#Coroa #Gay #Incesto

Roberto, o diácono continuando a pecar com o sobrinho

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Thiago P.

Roberto acha melhor se afastar de lúcio, quem sabe não ver o sobrinho apague o q acendeu entre eles

Roberto começou a perceber a obsessão nas coisas pequenas.
No terceiro dia sem ver Lúcio, abriu o celular mais de vinte vezes esperando uma mensagem que não chegava. No quinto, inventou desculpas para passar perto da rua onde o sobrinho morava. No sétimo, durante um culto de quarta-feira na igreja, perdeu completamente a linha da própria oração ao enxergar, entre os bancos, um rapaz de cabelo escuro parecido com ele.
Aquilo estava se tornando perigoso.
Não apenas o desejo.
Mas a fome emocional.
Porque Roberto já não conseguia organizar os pensamentos sem que Lúcio aparecesse no meio deles.
Enquanto dirigia. Enquanto lia a Bíblia. Enquanto conversava com Helena. Enquanto pregava sobre disciplina espiritual para jovens da congregação.
Especialmente nesses momentos.
Era como viver rachado ao meio.
Em casa, Helena percebeu primeiro o silêncio.
— Você tá distante — comentou certa noite, enquanto os dois jantavam.
Roberto ergueu os olhos rápido demais.
— Tô cansado só.
Ela observou por alguns segundos.
— Você e o Lúcio brigaram?
O garfo quase escapou da mão dele.
— Por que pergunta isso?
— Porque ele não aparece faz dias. E vocês sempre se deram bem.
Roberto sentiu o peito apertar.
Não fazia ideia de que a ausência do sobrinho também estava sendo percebida pelos outros.
— Ele deve estar ocupado.
Helena assentiu devagar, mas continuou olhando para ele como quem intuía alguma coisa invisível.
Naquela madrugada, Roberto não conseguiu dormir.
Levantou da cama silenciosamente e foi até a sala escura. Sentou no sofá, apoiando os cotovelos nos joelhos, tentando controlar a respiração.
Queria rezar.
Mas toda oração parecia hipócrita.
Porque uma parte dele ainda desejava receber uma mensagem de Lúcio naquele exato instante.
Pegou o celular.
Nenhuma notificação.
O vazio que sentiu foi humilhante.
“Isso virou idolatria”, pensou.
A palavra o assustou.
Não era apenas atração física. Era dependência emocional. Necessidade. Ansiedade.
E ele não sabia mais distinguir onde terminava o pecado que aprendera na igreja e onde começava simplesmente a própria humanidade mal resolvida.
No domingo seguinte, durante a escola bíblica, Roberto errou duas passagens seguidas enquanto ensinava. Algo incomum.
Depois da aula, o pastor Samuel percebeu.
— Tá tudo bem?
Roberto respondeu rápido demais:
— Claro.
Mas Samuel não acreditou.
Os dois se conheciam havia mais de quinze anos. O pastor sabia ler os silêncios dele.
— Você parece angustiado.
Roberto tentou sorrir.
— Só problemas da vida.
Samuel ficou quieto por um instante antes de dizer:
— Às vezes os homens da igreja acham que precisam parecer fortes o tempo inteiro. Isso adoece a pessoa.
Aquilo atravessou Roberto de forma inesperada.
Porque adoecido era exatamente como se sentia.
Naquela noite, demorou quase uma hora parado no estacionamento da igreja antes de finalmente tomar coragem e voltar para dentro.
Encontrou Samuel sozinho no gabinete pastoral, guardando alguns papéis.
— Pastor…
A própria voz falhou.
Samuel ergueu os olhos imediatamente.
— O que foi?
Roberto fechou a porta atrás de si. As mãos tremiam tanto que precisou escondê-las nos bolsos.
Durante alguns segundos, não conseguiu falar nada.
Então confessou apenas:
— Tem alguma coisa errada comigo.
Samuel permaneceu em silêncio, esperando.
E aquilo tornou tudo pior.
Roberto começou a andar de um lado para outro na pequena sala.
— Eu não tô conseguindo controlar meus pensamentos. Eu oro, eu tento… mas parece que minha cabeça virou outra pessoa.
O pastor continuava ouvindo sem interromper.
— Eu sinto vergonha o tempo inteiro — continuou Roberto, quase sufocado pela própria voz. — Vergonha da minha esposa. Da igreja. De mim mesmo.
Samuel puxou uma cadeira devagar.
— Senta, Roberto.
Mas ele não sentou.
Porque sentia que, se parasse de se mover, desabaria.
— Eu construí minha vida inteira em cima da ideia de que eu sabia quem era. E agora… — ele riu sem humor — agora parece que eu não sei mais nada.
O pastor respirou fundo antes de perguntar com cuidado:
— Você machucou alguém?
A pergunta ficou suspensa no ar.
Roberto demorou para responder.
— Ainda não sei.
Samuel franziu levemente a testa, percebendo a gravidade escondida naquela frase.
Depois de um longo silêncio, falou com calma:
— Existe diferença entre sentir conflito… e escolher o que fazer com ele.
Roberto finalmente sentou, exausto.
Os olhos estavam vermelhos.
— E se eu não confiar mais em mim?
Samuel observou aquele homem que sempre parecera tão firme na igreja. Tão seguro. Tão controlado.
Agora ele parecia apenas cansado.
Profundamente cansado.
— Então você precisa parar de enfrentar isso sozinho — respondeu o pastor. — Porque vergonha escondida costuma crescer no escuro.
Roberto abaixou a cabeça lentamente.
E pela primeira vez em muitos anos, chorou na frente de alguém.
Samuel não tentou interromper.
Ficou sentado em silêncio do outro lado da mesa, deixando Roberto atravessar aquela vergonha antiga que parecia sair de dentro dele em camadas. Não era apenas culpa pelo que tinha acontecido. Era algo mais profundo: o medo de descobrir que passara metade da vida escondendo partes inteiras de si mesmo.
Quando finalmente conseguiu respirar melhor, Roberto enxugou o rosto rapidamente, constrangido.
— Desculpa.
— Não precisa pedir desculpa por estar sofrendo — respondeu Samuel com calma.
A frase deveria trazer conforto.
Mas trouxe raiva.
Porque Roberto não queria sofrimento. Queria uma solução. Queria que alguém dissesse exatamente o que fazer para arrancar aquilo dele.
— Eu devia ser mais forte que isso — murmurou.
Samuel apoiou os braços na mesa.
— Mais forte que o quê?
Roberto hesitou.
Não conseguia pronunciar em voz alta.
Nem o desejo. Nem o nome de Lúcio.
— Eu não reconheço mais minha própria cabeça.
O pastor observou o amigo por alguns segundos antes de perguntar:
— Você sente medo do julgamento das pessoas… ou medo do que isso significa sobre você?
A pergunta atingiu Roberto como um golpe seco.
Porque a resposta era as duas coisas.
Ele tinha medo da igreja. Dos filhos. De Helena. Da humilhação. Do escândalo.
Mas, acima de tudo, tinha medo de olhar honestamente para dentro de si.
Durante anos, sua identidade inteira fora construída sobre certezas: homem correto, marido fiel, servo de Deus, exemplo moral.
Agora tudo parecia instável.
— Eu não sei mais quem eu sou — confessou baixinho.
Samuel respirou fundo antes de responder:
— Talvez ninguém saiba completamente.
Roberto ergueu os olhos, confuso.
— A gente passa muito tempo tentando virar personagens fixos. Mas seres humanos são mais complicados que isso.
Houve silêncio outra vez.
Do lado de fora do gabinete, algumas pessoas ainda conversavam perto do templo. Risadas distantes atravessavam a parede.
A vida continuava normalmente para todo mundo.
Menos para Roberto.
— O que eu faço agora? — perguntou.
Samuel escolheu as palavras com cuidado.
— Primeiro: você precisa entender que obsessão e isolamento são combinações perigosas. Quanto mais sozinho você ficar dentro da própria cabeça, pior isso vai crescer.
Roberto ficou imóvel.
— Segundo: você precisa estabelecer limites claros.
A palavra limites apertou seu peito imediatamente.
Porque ele sabia exatamente o que Samuel queria dizer.
Distância de Lúcio.
E só de pensar nisso, sentiu um vazio quase físico.
Aquilo o assustou profundamente.
Samuel percebeu a reação no rosto dele.
— Roberto… seja sincero comigo. Você acha que consegue continuar perto dessa pessoa sem alimentar essa confusão?
Pessoa.
Nem “rapaz”, nem “homem”, nem “sobrinho”.
Pessoa.
Talvez Samuel tivesse percebido mais do que Roberto imaginava.
Ele demorou a responder.
— Não sei.
Era a verdade mais honesta que conseguia oferecer.
Samuel assentiu devagar.
— Então talvez o primeiro passo seja aceitar que você está vulnerável.
Roberto apoiou os cotovelos nos joelhos, encarando o chão.
Vulnerável.
A palavra o humilhava.
Passara a vida inteira sendo procurado pelos outros para aconselhamento. Casais em crise. Jovens inseguros. Homens perdidos.
Agora era ele quem não sabia onde pisava.
Depois de algum tempo, Samuel falou novamente:
— Você já pensou em procurar terapia?
Roberto soltou uma risada amarga.
— Um diácono de cinquenta anos indo pra terapia porque não consegue controlar os próprios pensamentos.
— Um ser humano tentando entender a si mesmo — corrigiu Samuel.
A diferença entre as duas frases ficou ecoando na cabeça dele.
Quando saiu da igreja naquela noite, o estacionamento já estava vazio.
O vento frio da madrugada atravessava a rua silenciosa.
Roberto ficou parado ao lado do carro por alguns segundos, olhando para o celular dentro do bolso.
Havia uma mensagem não lida.
De Lúcio.
“Você sumiu.”
Só duas palavras.
E ainda assim bastaram para acelerar seu coração outra vez.
Roberto fechou os olhos lentamente.
Então percebeu a dimensão real do problema:
não era apenas desejo.
Era abstinência.
Roberto ficou olhando para a tela do celular por longos minutos, o coração martelando. “Você sumiu.” Duas palavras simples que bastaram para desfazer toda a conversa com Samuel. Ele sabia que deveria ignorar. Deveria apagar a mensagem, voltar para casa, ajoelhar ao lado da cama ao lado de Helena e pedir perdão a Deus. Mas em vez disso, ligou o carro.
Dirigiu até o apartamento de Lúcio em silêncio, as mãos suadas no volante. Chegou tarde. Bateu na porta com os nós dos dedos brancos. Quando Lúcio abriu, ainda vestindo apenas uma bermuda de moletom, o peito nu e o olhar surpreso que rapidamente virou algo mais escuro, Roberto sentiu o chão sumir.
— Tio? — A voz de Lúcio estava rouca de sono e surpresa.
Roberto entrou sem esperar convite, fechando a porta atrás de si. O apartamento pequeno cheirava a cigarro e colônia barata. Ele não conseguia olhar direto nos olhos do sobrinho.
— A gente precisa conversar — disse, a voz baixa, quase trêmula. — O que aconteceu… não pode mais acontecer. Nunca mais. Eu sou casado. Sou diácono. Isso é pecado, Lúcio. Eu não consigo mais viver rachado assim. Você precisa entender. Acabou.
Lúcio ficou parado no meio da sala, os músculos dos ombros tensionados. O silêncio se esticou. Então ele riu — um riso curto, amargo, cheio de fúria contida.
— Acabou? — repetiu, a voz baixa e perigosa. — Você some por dias, me deixa louco, e agora vem aqui de madrugada dizer que “acabou”?
Roberto deu um passo atrás, mas a parede impediu.
— Eu tô tentando fazer o certo. Pelo amor de Deus, me ajuda nisso…
Lúcio avançou rápido. Segurou o rosto de Roberto com as duas mãos, os dedos cravando nas bochechas, e o empurrou contra a parede com força. O beijo veio violento, quase um ataque. Língua invadindo a boca do tio sem pedir licença, dentes mordendo o lábio inferior até sentir gosto de sangue. Roberto tentou empurrá-lo, mas o corpo traiu: um gemido escapou contra a vontade.
— Você veio até aqui pra mentir na minha cara? — rosnou Lúcio, a boca colada no ouvido dele. A mão desceu e apertou o pau de Roberto por cima da calça, sentindo-o já meio duro. — Olha pra você. Já tá melado por mim.
— Lúcio… para… — murmurou Roberto, mas a voz saiu fraca.
Não parou.
Lúcio o virou de frente para a parede com brutalidade, colando o corpo inteiro nas costas do tio. Puxou a calça e a cueca dele para baixo num só movimento, expondo a bunda. Cuspiu na própria mão e esfregou o cuspe entre as nádegas de Roberto, enfiando dois dedos sem dó, abrindo caminho.
— Você veio dizer que nunca mais? Então eu vou te foder tão fundo que você vai lembrar disso toda vez que tentar rezar — grunhiu Lúcio, a voz carregada de raiva e desejo.
Roberto gemeu alto quando sentiu a cabeça grossa do pau do sobrinho pressionando contra o cu. Lúcio não esperou. Empurrou devagar no começo, depois meteu com força, enterrando tudo de uma vez. Roberto agarrou a parede, as unhas arranhando a tinta, um misto de dor e prazer explodindo no corpo inteiro.
Lúcio começou a foder com fúria. Estocadas profundas, rápidas, o quadril batendo contra a bunda do tio com estalos molhados. Uma mão segurava o pescoço de Roberto, apertando o suficiente para controlar a respiração, a outra masturbava o pau dele com movimentos bruscos.
— Diz de novo que acabou — provocou Lúcio, mordendo o ombro dele enquanto metia mais fundo, acertando a próstata a cada estocada. — Diz que não quer mais meu pau te arrombando.
Roberto não conseguia falar. Só gemidos entrecortados saíam, o corpo tremendo, empinando a bunda para encontrar as investidas. O suor escorria. O som obsceno da pele contra pele enchia o apartamento.
Lúcio puxou o cabelo dele para trás, arqueando suas costas, e acelerou, fodendo com raiva pura. Lúcio deu mais algumas estocadas brutais e gozou dentro, enchendo o tio com jatos quentes, marcando ele por dentro.
Os dois ficaram ofegantes, colados. Lúcio ainda dentro dele, pulsando. O cheiro de sexo e suor preenchia o apartamento pequeno. Por um segundo, Roberto ficou ali, tremendo, sentindo o gozo do sobrinho escorrendo por suas coxas. A humilhação queimava no peito.
Mas algo estalou.
A raiva, o desejo reprimido, a vergonha acumulada de semanas — tudo virou combustível. Roberto respirou fundo, girou o corpo com força e empurrou Lúcio para trás. O sobrinho, surpreso, tropeçou e caiu sentado na beira da cama.
— Que porra é essa, tio? — Lúcio começou a rir, ainda ofegante, mas o riso morreu quando viu o olhar de Roberto.
Roberto avançou como um homem possuído. Agarrou Lúcio pelos cabelos curtos e puxou sua cabeça para trás, forçando-o a olhar para cima.
— Você acha que pode me foder e me mandar embora como se eu fosse sua putinha? — A voz de Roberto saiu rouca, grave, carregada de algo novo. Fúria. Necessidade de revanche. — Agora é minha vez.
Lúcio abriu a boca para responder, mas Roberto o calou com um beijo brutal, quase um tapa com a boca. Empurrou-o de costas na cama e subiu por cima, prendendo os pulsos dele acima da cabeça com uma mão só. O corpo de Lúcio era mais jovem, mais definido, mas naquele momento Roberto sentia uma força que não era só física.
— Tio… calma… — murmurou Lúcio, mas os olhos dele brilhavam de excitação misturada com surpresa.
Roberto cuspiu na própria mão, passou o cuspe no pau duro e posicionou a cabeça grossa contra o cu de Lúcio. Não houve preparo. Não houve carinho. Empurrou devagar no começo, sentindo a resistência do anel apertado, depois meteu com força, enterrando todo o pau de uma vez.
Lúcio arqueou as costas e soltou um gemido alto, meio dor, meio prazer.
— Porra… devagar…
— Devagar foi como você me comeu? — rosnou Roberto, empurrando mais fundo até as bolas encostarem na bunda do sobrinho. — Agora aguenta.
Começou a foder com estocadas pesadas, ritmadas, segurando os quadris de Lúcio com força suficiente para deixar marcas. Cada metida fazia a cama bater contra a parede. Roberto olhava para baixo: o pau grosso entrando e saindo do cu do sobrinho, o corpo jovem se contorcendo embaixo dele, o pau de Lúcio babando pré-gozo na barriga.
— Olha pra mim — ordenou Roberto, segurando o queixo de Lúcio. — Você queria isso, não queria? Queria o tio te arrombando.
Lúcio gemeu alto, as pernas abertas ao máximo, recebendo cada estocada. Roberto acelerou, batendo fundo, acertando o fundo do cu com precisão brutal. Soltou os pulsos do sobrinho e segurou suas coxas, dobrando-o quase ao meio, fodendo mais fundo ainda.
— Isso… caralho… tio… — Lúcio gemia, a voz falhando, uma mão descendo para masturbar o próprio pau enquanto recebia as metidas.
Roberto suava, o peito arfando. A raiva misturava com um prazer selvagem que ele nunca havia sentido. Ele, o diácono, o marido, o homem que pregava disciplina, estava ali, fodendo o próprio sobrinho com fúria.
Virou Lúcio de bruços, levantou seus quadris e voltou a meter por trás, uma mão puxando o cabelo dele, a outra dando tapas firmes na bunda enquanto entrava e saía sem parar. O som obsceno enchia o quarto.
— Goza pra mim agora — ordenou Roberto, acelerando, sentindo o próprio orgasmo se aproximando. — Goza com o pau do teu tio no teu cu.
Lúcio tremeu inteiro, apertando forte ao redor do pau de Roberto, e gozou forte, jorrando no lençol, gemendo o nome do tio. O aperto fez Roberto perder o controle: deu mais algumas estocadas brutais e gozou fundo, enchendo Lúcio com jatos quentes, marcando ele por dentro.
Os dois desabaram na cama, ofegantes, suados, o corpo de Roberto ainda parcialmente sobre o de Lúcio.
Por alguns segundos só se ouvia a respiração pesada. Roberto sentiu o peso de tudo voltar — a culpa, o arrependimento, o medo. Mas também algo mais: uma estranha sensação de poder.
Ele se levantou devagar, vestindo a calça sem olhar para trás.
— Agora sim acabou — disse, a voz baixa. — Não me procura mais.
Mas enquanto fechava a porta do apartamento, Roberto já sabia que aquela frase soava tão falsa quanto a primeira.

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