#Assédio #Coroa #Teen #Voyeur

As sobrinhas da minha esposa estão me tentando. TEMP 2. Parte 1

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Miapica

Mais um conto qualquer de qualquer um que qualquer um fez.

Segunda Temporada

Capítulo 1

Chegamos em casa por volta das quatro e meia da manhã de segunda-feira.
As meninas desceram desceram do carro ainda fedendo a uma mistura de cheiros de bebida, piroca de macho e muita gala. Gemendo de dor a casa pisada, Thais andava com cuidado, com a bunda roxa de porrada e a de Thamiris no mesmo estado, eles realmente usufruiram das duas como bem quiseram.
Eu as lembrei que tinha escola e elas me dando o dedo do meio foram direto para o quarto delas, logo ouvi o chuveiro ligado enquanto preparava um café e pães com queijo para elas irem comendo depois fui tomar banho e vi como estava Karla,
Tomei um banho longo, tentando tirar da cabeça as imagens da lancha: Thais de quatro levando rola no cu e gemendo equanto Thamiris engolia porra e levava tapa na cara feito putas baratas.
Quando sai Karla estava acordando e me perguntou se eu estava chegando agora, então eu lhe disse que eu estava, mas é pq eu tinha ido a uma reunião de negócios agora pela madrugada, mas as meninas estavam em casa desde de uma da manhã pq o filme acabou depois da meia noite e eu vim deixa-las, ai ela perguntou que reunião foi essa, eu disse que o Fausto arranjou uns investidores argentinos e que eu precisava estar la, argumentei que o horario deles era diferente e mesmo eu morrendo de sono eles pareciam estar em pleno gozo de suas forças. Pensei comigo "afinal uma meia verdade não é uma mentira completa" ela sorriu e perguntou se as meninas estavam bem, eu responde que achava que sim, elas pareciam bem quando as deixei.
Ela sorriu e disse estar sentindo cheirinho de café, eu disse que tinha posto um pouco na cafeteira para tomar e ir deixar as meninas na escolas, mas se ela quisesse faria mais para ela, ela então disse que não que preferia me ajudar para eu não sair assim de pau duro de casa, eu nem havia percebido que estava com a rola dura esse tempo todo na frente dela, mas logo Karla começou a me pagar uma gulosa, onde eu finalizei gozando em sua garganta.
- Leitinho fresco pela manhã é o melhor!
Disse minha esposa limpando a boca e sorrindo para mim antes de voltar a dormir mais um pouquinho.
Desci para ver se elas ja estavam comendo.
Na cozinha ja banhadas e com o cheiro do hidratante ja mascarando o odor de outrora elas estavam sentadas comendo os pães, quando me viu Thais disse:
— Porra, Roberto… to morrendo de sono, você pensa que é brincadeira levar pica de macho a noite toda e ainda ter que ir pra aula?
Thamiris, ao lado dela, reclamou com cara de sono:
— Eu tô morta. Meu cu ainda ta ardendo!

Eu não respondi. Apenas peguei a chave do carro e esperei elas se vestirem com o uniforme e vir pro carro. Levei as duas para a escola, no caminho, elas iam dormindo e tive de acorda-las na porta, onde levei um soco no saco de Thais que disse que a culpa era minha, voltei pro ascento do motorista e vi elas saindo do carro ainda molengas e doloridas ate a entrada do prédio.
Levei o carro para lavar num conhecido e deixei por la enquanto tomava um cafe com torta numa padaria proxima, meu saco ainda doía do soco que Thais me deu na porta da escola. “Filha da puta”, pensei. Mas o pior era que, mesmo foi Fausto me mandou uma mensagem avisando que a transação foi um sucesso e em baixo uma foto dele sorrindo com a rola enfiada no cu de Thais com a legenda:

“Olha o que seus amigos fizeram no cu da sua sobrinha Roberto. Tá orgulhoso?”

Que grande filho da puta! Eu pensei, mas tambem não responde, logo vi a mensagem do banco de uma soma bem considerável entrando na minha conta.

Eu não tinha como continuar acordado naquele momento e aluguei um quarto num motel ali perto para dormir, pelo aplicativo, afinal se eu voltasse para casa agora Karla poderia estranhar eu dormindo tanto e também precisava pegar as meninas ao meio dia, mas a Cordenadora Denise resolveria isso pra mim.

Recebi uma mensagem dela se eu poderia comparecer a escola naquele momento, me dirigi para lá, ela perguntou de minha esposa e eu disse quando recebi a mensagem ela não estava comigo, mas vim ali de pronto a ouvi-la.

Ela começou dizendo que as meninas tinham feito certa fama na escola e que nos tentássemos conversar com elas em casa, afinal ali era um ambiente escolar, mas que não tinha entrado em contato por isso, ela estava preocupada que as meninas estavam na sala da enfermaria, pois segundo ela, elas estavam capotando de sono em sala de aula e reclamando de uma dor muscular.

Eu ouvi atento e disse que não sabia oque poderia ser, mas que ia tentar descobrir em casa, que não precisava se alarmar, pois nos conversariamos com elas, ela muito solicita disse que tudo bem que aquilo era apenas uma primeira conversa sobre algo que poderia se desenvolver de uma forma pior e ainda ficou feliz que elas e a sobrinha dela estivessem se dando tão bem, pois segundo ela Winnie era reservada demais e não conversava diretamente com a tia.

Foi então que eu percebi que a pirainha do outro dia e aquela mulher eram parentes, eu disse lamentava qualque incidente e que tomaria atitudes, agradecendo novamente pela presteza dela em entrar em contato conosco.

Ela disse que agradecia a minha receptividade e que eu podia pegar as meninas que ela não daria falta a elas naquele dia visto que foi algo isolado e que eu ja estava tomando conta do assunto e que eu podia leva-las para casa.

Quando me viram com aquela cara, ja foram logo dizendo:

Nem uma palavra Roberto!

É tio fica na sua.

No carro eu disse que eu não podia leva-las pra casa e que eu tinha alugado um quarto num motel, a gente ia pra la e ia dormir pouco, elas concordaram plenamente e Thais perguntou:

E quanto a baleia?

Eu disse que sua "tia Karla" fazia a compra do inventário de produtos do salão hoje, portanto não ia perceber a gente fora de casa tanto tempo, mas que eu inventaria alguma coisa caso fosse nescessario e alertei que a coordenadora tinha me chamado para falar delas e disse para Thais:

Vê se não fica galinhando tanto viu.

Ela respondeu dando um chute no meu ascento mas so deu um pq em seguida sentiu o cu doer e falou novamente que a culpa era minha e me mandou calar a boca e dirigir rapido pois queria dormir logo no motel.

Quando chegamos o rapaz da recepção estranhou um pouco eu estar acompanhado de duas garotas de uniforme, mas disse a diaria fica 500, eu questionei:

Mas no aplicativo dizia 200?

Ela sorrindo devolveu, é pq esses 300 são a taxa bico fechado.

Eu entende e lhe dei o dinheiro sem falar nada subindo para o quarto, que so tinha uma enorme cama de casal, deitei no meio so de cueca e as meninas simplesmente titraram suas roupas e deitaram cada uma do meu lado e dormimos.

Acordei algumas horas depois com Thais pelada em cima de mim dando um beijo na minha boca, e eu perguntei:

Que é isso?

A gente pediu serviço de quarto Roberto acorda ja é quase cinco horas a gorda vai estranha.

Antes que eu tivesse aguma reação uma voz falou, batendo a porta:

Serviço de quarto!

Thais foi logo dizendo:

Pode entrar!

A mulher que veio deixar não pareceu bem supresa ao ver um homem mais velho so de cuecas em cima da cama com duas garotas peladas deitadas ao lado dele, mas eu estava morrendo de vergonha.

Ela confirmou o cardapio do pedido e falou que o preço estava na comanda, Thais confirmou tudo e começamos a comer, elas tinham pedido muita coisa, mais 300 em comida, mas não tinha mais muito oque fazer, come e seguimos o rumo de casa, por sorte Karla não deu nossa falta, tinha muita queratina faltando no estoque e provavelmente alguem estava roubando e ela teria que investigar para demitir, foi oque ela me disse mais tarde naquele dia, me senti tão culpado que acabei trazendo um mimo para ela do BK que eu sei que ela adora.

— Ai amor, você sabe mesmo como me agradar! — disse ela, já pegando uma batata.
Enquanto ela comia, sentada no sofá, eu fiquei em pé, encostado na parede da sala. Thais e Thamiris estavam sentadas nas poltronas, quietas, fingindo prestar atenção na televisão.
— Que dia cansativo… mas ver vocês três se dando bem está valendo tudo.
Falou karla sorridente com o nariz sujo de molho.
Thais me lançou um olhar rápido, quase imperceptível, mas carregado de deboche.
Senti o sangue subir no rosto. Karla continuou falando sobre o problema de queratina que sumia no salão, completamente concentrada na comida e na conversa. Thais manteve o olhar fixo em mim por mais alguns segundos, o suficiente para Karla não perceber, e mexeu os lábios sem emitir som: “Cafetão”.
Depois disfarçadamente ela enfiou o dedos dentro da saia e em seguida se espreguiçou dizendo que estava com sono e que ia dormir, deu um beijinho no rosto da tia e ao passar por mim fingindo que ia dar um beijo no meu rosto esfregou os dedos com o cheiro da sua buceta no meu nariz. Thamiris havia pedido uma batata a Karla nesse momento e ela não viu nada alem de Thais seguir para o quarto delas.
Aquela Putinha não tinha limites!
Fiquei paralisado por um segundo, o cheiro forte e recente da buceta dela invadindo minhas narinas novamente. Tentei disfarçar, virando o rosto e passando a mão no nariz como se estivesse coçando, mas o dano já estava feito. Meu pau traidor começou a endurecer na mesma hora.
Karla, ainda com o nariz sujo de molho, continuava falando sobre o problema de roubo no salão, sem fazer a menor ideia do que tinha acabado de acontecer a menos de dois metros dela.
Thamiris permaneceu quieta, mas me observava com um olhar atento e satisfeito, como quem acompanhava o show da irmã com aprovação.
Eu me sentei rápido no sofá, tentando esconder a ereção forte. Karla finalmente terminou de comer e se espreguiçou.
Foi quando Thamiris se ofereceu para fazer uma massagem na tia, que aceitou de bom grado achando meigo da parte dela.
Mas a safada veio e aproveitando que a tia estava se virando no sofá, sentou-se no meu colo, seu rabão cobriu as minhas pernas e senti que ela fez o ajuste para o volume do meu pau ficar mesmo a boquinha de algo em baixo.

Sorrindo ela disse manhosa:

— Titio, não se importa de me dar colo para eu ter altura enquanto faço massagem na Tia Karla ne?

Antes que eu podesse responder, Karla me atropelou:

— De modo algum meu amor, seu tio não se importa ne Roberto?

Não me restou outra opção senão confirmar com a voz rouca:
— Ca... claro… fica à vontade.
Nesse instante senti a quentura da buceta de Thamiris relxando mesmo em cima da minha rola. E o pior: a danadinha ainda dava uns pulinhos bem sutis vez ou outra, especialmente quando pressionava o polegar com força na omoplata de Karla.
Karla soltava gemidinhos se deliciando com a massagem bem feita, completamente relaxada:
— Ai que delícia, Thamiris… você tem uma mão boa mesmo, minha filha.
Thamiris aproveitava para esfregar com força, dividindo os beiços de sua buceta pela a extensão do meu pau e dizer:

— É tão gostoso ne tia?

— É ótimo meu anjo... Aaaahhh...

Thamiris aproveitava os gemidos de satisfação da minha esposa para virar o rosto para trás olhando pra mim e gesticulando com a boca como se os gemidos fossem seus, enquanto sorria e fazia caretinha esfregando a buceta na minha pomba.

Essas putinhas ainda vão me matar.

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