sempre foi a mais extrovertida, a que falava alto, fazia amizade fácil e não tinha vergonha de nada. Ela é daquelas que malha todo dia, faz squat pesado pra deixar a bunda gigante e empinada, usa shortinho jeans que mal cobre metade da bunda e cropped que mostra a barriguinha chapada e o piercing que ela fez escondido. Tem cabelo castanho com luzes, olhos verdes iguais aos meus, boca carnuda, e colocou piercing na língua ano passado “pra dar mais prazer nos beijos”, como ela mesma brinca.
Eu sou mais na minha. Gosto de ficar no quarto vendo série, lendo, estudando. Também malho, tenho corpo bem definido, bunda grande, peitos médios firmes, pele morena clara igual a dela, mas sou mais discreta. Uso roupa mais normal em casa, embora ultimamente tenha começado a copiar um pouco o estilo dela. As pessoas acham a gente a mesma pessoa quando nos veem separadas, mas quem conhece direito nota que Larissa é mais safada no jeito de olhar e de falar.
Nosso pai, Roberto, tem 42 anos. Alto, forte, ombros largos, barba sempre bem aparada, tatuagem nos braços e no peito. É engenheiro, trabalha pra caralho, mas desde que nossa mãe morreu (faz 4 anos) ele tá mais presente em casa. Ele malha também, tem aquele corpo de homem maduro que ainda chama muita atenção. Em casa ele é tranquilo, faz churrasco nos finais de semana, assiste futebol, mas eu comecei a reparar que ele olhava diferente pra gente. Principalmente pra Larissa.
Ela provocava demais. Andava pela casa só de camiseta grande sem sutiã, rebolava de propósito quando ele tava na sala, sentava no colo dele “de brincadeira” e ficava mexendo o quadril. Eu via tudo e fingia que não reparava, mas por dentro ficava com um frio estranho na barriga. Às vezes eu mesma ficava olhando pra bunda dela ou pro volume na calça do pai e sentia vergonha de mim mesma.
A gente vivia numa casa grande, cada um com seu quarto, mas as paredes não eram tão grossas assim. Eu já tinha ouvido Larissa se masturbando algumas vezes e, pra ser sincera, eu também me tocava bastante pensando em coisas erradas. Ultimamente, meus pensamentos estavam cada vez mais voltados pro pai e, pra minha surpresa, pra minha própria irmã também.
Naquela sexta-feira o calor tava insuportável, nem o ventilador ajudava. Eu tinha ficado vendo série até tarde e não conseguia dormir de jeito nenhum. Desci pra pegar um copo de água gelada na cozinha e foi aí que ouvi.
Gemidos baixos. Bem baixos, mas inconfundíveis. Vinham do quarto do pai.
Meu coração disparou. Fui andando bem devagar pelo corredor escuro, pé ante pé, e vi que a porta da suíte dele estava entreaberta, só um frestão.
E foi ali que eu vi tudo.
Larissa estava completamente pelada, de quatro na cama king size do pai. A bunda grande e empinada dela brilhando de suor, subindo e descendo enquanto rebolava devagar no pau dele. Roberto segurava firme na cintura dela e metia com força, mas ritmado, daquele jeito que só homem experiente sabe fazer. O barulho molhado da boceta dela ecoava no quarto.
— Ai pai… assim… mete mais fundo… — Larissa gemia baixinho, a voz rouca de tesão, o rosto enfiado no travesseiro.
Eu fiquei paralisada, escondida na sombra. Não conseguia acreditar no que estava vendo, mas também não conseguia tirar os olhos. O pau do meu pai era grosso, comprido, entrava e saía brilhando da boceta da minha irmã gêmea. Cada estocada fazia a bunda dela tremer.
Minha calcinha ficou encharcada na hora. Senti um calor subindo pelo corpo inteiro. Desci a mão tremendo pro meu shortinho e comecei a me tocar por cima da calcinha, sentindo o clitóris latejando de um jeito que nunca tinha sentido antes.
Larissa virou o rosto de lado, sorrindo safada com aquele piercing na língua brilhando: — Você gosta né, pai? Gosta de comer a bocetinha da sua filha… Fala que eu sou mais gostosa que qualquer vadia…
Ele deu um tapa forte na bunda dela, deixando a marca vermelha, e meteu bem fundo: — Porra, Larissa… você é uma putinha do caralho. Sua irmã não pode saber disso nunca, entendeu?
Só de ouvir aquilo eu quase gozei. Enfiei dois dedos na minha boceta, acompanhando o ritmo que ele fodia ela. Larissa rebolava gostoso, empinando mais, pedindo mais forte. Os peitos dela balançavam a cada metida, o suor escorrendo pelas costas.
Ele virou ela de frente, abriu as pernas bem abertas e enfiou tudo de uma vez. Larissa agarrou as costas dele com as unhas e gemeu alto. Os dois se beijaram com fome, língua pra tudo, enquanto ele socava sem parar, a cama batendo na parede.
Eu estava louca de tesão. Dedos entrando e saindo rápido, imaginando que era eu ali sendo comida pelo pai… ou imaginando nós duas juntas com ele.
— Pai… eu vou gozar… goza dentro de mim, por favor… me enche toda — Larissa implorou, rebolando desesperada.
Meu pai segurou ela firme, deu umas estocadas bem fortes e gozou fundo, o corpo travado, enchendo a boceta da minha irmã de porra quente. Larissa tremeu inteira gozando junto, mordendo o ombro dele pra abafar o grito.
Eu gozei também ali mesmo, de pé no corredor, mordendo meu braço pra não fazer barulho. Minhas pernas quase não aguentaram.
Voltei pro quarto correndo, deitei na cama com o coração a mil e a cabeça explodindo.
Eu não conseguia parar de pensar naquilo.
E o pior de tudo… eu queria ser a próxima.
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