#Incesto #Teen #Virgem

Uma sobrinha inocente

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Sempre tive predisposição para gostar de mulheres mais jovens (se é que me faço entender). Da minha fase adolescente para a adulta, tive inúmeras oportunidades de satisfazer esse gosto, principalmente dentro da minha própria família ou com pessoas próximas; porém, nunca tive coragem. Mas as oportunidades nunca pararam, até que, finalmente, aconteceu

Casei-me há pouco tempo, mas, desde a época do namoro e do noivado, a sobrinha mais nova da minha esposa já chamava minha atenção. Laura ou Lalá, para os íntimos. O que me atraía era a beleza de seu rosto, o cabelo preto, longo e liso, e a pele morena. Uma menina muito tímida, porém inteligente e boa de papo, assim que se ganhava a sua confiança.

Pude acompanhar o desenvolvimento do seu corpo, Lalá foi ganhando corpo. Seus seios começaram a crescer, as pernas ficaram mais grossas e a bunda mais empinada. É o que chamamos de "falsa magra". Apesar das mudanças físicas, ela não perdia sua timidez e inocência.

Em uma dessas situações que não conseguimos explicar, tive um momento a sós com ela — algo que já havia ocorrido outras vezes, mas dessa vez as coisas foram diferentes. Era uma festa na casa dos meus sogros, com a família toda reunida. Eu não estava podendo beber naquele dia; e quando você é o único sóbrio, o papo de quem está bebendo acaba ficando chato.

Pediram para ir buscar mais carne na geladeira. Ao entrar na sala, vejo Lalá sentada no sofá mexendo no celular. Ela estava deslumbrante, usando um vestido colado ao corpo. Na hora fiquei surpreso ao vê-la, pois tinha achado que ela não tinha ido à festa.
-Oi, Lalá! Chegou agora?
-Oi tio! Não!
-Não vi você na festa!
-Estou dentro de casa desde que cheguei

Entrei na cozinha e saí com as carnes. Era uma bacia e um saco. Ao me ver passando, ela quis me ajudar. Pegou o saco e foi comigo para a festa. Deixamos as coisas com o churrasqueiro, que era o pai dela. Ele tentou brincar com ela, mas ela não lhe deu muita bola.

Saímos dali. Chamei-a para se sentar comigo lá fora, mas ela preferiu voltar para a sala. Ofereci-me para acompanhá-la, e ela aceitou. Sentamos no sofá, um ao lado do outro, com o espaço de uma pessoa entre nós. Começamos a conversar sobre assuntos banais: escola, filmes, séries e livros. Ela é fanática por livros de fantasia e aventura.

De repente, ela recebeu uma mensagem, abriu-a e começou a rir.
-Tio, olha isso!

Ela chegou bem perto de mim, encostando seu braço no meu. Ao me mostrar o celular, o ângulo permitiu que eu visse a pontinha do bico de seu seio. Tentei disfarçar na hora. Olhei rapidamente para ela e logo voltei meu olhar para a foto. Era uma amiguinha dela que tinha feito aniversário e levado ovada e farinhada. Ela ficou encostada em mim um bom tempo rindo da foto.
-Tio, você tem que conhecer essa minha amiga. Ela é muito engraçada.

Ela continuou a falar e a rir, ao mesmo tempo que digitava para a amiga. À medida que se movia, seu decote ficava cada vez mais à vista, até ficar totalmente exposto. Não tive como não olhar. Fixei meu olhar ali. Quando ela percebeu, ajeitou o vestido para se cobrir.
-Tio, você estava olhando para o meu peito?

Na hora fiquei constrangido, mas respondi com naturalidade:
-Ah, Lalá! Desculpe, mas não tinha como não ver. Além do mais, a vista estava muito boa.

Ela apenas se afastou um pouco de mim.
-Só não conta para ninguém, tio! Por favor!
-Por que eu contaria? Foi sem querer.

Terminei de falar passando os olhos pela altura dos seus seios e, depois, pelo seu corpo inteiro. Ela ficou constrangida.
-Nosso tio! Por que está me olhando assim?
-Posso confessar uma coisa?
Aham… pode.
-O tio acha você linda! Estava cada dia mais…
-Mais o que tio? - risos

Alguém entrou na sala e paramos de conversar. Era minha sogra, que brincou com a gente. Ela sabia que eu não estava bebendo e tirou sarro da situação. Quando ela saiu, ficou um clima chato, estranho.
-Tudo bem, Lalá?
-Sim, tio.
-Não gostou do meu elogio?
-Gostei muito! É que fiquei sem graça, ainda mais depois que você viu meu peito e nem avisou que estava de fora.
-Estava tão bom que eu não queria parar de olhar. Pena que você percebeu.
-Tio, que isso! — risos — O senhor queria continuar vendo?
-Sim, mas acho que você não tem coragem de mostrar... ou tem?

Ela desconversou:
-O senhor é muito safado! E nem completou de dizer, o que estou ficando cada dia mais!

Pensei um pouco e respondi:
-Está ficando cada dia mais linda e com corpo muito sexy.
-Tio, que isso! - risos com a mão na boca - Nem tenho idade para ser sexy.
-Tem sim!

Ele recebeu outra mensagem com a mesma amiga e quis me mostrar. Repetiu o mesmo gesto e novamente seus seios ficaram à mostra. Dessa vez ela percebeu meu olhar e não ajeitou o vestido.
-Êita tio! Nem disfarça!
-E você está gostando, pois não ajeitou!
-Nada a ver! E que esse vestido faz isso mesmo às vezes! Não vou ficar toda hora ajeitando.
-Hum.. mas você não respondeu se tem coragem de me deixar vê-los. Fugiu da resposta.
-Fugiu não! Só achei que estava brincando!

Ela continuava com os seios levemente expostos para mim e próxima ao meu corpo.
-Então se eu falar que estou falando sério?
-Ah.. - ela deu de ombros - Você já viu não?
-Mas quero ver melhor!

Entrou outra pessoa na sala passando para a cozinha. Ficamos em silêncio, Lalá ajeitou o vestido. Não demorou para a pessoa voltar para a festa.

-E aí, vai mostrar?
-Aqui na sala? Pode entrar alguém.
-Então é um sim?
-Pode ser, mas não aqui, né, tio! - ela olhou para a porta

Pensei rápido em um lugar, e o único que veio à minha cabeça foi o banheiro do andar de cima. Lalá concordou com a minha sugestão. Eu lhe disse para ir na frente e que eu iria logo em seguida.

Ela subiu as escadas rapidamente. Esperei alguns segundos e fui. Assim que entrei, tranquei a porta. Ela estava em pé ao lado da pia.
-Tio, o senhor promete que não vai contar?
-Com certeza. Será o nosso segredo.

Ela hesitou por um momento, mas, por fim, desceu a alça do vestido. Que peitinhos lindos, daqueles que cabem certinho na boca.
-Lalá, como são lindos! Posso tocar?
-Acho que não é uma boa ideia. Já chega, vou voltar para a sala.

Ela quis subir as alças, mas eu não deixei. Segurei suas mãos, sem fazer força. Toquei em cada um deles devagar; alisei os biquinhos, que logo ficaram rígidos. Em seguida, caí de boca em seus peitos. Ela não reagiu na hora, pois eu a tinha pego de surpresa. Só depois de alguns segundos é que ela reagiu:
-Já chega, tio!
-Não, só mais um pouquinho!

Apertei-os, deixando seus biquinhos pontudos. Mordisquei bem devagar e chupei com força. Ela pedia para parar, mas não fazia nenhuma força contrária. Tentei dar um beijo na sua boca, mas ela desviou, reclamando que não queria beijar. Coloquei a mão no seu queixo e lhe dei um selinho. Em seguida, Começamos um longo beijo. Lalá me surpreendeu: Beijava muito bem.
-Como você beija bem! - um selinho - Já beijou antes?
-Não, tio! - ela devolveu o selinho
-Verdade?
-Sim, essa é a minha primeira vez! Nunca pensei que seria com um homem mais velho.

Ficamos nos beijando e falando coisas aleatórias, todas voltadas para aquele momento. Eu elogiava sua beleza e dizia pequenas putarias; ela ficava sem jeito e, a todo momento, repetia que não acreditava no que estava acontecendo. Tentei levantar seu vestido. Ela segurou minha mão, mas sem fazer força. Ao subi-lo, para minha surpresa, vi que sua calcinha era de algodão, bem grande, com a estampa de um desenho na frente.
-Tio que vergonha!
-De que? - alisei sua bunda.
-A minha calcinha é do Harry Potter!
-Tudo bem! O tio também gosta dele. - passei a mão na frente da calcinha por cima do desenho.
-Não, tio! Já chega!

Sem tirar a mão, voltei a beijar sua boca. Dava pequenas pausas. Os carinhos na sua bucetinha por cima da calcinha ficaram mais intensos, e com a outra mão alisava sua bunda.
-Tio, melhor a gente parar.
-Melhor a gente parar, ou você quer parar?
-Estou com medo!
-De quê?

Comecei a deslizar os dedos por dentro da sua calcinha. Conforme avançava, Lalá olhava atentamente. Quando passei o dedo por entre seus lábios, pude sentir um leve melado. Ela, então, inclinou o corpo para trás e retirou minha mão.
-O senhor sabe!
-Sei não! Me diz você
-Ainda não tenho idade para fazer essas coisas!
-Não tem essa de idade quando você quer fazer.

Puxei-a para perto de mim e, devagar, comecei a tirar sua calcinha. Ela foi cedendo, embora tentasse me fazer desistir a todo momento. Quando enfim a removi, olhei para a sua bucetinha: era lisinha e com poucos pelos. Rapidamente, ela colocou as mãos na frente para se cobrir.
-Não, tio!
-Tudo bem! O tio só quer olhar.

Ela afastou as mãos. Lalá tinha uma bucetinha proporcionalmente grande para o seu corpo e idade. Tirei meu pau para fora do short e ela arregalou os olhos. Peguei sua mão, coloquei-a sobre ele e a fiz segurar. Ela hesitou por um instante, mas logo fechou os dedos em volta dele.

Em seguida, guiei seus movimentos, fazendo-a me masturbar com firmeza. Houve um breve protesto quando o deslizei entre seus lábios, mas ela logo cedeu. Demos um beijo com intensidade enquanto eu continuava a me esfregar meu pau no meio da sua bucetinha.

Pela primeira vez, Lalá deu sinais de que estava gostando, embora o medo ainda a dominasse.
-Vamos parar, por favor! - pediu ela.
-Não está bom? - perguntei.
-Está... mas e se alguém bater na porta?
-Aí paramos!

Comecei a passar a cabeça do meu pau na entrada da sua bucetinha, que a essa altura já estava completamente melada. Dei a entender que iria tentar meter, mas ela logo reclamou:
-Não, ainda sou virgem! - ela sussurrou.

Nesse momento, minha ficha caiu. Percebi que não tinha como continuar com aquilo e parei de alisar meu pau. Concordei com ela, dizendo que tinha razão, mas ressaltei que queria sentir o sabor da sua bucetinha na minha boca.

Lalá balançou a cabeça positivamente. Coloquei-me de joelhos no chão enquanto ela abria as pernas e apoiava a polpa da bunda em cima da pia. Agora, vendo sua bucetinha bem de perto, eu mal acreditava que estava sendo tão fácil.

Com calma, fui lambendo os lábios da sua bucetinha e, logo em seguida, passei a língua por dentro. O sabor do seu melado era maravilhoso. Lalá foi relaxando o corpo e colocou a mão na minha cabeça, sussurrando por mim:
-Tio, que gostoso!

Vendo sua entrega, chupei sua bucetinha por mais um pouco. Quando parei, Lalá estava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Ela claramente não esperava por aquilo e olhou para mim com surpresa. Falei que era hora de ela retribuir e chupar meu pau também.
-Mas, tio... eu nunca fiz isso!

Falei para ela ficar de joelhos e colocar meu pau na boca. Lalá ainda tentou argumentar contra, mas acabou se ajoelhando. Ela segurou meu membro e o cheirou antes de levá-lo à boca. Timidamente, tentava chupar, mas estava totalmente sem jeito. Coloquei a mão em sua cabeça e fui orientando cada movimento: Chupa devagar, Lalá... igual a um pirulito. Isso, passa a língua na cabeça... agora mama gostoso…

Lalá estava totalmente focada, mamando agora com total atenção aos meus pedidos. Eu já não conseguia mais aguentar; precisava gozar. Avisei que estava no limite. Ela parou por um instante e perguntou, confusa, o que deveria fazer.
-Continua, não para! - pedi.

Ela voltou a mamar com vontade e, segundos depois, gozei como um louco. Os primeiros jatos de porra foram direto em sua boca. Surpresa, ela o tirou da boca, deixando o restante espalhar-se por seu rosto. Lalá sorriu ao mesmo tempo que reclamou e ficou em pé. Ela abriu a torneira, cuspiu na pia minha porra.
-Que loucura tio! - risos

Fiquei em silêncio, apenas sorrindo. Arrumei-me, assim como ela também o fez. Dei um beijo em sua boca. Ao abrir a porta, olhei pelo corredor e saí. Desci direto para a festa e procurei por minha esposa, que estava conversando com as primas e a irmã, a mãe de Lalá. Cheguei ao seu lado, conversei um pouco com elas e me afastei.

Minutos depois, Lalá apareceu enquanto eu conversava com o pai dela na churrasqueira. Ela veio até nós e sentou-se à mesa. Começamos a conversar, os três, mas eu não dava muita atenção a ela. Lalá, por sua vez, não parava de olhar para mim. Ficamos ali, quase até o final da festa. Minha esposa, que já estava alta, quis ir embora.

Na hora da despedida, Lalá me deu um abraço forte e um tchau totalmente comprometedor. Minha sorte era que todos estavam bêbados.

Devia ser por volta das 22h30 quando chegamos em casa. Minha esposa tomou banho e foi dormir logo em seguida. Fiquei na sala assistindo aos comentários dos jogos e mexendo no celular. Algumas horas depois, recebi uma mensagem: 'Boa noite, tio! Vi que está on-line. Está sozinho? Pode conversar?'. Respondi que estava na sala sozinho.
-Não paro de pensar no que fizemos!
-Também não paro!
-Você ficou chateado comigo?
-Claro que não! Por que ficaria?
-Porque você me deixou sozinha no banheiro. Depois, quase não falou comigo.
-Esquece isso. Gostei de tudo. Pena que tivemos que parar.
-Quero pedir desculpas por não termos feito sexo.
-Teremos outras oportunidades, certo?

Ela demorou a responder, mas disse que sim. Levantei-me e fui até o quarto; minha esposa dormia pesado. Voltei para a sala. Havia duas mensagens dela chamando por mim: 'Tio, ainda está aí?', 'Tio!'. Respondi dizendo que tinha ido ao banheiro e perguntei se ela estava no quarto sozinha e se os pais estavam dormindo.

-Estou no meu quarto e meus pais estão dormindo. Por que?
-Curiosidade apenas. Você gosta de dormir tarde?
-Não, mas não estou conseguindo dormir.

Sair um pouco do whatsapp, propositalmente. Não demorou muito para ela me chamar novamente.
-Tio?
-Oi!
-Vai dormir agora?
-Não, assim como você. Não estou conseguindo dormir.
-Pensando em mim?.. rsrs
-Em você inteira. No nosso beijo. Imaginando como você está vestida agora.
-Nossa tio!
-Me diz como você está.
-Estou usando um pijama.
-Só de pijama? Sem calcinha ou sutiã?
-Calcinha, sem sutiã.

Comecei a ficar de pau duro. Perguntei se ela poderia enviar uma foto. A Lalá demorou um pouco para responder. No visor, aparecia que ela estava digitando e, logo depois, recebi o arquivo. A foto estava um pouco escura, mas dava para ver: ela estava sentada na cama.
-Que linda. Queria estar aí, beijando sua boca.

Ela me enviou um emoji de coração.
-Depois de beijar sua boca. Iria colocar seus peitos na minha boca e chupar sua bucetinha linda.
-Aí tio! Assim fico sem graça - um emoji de sem graça

Pedi que ela enviasse outra foto, mas, dessa vez, nua. De imediato, a Lalá disse que não e ficou offline. Eu já estava quase desistindo, achando que ela iria dormir, quando, finalmente, recebi a imagem. A foto não estava escura e dava para ver tudo perfeitamente : ela tirou uma selfie deitada na cama, com os seios à mostra, usando apenas calcinha.
-Gostou?
-Muito, pena que você está de calcinha nela.
-Eu tirei uma sem, mas não tive coragem de enviar.
-Por que?
-Ah tio!
-Deixa o tio ver como ficou.

Quase que instantaneamente ela enviou. Era uma foto dela peladinha, deitada na cama.
-Ficou linda! Seria uma pena não ter enviado!
-Obrigada.
-Estou pensando aqui se a gente não pode conversar por vídeo. O que acha?
-Emoji de pensamento… deixa eu fechar a porta.
-Ela que fez a chamada.
-Oi, tio!
-Oi, usando pijama? - risos
-Sim, né! - risos
-Olha com sua foto me deixou.

Coloquei meu pau para fora, depois posicionei o celular encostado no sofá para enquadrar da minha cintura para cima. A Lalá até reclamou no momento, mas aceitou. Comecei a bater uma punheta leve enquanto a gente conversava.
Ai tio! Não faça isso comigo!
Não estou fazendo nada. Você que me deixou assim. Vai, mostra para o tio esses peitinhos.
Você é muito safado.

Ela colocou o celular em cima da cama. Não pude vê-la tirando a blusa.
-Tá bom sim?
-Ótimo!

Seus peitos lindos ficaram à vista. Elogiei, é claro, e disse algumas sacanagens. Ela segurava o celular, então pedi para que fizesse o mesmo que eu: apoiasse o aparelho em algum lugar. E ela assim o fez. Agora mais livre, ela foi ficando mais solta. Começou a entrar na sacanagem. Perguntei se ela poderia ficar peladinha, pois queria ver sua bucetinha.

Ela desceu o short do pijama, fazendo toda uma cena para tirar a calcinha. No entanto, quando ela se livrou do short, ainda não dava para ver sua intimidade bucetinha direito. Foi a minha vez de reclamar, dizendo que a visão não estava boa. Ela, então, ajeitou o corpo mais para trás, deixando-se à vista, e eu pedi que abrisse um pouco as pernas.

Lalá obedeceu. Sua bucetinha graúda se abriu, separando os lábios e deixando o grelho à mostra.
-Que bucetinha linda, Lalá!
-Para de ser safado, tio!
-Não dá para ser diferente.
-Passa a mão nela.
-Não, tio!

Insisti mais um pouquinho, até que ela cedeu e passou os dedos. Pedi que os enfiasse e, depois, massageasse o próprio grelho. A sacanagem estava ficando boa. Lalá começou a confessar que era gostoso alisar a própria bucetinha.
Você vai deixar o tio meter nela, quando a gente ficar a sós de novo?
-Nossa tio! Tio….

Do nada, ela encerrou a chamada. Imaginei que alguém poderia ter entrado no quarto dela. Minutos depois, ela me mandou uma mensagem:
-Desculpa, tio! Escutei a voz da minha mãe no corredor e ela entrou no meu quarto.
-Ela viu alguma coisa?
-Acho que não. Ela só abriu a porta, porque não gosta que eu durma de porta fechada.
-Hum… tudo bem! Vai dormir?
-Sim, melhor. Outro dia a gente conversa mais.
-Bjs, minha linda! Bons sonhos.
-Emoji de coração!

Me restou ir para o banheiro e terminar minha punheta.

Comentários (6)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Cinquentão RJ: Muito bom. Nota 5

    Responder↴ • uid:w71qy2d1
  • zezo: delicia de conto

    Responder↴ • uid:1dai099fii
  • acontecimentos: Tem que comer esse putinha logo

    Responder↴ • uid:1cp5b3ax143i
  • Incestador: Quando ela foi ficando maior nós ainda fazíamos a mesma coisa até que um dia eu estava com meu pau no seu cuzinho fazendo ela subir e descer. De repente a cabeça do meu pau entrou pra dentro do cuzinho da minha sobrinha e ela levou um susto e eu tbm. Falei pra ela que isso é normal acontecer quando o cuzinho da mulher quer que o pau entre lá dentro então ela aceitou continuar. Ela voltou pra sentar no meu pau e agora foi deixado ele entrar até onde conseguiu aguentar depois eu comecei a comer o seu cuzinho e gozei dentro.

    Responder↴ • uid:1djo6oum13pc
  • Incestador: Eu tenho uma sobrinha que faz sexo anal comigo até hj e comecei isso a muito tempo quando ela ainda era pequena. Ela sempre gostou de ficar sentada no meu colo na minha casa às vezes com a bunda em cima do meu pau ou de frente pra mim assim eu sentia a sua bucetinha nele. Algumas vezes eu ficava de pau duro e ela nunca falou nada até que uma vez nós estávamos na piscina de plástico e ela sentada no meu colo de biquíni. Durante nossa brincadeira o biquíni entrou na sua bunda ficou igual um fio dental e quando ela sentou no meu colo meu pau ficou duro. Então minha sobrinha perguntou oq era aquilo na sua bunda e falei que era meu amigo e está daquele jeito por ela ser muito linda. Minha sobrinha pediu pra ver eu disse que só se ela deixar eu tirar seu biquíni na parte de baixo e ela sentar em cima dele depois. Minha sobrinha aceita então eu coloquei meu pau pra fora e ela ficou olhando e colocou sua mão no meu pau. Eu já fui baixando seu biquíni e falei pra ela sentar de costas pra mim ela me obedece e foi se abaixando com a bumbum na cabeça do meu pau e eu ajeitei pra ficar no seu cuzinho. Quando eu senti o cuzinho dela tocar na cabeça do meu pau segurei ela pela cintura pra ir ajeitando melhor e minha sobrinha não larga o peso de uma vez só. Fiquei fazendo ela ir pra frente e pra trás com meu pau forçando pra entrar depois coloquei ela de frente pra mim e deixei a cabeça do meu pau no meio dos lábios vaginais dela fiz os movimentos iguais e ela ficou olhando para o meu pau até que eu gozei ali

    Responder↴ • uid:1djo6oum13pc