Esse meu vício de dar o cu um dia vai me prejudicar.
Eu nunca imaginei que um simples dia de faculdade fosse terminar com meu cu latejando, cheio de porra quente escorrendo pela perna enquanto eu fingia prestar atenção na aula de cálculo. Meu nome é Marcinho, e se você tá lendo isso, já deve estar com o pau na mão imaginando o cheiro do meu rabo suado depois de um dia inteiro de aula. Eu adoro isso. Adoro quando os machos mais velhos e tarados enfiam o nariz bem fundo na minha bundinha apertada e rosada, lambendo tudo, inalando meu cheiro natural de macho jovem que passou o dia sentado e suando.
Tudo começou naquela tarde quente. Cheguei em casa da faculdade com a camiseta preta colada no corpo, o short justo marcando o volume da minha bunda redonda. Meu pai não estava, mas o Seu Antônio, amigo dele há mais de 30 anos, o vizinho encanador de pau enorme que eu sempre via consertando coisas pela rua, estava lá no quintal. "Mano, o cano da pia tá vazando de novo", ele disse, suado, com aquela barriga de macho maduro e o olhar cansado. Eu sorri, sentindo o cu piscar de tesão. "Entra, Seu Antônio. Pode usar o banheiro pra lavar as mãos enquanto eu te mostro."
No banheiro, eu "acidentalmente" deixei a porta entreaberta. Tirei o short devagar, mostrando minha cueca branca enfiada entre as nádegas firmes. Ele entrou e parou, olhos fixos. "Porra, Marcinho... que isso, garoto?" Eu me virei de costas, baixei a cueca até os joelhos e empinei aquela bunda branquinha e macia. "Cheira, tio. Cheira meu cu suado do dia todo. Eu sei que você quer." Ele gemeu baixo, caiu de joelhos e enfiou o rosto inteiro entre minhas pernas. O som molhado da língua dele lambendo meu buraco apertado ecoou no banheiro: slurp... slurp... "Caralho, que cheirinho gostoso de macho jovem... apertado pra porra." Eu empurrei pra trás, gemendo: "Lambe mais fundo, Seu Antônio. Enfia essa língua no meu cuzinho virgem."
Ele não aguentou. O pau dele era monstruoso, grosso como meu punho, veias pulsando. Cuspiu na palma e enfiou a cabeça devagar. "Ai, porra! Dói! Tá rasgando meu cu!" gritei, mas empurrei mais, lágrimas nos olhos de dor e prazer. Ele meteu tudo, batendo aquelas bolas pesadas contra as minhas. "Toma, seu putinho. Esse cu é meu agora." Os tapas ecoavam, minha bunda vermelha, o cu piscando em volta do pauzão dele. Gozou lá dentro com um rugido, enchendo meu intestino de porra grossa e quente. Saí do banheiro andando torto, sentindo o leitinho dele escorrendo.
Mas isso foi só o começo. No dia seguinte, o eletricista da faculdade apareceu pra consertar o curto-circuito no banheiro do bloco C. Era o Rodrigo, amigo de sala, 22 anos, corpo definido de quem malha. Eu entrei na cabine com ele, trancando a porta. "Rápido, porra, tem gente lá fora." Ele já sabia o que eu queria. Me virou contra a parede, abaixou minha calça e enfiou o nariz direto. "Puta merda, Marcinho, esse cheiro de cu suado pós-aula me deixa louco." A língua dele girava, chupando meu buraco guloso enquanto eu mordia o braço pra não gemer alto. "Shhh... cala a boca, seu safado."
O pau dele era comprido e curvado pra cima. Ele cuspiu e meteu de uma vez. Dor lancinante, meu cu queimando, mas eu adorava. "Mais forte, Rodrigo! Me fode esse cu apertado!" Ele tapava minha boca com a mão enquanto socava fundo, o barulho molhado de carne contra carne abafado pelos gemidos baixos: "Nhmmm... ahhh... porra... tá me arrombando." Gozou bem fundo, jatos grossos pintando minhas paredes internas. Saí da cabine com o cu vazando, sentei na cadeira da sala de aula sentindo a porra dele escorrendo devagar pela minha coxa, marcando a cueca. Toda vez que me mexia, lembrava do pau dele me abrindo.
Depois da aula, o encanador grandão voltou. "Preciso ver aquele cano de novo, garoto." Dessa vez no meu quarto. Eu de quatro na cama, bunda empinada, pés pra cima igual na foto que você tá olhando agora. Ele cheirou, lambeu, mordeu minhas nádegas e meteu de novo, sem piedade. "Toma no cu, Marcinho! Esse buraco guloso engole tudo!" Eu gemia alto: "Me enche, tio! Quero sua porra grossa pingando o dia todo!" Ele gozou tanto que transbordou, escorrendo pelas minhas bolas.
Eu amo isso tudo. O cheiro natural da minha bunda depois da faculdade, os machos tarados cheirando e lambendo antes de me arrombar, a dor gostosa virando prazer insano, o cu piscando vazio depois de ser usado. Pra achar mais das minhas aventuras diárias, me segue lá no www.selmaclub.com ou no telegram vip www.bi.ly/telemanu. Tem vídeos, fotos novas e muito mais porra escorrendo.
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Comentários (5)
patricio: dar o cu nao vai prejudicar em nada,so que quanto mais voce dar mais vai viciar e vai querer toda hora
Responder↴ • uid:g3ivh0209Ricardão21x5: SI sI no te preocupes per supuesto que no ,so hai de estar com prolapso anal e no estara listo para salir a la caje pero que no segurara labuesta mas no hay o que hacer lo fraldon geriatrico talbes jajajajaj.
• uid:5h7a9hr9Mateus: Você já deu?
• uid:1eh5u294a2x5José Carlos: Que cuzinho gostoso rosinha eu quero comer gostoso
Responder↴ • uid:46kphpcet0bRicardão21x5: aquilo ali não é rosinha é queimado de atrito agora imagina o tamanho da rola
• uid:5h7a9hr9