#Bissexual #Incesto #Voyeur

Acordei Molhada Pensando no Pau do Meu Pai… E Agora?

648 palavras | 2 | 3.75 | 👁️
Luana Souza

Meu nome é Luana. Tenho 19 anos e moro em Salvador com minha irmã gêmea Larissa e nosso pai Roberto.

Acordei hoje, quarta-feira 13 de maio de 2026, com o coração ainda disparado e a calcinha completamente encharcada. Eram umas 9h da manhã e o calor de Salvador já estava insuportável, mas o que me deixou molhada não foi o tempo. Foi o que eu vi anteontem à noite.

Não consegui dormir direito. Toda vez que fechava os olhos, a imagem voltava: Larissa de quatro na cama do pai, a bunda gigante empinada brilhando de suor, o pau grosso dele entrando e saindo dela com força. O barulho molhado, os gemidos baixinhos dela, o tapa forte que ele deu… e eu ali no corredor, dedinhos dentro de mim, gozando em silêncio como uma vadia escondida.

Eu me sinto suja. Muito suja.

Levantei da cama tremendo e fui pro banheiro. Olhei no espelho e quase não me reconheci. Os olhos verdes estavam vermelhos de tanto pensar. Tomei um banho gelado, mas quando passei a mão no corpo pra me ensaboar, minha bucheta latejou de novo. Eu ainda estava molhada. Sentei na beirada da banheira, abri as pernas e comecei a me tocar devagar, relembrando cada detalhe.

— Porra, Larissa… você é uma putinha do caralho… a voz grossa do pai ecoava na minha cabeça.

Eu enfiei dois dedos e imaginei que era ele. Imaginei que era eu no lugar da minha irmã. Gozei rapidinho, mordendo o lábio pra não fazer barulho, mas a culpa veio logo depois como um soco no estômago. “Isso é errado, Luana. Ele é seu pai. Larissa é sua irmã. Vocês são sangue do mesmo sangue.”

Passei o dia inteiro evitando os dois.

Larissa acordou por volta das 11h, toda sorridente e sem graça nenhuma, como se nada tivesse acontecido. Usava aquele shortinho jeans que mal cobre a bunda e um cropped que deixava o piercing da barriga à mostra. Ela me deu um beijo no rosto e disse “bom dia, maninha” como se fosse o dia mais normal do mundo. Eu mal consegui olhar na cara dela.

O pai desceu pra fazer café. Alto, forte, barba bem aparada, tatuagens aparecendo na regata. Quando ele passou por mim na cozinha e encostou de leve no meu ombro, meu corpo inteiro arrepiou. Ele nem percebeu. Ou pelo menos fingiu que não percebeu.

Fiquei o dia todo no quarto. Tentei estudar, tentei ver série, mas minha cabeça só voltava praquela cena. Eu me toquei mais duas vezes à tarde. Uma delas eu estava de quatro na cama, do mesmo jeito que vi a Larissa, imaginando o pau dele me comendo por trás. Gozei chorando de vergonha.

As contas de casa estão apertadas pra caralho desde que a mãe morreu. O pai trabalha demais, mas engenheiro em Salvador nem sempre rende o suficiente. Faculdade, luz, internet, comida… tudo caro. Às vezes eu fico pensando que se eu não arrumar um jeito de ajudar, a gente vai se ferrar de verdade.

E agora eu tô aqui, escrevendo isso, com o corpo ainda tremendo de tesão e culpa misturados.

Não sei se devo continuar contando isso… sinto tanta vergonha. Não sei se sou uma pessoa horrível por sentir isso tudo.

Mas se você tá lendo até aqui… me ajuda a desabafar. As contas aqui em casa estão pesadas e qualquer apoio faz diferença.

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Anonimo: Tbm sou de Salvador. Calma que vai dar tudo certo.

    Responder↴ • uid:6stycmjk0k