#Coroa #Estupro

Fui dar comida para o mendigo velho e fui comida

901 palavras | 1 | 4.00 | 👁️
Joyce Vieira

Olá, venho relatar o dia em que decidi fazer uma boa ação e como recompensa recebi uma punição (teoricamente).
Me chamo Joyce, sou branca, tenho 23 anos, de corpo formoso, de seios que cabem na mão e uma cinturinha de pilão, tenho um nariz levemente avantajado mas isso não me faz perder atratividade nenhuma.
Enfim, me descrevi só para mostrar que sou atraente o suficiente para atrair olhares de homens de várias idades e das mais variadas classes sociais, e neste relato encarei uma das mais baixas classes sociais.
Sempre que passo de manhã pela rua voltando para casa encontro um mendigo aparentemente velho, barbudo grisalho, todo sujo que vive mexendo no lixo da rua, quando passo, só dou uma olhada nele e sigo meu caminho, enquanto ele continua a me olhar insistentemente até sair da sua vista, o compreendo pois dificilmente ele teria uma mulher como eu, a sorte dele é que eu vivia uma vibe bem mais caridosa naquele tempo, tinha uma vontade de ajudar os mais necessitados, e como ele parecia não estar nas melhores condições, decidi ajudá-lo.
No dia seguinte, de manhãzinha, quando o encontrei, fui falar com ele, era simpático o homem, me ofereci a lhe dar comida, ele aceitou, claro, quando chegamos na porta da minha casa, pedi para que esperasse fora enquanto ia pegar a comida, havia deixado um prato de comida que tinha restado da noite passada no forno do fogão, a única complicação é que tive que me agachar, ficar praticamente de quatro no chão para tentar alcançar o prato, o meu erro foi ter deixado a porta da casa só encostada, quando olhei para trás, só me deparei com aquele mendigo me encarando maliciosamente apertando seu pênis por cima da calça, e falou:
_ Está precisando de ajuda aí, princesa?
_ Não, tá de boa.
Não nego que a visão que ele tinha era maravilhosa, eu usava um shortinho jeans bem curto que deixava a polpa da minha bunda descoberto, então ele quis aproveitar:
_ Ahh, precisa de ajuda sim!
E assim se colocou atrás de mim, agarrou minha cintura e puxou contra seu quadril, me fazendo sentir o grosso do seu pênis:
_ Deixa que eu te seguro!
_ Não... Não precisa.
Tentava me desvencilhar, mas quanto mais tentava, mais movimento de vai e vem realizava e mais sentia daquela pica na minha bunda, se não fosse a roupa, parecia que ele estava me fodendo:
_ Ahh minha gatinha! Já esperava que você quisesse sentir meu grandão!
E com uma força descomunal, me levantou e, me carregando nos braços, me levou ao meu quarto e me jogou na cama:
_ Hoje você vai ser minha mulher!
_ Não, não, não!
Já começava a lacrimejar, mas em vão, ele subiu na cama rapidamente e foi direto na minha blusa, a rasgou num golpe e se chafurdou nos meus seios, os chutava, mordia até violentamente que me fazia chorar, pedia para parar, contudo minhas súplicas só o atiçavam mais, tentava tirar meu short, como era jeans era mais difícil, já até achava que ela não conseguiria tirar, mas tirou, minha calcinha era um empecilho pequeno e numa arrancada se foi, posicionava seu pau na minha buceta, já me desesperava, nunca havia recebido um pau tão grosso assim, mas ele não se importava, só queria me fuder, e quando entrou, foi uma dor excruciante, principalmente pela força da metida que ele aplicava, seu pau ia até encostar no meu útero, nenhum homem que me relacionei tinha ido tão longe assim, era muito forte a dor, no entanto já se acostumava e até sentia certa excitação, combinado com os chupões que ele dava em meu pescoço, torso, peito, deixando minha pele branquinha toda avermelhada e arrepiada(nunca tinha sentido arrepios assim), até que ele parou, me encarou e tentou me beijar, forçava a entrada da sua língua na minha boca, e eu resistia, o seu fedor era enjoativo e repugnante, até que, de tanto tentar, sua língua entrou, nossas línguas se entrelaçaram, como dois namorados, aí me rendi, era eu quem chupava a língua daquele mendigo nojento enquanto ele me invadia lá embaixo.
Quando ele parava de me beijar, era eu quem voltava a beijá-lo, sua barba mal feita encostando no meu rosto, sua língua áspera me excitava, queria mais e mais! Até que, em uma metida a mais, seu pau começou a esguichar seu sêmen direto no meu útero, se não ficasse grávida com aquilo, não ficava mais, e assim descansamos.
Horas depois, à tarde acordei, ele não estava mais lá, contudo não tinha como duvidar ou imaginar que foi só um pesadelo(ou sonho), pois minha vagina ainda transbordava seu sêmen e o prato de comida no forno não estava mais lá.

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Comentários (1)

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  • José Carlos: Vc é muito linda gostei

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b