A nova realidade que mudou o mundo parte 140 - Momento de pai e filha
Eu esperei por esse momento como quem espera por ar. Quando as negras finalmente me deram permissão para brincar com ele, eu senti um frio na barriga misturado com um calor que subia direto para a minha buceta. Meu pai estava nu, amarrado de bruços numa mesa baixa de madeira, pernas bem abertas, o cu exposto. Seus olhos encontraram os meus e, pela primeira vez, eu vi medo verdadeiro nele. Eu sorri.
Peguei o rolo de linha de pesca fina e transparente. Comecei devagar, enrolando a linha na base do saco dele, bem apertado. Dei voltas e voltas, puxando com força, vendo a pele esticar, os testículos inchando e ficando roxos. Cada volta fazia a linha cortar mais fundo. Ele começou a gemer, depois a chorar, o corpo tremendo: Por favor… Julie… filha… não…
Eu ri baixinho e puxei ainda mais forte, quase cortando a pele. O saco dele ficou grotesco, inchado, roxo-escuro, brilhando, a pele esticada ao limite. Cada pulsação do coração dele fazia a dor piorar.
Você fez minha mãe usar um cinto que esmagava tudo, uma máscara maldita, me deixou com um cinto de castidade por semanas, trouxe minhas primas e até minha vó par esse inferno. Mandou a minha mãe para parir sem segurar os filhos. Fez ela perder o clitóris. Agora você vai sentir o que é ter suas bolas destruídas devagar. Disse a ele sorrindo.
Enquanto ele gemia de agonia, eu peguei o pau de madeira. Era monstruoso, mais grosso que uma lata de cerveja e comprido como uma garrafa de vinho, pesado, áspero, sem qualquer lubrificante. Eu cuspi só uma vez na cabeça dele, posicionei contra o cu do meu pai e empurrei. Ele gritou muito alto.
O pau de madeira abriu ele brutalmente, rasgando o anel do cu. Eu meti com força, centímetro por centímetro, vendo o buraco dele esticar ao máximo ao redor da madeira grossa. Quando estava quase todo dentro, comecei a foder. Estocadas longas, profundas, brutais. Cada vez que eu batia fundo, o saco dele balançava, a linha de pesca cortando ainda mais a pele.
Ao mesmo tempo, eu segurei o pau dele com a mão direita, bem apertada, quase esmagando, e comecei uma punheta lenta, cruel. Subia e descia devagar, apertando a cabeça inchada, torcendo um pouco no final. O corpo dele traiu.
Mesmo com o cu sendo destruído, mesmo com as bolas quase cortadas pela linha, o pau dele endureceu na minha mão. Ele gemia, chorava, implorava, mas o corpo respondia. Eu o sentia pulsar, latejar, prestes a gozar. Foi quando eu falei em tom de deboche: Olha só… seu pau está duro para sua filha te enrabar. Que pai nojento você é.
Eu acelerei a punheta só um pouco, mantendo o ritmo lento e apertado, enquanto metia o pau de madeira cada vez mais fundo no cu dele. Ele começou a tremer, o corpo inteiro convulsionando. Eu parei a punheta no último segundo: Não vai gozar ainda, papai. Você não merece.
Ele soluçava, o pau latejando inutilmente na minha mão. Então eu me levantei, posicionei minha buceta sobre o rosto dele e mijei. Um jato forte, quente, direto na cara dele. Mijei na boca aberta, nos olhos, no nariz. Ele se engasgou, tossiu, mas eu segurei a cabeça dele no lugar.
Bebe! Bebe tudo que sua filha te dá! Gritei para ele.
Quando terminei, eu o fiz lamber o chão. Forcei o rosto dele contra o piso molhado de mijo, esfregando enquanto ele chorava.
Por último, eu queria algo que marcasse para sempre. Peguei duas linhas de pesca novas. Enrolei uma em cada mamilo dele, bem na base, apertando até a pele ficar roxa. Amarrei as pontas das linhas em uma corda longa. No final da corda, prendi um cachorro grande e forte que as negras usavam para caçar. Eu segurei o cachorro pela coleira, com um brinquedo na outra mão e mandei: Vai buscar, garoto!
Joguei o brinquedo longe e o cachorro correu. As linhas esticaram de uma vez. Meu pai soltou um grito animal quando os mamilos foram arrancados com um som úmido de carne rasgando. Dois pedaços de pele e mamilo voaram, sangue jorrando dos buracos no peito dele. Ele se debateu, uivando, o corpo em choque.
Eu fiquei olhando, respirando pesado, a buceta latejando de excitação. E falei olhando para ele: Você destruiu a gente, papai. Agora eu destruí você.
Ele chorava como uma criança, o peito sangrando, o saco roxo quase cortado, o cu aberto e destruído. Eu me senti poderosa, me senti livre. E, pela primeira vez, senti que talvez… só talvez… eu estivesse começando a pagar o que devia. Mas ainda não era suficiente, ainda não.
Quando eu finalmente parei, meu pai não era mais um homem. Ele estava deitado de lado no chão, o corpo tremendo em espasmos incontroláveis. O saco roxo e inchado parecia prestes a explodir, a pele cortada pela linha de pesca em vários pontos. Sangue escorria devagar do peito, onde antes ficavam os mamilos, agora só restavam dois buracos irregulares e sangrentos. O cu dele estava destruído, aberto, vermelho, com o pau de madeira ainda enfiado até o meio. Ele babava, os olhos vidrados, respirando em soluços curtos e rasos. Estava em choque profundo.
Eu olhei para o canto da sala, mamãe estava lá. De pé, imóvel, os braços cruzados sobre o peito. Ela não disse uma única palavra durante toda a sessão. Nem quando eu mijei na cara dele. Nem quando eu arranquei os mamilos. Nem quando ele implorou como um animal. Apenas observou. O olhar dela era frio, profundo, carregado de um ódio tão puro e antigo que chegava a assustar. Era o olhar de quem odiava o demônio em pessoa.
Ela não sentia pena. Não sentia tristeza. Só um ódio limpo, cristalino, quase sagrado. Como se finalmente estivesse vendo o monstro que destruiu nossas vidas receber exatamente o que merecia.
As negras entraram no quarto. Três delas, fortes, sérias. Sem dizer nada, colocaram uma coleira grossa de metal no pescoço dele, apertando até ele se engasgar. Depois algemaram seus pulsos nas costas com aço frio. Uma delas puxou a corrente da coleira, forçando-o a ficar de quatro.
Vamos dar uma volta com ele pela cidade, disse a mais alta, com um sorriso cruel. Vai servir de exemplo para os outros machos. Todo mundo precisa ver o que acontece com quem achava que era dono do mundo.
Meu pai tentou resistir, mas mal conseguia se mexer. Elas o arrastaram pelo chão, o corpo nu, sangrando, o pau de madeira ainda enfiado no cu, balançando a cada puxão. Ele gemia baixo, patético, deixando um rastro de sangue e baba pelo caminho. Eu fiquei parada, assistindo enquanto o levavam embora. Por dentro, eu sentia uma mistura estranha e doentia, uma mistura de satisfação, nojo de mim mesma e excitação.
Quando a porta se fechou, eu olhei para minha mãe. Ela ainda estava no mesmo lugar, o olhar fixo na porta por onde ele havia sido arrastado. Seus olhos estavam úmidos, mas não de tristeza. Eram lágrimas de raiva pura.
Eu me aproximei devagar e abracei ela por trás, encostando meu corpo no dela. Senti que ela tremia.
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