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O coroa que me ensinou as virtudes de ser gay parte 5 - A descoberta de mamãe

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Rapaz Sensivel

Ao ser recebido em caso por meu pai após chegar do motel, minha mãe percebeu que eu tinha cheiro de pau na boca e me pressionou para contar a verdade.

Sim, o fato de papai estar super satisfeito por pensar que eu havia passado a noite com alguma menina no motel deixou ele com a guarda baixa e nenhuma desconfiança passou por sua cabeça.
Mas as mulheres parecem ter um sexto sentido e mamãe ao me abraçar logo pescou o que se passava.
Ela me chamou no canto e perguntou o que estava acontecendo.
Eu tentei desconversar mas ela estava irada e mandou a fatidicapergunta. Você esta dando para outro homem meu filho?
Eu rborizei e comecei a gaguejar, negando, mas ela era muito esperta e conhecia o cheiro de pau de homem, até por ser mulher.
Eu tenti de todas as formas disfarçar mas ela já tinha descoberto meu segredo.
Eu não tendo mais como negar acabei confessando pra ela e pedi pra ela não revelar ao papai.
Ela concordou que ele não suportaria isso e não disse nada a ele.
Ela queria saber pra quem eu estava dando meu cú e ficou ainda mais decepcionada ao saber que era para aquele coroa negro da nossa rua.
Ela disse que deveria denunciar aquele velho tarado pra polícia, mas não faria para me preservar.
Mas exigiu que eu não deixasse mas ele me comer nunca mais.
Eu vendo sua decepção em saber que o filho era um viado e estava dano o cú para um coroa negro concordei e disse que não voltaria a dar pra ele.
Ela ficou mais calma e disse que deixaria o tempo curar a ferida.
Eu sabia que o que tinha prometido era da boca pra fora e os dias seguintes sofri muito por ter praticamente mentido pra ela.
Eu resolvi conversar com ela e convecê-la de deixar eu decidir sobre a minha vida sexual e que aquele coroa negro não forçou a barra ou estava se aproveitando de mim, mas sim eu tinha permitido que ele fizesse sexo comigo e que eu havia decidido que eu seria a parte fêmea do ato e ele seria o macho.
Foi dificil, mas consegui explicar pra ela que eu me vejo como homem em uma relação sexual.
Eu disse que sinto muito prazer com ele e o admiro muito como homem.
Não é no sentido biológico, mas eu enxergava nele o simbolo de homem, de macho, sexualmente falando e eu havia tido a primeira relação com ele e não conseguia mais cumprir esse papel numa relação sexual.
Pedi para ela não cular ele por nada, pois ele apenas cumpriu seu papel de homem diferentemente de mim, mas não temos controle sobre isso.
Ea ainda falou que eu era apenas uma criança e que ele era um homem maduro e que deveria ser responsável.
Ela me perguntou que por ele ser negro e com certeza ser bem dotado não seria aariscado para minha saúde ter o anus penetrado em uma relação sexual.
Disse pra ela ficar tranquila que apesar de ter sido muito dura a primeira vez, que agora eu já estava me adaptando melhor a ele.
Ela ainda me perguntou se eu não estava falando isso apenas para deixá-la mais calma e eu disse que não.
Ela me fez prometer que se ele estivesse me machucando muito que era para eu contar pra ela.
Eu prometi e disse pra ela ficar calma que ele era muito experiente e mesmo sendo muito dotado ele sabia penetrar como ninguém.
Então tá meu filho. Espero que você saiba o que está fazendo, mas se ele te machucar eu vou acabar com isso.
Eu fui dormir r quando acordei a tarde fui procurar ele para contar que minha mãe havia descoberto mas concordou eu guardar nosso segredo de papai.
Na casa dele, enquanto contava ele reagiu muito mal e muito nervoso acabou me batendo.
Levei muitos tapas na cara e chorei decepicionado com ele.
Ele se acalmou e me abraçou e pediu desculpas, dizendo que ficou muito preocupado com o risco de ser ate preso por se relacionar com um menor.
Falei pra ele ficar tranquilo que minha mãe não contária nada pro meu pai e até me ajudaria a esconder ainda mais isso dele.
E com o apoio dela poderia ter até mais liberade para frequentar a casa dele.
Ele perguntou se eu poderia marcar uma conversa com a mãe dele para eu ouvir diretamente dela que ela realmente concordava que o filho dela tivesse relações sexuais com ele.
Voltei pra casa e expliquei para ela o que ele havia proposto e marcamos uma conversa na casa dele.
No dia eu fiquei muito nervoso e resolvi esperar pro lado de fora.
Foram quase três hora de conversa e finalmente ela saiu de lá e pra minha surpresa ela estava com uma expressão boa e ao perguntar ela até elogiou ele e disse que agoa estava mais tranquila.
Voltei pra casa com ela e voltei pra casa do meu coroa negro.
Chegando lá ele disse que minha mãe era uma mulher muito esperta e que agora ele se sentia mais seguro para continuar me comendo.
Fomos direto ro seu quarto e eu ataquei ele como um animal faminto.
Eu quase rasguei sua roupa até poder puxar aquele pau lindo pra fora e abocanhar e chupar quase até ele gozar na minha boca.
Mas quando ele anunciou o gozo eu parei rapidamente e ele me lascou um tapa no rosto por ter parado.
Ele não devia ter feito aquilo, pois eu enlouqueci de vez e tirei toda minha roupa, corri na gaveta da comoda onde ele guarda minhas calcinhas fio dental e vesti cravando ela na minha bunda e corri pra cima dele.
Fiz ele deitar e passei por cima dele até ter meu cú exatamente sobre seu ´pau.
peguei ele com a minha mão e direcionei bem na entrada do cú e sentei até engolir toda aquela pica.
Enquanto o pau entrava eu soltava um Aaaaaaaaahhhhhhhhhhh!
Apoiei as mãos no seu peito e comecei a foder aquele pau com todas as minha forças.
Só parei quando ele soltou aquele urro e comecei a leitar meu cú.
Quando levantei a porra comeceu a sair como mijo do meu cú e sujou ele todinho.
Ele meu deu mais uma pequena sova. Uma saraivada de tapas no rosto e na bunda e novamente ele me deixa maluquinho.
Eu me virou rapido e me coloqueide quatro pedindo desculpas pra ele mas pedindo que ele me castigasse pela insolência.
Ele já se colocou atrás de mim e usando as coxas foi forçando as minhas pernas pra fora e me deixando todo abertinho pra ele.
Ele mandou eu me empinar bem. Obedeci a ele e fiquei bem arrebitadinho.
Ele olhava e elogiava meu cuzinho e mandava eu piscar.
Eu já não tinha controle do esfincter mesmo e nem precisei me concentrar pois ele já piscava sozinho de tanto tesão.
Mais eu fazia força pra ele acentuar os movimentos de contração e relaxamento para evidenciar que eu queria muito o pau do meu coroa negro.
Ele encostou e a cabeça e deu uma estocada firme.
É claro que levar uma estocada firme daquele pau doía muito, mas eu estava me acostumando com a dor, mas fiz questão de exagerar um pouco na reação e joguei o corpo pra frente fazendo o pau dele desencaixar somente pra ele ficar puto e me bater de novo.
Aí fiquei apenas esperando e logo vieram aqueles tapas muito fortes na bunda que me deixavam maluquinho.
Que mão pesado que meu coroa negro tinha.
Voltei pra prosição pedindo desculpas pra ele, dizendo que não ia mas me comportar assim.
Ele voltou a botar tudo até o fim e eu apenas fiz um comentário manhoso que assim ele estava me arrombando todo e comecei a chorar no pau dele.
Em parte era verdade, mas eu fiz de forma exagerada e ele adorou sentir que estava maltradando o cú do viadinho dele.
Ele dizia gosta de pau no cú né meu viadinho, então aguenta tudo.
Eu gemia fininho e reclamava pedindo pra ele tirar um pouquinho, mas ele metia cada vez mais fundo e forte.
Eu estava muito safado e passei a mão por baixo e alcancei seus sacos e comecei a alisar eles e gemia: Aiiiiiiii, Aiiiiiii, Aiiiiêêêêêêêêê meu cú, Aiiiii, Aiiii , Aiêêêêêê meu cúúúúúúú!!! Para, para, tira, tiraaaaaaaaa por favor.
E quanto mais dengoso e deseperado eu parecia, mas ele se sentia macho e metia mais fundo e forte.
Foi quando eu comecei a engantiar em direção a cabeçeira da cama e me agarrei a ela e empinei bem a bunda e ele me agarrou por trás e meteu feito britadeira.
O cú tadinho pegava fogo e meu corpo tremia tanto que eu quase não conseguia me manter apoiado em cima dos joelhos.
Assim que a situação ficou insustentável eu realmente desabei e já fui colocado de ladinho e tive uma das pernas suspensas.
Ele encaixou o pau e empurrou tudo de novo e começou a tirar e enfiar o pau no meu cú nauele rítmo alucinante.
Eu agora podia olhar em seus olhos e a pica estava muito dura e me machucava muito naquela posição.
Eu olhava pra ele e podia sentir meus olhos cheos de água mesmo. Então eu piscava rápido fazendo a lágrima escorrer pelo rosto e isso deixava ele maluco, vendo que eu chorava no pau dele.
Isso que eu adimiro nele. Ele exerce seu papel de macho.
Não tem dó do cú do viado não e acho que home de verdade tem que ser assim mesmo.
Eu penso que mesmo que seja a força, um homem que se deixa ser penetrado pelo pau de outro não tem que ter escolha não, não teve vontade suficiente pra impedir, tem que levar pica mesmo até o macho decidir parar e acabou.
Não sei se gostaria de ter um homem que me desse a opção da escolha se devo ou não continuar a ser penetrado por ele, mas acho que prefero homem decidido igual meu coroa negão.
Sendo assim, eu estava ali embaixo dele e olhando direto em seus olhos, chorando e gritando com o pau dele enterrado no rabo e não via nenhum sinal de misericórdia no rosto do meu macho.
Então só me restava aceitar e receber o pau dele no meu cú.
Ele também cansou do esforço e me botou deitado de costas e veio por cima de mim.
Senti o peso do meu macho me deixando sem ar e ele tentava acertar o buraco do meu cú sem usar a mão para direcionar, mas não tava conseguindo por ele estar muito duro e pulsanre.
Então eu fui com minha mão e direcionei ele pra entra.
Ele voltou e me penetrar inteiro e começou a foder meu cú bem devagarinho.
Que gostosinho que tava. Aquele ritmo deu o alívio que meu cú precesiva para diminuir a ardência, já que ele pegava fogo.
Enquanto o pau entrava e saía inteiro do meu cú eu fui cruzando as pernas em volta das suas costas e me abracei no seu pescoço e ele com o rosto muito p´roximo do meu, começou a me beijar e enfiar sua lingua dentro da minha boca.
Que gostoso ser fodido com o homem por cima e sendo beijado daquele jeito.
Enquanto sentia o pau deslizando suave pra dentro e pra fora do meu cú, e sentia sua lingua dentro da minha boca, eu deslizava as mãos nas suas costas sentindo os pelos dele, eu comecei a sentir uma sensação de gozo, mas não conseguia definir de onde a sensação vinha ao certo.
Parecia vir do meu cú e não do pau.
Ai foi que eu fiquei mais alucinado pelo meu cora negro. Eu depois sabia que ele tinha eu feito gozar pelo cú.
Eu pensava comigo mesmo, como sabe foder bem esse macho. Jamais pensei que isso existisse de verdade, mas eu tinha acabado de gozar pelo cú.
Ali eu descobri que meu pau servia apenas para fazer xixi mesmo, ele tinha me ensinado a gozar pela parte do meu corpo que usava no sexo.
Agora sim, minhas perguntas estavam sendo respondidas por ele sem que eu precisasse perguntar a ele.
Eu sempre me perguntava porque eu sentia tanto prazer em dar o cú pra ele e porque não sentia tanto prazer em manipular meu orgão sexual biológico?
Agora eu sabia gozar pelo meu cú e mesmo eu me satisfazendo apenas dando prazer para o meu macho, sabia que o sexo não seria mais igual.
Ele percebendo que havia conseguido me fazer gozar pelo cú, intensificou a foda até começar a gozar.
Ele me apertava e dava estocadas profundas e a cada uma delas ele despejava um jato de porra dentro do meu cú.
Ele gozou muito, pois acho que foram umas dez bombadas sem parar e em todas ela em sentia o jato de liquido quente.
Ele foi tirando o pau do meu cú e assim que ele saiu ele se deitou de barriga pra cima e eu deitei ao seu lado.
Rolei meu corpo pra perto do dele e procurei pelo seu pau.
Fiquei ali alisando o pau dele bem de levinho, deslizando a mão sobre o pau coberto de porra que ele depositou dentro do meu cú.
O pau ainda pulsava, mostrando sua virilidade e de vez em quando eu levava a mão até minha boca e lambia a porra que cobria a palma da mão.
Meu cú ainda ardendo muito e completamente dilatado pelo largura do corpo do pau do meu coroa negro, piscava alucinado sentido falta do pau dentro dele.
Enquanto piscava, meu cú golfava porções de porra que corria de dentro do meu canal anal e na flacidez do meu esfincter anal fazia um barulho de lábio molhado que chamava a atenção dele.
Não demorou para que ele se interessasse e buscasse contato de seus dedos com o meu cú.
Ele então brincava na entrada do meu cú enquanto eu acariciava seu pau ainda muito pulsante.
É claro que nos estimulando daquela forma, nosso tesão logo retornou e eu voltei a procura seu pau com a minha boca e paguei um último boquete até ele gozar mais um pouco dentro da minha boca.
Pedi para tomar banho com ele e naquele dia ele mesmo propos que eu me sentasse no chão do box do seu banheiro para que ele pudesse me presentear como mais uma mijada. Os primeiros jatos de urina ele me banhou inteiro, mas guardou um boa quantidade para despejar direto na minha boca.
Ele então enfiou o pau com tudo na minha boca fazendo ir até o meio da minha garganta e terminoi de urinar.
Eu sentia o liquido quente descer pelo meu exofago e nada podia fazer.
Quando ele tirou o pau da minha boca, percebi que não havia liquido dentro dela, ele fez a urina descer direto da garganta para meu estomago. Fiquei de joelhos diante dele com o chuveiro ligado e apanhei o sabonete na saboneteira e lavei primeiro seu pai inteiro e depois seu corpo.
Dei um gostoso banho no meu coroa negro e depois enxuguei ele.
Ele me deixou no chuveiro onde eu tomei meu banho e voltei ao seu quarto, mas ele já estava dormindo.
Eu aproveitei que ele estava apagadinho e nu, dei um beijinho no seu pau que somente agora estava flácido, cobri seu corpo com um lençol e contrariado o deixei dormindo, pois minh vontade era de ficar ali abraçado ao seu corpo mascula.
Cheguei em casa e minha mãe me vendo de cabelos molhado, com marcas de dedos no rosto devido aos tapas que levei ela logo deduziu que eu estava com ele.
Ela apenas me olhou e disse. Menino, toma jeito hein!
Entrei no meu quarto e também deitei para descansar um pouco.
Enfim a minha vida estava do jeito que eu queria e o apoio da minha mãe realmente me possibilitou desfrutar melhor do meu coroa negro por um bom tempo.
Voltarei a contar o que o grau de liberdade possibilitou de novas experiência com meu coroa.

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