Aceitei Edu como homem, mas ainda tenho vergonha de assumir.
Vou começar a contar minha vida depois que aceitei Eduardo (Edu), como homem e compartilhar o que tem de bom num relacionamento homoafetivo.
Conheci Eduardo em uma ocasião um tanto inusitada.
Eduardo é um homem mais velho, beirando os 50 anos.
De longe não tinha nenhuma caracteristicas física que me atraísse.
Era mulato, muito alto, com um barriguinha proeminente, calvo, bigodão grosso que lhe atribuía um ar de homem bruto e ignorante.
Eu tenho 22 anos,branco, 1,60 de altura, magro, emberbe, cabelos comprido que sempre gostei e jeitinho delicado e afeminado, que sempre me rendeu a fama de viadinho desde criança.
É lógico que com essa descrição, não tardou que eu descobrisse que gostava de uma rola grossa dentro do cú.
A adolescência acabou por confirmar que meu negócio era rola mesmo. Passei a ser comidinha fácil dos amiguinhos e conforme fui me tonando adulto, sou aficcionado por homens e não dispenso um gato malhado.
Mesmo assim não curtia o jeito que os caras preconceituosos me tratavam, principalmente no trabalho.
Eu sofria bullyng todo santo dia, até que Edu apareceu na minha vida.
O cara se incomodou e tomou as minhas dores e rapidamente fez com que aquele comportamente cessasse no trabalho.
Porem, comecei a ser assediado todos os dias por ele, de forma diferente. Sempre muito respeitoso e educado, mas ele me pressonava.
Um dia eu aceitei seu convite e saímos do trabalho e fomos juntos a um bar e conversamos muito e eu expliquei pra ele que era muito agradecido por ele ter me defendido diante dos idiotas do trabalho, mas que eu não devia nada a ele.
Ele falou que nem queria que eu pensasse que devia algo a ele, mas que eu tinha chamando atenção dele desde o primeiro dia de trabalho n empresa, mas ele queria que eu o aceitasse não como colega e sim como homem.
Para isso ele falou que esperaria pacientemente até que eu desse uma chance pra ele me mostrar que eu poderia ser muito feliz ao lado de um homem mais velho e experiente como ele.
Eu falei que ele não era meu tipo e realmente a diferença de idade ia ser uma barreira.
Mas ele insistiu e me pediu para lhe dar uma oportunidade.
Eu, sou meio safado e disse que poderia até tentar uma relação esporádica com ele mas que jamais seria parceiro fixo dele.
Ele falou que já era um começo.
Saímos dali e fomo direto para um motel que ele conhecia.
Eu estava tão cheio de dúvidas.
Eu que sempre tive homens bonitos, jovens e sarados estava saindo com um cara bem mais velho e com tipo de segurança de boite.
Mas seria apenas sexo e ninguem ia sabar mesmo.
Entramos no motel e Edu sentou na cama e começou a tirar a roupa.
Por causa da barriga proeminente ele levantou e afrouxou o cinto e começou a arriar a calça.
Quando ficou só de cueca eu me assustei com a mala.
Devia ter um pau pelo menos muito grosso para formar auele volume todo.
Quando finalmente arriou a cueca eu fiquei impressionado como o que vi.
Um pau muito de tamanho considerável, grande para os padrões, aproximadamente um 20 cm mole, mas muito, muito grosso mesmo.
Ele devia ter tido alguma ereção entre o periodo que estavamos no br ou no cminho, pois a cabeça do ´pau estava exposta e claramente recoberta por uma secreção que eu sabia que o pau dos caras que eu j´saí costumam secretar quando estão com tesão.
Sei que o safado já veio pensando que ia faturar meu cú.
Bem eu não tinha mas como recuar, sei que esses machos depois que conseguem nos levar pra cama, não aceitam mas que recuemos, o negócio era encarar o bicho.
Então envergonhado comecei a me despir e quando fiquei nú os olhos dele brilharam.
A cara de safado que ele fez me assustou um pouco,
Pensei comigo que aquele coroa era um tarado pervertido.
Ele mandou que eu me aproximasse.
Quando cheguei na sua frente ele parecia um gigante diante de mim.
Ele colou em mim e passou os braços por trás do meu corpo e pegou minha bunda com as duas mãos e começou a alisar ela e açternar com apertões e tapas.
Seu pau estava encostado na minha barriga e começou a ficar duro e a pulsar.
Eu precisava ver aquilo se transformando.
Pedi a ele para sentar na cama. Ele sentou e eu ajoelhei na sua frente, pedi licença para tocar no pau dele.
Ele gentilmente flou para eu ficar vontade e para eu não pedir nada, apenas fazer o que desse vontade.
Eiu toquei pela primeira vez em seu pau e balancei realmente.
Nunca senti isso com nenhum homem, eu me encantei pelo seu pau.
Eu não sabia o que fazer. Hora eu queria apenas ficar olhando ele crescer e pulsar. hora eu queria punhetar aquele pau, hora queria sentir o seu cheiro de macho e hora queria abocanhar e chupar ele todo.
Realmente Edu tinha algo diferente.
Eu achei que deveria fzer tudo aquilo ao mesmo tempo.
Acabei emonstrando como estava inseguro diante de um homem mais velho, que a pouco eu achava que seria uma transa irrelevante já que nada naquele homem era o que eu gostava num macho.
Então após brincar com seu pau e vê-lo alcançar a ereção máxima, eu não resisti e comecei a chupar seu pau.
Nunca chupei tanto o pau de um homem como chupei o pau de Edu.
Ele praticamente teve que me forçar a largar o pau dele pra ele poder curtir um pouco do que ele realmente queria.
Ele mandou eu ficar de pé e me virou de costas pra ele.
Mandou eu inclinar o corpo pra frente e senti suas mãos abrirem as bandas da minha bunda e ouvi ele dar uma cusparada e seus dedos tocaram meu cú me tirando um gemido e fazendo minhas pernas estremecerem.
Quase desabei no chão de fraqueza nas pernas.
Ele espalhando a saliva sobre meu cú, me fez pedir pra ele parar um pouco.
A sensação dele carinhosamente espalhando a saliva no meu cú, mostrou que ele era muito experiente.
Eu senti meu cú reagir com uma forte pulsação, que serviu quase que um convite para que ele me penetrasse com um de seus dedos.
Senti o dedo grosso entrando dentro de mim e fazer um movimento de gancho raspando a parede anal e me deixando doido.
Sua mão er enorme e seu dedo comprido e grosso, pois sentia ele muito fundo, parecia a sensação de um pau dentro de mim.
Comecei a imaginar o que seria sentir seu pau dentro do cú, se o dedo já me fazia sentir aquela senação.
Ele brincou um pouco até eu pedir pra ele parar.
Ele parou, tirou o dedo, mas veio com a sua boca e lascou um beijo na portinha do meu cú me arrancando mais um gemido.
Ali minha pernas cederam e cai de quatro no chão.
Ele me ajudou a levantar e me colocou de quatro na cama e veio com sua lingu e começou a chupar meu cú.
Eu fiquei louco de tesão. Eu quase chorei de tanto prazer.
Nunca vi um homem fazer o que ele fez..
Depois de um tempo, eu já estava pedindo para ele me foder o cú, coisa que nunca tinha feito com homem nenhum.
Ele cuspiu na mão e novamente espalhou a sliv no meu cú e eu já não sabia o que fazer.
Apenas procurava me ajeitar para fazer com que ele me penetrasse logo.
Eu ia mais para a beiada da cama, abria mais as pernas, empinava mais bunda, usava as mãos para abrir as bandas e expor o cú pra ele, Tentava fazer o cú piscar pra ele ver que eu queria pica mesmo e pedia agoniado para ele me foder o cú.
Ele pacientemente fez no seu tempo e ao encostar a cabeça do pau no meu cú e começar a fazer uma pressão, eu finalmente tinha certeza que ele estava começando de fato a me foder.
Eu senti as dores iniciais da penetração, mas me esforcei para não fraquejar diante do sofrimento que aquele pau certamente me faria passar.
Soltei as bandas da minha bunda e estiquei os braços para alcançar os travesseiros. Peguei um e ajeitei abaixo da barriga e o outro coloquei embaixo da cabeça e mordi a fronha para suportar a passagem da cabeça do pau de Edu e os primeiros centimetros de pau.
Assim que senti a cabeça fazer um Ploft! eu comecei a senti que ele começou a empurrar pica pra dentro, eu levei uma das mãos ao seu abdomem para impedir, pois senti como se ele estivesse me rasgando o cú.
Ele sentiu o meu desespero mas pegou meu braço e o dobrou e o prendeu atrás das minhas costas.
Ele não queria que eu o interrompesse, mas a dor era muito grande e eu não tinha escolha.
Ele deu mais um forçando e senti o pau deslizando mais uma vez.
Eu não estava aguentando aquilo. e gemi novamente.
Dessa vez o gemido foi seguido por um AI! prolongado e um pedido pra para e tirar o pau do meu cú.
Mas ele não me atendeu e apenas pediu pra eu ficar quieto que logo eu ia acostumar com o pau dele.
Eu simplesmente não conseguia receber aquele pau quieto.
Eu tive que tentar impedir novamente e usei o outro braço, mas ele também o prendeu atrás e agora o desespero tomou conta.
Ele forçava e me penetrava devagar e eu tentava mexer meus quadris para atrapalhar a penetração, pois foi tudo que me restou fazer.
Mas isso mais ajudava ele, pois parecia que eu rebolava no seu pau durante a penetração.
Dava pra sentir o pau dele pulsar em reação as minha mexidas de quadril.
O desepero me fez fechar as pernas e contrair os glúteos, mas aquilo não impedia ele de penetrar e ainda aumentou o desconforto, então voltei a abrir bem as pernas e empinar bem a bunda, pois pelo menos a pica deslizava mais livremente e a dor diminuía um pouquinho.
Não tinha jeito, eu precisava agentar até ele meter tudo.
Eu não queria que ele me visse começar a chorar, mas senti quando as primeiras lágrimas rolaram pelo meu rosto.
Levou uns cinco minutos para ele pacientemente introduzir seu pau inteiro dentro do meu cú.
Eu consegui gemer e chorar de forma contida durante toda a penetração.
Ele se manteve parado por mais de um minuto antes de começar a foder de verdde meu cú.
Ele soltou mineus braços e me pegou pel cintura.
Comecei a sentir ele retirar o pau e no momento que senti ele dara aquel paradinha que antecede a repenetração eu tive tempo de me preparar.
Peguei e mordi o traveseiro e torci o lenço da cama com as mãos e esperei.
A penetração veio lenta e constante, me fazendo senti que estava tendo o cú rasgado de fato.
Eu soltei um grito abafado pela fronha do travesseiro que eu mordia.
Então senti a cabeça do pau dele cutucar minha entranhas.
Mas uma vez sinto o pau sendo retirado e a paradinha para repenetração.
As primeira estocadas foram lentas e sofridas. Mas logo a sensação foi ficando menos dolorida ao ponto que já não precisava emitir AI! . Edu apenas me arancava gemidos a cada penetração.
Ele percebeu e passou a imprimir mais velocidde e ter menos cuidado comigo.
Em pouco tempo o homem parecia uma maquina de foder.
Ele apertava minh cintura e metia com força e ritmo impressionante.
Eu aguentei firme o massacre até ele pedir para eu deitar de frente.
Então ele comecou a menter na posição de frango assado.
Eu as vezes olhava ele em cima de mim e sentia seu pu todo dentro do cú e pensava como que eu poderia estar de baixo daquele homem que no início eu dizia não ter atração alguma e agora eu o olhava com paixão e admiração.
A foda foi longo e intensa e quando eu estava totalmente entregue a ele eu pedi pra ele gozar dentro do meu cú.
Ele me olhou, passou aum dos braços por debaixo da minh região lombar e o outro atrá do meu pescoço e comigo estabilizado ele começou a dar estocadas poderosas arrancando gritos e gemidos de mim.
Ele foi assim até começar a gozer dentro do meu cú.
Foi tanta porra que cheguei a vazer seu semem mesmo com o pau dentro.
Caímos deitados um ao lado do outro e nada falamos um ao outro por um bom tempo.
Vou contar as fodas seguintes com Edu a partir do conto parte dois, até lá.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Luiz: Maravilhoso vc se portou como um viado de verdade aguentou o pau todo e vai repetir outras vezes, parabens
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic