Tara pela irmã!
Eu sempre soube que era errado. Desde o dia em que vi minha irmã passar de menina para mulher, algo dentro de mim se quebrou para sempre. Hoje, depois de mais de trinta anos , ainda sinto o peso daquela culpa misturado ao tesão mais sujo e intenso que já experimentei na vida. Ela tinha 14 anos na primeira vez. Eu tinha 16. E mesmo sabendo que era proibido, nós dois cruzamos a linha.
Tudo começou inocente... ou pelo menos era o que eu tentava dizer a mim mesmo.
Lembro como se fosse hoje. Ela tinha 14 anos quando comecei a observá-la. O corpo se desenvolvendo rápido: coxas grossas, bunda grande e empinada, seios que cresciam a cada mês. Eu me masturbava pensando nela quase todos os dias. Depois veio o voyeurismo. Eu a espiava no banho, via a água escorrendo por aquela pele morena, pelos seios firmes e pela bunda que me deixava louco. Ela sabia. Eu tinha certeza que sabia. Mas nunca disse nada. Apenas sorria de forma safada e fingia que não via.
Um dia, o episódio da espinha mudou tudo.
Ela me chamou no quarto dos nossos pais. Estava deitada de bruços, com uma saia branca curtíssima. "Mano, saiu uma espinha aqui na bunda e tá doendo ... aperta pra mim." Sem esperar resposta, ela levantou a saia até a cintura, ficando só de calcinha . Aquela bunda grande, morena, redonda ficou exposta para mim. Meu pau endureceu na hora.
Apertei a espinha devagar, mas minhas mãos tremiam. Ela não disse nada. Ficou quieta, respirando um pouco mais fundo. Subi em cima dela "brincando", roçando meu pau duro por cima da roupa contra sua bunda. Nós dois fingimos que era só brincadeira. Mas o calor, o atrito, o silêncio... aquilo foi o começo do fim.
Anos se passaram entre toques "acidentais", visitas noturnas onde eu entrava pelado no quarto dela e roçava enquanto ela fingia dormir, e a piscina onde ela puxou meu short e eu puxei seu biquíni. Sempre em silêncio. Sempre com aquele medo delicioso de sermos pegos.
Até a noite de Réveillon de 1991.
Nossos pais viajaram. A casa era só nossa. Eu voltei da festa por volta das quatro da manhã e a encontrei dormindo no quarto deles. O calor estava insuportável. Tirei a cueca, deitei atrás dela e comecei a levantar sua camisola devagar. Meu coração batia tão forte que achei que ela fosse acordar com o barulho.
Coloquei meu pau entre suas coxas grossas e macias. O calor da boceta dela quase me fez gozar ali mesmo. De repente, ela empurrou a bunda para trás, pressionando contra mim. Não era mais fingimento. Ela queria.
Sem dizer uma palavra, ela se sentou na beira da cama, tirou a camisola e a calcinha de uma vez. Aqueles seios grandes, a cintura fina, a bunda enorme e a boceta molhada de tesão. Eu nunca vi nada mais perfeito.
Nós transamos como animais. Eu a comi de lado, por trás, de frente. Chupei aqueles seios deliciosos enquanto metia fundo. Ela molhava tanto que escorria pelas coxas. Gozei fora da primeira vez, mas na segunda não aguentei: enchi a boceta da minha própria irmã de porra quente enquanto ela gozava tremendo e cravando as unhas nas minhas costas.
O medo veio logo depois. A culpa me consumiu. Mas o prazer... o prazer foi inesquecível.
O fogo dela e o meu nunca apagou.
Ela ainda me provoca no trabalho. Mostra a nádega quando troca o chip hormonal, pede para eu "ajeitar" as alças do sutiã. Sempre com aquele sorrisinho safado. Sempre sabendo exatamente o que está fazendo comigo.
Até que um dia ela me chamou para ir à casa dela.
Assim que fechei a porta, ela me agarrou. Já madura, com o chip hormonal mantendo sua libido no auge, ela estava mais safada do que nunca. A mesma bunda grande, as coxas grossas, os seios de silicone empinados e aquela cara de puta que me enlouquece.
— Eu preciso disso de novo, irmão... — murmurou enquanto me beijava com fome, enfiando a língua na minha boca. — Ninguém me fode como você.
Eu arranquei suas roupas com desespero. Coloquei ela de quatro na mesma cama onde fode seus comedores. Bati forte naquela bunda morena, deixando marcas vermelhas. Ela gemia alto, empinando mais.
— Me come, irmão... me usa como sua puta..
Enfiei meu pau inteiro de uma vez. A boceta dela quente, molhada e apertada como eu lembrava. Meti com força, segurando nos quadris largos, batendo fundo enquanto ela gritava de prazer. O barulho molhado de pele contra pele enchia o quarto.
Virei ela de frente, abri aquelas coxas grossas e voltei a meter olhando nos olhos. Seus seios grandes balançavam a cada estocada. Eu chupava os mamilos duros enquanto socava sem parar.
— Eu sou louca por isso... por ser comida por meu próprio irmão... — ela confessou entre gemidos, apertando a boceta em volta do meu pau.
Gozei dentro dela pela primeira vez em décadas. Senti o jato quente enchendo sua boceta enquanto ela gozava violentamente, tremendo e apertando as pernas em volta de mim.
Caímos exaustos. A culpa veio, como sempre. Mas ela apenas sorriu, passou a mão no meu peito e disse:
— Isso nunca vai acabar entre nós. Pode ser errado... mas é a coisa mais gostosa que eu já senti na vida.
E eu sei que ela tem razão.
Porque por mais medo, por mais culpa, por mais que o mundo diga que é proibido... nada se compara ao tesão de foder a própria irmã. Nada.
E nós dois estamos viciados para sempre.
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Comentários (5)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkLupi: Comi minha, ela tinha 18 eu 16. Foi muito bom
Responder↴ • uid:fuos3nt0iPaulo: Falou que estava bem., logo aquilo virou vício, fui ficando mais velho e entendo tudo.. ela falou que era errado continuarmos, mas eu nem queria saber, eu me dava eu contava a mamãe... ela ficou brava so no começo, se sentiu uma putinha... trepava como louca... ate hoje mesmo casada, ainda so de olhar ela ja sabe e inventa algo pra me visitar, meu cunhado acha lindo esse nosso amor de irmãos
Responder↴ • uid:40vohk9lt0cTIO NICO: Nos anos 80 qdo eu era adolescente, vi um caso parecido, um colega que me contou. Ele conhecia um cara que comia a própria irmã. O cara estudava à noite e qdo ele voltava da escola, com os pais já dormindo, ele ia direto pro quarto da irmã mais nova e metia a vara nela.
Responder↴ • uid:1dmdcvq3b7jrMoya: Mais comum do que a maioria imagina.
• uid:1dhhgypigtui