Vendo o pau do meu cunhado na sala
Luna costuma passar os finais de semana na casa da irmã mais velha, mas a presença do noivo dela desperta desejos e a faz observá-lo em segredo.
Luna amava passar os finais de semana na casa da irmã mais velha. Era o refúgio dela, o lugar onde podia relaxar, ser acolhida, se sentir em casa.
Amava a companhia de Juliana, as risadas fáceis, a sensação de ser bem-vinda.
Amava até que Gabriel se mudou para lá.
Agora, o amor pelo lugar e pela irmã se misturava com algo que Luna tinha vergonha de nomear. Algo que fazia seu coração acelerar, sua pele formigar, seus pensamentos escaparem por atalhos escuros e proibidos.
Ela passava os dias tensa, nervosa, como se estivesse prestes a ser pega fazendo algo errado — mesmo quando não fazia nada. O corpo dela traía qualquer pretensão de inocência: os mamilos endureciam sem motivo, o calor subia entre as pernas quando ele passava perto, a respiração ficava curta quando ele sorria.
Se ao menos Gabriel ajudasse. Mas ele não ajudava. Nem um pouco.
Ele era carinhoso demais — toques que ficavam um segundo além da conta, uma mão que demorava nas costas dela, um braço que roçava o dela e não se afastava. E o olhar. O olhar dele era o que mais desmontava Luna. Gabriel olhava para o corpo dela de maneira demorada, lenta, como se tivesse todo o tempo do mundo. Como se estivesse a devorando aos poucos, um pedaço de cada vez.
Luna, por sua vez, sempre se vestiu de maneira confortável na casa da irmã. Era sua zona de conforto, seu território seguro. Ela amava seus pijamas — blusas grandes e folgadas que usava só com calcinha, shortinhos pequenos que mal cobriam as coxas, blusinhas curtas que deixavam a barriga à mostra. Nunca pensou duas vezes antes de se vestir assim.
Até Gabriel chegar.
Agora, as mesmas roupas pareciam diferentes. O pijama confortável ganhou um contorno sensual que Luna não sabia que tinha. O shortinho pequeno passou a parecer um convite — ou pior, uma fantasia. Ela se olhava no espelho e se perguntava: será que ele está pensando que eu me visto assim para ele?
A resposta a aterrorizava. Porque parte dela — uma parte que ela tentava ignorar — talvez quisesse que ele pensasse exatamente isso.
Hoje estava sendo um dia difícil. Luna sabia disso assim que acordou.
Sozinha com ele na sala. Ela na poltrona lateral, ele no sofá central. O sofá de frente para a TV, as poltronas nas laterais — uma disposição que agora parecia desenhada para expô-la.
A roupa de Luna não ajudava. Uma blusinha de alças finas, velha, desbotada, que já havia visto dias melhores. A alcinha direita escorregava sem parar, deixando o ombro à mostra, a alça caída como um convite que ela não queria fazer. O shortinho era ainda pior — tão curto que mal cobria o necessário, tão pequeno que lhe servia como calcinha. E ela estava sem calcinha. O pensamento a fazia apertar as pernas contra o corpo, como se pudesse esconder o que já estava coberto.
Luna se encolheu na poltrona, pernas dobradas, joelhos contra o peito. Segurou um livro como se fosse um escudo, abriu numa página qualquer, fingiu ler. Mas os olhos traíam. A cada parágrafo, escapavam para espiar Gabriel. A cada frase, voltavam para ele.
Gabriel, por sua vez, estava em outro universo. Concentrado na TV, sentado sem camisa, o torso nu e musculoso à mostra. Apenas uma bermuda larga, as pernas abertas numa postura confortável e dominadora ao mesmo tempo. Ele parecia um rei — um rei distraído, que nem notava a presença da garota
Luna estava hipnotizada. Não havia outra palavra.
Ela não conseguia tirar os olhos de Gabriel — não do rosto, não do peito nu, mas da bermuda. Do volume que ali se formava, meio escondido, meio exposto pelo tecido folgado. A cada movimento dele, a cada respiração mais profunda, o pano se ajustava, revelava, provocava.
Ela mordia os lábios, um hábito nervoso que não conseguia controlar. E as coxas se apertavam — uma contra a outra, pressionando, esfregando — numa tentativa vã de saciar o clítoris que pulsava insistentente entre elas.
Gabriel riu de algo na TV. Um riso fácil, descompromissado. E então ele se ajeitou no sofá. A mão dele desceu até a bermuda e ajustou o volume do membro — aquele movimento rápido que homens fazem, realinhando as bolas, acomodando o pau. Para ele, foi automático. Para Luna, foi um soco no estômago.
O corpo dela se arrepiava. Não era frio. Era luxúria pura, crua, vergonhosa.
Para de olhar, ela repetia mentalmente. Pelo amor de Deus, para.
Mas os olhos não obedeciam. Eles voltavam para a abertura entre as coxas dele, para o tecido que não escondia o que deveria esconder. E então — então ela viu.
A cabeça.
Pequena. Rosada. Escapando pela perna da bermuda.
Luna parou de respirar por um segundo. O pensamento chegou claro, inegável, cortando o ar entre eles:
Ele não usa cueca.
Gabriel passou a mão no membro. Massageou-o sem pressa, a mão agarrando o comprimento num movimento que parecia automático, distraído. Como se ele nem soubesse que ela estava ali.
Luna ficou em choque.
Mas o choque não a fez desviar o olhar. Pelo contrário — colou seus olhos naquele membro que escapava pela bermuda, naquela pele que ela nunca deveria estar vendo.
Não era a primeira vez que ele não usava cueca. Luna já sabia. Já tinha espiado antes, pelos cantos, o volume do pau dele por baixo do tecido das bermudas. Desejou em silêncio. Imaginou em segredo. Mas nunca, em nenhum daqueles momentos furtivos, tinha visto assim. Nunca tinha visto a pele exposta, a forma real, a cabecinha escapando.
O shortinho de Luna estava úmido. Não apenas úmido — encharcado. A excitação dela escorria pelo tecido fino, e ela sentia a umidade contra a própria pele, o clítoris pulsando a cada movimento da mão dele. Ela estava assistindo. A mão dele segurando o pênis. O polegar deslizando sobre a ponta. O aperto que fazia a cabecinha ficar mais rosada.
O coração de Luna batia tão rápido que ela achava que ele podia ouvir.
Ela estava fascinada. Os olhos não saíam daquele ponto — a cabecinha rosada que escapava da bermuda. Lisa, como se tivesse sido polida. Brilhante, úmida no topo. Convidativa. A palavra ecoou na mente de Luna e ela sentiu vergonha. Mas não conseguiu negar. Não para si mesma.
LLuna finalmente desviou os olhos. Do pau dele para o rosto dele.
E paralisou.
Gabriel estava olhando para ela. Ele tinha visto tudo. Visto seus olhos devorando o pau dele. Visto suas coxas se apertando, esfregando, tentando saciar o clítoris que não parava de pulsar. Visto o shortinho encharcado, o tecido fino marcado pela umidade quente da sua excitação. Visto a alça da blusinha cair — pela enésima vez — deixando o seio quase à mostra, o mamilo duro prestes a escapar.
Ele olhava e sorria. Não um sorriso largo, não uma provocação escancarada. Era um sorriso satisfeito, íntimo, como se ele estivesse vendo, finalmente, a verdadeira Luna — aquela que ela mesma tentava esconder.
Luna sentiu a vergonha queimar seu rosto, seu pescoço, seu peito. Mortalmente envergonhada. Queria se encolher, desaparecer, fugir. Mas o corpo não obedecia. As pernas estavam presas no chão, os olhos presos nos dele.
Era tarde demais.
— Não precisa ficar envergonhada — Gabriel falou, a voz macia, quase um sussurro. — Vem aqui. Ver de perto.
Ele se inclinou um pouco, aproximando o rosto. — Sei que você está muito ansiosa para tocar nele.
Luna levantou. As pernas tremiam, cada passo um esforço. Mas ela foi. Até o sofá. Até ele. Sentou-se ao lado de Gabriel, tão perto que sentia o perfume dele, o calor irradiando do corpo nu. Parecia estar segurando a respiração — como se soltar o ar pudesse quebrar o encanto.
Gabriel segurou o próprio pau. A mão deslizou, endureceu o membro, movimentos lentos de vai e vem sobre o tecido. A bermuda se moveu, cedeu, deixou a cabecinha cada vez mais exposta — rosada, brilhante, úmida na ponta. Pulsando.
— Pode tocar.
Gabriel nem esperou ela perguntar. Ele já sabia. Já tinha percebido tudo — os olhares furtivos de Luna, a forma como ela sexia as coxas quando ele passava, o rubor que subia ao rosto dela quando ele se aproximava. A irmã mais nova de sua noiva estava desesperada pelo pau dele, e ele sabia disso há semanas.
Luna sentiu um nó se desfazer no peito. Ou talvez se apertar ainda mais. Ela não sabia. Só sabia que uma coragem estranha, úmida, quente — uma coragem de luxúria — tomou conta do seu corpo.
Ela colocou a mão sobre o pau de Gabriel.
A primeira coisa que sentiu foi o calor. Não um calor morno, mas uma chama baixa que queimava contra sua palma. Depois, a dureza — como se houvesse aço por baixo da pele macia. Depois, a grossura. A mão de Luna era pequena, e seus dedos não conseguiam abraçar todo o membro. A sensação a maravilhou e a intimidou ao mesmo tempo.
— Isso — Gabriel sussurrou. — Continua.
Luna começou a repetir os movimentos que ele fazia. A mão deslizando de cima para baixo, num vai e vem lento, quase tímido no início, depois mais confiante. Ela acariciava o pau dele como quem aprende um instrumento novo com curiosidade, com cuidado, com desejo.
—Gostou? —Gabriel perguntou sorrindo, ele sabe que ele realizou o sonho dela de finalmente o tocar.
—Sim… você tá gostando.
—Princesa você nem precisa duvidar.—ele riu da pergunta dela, só o seu pau duro seria a resposta, qualquer homem no lugar dele estaria no paraíso só em ter uma garota linda como ela, com um corpo sensual exalando ingenuidade e além do proibido de tá realizando uma fantasia com a irmãzinha da noiva
Gabriel puxa o elástico da bermuda e liberta seu pau duro do coque da sua cunhadinha. Ela admirada o lábios vendo aquela grossura saltando na frente dela.
A boca de Luna desceu.
A alça da blusinha — aquela que ela já havia ajeitado tantas vezes naquele dia, que escapava sem parar, que deixava seu ombro exposto como um convite indesejado — finalmente cedeu de vez. Deslizou pelo braço, e o seio de Luna ficou completamente exposto. O mamilo pequeno, rosado, duro de excitação, à mostra para quem quisesse ver.
Luna não se importou. Talvez nem tenha notado. Toda a sua atenção estava na ponta do pau de Gabriel, ali, na frente de seus lábios.
Ela lambeu. A língua tocou a cabecinha brilhante, tímida no primeiro contato, curiosa. O sabor era novo — salgado, quente, íntimo.
Gabriel gemeu. O som escapou do fundo da garganta, rouco, sincero.
— Isso… assim, princesa — a voz dele saiu mais grossa, o elogio saindo entre dentes. — Tá aprendendo rápido.
Luna começou a chupar. A boca envolveu a cabecinha, ganhando confiança, a língua desenhando círculos. E foi nesse momento que a mão de Gabriel invadiu a blusa dela.
Os dedos quentes encontraram a pele macia da barriga, subiram devagar, percorreram as costelas, até alcançarem o seio exposto. A palma da mão cobriu o seio pequeno, o polegar roçou o mamilho duro, e Luna gemeu contra o pau dele — a vibração fazendo Gabriel apertar os olhos de prazer.
Luna não parou. Pelo contrário — ela intensificou. A boca agora sugava com mais vontade, a língua pressionando a cabecinha, os lábios deslizando pelo comprimento. Sua mão desceu e segurou a base do pau de Gabriel, firme, como se precisasse de um ponto de apoio.
Gabriel apertou o mamilo dela. Beliscou suavemente, rolando a pontinha dura entre os dedos.
— É isso, princesa — a voz dele saiu ofegante. — Continua. Tá uma delícia.
Luna sentiu o elogio no corpo todo. E lá embaixo, a buceta escorria — quente, úmida, escorrendo pelo shortinho encharcado, escorrendo pelas coxas.
Ela lambeu todo o comprimento do pau. A língua desceu devagar, sentindo cada veia, cada curva, cada centímetro de pele macia sobre a rigidez. A baba escorria pelos cantos da boca, descendo pelo queixo, escorrendo suja e linda. E então ela desceu mais — até as bolas de Gabriel, e começou a chupá-las.
Gabriel sentiu o orgasmo subir. A mão dele apertou os cabelos de Luna — não para empurrar, mas para segurar, como se precisasse de um ponto de apoio.
— Vou gozar — ele avisou, a voz falhando. — Vai gozar na sua boca, princesa.
Luna não parou. Pelo contrário — chupou mais forte, mais fundo, a língua pressionando a cabecinha, os lábios sugando com fome. Ela queria sentir. Queria provar.
Gabriel gozou. O corpo dele se contraiu inteiro, um gemido rouco escapando do peito, e o esperma jorrou quente na boca de Luna — jato após jato, abundante, salgado.
Luna engoliu. Os olhos fixos nos dele, ela engoliu tudo, a baba e o esperma escorrendo pelos cantos da boca, o gozo escorrendo pela garganta abaixo. Só parou quando ele parou de jorrar.
Gabriel terminou de gozar. Ainda ofegante, o peito subindo e descendo, ele levou a mão aos cabelos de Luna e os acariciou — um gesto quase doce, quase pós-coital.
Foi quando o celular começou a tocar.
Luna deu um pulo. O coração disparou, o susto cortando a névoa de luxúria que a envolvia. Seus olhos se arregalaram.
Gabriel pegou o telefone. Olhou para a tela.
— É sua irmã — ele informou, a voz perigosamente calma.
Luna congelou. O sêmen ainda escorria pelo canto da sua boca.
Gabriel atendeu.
— Alô, amor. Tudo bem? — a voz dele era tranquila, serena, como se estivesse tomando um café ou vendo televisão. Como se não estivesse sentado no sofá com o pênis ainda exposto, amolecido depois de gozar, a cabeça rosada descansando sobre a coxa. Como se a cunhada não estivesse ali, ao seu lado, com o gozo dele escorrendo pelos lábios.
— A sua irmã está aqui comigo — ele disse, olhando para Luna. Um pequeno sorriso nos lábios. — Tudo tranquilo.
Gabriel não se apressou. Continuou a conversa com a noiva como se estivesse falando sobre o tempo — calmo, sereno, profundamente imoral.
— Tá tudo bem aqui, amor. Relaxa.
Ele fez piadas. Piadas de duplo sentido que fizeram Luna morder os lábios — ora de vergonha, ora de um desejo que ela já não conseguia nomear.
Luna ainda estava com o seio exposto. A blusa caída, o mamilo duro, o ar gelado da sala roçando a pele sensível. Ela não se cobria. Não sabia se por paralisia ou por uma entrega que a assustava.
Juliana falava. Falava muito. Sobre coisas pequenas, sobre planos, sobre o futuro casamento.
Gabriel aproveitou a cortina de palavras. Abaixou a cabeça. E colocou o seio de Luna na boca.
O mundo parou por um segundo.
Luna tapou a boca com a mão — o gemido veio mesmo assim, abafado, quente, desesperado. A língua dele roçou o mamilo, e o corpo dela se arrepiou inteiro. A vergonha queimou o rosto, o peito, a alma.
Mas não houve arrependimento.
Gabriel se afastou quando Juliana finalmente se despediu. "Beijo, amor. Logo volto."
Ele desligou. O silêncio voltou, pesado, úmido.
Luna olhou para ele. O olho dela brilhava. O seio ainda estava molhado. O shortinho continuava encharcado.
— Acho que você gosta de viver perigosamente — ela sussurrou.
Gabriel sorriu.
— E você gosta de me assistir.
(É isso gostarem? Espero que sim. Eu estava com bastante dúvida de como escrever esse conto. Tinha apenas uma única imagem e queria elaborar uma história sobre, a imagem era de um homem de bermuda e seu pau aparece pelo tecido, tentei criar uma boa história, mas não sei se ficou como eu desejava. Bem quem quiser conversar deixa um comentário)
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Comentários (2)
Kathlen: Ótimo conto o seu melhor eu amei continua
Responder↴ • uid:1emmpkepoqcbGabrielsbo: Meu sonho é comer minha cunhada rs Sara... Morre de tesão
Responder↴ • uid:8cio2s6r8l