#Teen #Virgem

Mãe crente carente e sua filha safada - parte 2

1.0k palavras | 0 | 4.88 | 👁️
novo convertido

Depois de quase um mês de aventuras sexuais com irmã Lu, a comendo ora na casa dela, ora na minha casa, ora no motel, sem levantar suspeitas da vizinhança, vou contar como iniciei mini Lu, branquinha, cabelos claros e longos, bundinha empinada, seios pequenos...um tesão de mocinha. Depois que a vi acidentalmente de calcinha, onde na ocasião ela não se mostrou desconfortável, as desconfianças dela em relação a eu e mãe dela só aumentava. Percebia isso nas risadinhas delas, uma outra piadinha, mostrando uma leve safadeza. Irmã Lu contava que ela perguntava coisas sobre mim, e que já desconfiava do interesse, mas que não iria fazer nada. Só deixar o que tivesse de acontencer...e esse dia foi chegando. Irmã Lu fez aniversário, e dei um aparelho de celular novo a ela, pois o dela já surrado. Recebeu e ficou feliz, e deixou o aparelho velho em casa, para mini Lu usar e se comunicar, pois a tarde ela ficava em casa sozinha e as vezes precisava falar com a filha. O detalhe é que eu e irmã Lu trócavamos fotos íntimas, e por azar, duas ficaram salvas na memória do aparelho: uma minha sozinho, nu, mostrando bem minha rola e a outra, uma das raras vezes que registramos um momento íntimo nosso, irmã Lu chupando minha rola. Essa menina viu essas fotos e desde então passou a me provocar mais ainda, soltando indiretas quando nos viámos.
Fui convidado a dá uma aula numa escola dominical para classe de pré adolescentes na igreja, e uma das alunas da turma era mini Lu. Chegou cedo, sentou na frente e de vestido não poupou provocações...abria as pernas levemente, mostrava a calcinha que mal cobria a bucetinha, e me chamava, e levantava, fazia tudo pra chamar a atenção. Foram 90 minutos de tentação pura. Quase não me continha. Na volta pra casa, dei carona as duas e as convidei pra almoçarmos, despretenciosamente. No restaurante, até de um irmão nosso da igreja, tudo normal, conversa fluindo de boa, até irmã Lu ir ao banheiro. Ao ficarmos só, mini Lu disse:
- Eu vi as fotos no celular de mamães, agora sei que é verdade. Eu quero também. Hoje.
E tirou a calcinha por baixo da mesa, rapidamente e numa habilidade e me deu, completando:
- Sente o cheiro da sua menina, é meupresente pra você!! Te quero hoje, dê um jeito.!!
Eu abismado, só respondi:
- Seu desejo é uma ordem mocinha.
Chegamos em casa e irmã Lu disse que iria descansar um pouco antes do culto da noite. Nos despedimos e cada um pra sua casa. Arrumei o quarto e comecei a pensar numa maneira de trazer mini Lu sem levantar muitas suspeitas. Nisso começou um chuva forte, e fui no quintal tirar umas roupas, e lá estava ela fazendo o mesmo e não perdi tempo, falei:
- Termina ai e vem pela porta da frente, rapidinho, não tem ninguem na rua agora.
Ela fez como mandei, entrou e não me fiz de rogado. Já fui logo beijando e dizendo que hoje ela viraria mulher, minha mulher. Ela respondia bem aos beijos, meio desajeitada, mas totalmente entregue ao tesão, ao desejo. Fui despindo - a e levando pro meu quarto, o ar ja ligado, fechei a porta e fui beijando aquele corpinho todo, pescoço, seios, barriguinha, ate chegar na bucetinha, poucos pelos, branquinha, com cheirinho gostoso, ai comecei a chupá - la e disse:
- Nem deu tempo cheirar a calcinha e aqui estou te chupando sua putinha, agora vem fazer o mesmo que tua mãe faz comigo.
Ela começou a chupar meu pau, meio sem jeito, mas uma boquinha gostosa, engolindo tudo, do jeito que dava e eu só curtindo esse momento, cheio de tesão. Ordenei a ela se deitar, e abri as pernas dela tremulas. Coloquei a cabecinha da minha rola na bucetinha, fui forçando, ela excitada mais com medo, até que entrou. Ela reclamando de dor, mas pedia pra eu continuar e fui metendo, ate colocar toda. Um pouco de sangue saindo, mas o desejo era maior e comecei a bombar forte nela, uma, duas, tres vezes...fui metendo, ate que nao aguentando mais, tireri meu pau e gozei nos seu seios, melando ela toda. Sangue e gozo tudo junto na cama, no meu corpo, no dela. Deitei do lado dela e fiquei olhando a carinha dela de safada, que me beijou e disse inocentemente: - Te amo. Acho que ela nem sabe bem o significado disso tudo. Em seguida recebo uma mensagem da mãe dela dizendo assim:
- Ela está aí né?
Respondi:
- Sim! E ela falou:
- Imaginei. E colocou dois emojis: um com aquela carinha de choro e outro um coração!
Perguntei a ela:
- E agora?
Ela respondeu assim:
- Agora somos suas mulheres, seu safado. E colocou risos.
- Fique mais um pouco ai com ela e mande ela pra casa, vou fingir que não sei de nada ainda.
Banhamos juntos, e voltamos pra cama, fudemos de novo, so que dessa vez ela por cima de mim, cavalgando empinadinha, com preservativo, pois queria gozar dentro dela. Outro banho juntos, nos despedimos e ela foi pra casa, como se nada tivesse acontecido. Ficamos fudendo um tempo assim, meio "escondidos", a mãe dela sabia, mas fazia de conta, e sempre me pedia pra contar como foi. Até que um dia, ela contou, elas choraram juntas e estamos nisso até hoje. Comi irmã Lu ontem, primeira vez que deu o cu na vida. Chorou, mas gostou. Agora vou tentar comer o cuzinho de mini Lu. Elas não sabem que comi duas irmãs nesse intervalo, a casadinha crente lasciva, e mãe solteira novinha com cara de santinha, mas que adora uma vara. Serão os próximos contos.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos