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Quebrando O Cabaço Do Filhinho Do Coronel

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Escriba-T-JC

Moleque bonitinho e arrogante, cai nas mãos de um segurança que não perdoa e arrebenta seu cabacinho

A vida quase sempre nos surpreende, algumas vezes com coisas ruins, outras com coisas boas, mas principalmente nos surpreende com coisas inusitadas.
Quando eu me mudei para São Paulo, nem sabia como ia me virar, achei que aquela selva de pedra imensa ia acabar me engolindo por inteiro, mas eu fui aprendendo com os erros, evitando os sustos e medos e logo estava adaptado.
Tava numa época difícil de emprego, fui dividir a casa com dois primos meus que já moravam na cidade há algum tempo e vi que teria que enfrentar o que aparecesse, pois tinha que garantir meu sustento e não podia contar com a ajuda de ninguém.
Estava com trinta e oito anos, solteiro, bonitão, assim me diziam. Corpo malhado pelo futebol e as corridas no parque, então, quando meu primo Robertão me disse que o prédio na rua de cima estava precisando de um segurança para o período noturno, não pagava muito, mas tinha alguns benefícios, eu nem pensei duas vezes e fui lá me candidatar à vaga.
A síndica se encantou comigo, acho que até se sentiu atraída. Era uma coroa bonitona, solteirona, funcionária pública aposentada, me mandou fazer um curso rápido e logo eu estava trabalhando.
Era um prédio pequeno, mas muito bem organizado, com apartamentos grandes e com famílias que pareciam estarem morando por ali há muito tempo, todos com ares de gente bem de vida, não milionários, mas uma classe média bem estruturada.
Dentre os moradores tinha um cara militar, Coronel Irineu, de patente alta, na faixa dos 50 anos, muito sisudo, cara de bravo, voz grossa, não era grosseiro, mas era muito sério. Ele era casado com uma mulher brancona, bonitona, mais nova do que ele, devia ter uns quarenta anos, e eles tinham um moleque novinho, 16 aninhos, loirinho, olhos azuis, boca rosadinha e muito lindo. O moleque parecia uma figura de cinema.
Luiz, ou Luizinho, como os pais o tratavam, chamava a atenção de todos, mas o que ele tinha de beleza, tinha de antipatia. Não falava com ninguém, sempre com uma arrogância na voz, andava com uns moleques esquisitos, tão antipáticos quanto ele. Mesmo assim era impossível não notar a beleza do moleque.
Dava pra ver que, mesmo mimado, ele era tratado com muita severidade pelo pai. Aquele homem metia medo só com um olhar e parece que o filho percebia e temia essa autoridade do pai militar.
Pois bem; esse moleque às vezes tinha umas atitudes estranhas, que logo tentava corrigir, como pro exemplo chamar os amiguinhos dele de veado, ou dar tapas na bunda deles, outras vezes os amiguinhos davam tapinhas na bunda dele e eles ficavam sorrindo pelos corredores do prédio. Porém, quando o pai estava por perto era uma atitude totalmente diferente. Ele se portava como um moleque obediente e comportado.
Eu ficava olhando para o moleque e, ao mesmo tempo que o achava insuportável e mal-educado, eu o achava lindo, com aquela boquinha rosada e aquela pele branquinha. Quando ele estava vestido com roupa de ginástica então eu chegava até a ficar de pau duro, mas sempre mantive a minha pose de homem sério que era.
Um certo dia, ao chegar no prédio para o turno da noite, dona Célia, a síndica, me disse para ficar de olho nos andares, pois alguns moradores tinham reclamado que os tapetes das portas sumiam, ou que algumas encomendas deixadas na porta desapareciam. Disse que até que o Coronel Irineu falou que poderia fazer uma investigação, caso a coisa se tornasse frequente.
Como ainda não tinha sistema de câmeras em todos os andares, apenas em pontos estratégicos, eu fazia ronda pelos andares e, sempre que ouvia algum barulho suspeito, saía da sala de segurança e ia dar uma verificada para ver o que estava acontecendo.
Dias depois desse alerta de dona Célia, eu estava na sala da segurança, que ficava quase no subsolo do prédio, bem ao lado da garagem, quando ouvi um barulho estranho nos andares superiores, já passava da meia-noite, e eu estranhei, nessa hora o prédio costumava ser bem silencioso e tranquilo.
Dei uma olhada em uma das poucas câmeras que filmavam a lateral do prédio e vi um vulto se movimentando no quarto andar. Imediatamente eu subi pelas escadas de fugas, para não chamar a atenção e, ao chegar lá, eu olhei pelo canto da parede e vi o Luizinho e um outro moleque do prédio, pegando os tapetes da porta de um apartamento de uma senhora idosa que morava sozinha, eu imediatamente peguei o celular e comecei a filmar a ação dos dois moleques. Eles costumavam ficar jogando videogame até tarde, quando estavam de férias, ou quando o pai do Luizinho estava viajando a serviço, ou fora de casa. A mãe era mais tranquila com ele.
Os dois pegaram o tapete do apartamento, depois um vaso de flores que ficava na entrada e desceram pela escada do outro lado e jogaram tudo por cima do muro do terreno que ficava atrás do prédio.
Eles voltaram sorrindo, se despediram, e o amiguinho dele entrou no apartamento dele, o Luizinho veio na direção da escada onde eu estava, ele morava no andar de cima.
Quando ele se aproximou de mim tomou um susto e me olhou com aquela cara de moleque arrogante.
— Quer dizer que é você quem está roubando e sumindo com as coisas dos apartamentos? Dona Célia não vai gostar nada de saber disso. – Eu falei para ele e ele ficou vermelho, mas me afrontou.
— Ah vê se não enche, cara. Nem sei do que você está falando. Estava jogando na casa do meu amigo. Acho bom você ir cuidar do seu serviço, senão eu vou falar para o meu pai. – Ele disse, estufando o peito para mim.
— Eu vi muito bem o que você e seu amiguinho fizeram. – Eu rebati a arrogância do moleque.
— Você acha que alguém vai acreditar em você? Eu sou o filho do Coronel Irineu, você é só um empregadinho do prédio. – Ele disse com mais arrogância ainda. Nessa hora me subiu um fogo, uma vontade de dar uns tapas no moleque, de quebrar aquela arrogância dele.
— Tá bom então Luizinho. Vamos ver o que o Coronel acha disso tudo. Ele pode até não acreditar na minha palavra, mas acho difícil ele não acreditar no filminho que eu fiz. – Eu disse isso e mostrei o celular no meu bolso. Nessa hora eu vi o pânico nos olhos do moleque. Aquela boquinha cor de rosa até tremeu.
— Você tá mentindo pra mim. – Ele ainda tentou uma afronta. Eu mostrei o inicio da filmagem e guardei o celular.
— Não só filmei como já mandei para meu email, vai que alguém tenta apagar. Eu posso publicar nas redes sociais pra todo mundo ver. – Eu disse isso e desci pelas escadas, indo em direção à sala da segurança, deixando o moleque parado, olhando pra mim, enquanto eu descia.
Eu estava muito irritado com o desaforo e com o desprezo que aquele moleque filho da puta tinha pelos mais pobres. Ia mostrar para o pai dele e para a síndica. Se eles resolvessem me punir, ou me demitir, eu colocaria nas redes sociais, só para ver o moleque se ferrar e passar vergonha.
Estava em pé em frente à mesa da sala, quando ouvi a porta se abrir e o moleque entrar com aquela carinha linda, que agora estava meio assustada.
— O que você quer moleque? Tá fazendo o que aqui na sala do empregadinho do prédio? – Eu falei olhando para a cara dele.
— Desculpa Orlando! Eu tava nervoso. Não mostra o vídeo para meu pai não. – Ele falou com uma vozinha mansa, fingindo arrependimento.
— Desculpa é o caralho, moleque! Tá preocupado por quê? Você disse que seu pai não vai acreditar no empregadinho. – Eu ironizei.
— Você sabe como meu pai é severo e rígido com as regras, se ele vir esse vídeo ele vai me castigar. Eu faço o que você quiser. Eu te dou minha mesada. Eu tenho dinheiro guardado. – Ele disse com voz meio embargada. Eu só lembrei da arrogância dele, minutos antes. Ainda estava puto com aquele moleque petulante e lindo.
— Você acha que eu vou querer dinheiro de um moleque? Depois você pode até me acusar de roubo. – Vou mostrar sim para seu pai e para a síndica. Você que se vire. – Eu falei bravo.
— Eu faço o que você quiser. Pode pedir que eu faço, mas apaga esse vídeo. – Ele pediu mais uma vez.
Eu olhei aquela carinha linda, ele estava usando um conjuntinho de moletom bem levinho, parecia um pijama. Lembrei da arrogância dele e resolvi dar uma lição no putinho. Senti uma comichão no pau e deixei a cabeça de baixo decidir.
— Faz tudo mesmo? – Eu perguntei.
— Faço qualquer coisa, desde que você não mostre o vídeo. – Ele reafirmou.
— Pois bem! Eu vejo você de brincadeirinha com alguns amiguinhos seus, passando a mão na bundinha um do outro. Vem aqui perto de mim, quero passar a mão nessa tua bundinha branquinha. – Eu falei isso e vi a expressão de surpresa na cara do moleque.
Ele pensou um pouco, me olhou mais uma vez e se aproximou, ficando bem perto de mim. Eu senti aquele cheirinho gostoso de moleque novinho e desci minha mão pelas suas costas até chegar em sua bunda, onde eu apertei e senti a maciez da pele.
Ele me olhava meio assustado, e eu já de pau duro, meti a mão por dentro da sua calça e senti a pele em meus dedos. Ele tentou recuar, mas eu olhei em seus olhos e ele relaxou. Eu meti o dedo médio no meio de suas bandas e senti o calor daquele reguinho jovem. Afundei mais um pouquinho e senti as preguinhas todas no lugar, era um buraquinho apertado. Nessa hora ele suspirou e se afastou um pouco.
— Pronto. Agora apaga o vídeo. – Ele falou autoritário.
— Tá de piada comigo, moleque? Acha que sou otário? É preciso muito mais que isso. Você não disse que faz o que eu quiser? Chega perto que eu quero mais. – Eu falei bravo e ele viu que estava em minhas mãos.
— Tá bom, eu faço! – Ele disse, movimentando aqueles lábios rosadinhos.
Nessa hora eu olhei aquele objeto de desejo, puxei ele pela nuca e dei um beijo naquela boquinha macia, ele estranhou no início, mas logo se entregou e correspondeu o beijo. Era gostoso demais sentir aquela boquinha chupando minha língua, eu senti a pele dele arrepiada.
— Agora abaixa e chupa, moleque. Faz de conta que é um sorvete e chupa meu pau. – Eu disse, empurrando-o pra baixo, vendo a carinha dele de espanto, de susto. O moleque arrogante tinha sumido. Agora ele ia aprender a ser humilde. Meu pauzão pulou duro na carinha dele.
— Eu nunca... – Ele começou a falar, mas eu não o deixei nem terminar.
— Mama o caralhão do empregadinho, moleque! Eu tô mandando! Não pensa muito não. – Eu puxei ele e enfiei meu pau naquela boquinha. No início ele chupou meio sem jeito, mas logo estava mamando gostoso, me fazendo delirar. Cheguei a pensar que aquele moleque já tivesse feito um boquete em alguém. Ele não raspou os dentes nenhuma vez. Soquei meu pau na garganta dele, só pra ver ele se engasgar e choramingar na minha rola grossa.
Depois de sentir aquela boquinha macia em meu caralhão, eu levantei ele e o empurrei curvado sobre a mesa. Desci sua calça e deixei aquela bundinha gostosa bem na minha cara. Eu queria sentir tudo que aquele putinho arrogante podia me oferecer. O meu objeto de desejo estava ali na minha frente.
— Eu nunca fiz isso. – Ele murmurou.
— É só relaxar, Luizinho. Deixa que o empregadinho cuida de você. Abre as pernas e empina a bundinha.
Ele me obedeceu, eu abri as bandas de sua bundinha e meti minha língua bem no centro de seu cuzinho. O moleque gemeu gostoso, acho que nunca esperou isso do segurança que ele tanto desprezava. Ele gemeu gostoso e eu afundei a língua em seu cuzinho.
Deixei tudo bem lubrificado e encaixei meu pauzão na portinha de seu cuzinho e fiquei pincelando. Eu percebi a pele dele toda arrepiada e forcei a cabeça de minha rola na entradinha dele. Ele travou o cuzinho e gemeu.
— Eu não vou aguentar. Sou virgem.
— Relaxa putinho! Relaxa esse cuzinho que você vai gostar. – Ele se soltou um pouco, eu molhei bem seu cuzinho com bastante saliva e também a cabeça de meu caralho. Queria estourar aquelas preguinhas no pelo, só no cuspe. Aquele moleque não ia esquecer o empregadinho que arrancou seu cabaço de boyzinho arrogante.
Eu fui empurrando e senti as pregas se afastando. Ele gemeu e eu senti a cabeça de minha pica entrar. Ele quis gritar, mas eu tapei sua boca com a mão e empurrei quase a metade do pau pra dentro. Esperei um pouco para ele se acostumar com o invasor e sentia seu cu piscando ao redor de caralhão.
Senti a respiração dele mais tranquila e empurrei o restante do pau. Nessa hora ele bateu com a mão na mesa, sentindo meus pentelhos encostarem em suas nádegas branquinhas.
— Ai meu cuzinho! Tá doendo muito! Você está me rasgando.
— Tô rasgando não, putinho! Tô dando o que você merece. Relaxa que você acaba gostando.
Ele empinou a bundinha e eu comecei o vaivém, sabia que não podia maltratar muito o rabo do moleque, mas me lembrei de sua arrogância e estoquei aquele cuzinho apertado, sentindo meu pau quase esfolar naquele buraquinho virgem.
Meti com gosto, dei umas boas socadas e senti que ele estava mais acostumado, suas pernas estavam bem abertas e eu meti o pauzão pra dentro, sentindo ir cada vez mais fundo.
— Ah caralho! Mete cara! Mete tudo. – Ele gemeu alto e eu senti o buraquinho apertando meu pau. O moleque estava gozando em cima da mesa. Molhando tudo. Gozando com meu pauzão socado no buraquinho dele.
— Isso putinho! Goza com o pau do empregadinho te arrombando. Agora você vai aprender a ser mais humilde. O empregadinho vai te encher de leite.
Meu pau espirrou tanta porra naquele cuzinho que eu achei que fosse desmaiar de tanto gozar. Arranquei meu pau de dentro dele e vi um fio de leite e sangue descendo na pele branquinha de suas coxas. Dei uma toalhinha pra ele e ele se limpou.
— Posso confiar em você? Você promete que não vai mostrar o vídeo para ninguém? – Ele perguntou na porta, indo embora.
— Pode confiar sim moleque. Mas para de fazer essas bobagens, senão você vai acabar se dando mal. E quando quiser sentir o pauzão do segurança no rabo é só descer aqui à noite. É sempre muito tranquilo.

Ele foi embora e eu fiquei imaginando se aquele putinho voltaria para levar mais rola naquele buraquinho gostoso.

*****

Mais uma aventura com um putinho para o deleite de vocês.
Não deixem de votar e comentar. Em breve trarei mais aventuras.

Abraços a todos!

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