#Grupal #Teen #Virgem

A família de Macuxi

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Meu nome é Maria, vou relatar como perdi a virgindade aos 18 anos, com 5 macuxis que moravam na mesma cidade que eu.

Na época morávamos numa cidade pequena, Adrianópolis, em Curitiba, tinha 2 semanas, que eu havia feito 18 anos, e nessa época, meu pai bebia muito, então era costume minha mãe mandar chamar ele nos bares.
Aí nesse dia, eu fui chamar ele, e estava num bar muito longe de casa, E na volta, ele acabou não vindo, voltei sozinha, começou a chover bem forte, e na rua que eu estava, só tinha um comércio pequeno fechado, que na frente, por mais que eu ficasse lá, ainda ia me molhar muito, eu continue correndo, mas me molhei toda, até que parei debaixo de um pé de manga enorme.
Fiquei embaixo desse pé de manga, e atrás dele, bem na esquina, tinha uma casa velha de madeira, era de uma família de macuxi, minha tia era casada com um deles, mas eu não tinha muita intimidade, na verdade eu não suportava ele. Ele e meu pai já haviam brigando em um bar e tudo
Eu estava toda molhada, e com frio, e a chuva estava muito forte, já eram 23h da noite, só as luzes do porte, quando uma moto parou perto do portão, e o homem me reconheceu, era o José, amigo do meu pai, ele foi e me chamou: entra aqui, Maria, senão vai acabar pegando uma gripe, eu corri e entrei, sei que não deveria, mas queria sair da chuva.
A casa era de madeira, bem humilde, e coisa simples. Quando entrei, só estavam eles. O Carlos, que hoje namora minha irmã, estava numa rede, bem no meio da sala (Tinha 25 anos). Lucas, o primo dele deitado no sofá (Tinha 20 anos), O s.r. Isaias sentado à mesa (Tinha 48 anos), junto com o irmão dele, João (Tinha 36 anos). Aí o José (Tinha 42 anos) foi e perguntou se eu queria uma toalha. Eu disse que sim, me sentando num banquinho. Só estava eles cinco, eu fiquei enrolada na toalha, olhando a chuva cai.
O Lucas, era filho do s.r. Jose, que estava no sofá velho, começou conversar com o tio dele, o João, que toda hora ficava me olhando, porque meu vestido estava grudado nos seios. E o Isaias, o irmão mais velho, que era marido de uma tia minha por parte de mãe, estava num sofá pequeno, ele e meu pai não se davam bem, ele era o que tinha até tentado matar meu pai com uma facada.

Ficamos ali, eles começaram a beber umas cervejas, latinhas. Aí eu perguntei se tinha algum banheiro ali dentro. E nem tinha notado que o Carlos havia saído da rede, o José foi e falou pra eu entrar no quarto, que tinha um banheiro, mas pra eu não ligar para bagunça do local.
Quando eu entrei no quarto, só notei a cama cheia de roupa em cima, e um ventilador em cima de uma cadeira velha, e colchão da cama, era daquele só a espuma, nem um coberto cobrindo tinha. Quando fui puxar a porta do banheiro, o Carlos saiu de dentro dele, ainda com a rola pra fora, tipo balançando a rola, eu peguei um susto, e tropecei, caindo pra trás.
Fiquei sentada no chão, e ele em pé parado na minha frente, aí foi e disse: calma princesa, se queria me ver pelado, era só pedi. Eu fiquei nervosa, mas não parava de olhar pra rola dele, era a primeira vez que eu via uma rola. Era grande e grossa, mesmo mole. Ele notou como fiquei olhando e perguntou se eu já tinha visto uma.
Eu disse que não. Aí eu fui e perguntei nervosa: posso pegar nela? Eu sabia que não deveria fazer aquela pergunta, mas fiz. ele disse: segura aqui na minha pica, princesa, pode ficar à vontade. Era a primeira vez que eu segurava numa rola. Ele foi ensinando eu bater pra ele, quando eu percebi, estava enorme, tinha 20 centímetros e era muito grossa. Hoje ele namora minha amiga, mas foi o homem que eu segurei na rola pela primeira vez.
Depois de uns 2 minutos, com a mão na rola dele. Quando eu notei, eu só vi o Lucas entrando no quarto, já vinha andando pra nosso rumo, ele já estava vendo eu batendo para o Carlos. A rola dele apesar dele ser gordinho, era grande como a do primo dele. O Lucas estudava na minha mesma escola, mas fazia o 3 ano pela 4 vez.
Aí o Carlos falou: segura na dele também. Fiquei nervosa, mas peguei. Fiquei ali de joelhos, segurando na rola deles. De repente, o Lucas colocou a mão na minha nuca, e foi me guiando pra rola dele: dar uma mamadinha aqui, princesa, você vai amar cai de boca nesse cacete grosso.
Era a primeira vez que eu chupava um homem, e era grande e grossa, com 20 centímetros de um macuxi. A rola entrava e saia da minha boca, faltava entra toda. Ele dizendo: isso gatinha, engole todinho, chupa gostoso esse cacete, já tinha chupado antes? Ele perguntou. Eu tirei da boca e disse: não. Ele foi e enfiou na minha boca de novo, dizendo: nossa, sou o primeiro, que bom, mas não para não, continua chupando gostoso. Falando e rindo para o primo dele.

Quando de repente, eu ouvir o João, tio desse que eu estava chupando falar da porta: ei José, vem ver o que tá rolando aqui no quarto, a filha do teu amigo tá pagando um boquete bem gostoso pro Lucas e segurando a vara do Carlos.
Quando todos entraram, comecei a perceber que eles já estavam ficando de pau duro, tirei a rola do Lucas da boca, aí o S.r. Jose foi e se aproximou, dizendo: esta se divertindo princesa? Eu balancei a cabeça, dizendo que sim, porém com um pouco de vergonha e medo. Aí ele foi e falou: nos queremos nos divertir com você, mas so vamos continuar, se você aceitar? Eu olhei pra ele, e perguntei: todos? Ele foi e disse que sim. Aí eu falei: mas eu não gosto muito do s.r. Isaias. Aí ele foi e disse: mas ou é todos, ou paramos, e aí, vamos nos divertir? Aí eu falei que sim.
Quando eu disse que sim, o José falou: vamos pra sala, mas bora levar esse colchão. Eu so vi eles jogando as roupas no chão, e levando o colchão. Ai o Lucas foi levantando meu vestido dizendo: vai gatinha, tira esse vestido, sabia que eu te via na escola, e sempre fui doido pra te comer, pelo visto vou realizar hoje.
Eles me deitaram no colchão. E eu senti o Jose, tira minha calcinha, e começou a me chupar, era o primeiro homem me chupando ali, e era um amigo do pai, que trabalhava com ele. O Carlos e o Lucas ficaram chupando meus seios, e o s.r. Isaias colocou a rola na minha boca. Na minha mão esquerda eu segurava na rola do João.
Eles passaram uns 10 minutos, revezando quem me chupava. Até que o João disse: e aí quem vai meter primeiro? Ai o Jose disse: melhor ela escolher. Ele olhou pra mim, e disse: princesa, quem você quer que meta em você primeiro? Pode escolher. Eu fiquei olhando pra eles se masturbando, e disse não sei. Ai o Carlos falou: vamos fazer um sorteio, ela fecha os olhos, e na rola que ela parar com a mão, é o sortudo.
Fiz do jeito que eles falaram, eles ficaram ao meu redor, eu me levantei de olhos fechados, e fui passando a mão na rola deles, sentindo todas, eu não sabia a diferença entre elas, so sabia de uma, que parecia ser menor, mas era bem mais grossa, até hoje foi a rola mais grossa que já vi, era a rola do s.r. João. Aí eu parei, quando abri os olhos, era a rola do s.r. Isaias, o marido chato da minha tia. O Carlos falou: merda, sacanagem!
Ai eles já foram me organizando. O s.r. Jose se sentou no sofá, e mandou eu me ajoelhar na frente dele. Aí ele disse: já que não vou ser o felizardo de tira essa sua virgindade, deixa eu aproveitar bastante essa sua boquinha, princesa, mama aqui, enquanto ele te come. Eu estava de quatro, o Isaias ainda chupou minha buceta mais um pouco, e o s.r. Jose continuava enfiando a rola na minha boca, parecia que ele queria aproveitar aquilo o máximo que podia. Quando senti o s.r. Isaias para de me chupar, e uma mão dele segurar na minha cintura, e ele começou a esfregar a cabeça da pica entre os lábios da minha buceta, subindo de cima para baixo.
Quando ele começou a empurrar, eu comecei a gemer, e soltei a rola do s.r. Jose, e comecei a me segurar nele. O Isaias empurrou de novo, eu senti a cabeça procurar espaço na minha bucetinha, entrando. Eu soltei um: aí aí, Sr. Isaias, é grosso seu pau.
Ele so disse: calma princesa, é assim mesmo.
Ele empurrou novamente, a cabeça entrou todinha, eu senti ela dentro de mim, eu fiz que ia me mexer, mas ele segurou no meu cabelo com a outra mão, enrolando meus cabelos na mão dele, dizendo: não, não, amor, não se mexer, senão a pica sai.
Eu falei: está ardendo s.r. Isaias, tira, so um pouquinho
Ele empurrou de novo, eu gemi bem alto. Eu so escutava a chuva caindo, e meus gemidos, enquanto a pica dele continuava entrando.
Ele foi e disse: calmo amor, é assim mesmo, a primeira vez sempre arde, so deixa esse cacete entrar todinho, até tu senti meus ovos batendo nessa bucetinha gostosa.
Ele deu outra empurrada, eu reclamei gemendo. Ele empurrando, e segurando no meu cabelo. Eu dizendo: Sr. Isaias, está ardendo demais, e muito grande. Aí ele foi me puxou, falando no meu ouvido: calma gatinha safada, foi tu que aceitou dar pra nós cinco, sabe quantos centímetros tem meu cacete? Eu balancei a cabeça dizendo que não. Sentindo minha buceta pegando fogo, sentiu os lábios ardendo com a rola dentro. Ele foi e disse: a maior rola daqui ta entrando agora nessa sua bucetinha apertada, tenho certeza de que a maior é a minha, eu tenho 22 centímetros amorzinho, seu pai já me odeia, e se um dia descobri, vai me odiar mais ainda (falou rindo), mas está sendo um privilégio tira esse seu cabacinho gostoso, e não chegamos nem na metade da minha pica, agora aguenta
Ele continuava enfiando, eu gemendo sem parar, o s.r. Jose tentava fazer eu mamar, mas eu so conseguia me concentrar, no Isaias metendo na minha buceta. Eu já estava suada. E ele dizendo como eu era apertadinha, e como era gostosa. Aí eu falei: não sei se aguento mais.
Ele disse; calma gatinha, metade ta dentro já.
Ele deu outra empurrada, eu soltei o s.r. Jose, e me comecei a empurrar ele pra trás, tipo, com minha mão na barriga dele. Ele foi e fez – shiiii deixa entrar. Eu reclamei. Ele disse: eu sei gatinha, eu sei. Aí ele foi e me puxou, fazendo eu empina mais, dizendo: sente ela entrar todinha nessa sua bucetinha gostosa. Eu fui, e abri mais as pernas entre um gemido e um pouco de dor, ele disse: isso gatinha, se abre mais pra mim. Empurrou mais, eu gemi alto. Ele foi e disse: calma, quase toda dentro, so vou empurrar mais um pouco, e você vai sentir ela todinha em você. E Empurrou com força. E eu senti minha bunda encostar na virilha dele. eu estava ali, tinha acabado de perder a virgindade com um homem que meu pai odiava. Ele disse: viu, pronto, tudo dentro. E os outros so observando e batendo punhentas.
Depois, ele esperou eu me acostumar, e aos poucos foi tirando e enfiando, tirando e enfiando, no início, so um pouco, depois até a metade, depois até fica so a cabecinha dentro, e enfiando tudo de novo. Até que ganhou ritmo, força e velocidade, eu voltei a gemer sem parar. E o s.r. Jose foi e colocou a rola na minha boca, e os outros a chuparem meus seios.
Então depois, o s.r. Jose foi e me comeu também, e eles o tempo todo fazendo eu mamar, e chupando meus seios. Ai quando o s.r. João, que era o 3º irmão do s.r. Jose, foi meter, ele me virou de frango assado. Ele tinha a rola mais grossa. Eu olhei para ele nervosa. So senti o s.r. João bate a cabeça da pica em cima da minha bucetinha, que já estava vermelha.
Quando s.r. João enfiou a rola, eu esguichei pra frente. Mordendo meus lábios e gemendo, e ele começou a meter com muita força. E dizendo como era apertadinha minha buceta, eu via a rola dele entrar e sai com muita velocidade. Ai o Carlos foi e colocou a rola na minha boca. E eles voltaram o ritmo, até que so faltava o Lucas.
O Lucas foi e me colocou de quatro de novo, e começou a penetrar com muita força, mas força que os outros, e batendo com tapas na minha bunda. E me chamando de nomes, eu estranhei, mas não disse nada. Quando do nada, so senti ele cuspindo no meu cu. E começou a esfregar a cabeça na beira do meu cuzinho.
Quando eu percebi, o Lucas começou a empurrar a rola no meu cu. Eu soltei um gemido forte. E ele disse: calma putinha, deixa entrar. Eu segurai com tanta força no braço do s.r. José, que ele sentiu minhas unhas doendo apertando. E o Lucas continuava enfiando no meu cu. Ele forçou mais um pouco, e eu senti cada pedaço da cabeça entrando no meu cuzinho, eu ficando ofegante, e o Lucas me chamando de putinha e falando para eu ter calma.
- ahh senhor – falei gemendo.
- deixa entrar, Maria. A cabeça já está dentro. Caralho, que delicia de cuzinho – o s.r. Jose me disse, enquanto eu segurava nele.
O Lucas meteu mais um pouco, e disse.
- depois da cabeça, o resto vai melhor gatinha.
Ele meteu mais um pouco.
- ela está bem vermelhinha – o s.r. Jose falou rindo.
- está doendoooo – quase gritei.
O Lucas continuava enfiando no meu cu, enquanto eu ainda senti os outros chupando meus seios, e batendo punhentas ao meu redor. Eu gemendo sem parar, toda suada. Falando: ai ai menino, devagar. E nisso, ele me puxou, fazendo eu ficar meio empinada, dizendo: estava ansioso para esse momento putinha, adoro comer um cu, é cabacinho como o seu, jamais dispenso, agora sente essa rola grossa entrando no seu cuzinho apertado vadia. Senti a rola terminar e entrar, e nesse momento, eu gozei a primeira vez, e nem tinha ideia.
Depois eles voltaram a me comer, todos quiseram meter no meu cu, menos o s.r. João, ele disse que naquele dia não ia meter ali, para não me machucar. O s.r. Jose foi e se deitou na cama, mandando eu sentar nele, e eles foram me ensinando a cavalgar.
Quando eu percebi, com o s.r. Jose metendo na minha buceta, o s.r. Isaias começou a meter no meu cuzinho. Eram dois irmãos metendo em mim, um na buceta e outro no cu. E o Carlos em pé na minha frente fazendo eu chupar ele, o Carlos chupando um dos meus seios, e minha mão esquerda segurando a rola do s.r. João, totalmente sendo fudida por eles.
Eu tirava a rola do Carlos da boca para respirar e ficava olhando pra rola dele, ele batia de leve, e eu notava como era grande, grossa, e cheia de veias, mas morena e com a cabeça bem rosinha. Ele foi e falou: colocar na boca de novo princesa. Eu abocanhei, mas não parava de senti os outros me penetrando. Fui tirar da boca, ele segurou minha cabeça, dizendo: não não, tira não, vou gozar gatinha.
Eu segurei nas duas coxas dele, e senti ele empurrando a rola até o fundo da minha goela, e começou a gozar. Ele foi o primeiro, o cara que é o atual namorado da minha irmã foi o primeiro homem a gozar na minha boca, eu senti os jatos de porra na minha garganta descendo quente, quando ele tirou a rola da minha boca, eu acabei engolindo tudo.
Quando ele me soltou, eu senti o s.r. Isaias aumentando as penetradas no meu cuzinho, até que enfiou até o talo, e começou a gozar, dentro do meu cu. E nisso, o Lucas falou que ia gozar também, mas queria gozar nos meus seios, e me virou um pouco de lado. E gozou, deitando meus seios todos melados.

O s.r. Jose falou que estava quase gozando também, e mandou eu cavalgar com mais força na rola dele. Eram 20 centímetros de rola entrando e saindo muito rápido da minha buceta, que estava pegando fogo. Eu comecei a gozar, e o s.r. Jose também, ele percebeu que eu tinha gozado e falou: caralho, que delicia, ela gozou na minha rola.
Aí João foi e me chamou, mandou eu sentar no chão, e ficou batendo na minha frente, dizendo: eu vou finalizar, princesa.
Ele ficou na minha frente, batendo, e dizendo: está cansada, eu dizendo que sim apenas balançando a cabeça. Aí ele foi e falou: você conseguiu engoli a rola deles, quero que engula a minha também. Eu fui e falei: acho que não consigo. Ele disse: consegue sim, e so abri bem a boquinha. A dele era a mais grossa, mas tinha so uns 17 centímetros.
Ele mandou eu abri a boca ao máximo, dizendo que estava quase gozando, e colocou a cabeça na minha boca, e mandou eu engoli mais, eu obedeci, indo até a metade, ele mandou mais, eu so fui mais um pouco. Aí ele disse: vai caralho, engole tudo. E empurrou mais, senti minha boca abri, e a rola ganhando espaço, até que os pentelhos dele encostaram nos meus lábios, ele disse: isso, agora bebe tudinho safada.
Quando ele tirou da minha boca, eles se sentaram no colchão, eu me levantei, minhas pernas estavam bambas, tremendo, eu me sentia ardendo. Ai o s.r. Isaias, sentado na beira do sofá, me chamou. Os meninos perguntaram se ele queria mais, ele disse que ia gozar na minha boca também. Que fazia tempo que não trepava daquele jeito, ainda mais com uma novinha como eu. Eu me sentei no colchão, entre as pernas dele.
Ele colocou na minha boca, e ficou me puxando, fazendo eu ir e voltar, a rola dele era enorme. Ele foi fazendo eu ficar cada vez com mais velocidade, e de repente disse: bebe tudinho princesinha linda. E começou a gozar, eu fiz que ia tirar da boca, mas ele empurrou quase todinho pra dentro da minha boca. Eu comecei a engasgar, que começou a sair porra pelas beiradas dos meus lábios, descendo para meu pescoço, mas ele continuou com a rola na minha garganta. E os caras dizendo: Eita porra. Ele foi o que mais gozou. E eu estava ali sentada entre as pernas do marido da minha tia, que já havia brigado com meu pai, toda suja de gala.
Depois eles me deram banho, a chuva já havia passado, so chuviscava um pouco, o Lucas foi me deixar em casa, quando eu cheguei, estava todo mundo dormindo, mas meu pai ainda não tinha chegado.

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