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A nova realidade que mudou o mundo parte 143 - Entrando nos eixos

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AnãoJediManco

Foram dois dias inteiros de pura putaria, dois dias sem quase sair do quarto, dois dias de bocas, línguas, dedos, seios, bucetas e cus. Mamãe, vovó e eu nos devoramos sem pudor, sem limite. Gozamos até perder a conta. Dormimos grudadas, suadas e meladas, acordamos com fome uma da outra novamente. Eu chupei minha avó até ela chorar de prazer. Mamãe se sentou muitas vezes no rosto da mãe dela enquanto eu fodia as duas com os dedos. Vovó, depois de relutar no primeiro dia, se entregou completamente, chupava minha buceta com uma devoção quase religiosa, gemendo enquanto eu gozava na boca dela.
Mas na manhã do terceiro dia, tudo acabou. Acordamos com o som de tiros, primeiro foram disparos isolados. Depois rajadas. Depois o barulho grave e aterrorizante de helicópteros cortando o céu, e muitos gritos, muitos gritos de homens e mulheres. Mulheres correndo pelos corredores do hotel, desesperadas.
Uma garota, uma jovem negra de uns dezesseis anos, magra, que eu já tinha visto antes, irrompeu porta adentro, os olhos esbugalhados de pavor. Ela tremia tanto que mal conseguia falar. Uma mancha escura se espalhava pela frente da túnica dela, descendo pelas pernas. Ela estava se mijando de puro terror, o líquido escorrendo pelas coxas enquanto gaguejava: E-e-e-les… che-garam… o exército… cercaram a cidade… tão pegando todo mundo… redes… dardos… elas estão caindo… caindo como animais…
Ela caiu de joelhos, chorando histericamente, o mijo formando uma poça no chão. Daí ela continuou: Algumas… algumas correram para o centro… foram cercadas… tão levando elas… outras se esconderam…, mas tão achando… tão queimando os galpões… tão matando quem resiste…
Mamãe ficou branca, enquanto vovó cobriu a boca com as mãos. Eu senti o sangue gelar nas veias, não havia mais tempo. E ouvi minha mãe: Vamos embora. Agora!
Nós três vestimos as túnicas às pressas e saímos correndo do quarto. O corredor estava um caos, mulheres correndo em todas as direções, algumas carregando meninas, outras apenas gritando. Ouvia-se tiros mais perto agora, e helicópteros sobrevoando baixo.
Saímos pelos fundos do hotel, correndo em direção à mata ciliar que ficava depois do rio. Era nossa única chance, o mato era denso, havia esconderijos naturais, talvez conseguíssemos nos enfiar entre os arbustos e esperar a noite. Mas o medo era paralisante, e eu segurava a mão da minha mãe com força, que por sua vez segurava a da vovó. Corríamos descalças, as túnicas grudando no corpo suado. Atrás de nós, ouvíamos gritos terríveis: “Elas estão pegando as que correm pro centro!”, “Viram uma fila enorme sendo levada… todas algemadas!”, “Queimaram o galpão leste… com as mulheres dentro!”
Meu coração batia tão forte que doía. Vovó tropeçava, ofegante. Mamãe chorava enquanto corria, murmurando: Eu não volto… eu não volto para aquilo… prefiro morrer…
Chegamos à beira do rio, a mata ciliar estava logo à frente, densa, escura, cheia de espinhos e raízes. Entramos correndo, os pés cortando nas pedras e galhos. Nos escondemos atrás de uma grande moita, onde tinha uma pequena gruta feita por animais, estávamos ofegantes, abraçadas e esperamos.
Os tiros continuavam, os helicópteros sobrevoavam tão baixo que as folhas voavam no chão da mata. De vez em quando ouvíamos gritos distantes de mulheres sendo capturadas. Uma delas passou correndo perto de nós, desesperada, antes de ser acertada por um dardo tranquilizante e cair como uma boneca. Eu abracei minha mãe e minha avó com força, as três tremendo juntas.
Se nos pegarem… sussurrei, não vamos deixar eles nos levarem vivas. Mamãe assentiu, lágrimas escorrendo. Vovó apenas apertou nossas mãos, os olhos cheios de um terror ancestral. A cidade que por poucos dias havia sido nossa… estava caindo novamente.
E nós, escondidas como animais na mata, só podíamos rezar para que o destino fosse misericordioso. Ou, pelo menos, rápido.
O frio, o medo e o cansaço, fez com que nós três cochilássemos, e foi aí que o nosso mundo mudou. Acordei com o cano frio de um fuzil sendo empurrado brutalmente dentro do meu cu. O metal gelado forçou minha entrada seca, rasgando-me por dentro. Eu gritei, o corpo inteiro se arqueando de dor e terror. Antes que eu pudesse reagir, uma bota pesada pisou nas minhas costas, me mantendo de bruços no chão úmido da mata: Fica quietinha, loirinha.
Abri os olhos, ofegante, e o mundo desabou. Mamãe e vovó estavam de joelhos a poucos metros de mim. Dois soldados as seguravam pelos cabelos, com fuzis encostados na nuca delas. Mamãe tinha o lábio sangrando, e vovó tremia, os olhos arregalados de puro pavor.
Só consegui falar baixinho: Não… por favor… eu consegui gemer.
Um soldado riu atrás de mim e empurrou o cano do fuzil mais fundo no meu cu, me fazendo gritar de dor. Foi então que o tapa veio. Um dos soldados deu um tapa violento no rosto da minha avó. O som foi seco, brutal, a cabeça dela virou com força. Um dente voou da boca dela e caiu nas minhas coxas, ainda sujo de sangue. Vovó soltou um gemido baixo, atordoada, sangue escorrendo pelo queixo. Mamãe começou a chorar em silêncio, mas não se mexeu, o fuzil na nuca dela não deixava. Eu senti lágrimas quentes escorrendo pelo meu rosto. O cano do fuzil ainda dentro de mim latejava, frio e humilhante.
Por favor… não machuquem elas… implorei, a voz falhando. Eu faço qualquer coisa… eu conto tudo…
Os soldados se entreolharam. Um deles, um homem alto com cicatrizes no rosto, sorriu: Fala então, vadia. Onde as outras putas estão se escondendo?
Eu traí todo mundo mais uma vez, mas dessa vez, tentando ajudar minha mãe e minha avó. Com a voz tremendo, contei todos os esconderijos que eu sabia, o bosque atrás do rio, o porão abandonado da fábrica velha, o sótão da igreja, os túneis subterrâneos que as negras usavam. Contei sobre os grupos pequenos que ainda resistiam, sobre as armas improvisadas, sobre os planos de fuga. Enquanto eu falava, o soldado atrás de mim girava o cano do fuzil dentro do meu cu, me fazendo gemer de dor.
Quando terminei, o homem alto riu: Boa garota. Traidora até o fim, hein?
Ele olhou para mamãe e vovó e disse: Essas duas vão com a gente. A loirinha também. Vamos ver se valem alguma coisa. Outro soldado olhou para vovó, lambendo os lábios e falou: Essa velha ainda tá boa pra caralho. É uma puta aproveitável.
Vovó fechou os olhos, lágrimas escorrendo, eu me sentia morta por dentro. Tinha traído novamente. Traído as mulheres que lutaram, que sofreram, que me puniram. Tudo para tentar salvar minha mãe e minha avó. Tudo para tentar sobreviver mais um pouco.
Os soldados nos algemaram, mãos nas costas, coleiras de metal no pescoço. Puxaram-nos como animais enquanto nos levavam de volta para a cidade conquistada. Enquanto caminhávamos, eu olhava para mamãe e vovó. Mamãe tinha o olhar vazio, derrotado. Vovó chorava em silêncio, o queixo ainda sangrando. E eu… eu só conseguia pensar que, no final, eu tinha voltado a ser exatamente o que meu pai havia me transformado, uma traidora, uma puta. Uma sobrevivente disposta a vender todo mundo para proteger as suas. E agora, algemada, sendo arrastada de volta ao inferno, eu me perguntava se ainda restava algo de humano dentro de mim. Ou se eu já estava completamente perdida.

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