Minha filha e sua amiga
Como voltar mais cedo do trabalho mudou algo dentro de mim.
Minha filha, Luciana, sempre foi uma menina muito discreta e reservada. Mas nos últimos tempos, algo nela havia mudado. Ficava mais tempo trancada em seu quarto, falando ao telefone com suas amigas por horas a fio. Eu desconfiava que alguma coisa não estava certa, mas nunca imaginei o que iria encontrar naquela tarde chuvosa.
Eu tinha voltado mais cedo do trabalho e, como de costume, fui até a cozinha preparar um café. Ouvi uma música alta vindo do quarto de Luciana o que chamou minha atenção. A porta estava entreaberta e eu me aproximei com cautela para ver o que estava acontecendo. Quando olhei pelo vão da porta, não pude acreditar no que meus olhos estavam vendo.
Luciana estava deitada na cama, completamente nua, com as pernas abertas. Sua melhor amiga, Carol, uma garota de cabelos castanhos e magrinha mas com um corpo escultural, estava entre as pernas de Luciana, lambendo-a freneticamente. Luciana gemia alto, agarrando os lençóis enquanto seu corpo se contorcia de prazer.
Eu fiquei paralisada, sem saber o que fazer. Mas então Carol começou a vestir uma calcinha com um consolo preto acoplado, esse consolo era enorme. Eu estava em choque quando ela começou a penetrar Luciana com ele.
Luciana abriu ainda mais as pernas para receber Carol que agora se posicionava sobre ela. Carol começou a mover o enorme consolo para dentro e para fora da buceta de Luciana, que soltou um grito agudo de prazer. Ela agarrou os seios grandes e firmes de Carol enquanto era penetrada cada vez com mais força e velocidade.
O som do consolo batendo contra as paredes internas úmidas de Luciana ecoava pelo quarto junto com os gemidos altos das duas meninas. Carol se inclinava sobre o corpo nu de Luciana, esfregando seus mamilos endurecidos nos lábios dela enquanto a penetrava sem dó. Luciana chupava e mordiscava os seios de Carol, enlouquecida de tesão.
Eu não conseguia desviar o olhar daquela cena à minha frente. A visão dos corpos nus e suados das duas meninas se entrelaçando em uma dança sensual era quase demais para aguentar. Eu podia sentir meu coração acelerado e um calor se espalhando pelo meu corpo.
Carol começou a movimentar o consolo cada vez mais rápido, fazendo Luciana gritar de prazer. Os gemidos das duas meninas ficavam cada vez mais altos e frenéticos enquanto se entregavam completamente ao prazer. Eu podia ver os músculos do abdômen de Carol contraindo com o esforço da penetração intensa.
De repente, Luciana começou a tremer violentamente, seus olhos reviraram para trás e ela soltou um grito estrondoso enquanto gozava intensamente. Seu corpo convulsionava de prazer e Carol não parou nem por um segundo, continuando a enfiar o consolo na buceta dela até Luciana desabar exausta sobre os lençóis suados.
Quando finalmente acabou, as duas meninas caíram uma sobre a outra, ofegantes e transpiradas. Eu me afastei silenciosamente da porta, com o coração ainda acelerado e a mente repleta de imagens inusitadas da cena que tinha acabado de presenciar.
A imagem dos corpos nus e suados das duas meninas se entrelaçando em uma dança sensual ficava cada vez mais nítida na minha memória. Eu podia sentir meu coração acelerado e um calor se espalhando pelo meu corpo enquanto caminhava para fora do quarto, tentando não fazer barulho.
Fui até a cozinha pegar outro café, precisava urgentemente de algo quente para acalmar meus nervos tensos. Enquanto esperava a água ferver, meu pensamento voltou à cena que tinha acabado de presenciar. A imagem daquela calcinha com o enorme consolo e as expressões de puro prazer no rosto das duas meninas não saía da minha cabeça.
Tomei um gole do café quente, tentando me acalmar, mas foi em vão. Eu podia sentir meu corpo reagindo àqueles pensamentos inusitados e indesejados. Uma sensação de excitação começava a tomar conta de mim e eu não conseguia compreender o que estava acontecendo.
Voltei para o quarto com a desculpa de trocar de roupa, mas na verdade só queria dar mais uma espiada nas meninas. Ao espiar novamente pela porta, vi que elas estavam agora em uma posição diferente. Carol estava de quatro na cama enquanto Luciana penetrava sua amiga com um consolo menor, mas não menos impressionante.
Luciana movia o brinquedo para dentro e para fora do sexo de Carol com habilidade, fazendo-a gemer alto de prazer. Eu podia ver a bunda redonda e firme de Carol balançando a cada estocada da minha filha, que não parecia ter nem um pouco de vergonha ou pudor enquanto transava com sua melhor amiga.
Eu fiquei observando a cena com uma mistura de choque e fascínio. Meus seios estavam durinhos por baixo da blusa e eu podia sentir uma pulsação entre minhas pernas. Não entendia o que estava acontecendo comigo, mas não conseguia deixar de assistir ao show particular das duas meninas.
Luciana guiou o consolo até a entrada da boceta de Carol novamente e dessa vez começou a empurrá-lo para dentro devagar, centímetro por centímetro. Carol soltou um gemido alto, mas não fez menção alguma de deter a amiga. Ao contrário, ela empurrou os quadris para trás, engolindo mais daquele pau artificial.
Luciana começou a movimentar o consolo dentro da buceta de Carol com estocadas curtas e rápidas. Cada vez que o puxava para fora, eu podia ver os lábios rosados e inchados de Carol se contraírem ao redor do brinquedo, como se não quisessem perdê-lo.
Eu estava hipnotizada pelo movimento do consolo entrando e saindo daquela buceta lisinha e bem depilada. O som molhado das estocadas ecoava no quarto junto com os gemidos altos de Carol, que parecia estar à beira do orgasmo.
Luciana aumentou o ritmo e a intensidade das estocadas, fazendo Carol gritar de prazer. Ela agarrou com força as nádegas da amiga enquanto a penetrava cada vez mais fundo e rápido. Os seios de Carol balançavam para frente e para trás com a força das investidas.
Carol começou a tremer e soltou um grito agudo ao atingir o clímax. Sua boceta se contraiu ao redor do consolo enquanto ela gozava intensamente, derramando seus fluidos sobre os lençóis.
Eu não aguentava mais estava pingando de tesão, observando cada detalhe daquela cena erótica sem acreditar no que via. Meu corpo inteiro formigava de excitação e eu me senti molhada entre minhas pernas. Aquela visão me afetou mais do que gostaria de admitir, sai de fininho para não chamar a atenção das duas e fui para o meu quarto.
Nunca contei a minha filha sobre oque vi ela fazer aquele dia, mas desde então sempre sonho em estar com outra mulher como Luciana estava com Carol, quem sabe um dia vou tomar coragem de fazer algo parecido.
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