Meu vizinho mais velho
Eu tinha 19 anos quando o desejo que eu guardava desde a adolescência finalmente encontrou um alvo.
Sempre gostei de homens mais velhos. Não era só uma curiosidade, era um tesão real, daqueles que me faziam molhar a calcinha só de imaginar mãos grandes, voz grave e experiência. Enquanto minhas amigas falavam de garotos da faculdade, eu ficava quieta, imaginando um homem uns 45 ou 50 anos me ensinando coisas que eu ainda nem sabia que existiam.
Na época eu morava sozinha num apartamento pequeno na Tijuca. Era o meu primeiro ano longe de casa, trabalhando meio período e estudando. O prédio era antigo, daqueles de 6 andares, com escada e elevador que vivia quebrado.
Foi no elevador que eu conheci ele.
Eu voltava do mercado carregando duas sacolas pesadas quando o elevador parou no 2º andar. A porta abriu e ele entrou. Alto, forte, pele morena clara, cabelos grisalhos bem cortados nas laterais e um pouco mais compridos em cima. Tinha uns 55 anos, talvez 56. Camiseta preta justa marcando os ombros largos e o peito definido. Olhos castanhos escuros, sorriso de canto que parecia esconder mil segredos.
"Boa tarde" ele disse, voz grave e calma.
"Boa tarde" respondi, baixinho, sentindo meu rosto esquentar.
Ele olhou pras sacolas.
"Tá pesada. Quer ajuda?"
Eu neguei com a cabeça, tímida como sempre. Mas quando o elevador parou no meu andar, ele segurou a porta e pegou uma das sacolas sem perguntar.
"Eu moro no 5º. Deixa que eu te ajudo até em casa."
Ele cheirava a colônia boa misturada com um leve cheiro de suor masculino. Eu andava na frente, sentindo o olhar dele nas minhas costas, na minha bunda pequena por baixo da saia.
Quando cheguei na porta, ele me entregou a sacola.
"Meu nome é Rogério. Qualquer coisa que precisar, é só bater na porta. Vizinhos ajudam vizinhos."
"Daniela" eu disse, sorrindo. "Obrigada."
Ele me olhou por mais um segundo do que o normal. Um olhar que queimou.
"Prazer, Daniela."
A partir daquele dia, eu comecei a reparar tudo. Quando ele saía de casa de manhã com a camisa social, quando voltava suado da academia, quando ficava na varanda fumando um cigarro de vez em quando. Eu ficava na minha janela fingindo que estava no celular, mas na verdade estava olhando pra ele.
O desejo só crescia.
Uma sexta à noite, depois de tomar banho, eu vesti uma camisola curta de alcinha e fiquei na varanda. O apartamento dele ficava de frente pro meu. As luzes estavam acesas. De repente ele apareceu na varanda também, só de cueca boxer preta e uma camiseta velha. Nosso olhar se cruzou.
Ele sorriu. Eu sorri de volta.
No dia seguinte, sábado, eu estava voltando da padaria quando tropecei no chão. Caí feio, torcendo o tornozelo. Antes mesmo de eu conseguir me levantar, ouvi a porta do elevador abrindo.
"Ei! Tá bem?"
Era ele. Rogério. Veio correndo, forte, preocupado. Me pegou no colo como se eu não pesasse nada.
"Deixa que eu te levo."
Ele me carregou até o meu apartamento, abriu a porta com a chave que eu dei e me colocou no sofá. Depois foi buscar gelo, compressa, e ficou lá cuidando de mim por uns 40 minutos. Falamos. Ele me contou que era engenheiro civil, divorciado há 8 anos, sem filhos. Tinha um jeito calmo, seguro, que me deixava tranquila e excitada ao mesmo tempo.
Quando ele foi embora, eu já estava molhada. Tão molhada que tive que me tocar duas vezes naquela noite, imaginando as mãos dele no meu corpo.
Na terça-feira seguinte, eu bati na porta dele.
"Oi… eu trouxe um bolo que fiz pra agradecer."
Ele me recebeu com aquele sorriso charmoso. A casa dele era simples, masculina, cheirava a ele. A gente ficou conversando na sala. Eu vesti uma saia curta e uma blusa justa. Ele não parava de olhar pras minhas pernas.
O tesão entre a gente estava tão forte que dava pra cortar com faca.
"Daniela…" ele disse de repente, voz mais baixa. "Você sabe que eu tenho idade pra ser seu pai, né?"
Eu engoli em seco.
"Eu sei. E eu gosto disso."
O silêncio que veio depois foi carregado. Ele se levantou, veio até mim e parou bem na minha frente. Colocou a mão grande no meu queixo, levantando meu rosto.
"Tem certeza do que tá falando?"
"Tenho" respondi, voz trêmula. "Eu quero você. Há semanas."
Ele me beijou.
Foi um beijo de homem. Forte, profundo, dominador. A língua dele invadiu minha boca enquanto uma mão descia pelas minhas costas e apertava minha bunda. Eu gemi contra a boca dele, sentindo o pau dele duro contra minha barriga.
Sem falar mais nada, ele me carregou pro quarto.
Ele me deitou na cama com cuidado, como se eu fosse algo frágil e precioso ao mesmo tempo. O colchão afundou um pouco sob o meu peso. Ele ficou em pé ao lado da cama por alguns segundos, me olhando de cima, com aqueles olhos castanhos escuros brilhando de desejo.
Depois se inclinou e começou a abrir os botões da minha blusa devagar. Era uma blusa branca fina de algodão, de mangas curtas, com pequenos botões. Um a um, ele foi abrindo, revelando minha lingerie. Por baixo eu usava um conjunto de lingerie branca de renda. Quando ele abriu o sutiã, meus seios pequenos ficaram à mostra, os mamilos rosados já duros. Ele lambeu e chupou meus mamilos com calma, me fazendo curvar as costas.
Depois ele puxou minha saia devagar, deslizando-a pelas minhas pernas até deixá-la cair no chão. Agora eu estava apenas de calcinha branca de renda, fina e delicada. Ele ficou em pé ao lado da cama, me olhando com calma, apreciando cada detalhe do meu corpo quase nu.
Ele se inclinou e começou a beijar minha barriga, descendo lentamente até a borda da peça. Seus dedos roçaram por cima da renda, sentindo o calor que vinha de baixo. Ele pressionou dois dedos contra minha boceta por cima da calcinha, esfregando devagar, sentindo o quanto eu já estava molhada. O tecido branco estava úmido no meio, grudando na pele.
Ele sorriu, satisfeito.
"Já está toda molhada pra mim…" murmurou com a voz rouca.
Depois baixou a cabeça e lambeu minha calcinha por cima, passando a língua devagar pela renda, sentindo o gosto do meu tesão através do tecido. Eu gemi baixinho, rebolando o quadril contra a boca dele. Ele continuou lambendo e chupando por cima da calcinha por um bom tempo, pressionando a língua contra meu clitóris por cima do tecido, me deixando cada vez mais molhada e desesperada.
Só depois de me ouvir implorar baixinho é que ele finalmente puxou a calcinha para o lado, expondo minha boceta completamente.
Depois se ajoelhou entre minhas pernas e lambeu. Devagar no começo, depois mais firme. A língua dele era grossa, experiente. Chupou meu clitóris, chupou meus lábios, enfiou a língua dentro de mim enquanto os dedos grossos apertavam minhas coxas. Eu gozei rápido, gemendo alto, segurando o cabelo grisalho dele.
Ele se levantou, tirou a roupa. O corpo dele era forte, barriga definida, peito largo com alguns pelos grisalhos. O pau era grosso, longo, com poucos pentelhos, veias marcadas, cabeça rosada brilhando. Ele passou a mão no meu rosto.
Então ele colocou a camisinha e se posicionou entre minhas pernas. Passou a cabeça do pau na minha entrada molhada, esfregando no clitóris. Depois enfiou devagar. Centímetro por centímetro. Eu gemi, sentindo ele abrir tudo. Era grande pra caralho. Quando encaixou tudo, parou, me olhando nos olhos.
Começou a foder. Devagar no começo, depois mais forte. As bolas batendo contra mim. Ele segurava meus quadris com força, metendo fundo. Eu gozei de novo, apertando ele, tremendo toda.
Ele puxou minha calcinha para o lado devagar, expondo minha boceta completamente. O ar frio do quarto tocou minha pele quente e molhada. Ele passou dois dedos por cima dos meus lábios, espalhando minha excitação, e depois enfiou um dedo devagar dentro de mim, sentindo o quanto eu estava apertada e molhada.
"Tão molhada…" ele murmurou, quase para si mesmo. "Tão gostosa."
Ele tirou o dedo e se posicionou entre minhas pernas. Segurou o pau grosso com uma mão e esfregou a cabeça por cima da minha boceta, molhando ela com o meu tesão. Depois pressionou contra minha entrada e começou a entrar devagar.
Eu soltei um gemido longo quando ele enfiou os primeiros centímetros. Ele era grosso pra caralho. Meu corpo se abriu aos poucos, sentindo cada veia, cada centímetro dele me preenchendo. Ele parou quando estava quase todo dentro, me dando tempo para me acostumar.
"Tá doendo?" perguntou, voz rouca, segurando meu quadril com firmeza.
"Não… continua" respondi, ofegante.
Ele começou a se mover. Devagar no começo, indo fundo e saindo quase completamente, depois voltando. Cada estocada era controlada, profunda. Eu sentia ele me abrindo, me tomando por completo. Meus seios pequenos balançavam a cada movimento. Eu gemi mais alto, segurando os lençóis.
Ele aumentou o ritmo, metendo mais forte. O barulho molhado da nossa pele se chocando enchia o quarto. Ele segurou minhas pernas abertas e continuou fodendo, olhando para mim o tempo todo, como se quisesse gravar cada expressão no rosto.
"Você é tão apertada… porra" ele gemeu. "Tão gostosa."
Eu gozei de repente, sem aviso. Meu corpo inteiro tremeu, apertando o pau dele com força. Gemi alto, jogando a cabeça para trás. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, prolongando meu prazer.
Quando meu orgasmo passou, ele saiu de dentro de mim, puxou minha calcinha branca que ainda estava em volta de uma das minhas coxas e a levou até o rosto. Esfregou a calcinha molhada contra o nariz e a boca, cheirando fundo o meu cheiro. Depois lambeu a parte mais úmida da calcinha, sentindo o gosto do meu tesão na língua.
Ele sorriu, satisfeito, e jogou a calcinha para o lado antes de voltar a me foder.
Depois ele me virou de quatro. Colocou uma mão na minha nuca e a outra no meu quadril, me puxando para trás enquanto metia com mais força. Eu gemi contra o travesseiro, sentindo ele bater fundo. Ele segurou meu cabelo e puxou de leve.
"Assim… rebola pra mim" ordenou.
Eu obedeci, rebolando o quadril contra ele enquanto ele metia. O prazer era intenso, quase demais. Eu gozei de novo, tremendo toda, apertando o pau dele.
Ele tirou o pau, me virou de costas e voltou a me foder olhando nos meus olhos. Dessa vez foi mais bruto, mais rápido. Suas estocadas eram profundas e ritmadas. Eu segurei nos ombros dele, sentindo o suor escorrer pelo nosso corpo.
"Vou gozar…" ele avisou, voz falhando.
"Goza… goza tudo em mim" implorei.
Ele tirou o pau no último segundo, tirou a camisinha e gozou forte em cima da minha barriga e dos meus seios pequenos. Jatos quentes e grossos marcaram minha pele. Ele ficou ofegante, olhando para mim enquanto gozava.
Depois se deitou ao meu lado, me puxando contra o peito. Beijou minha testa, meu cabelo, meu ombro.
"Porra, Daniela…" ele disse baixo. "Você é maravilhosa."
Eu sorri, ainda tremendo, o corpo todo sensível.
"E você… é viciante."
Ele riu baixinho e me beijou na boca, devagar.
"Isso foi só o começo, minha menina."
Eu sorri, tímida, mas por dentro ainda pulsando.
"Eu quero mais."
Ele riu baixo, beijando meu pescoço.
"E vai ter. Muita coisa ainda."
Naquela noite eu dormi na casa dele. E nos dias seguintes a gente se viu quase todo dia. Às vezes na casa dele, às vezes na minha. Ele me ensinava coisas que eu nunca tinha feito: como chupar direito, como rebolar em cima dele, como gozar só com a boca dele entre minhas pernas.
Ele gostava de me ver de joelhos. Gostava de me foder contra a parede da varanda com o risco de alguém ver. Gostava de me fazer gozar várias vezes antes de gozar ele mesmo.
E eu… eu amava tudo. Amava ser a garota de 19 anos que um homem de 55 anos não conseguia parar de foder. Amava o jeito dele me chamar de "minha menina", amava o contraste do nosso corpo, amava o cheiro dele na minha pele depois.
Saudades dos meus 19 anos e de ter um homem mais velho que me satisfazia como ninguém.
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