#Teen #Voyeur

Comi a filha do Chefe

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O Narrador de Contos

Comi a filha do meu chefe e tive que sair correndo.

Era uma tarde quente de verão quando entrei na casa do meu chefe, Sr. Machado. Eu trabalhava como faz tudo para ele há alguns anos e tinha permissão para entrar sempre que precisasse fazer manutenção. Naquele dia, eu estava lá para limpar as grelhas do ar-condicionado no quintal dos fundos.
Enquanto caminhava pelo corredor, ouvi um barulho vindo do quarto do Sr. Machado. Achei que fosse a empregada e curioso, me aproximei. Meus olhos se arregalaram ao ver uma garota deitada na cama, nua. Ela devia ter uns 18 anos, com um corpo magro e bronzeado, cabelos castanhos compridos e olhos verdes.
Sem perceber minha presença, ela começou a se tocar, deslizando os dedos pela pele macia de suas coxas. Eu fiquei paralisado, observando-a se masturbar. Meu coração acelerou enquanto eu via sua mão desaparecer entre as pernas, tocando sua buceta.

Meu pau já estava duro dentro das calças, e não pude resistir. Comecei a me masturbar devagar, mantendo os olhos fixos na garota que se contorcia de prazer em cima da cama.
A cena era tão erótica que eu não conseguia controlar meu desejo. Minha mão começou a se mover mais rápido no meu membro enquanto ela gemia baixinho, perdida em seu próprio mundo. Eu queria tanto estar lá com ela, tocando-a, sentindo sua pele macia sob meus dedos...
De repente, ela abriu os olhos e me viu parado ali, masturbando-me também. Em vez de ficar chocada ou envergonhada, ela sorriu maliciosamente e disse: "Por que não entra e me ajuda, seu safado?"
Eu não precisei ouvir duas vezes. Rapidamente entrei no quarto e fechei a porta atrás de mim. Meu pau latejava de tesão enquanto eu caminhava até a cama. Ela se sentou e começou a acariciar meu membro com suas mãos delicadas.
"Que gostoso", ela murmurou, olhando para cima com aqueles olhos verdes cheios de luxúria. "Você tem sorte que hoje eu to com um tesão foda. E hoje é seu dia de sorte seu puto."
Comecei a beijar seu pescoço enquanto ela continuava a acariciar meu pau duro. Sua pele era tão macia e quente sob meus lábios que eu não conseguia me controlar. Minhas mãos percorriam seu corpo, apertando seus seios fartos e beliscando seus mamilos intumescidos.
Ela gemeu quando comecei a sugar seus peitos, chupando com força enquanto ela se contorcia de prazer embaixo de mim. Sua buceta estava tão molhada que eu podia sentir a umidade em minhas coxas quando friccionei meu pau contra sua virilha.
Eu deslizei minha mão para baixo, acariciando seus lábios encharcados antes de enfiar dois dedos dentro dela. Ela gritou e arqueou as costas, empurrando seu quadril contra minha mão enquanto eu a fodia com meus dedos.
"Me come agora", ela ofegou, olhando nos meus olhos com desejo. "Eu quero sentir seu pau grande dentro de mim."
Sem hesitar, eu me posicionei entre suas pernas e afundei meu membro duro em sua buceta apertada. Ela gritou quando eu a preenchi completamente, suas unhas arranhando minhas costas enquanto começávamos a nos mover juntos.
Eu comecei devagar, mas logo estava bombeando com força dentro dela, sentindo seu corpo quente se contorcer debaixo do meu. Ela enroscava as pernas em volta da minha cintura, me puxando mais fundo, querendo cada centímetro do meu pau.
"Goza pra mim", ela ofegou no meu ouvido enquanto eu a fodia com tudo o que tinha. "Eu quero sentir sua porra quente dentro de mim."
Meu pau latejava enquanto eu sentia meu orgasmo se aproximando. Quando comecei a gozar tirei o pau de sua buceta e terminei gozando em sua linda cara.
"Porra, isso foi incrível", ela disse com um sorriso enquanto limpava meu gozo do rosto. "Precisamos fazer isso de novo algum dia."
Eu ainda estava tentando recuperar o fôlego quando ouvi uma voz grave gritando da porta: "Carol? Você está aí?"
Meu coração parou por um segundo antes de começar a bater desenfreadamente no peito. Aquele era o Sr. Machado, meu chefe bravo e exigente.
"Ja vou pai", ela gritou de volta, parecendo não se incomodar com nada. "Estou quase pronta."
Ao ouvir ela falar a palavra pai eu fiquei branco, se meu chefe já era bravo comigo fazendo o trabalho direito imagine quando ele descobrir que eu tinha fodido sua filha. Eu entrei em pânico, procurando minhas roupas espalhadas pelo quarto enquanto Carol se vestia calmamente. Eu não podia deixar que o Sr. Machado me encontrasse ali daquele jeito.
"Carol? Quem está aí com você?" Sua voz estava mais perto agora, vindo do corredor. Eu tinha que sair dali imediatamente!
Eu peguei minhas calças e corri até a janela, abrindo-a com força. Carol olhou para mim surpresa enquanto eu me jogava para fora, caindo no gramado abaixo.
"Carol? O que está acontecendo aqui?" Ouvi o Sr. Machado dizer enquanto eu me levantava cambaleando e começava a correr em direção à cerca dos fundos. Eu tinha que sair dali antes que ele me visse!
Minha mente estava uma confusão de pensamentos enquanto eu pulava a cerca e corria pela rua de trás da casa nu. Eu tinha fodido a filha dele sem querer, e agora só restava torcer para que ele nunca descobrisse quem era o responsável por isso.

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