Eu vi eles transando… e meu corpo todo reagiu
Oi gente…
Eu nem sei por onde começar hoje. Meu coração ainda tá batendo forte, minha mão tremendo enquanto escrevo isso. O dia começou tão normal… Pai chegou mais cedo do trabalho, visivelmente cansado e preocupado. Um cliente deu pra ele uma carninha pequena como agradecimento e ele resolveu fazer um churrasquinho bem simples aqui em casa. As coisas estão bem apertadas desde que a mãe morreu, faz 4 anos. A faculdade da gente consome quase tudo que ele ganha como engenheiro, e ainda tem luz, internet, supermercado… ele se esforça tanto, mas o dinheiro mal dá. Mesmo assim, ele disse que a gente precisava de um momentinho em família, nem que fosse só isso, pra tentar respirar um pouco.
Larissa, como sempre, tomou conta da situação. Ela tava linda demais, mas daquele jeito provocante que só ela sabe. Shortinho jeans curtíssimo, daqueles que sobe e mostra metade da bunda empinada de tanto squat, cropped branco colado que deixava o piercing do umbigo brilhando toda vez que ela se mexia. Cabelo com mais luzes que o meu, maquiagem marcada, piercing na língua aparecendo quando ela ria alto. Eu tava de regata larga e short de algodão, cabelo preso num coque bagunçado, sem maquiagem nenhuma… me sentindo invisível perto dela.
O churrasquinho foi tranquilo no quintal. Pai na churrasqueira, cerveja na mão, tatuagens nos braços brilhando de suor. Larissa não parava de provocar. Sentava no colo dele “pra ajudar a virar a carne”, rebolava de leve quando ele falava alguma coisa, ria alto e passava a mão no peito dele “acidentalmente”. Eu via tudo e fingia que tava no celular. Meu estômago revirava. Não era raiva… era outra coisa. Uma coisa quente que eu não queria sentir.
Quando escureceu, eles entraram pra dentro. Eu disse que ia tomar banho e fui pro quarto. Mas não consegui dormir. Tinha um barulho vindo da sala… gemidos baixos. Meu coração parou. Eu sabia que não devia, mas fui. Andei descalça pelo corredor escuro e parei na porta entreaberta da sala.
Eles estavam lá.
Larissa já tinha tirado o shortinho e o cropped, completamente pelada, de quatro no sofá grande da sala. A bunda gigante empinada pra cima, exatamente igual a minha, brilhando de suor e balançando devagar enquanto ela rebolava no ar, pedindo. Pai atrás dela, já pelado, corpo forte de homem maduro, pau grosso e duro latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele passou a mão na bunda dela, deu um tapa forte que fez a carne tremer e enfiou dois dedos na boceta dela, que já tava encharcada.
— Olha como você tá molhada, sua putinha… ele rosnou baixo, mexendo os dedos rápido dentro dela. Larissa gemia alto, sem vergonha nenhuma, empinando mais.
— Mais forte, pai… me fode gostoso… eu sou sua putinha… sua filha safada que vive molhada pra você…
Ele tirou os dedos, lambeu eles e enfiou o pau de uma vez, bem fundo. Larissa soltou um gemido longo, rouco, enquanto ele começava a meter ritmado, forte, o barulho molhado de pele contra pele ecoando pela sala toda. A bunda dela quicava gostoso a cada estocada, as ondas da carne tremendo. Ele agarrava a cintura fina dela com as duas mãos, puxando ela pra trás, socando cada vez mais fundo.
Larissa rebolava pra trás, perfeita, língua com piercing pra fora, olhos revirando de prazer. Pai deu mais tapas na bunda, deixando marcas vermelhas, e puxou o cabelo dela com força, arqueando as costas dela.
— Porra, Larissa… essa boceta é tão apertada… tão igual à da sua irmã… você é minha putinha idêntica… ele gemeu, metendo mais rápido.
Ela sorriu safada, virando o rosto um pouco:
— Gosta né, pai? Gosta de comer a bocetinha da sua filha enquanto a outra tá dormindo… me fode mais forte, quero sentir você bem fundo… me enche toda!
Ele virou ela de lado no sofá, levantou uma perna dela bem alta e meteu de novo, agora de lado, bem fundo, o pau entrando e saindo brilhando, todo molhado da boceta dela. Larissa gemia sem parar, peitos médios firmes balançando, piercing do umbigo brilhando a cada estocada. Ele chupava o peito dela, mordia o bico, enquanto socava sem parar.
Depois ele sentou no sofá e puxou ela pra cima, de frente pra ele, cowgirl. Larissa desceu devagar no pau grosso, rebolando o quadril em círculos, subindo e descendo cada vez mais rápido. A bunda gigante dela quicava no colo dele, o barulho molhado ficando mais alto. Pai agarrava os dois lados da bunda, abrindo ela, ajudando ela a cavalgar mais fundo.
— Isso, cavalga no pau do pai… mostra como você é safada… — ele mandou, dando um tapa forte.
Larissa acelerou, gemendo alto, suor escorrendo pelo corpo todo. Ela gozou pela primeira vez assim, corpo tremendo inteiro, boceta apertando o pau dele, gritando “pai… eu tô gozando…”.
Mas ele não parou. Virou ela de novo, agora de frente no sofá, abriu as pernas dela bem abertas e meteu de novo, missionário bruto. Os peitos dela balançavam forte, o piercing da língua dela aparecendo enquanto ela gemia com a boca aberta. Ele socava fundo, rápido, a cama do sofá batendo contra a parede.
— Goza dentro, pai… enche sua filha… me enche de porra quente… — Larissa implorou, unhas arranhando as costas tatuadas dele.
Ele meteu mais umas dez estocadas fortes, corpo travando, e gozou fundo, gemendo rouco, enchendo a boceta dela enquanto ela gozava pela segunda vez, corpo inteiro tremendo, bunda quicando contra ele.
Eu fiquei parada ali o tempo todo, mão na boca pra não fazer barulho. Minha calcinha ficou encharcada na hora. Eu nunca tinha visto nada tão… cru. Tão proibido. Meu corpo todo formigava. Sem pensar, minha mão desceu sozinha pro meio das minhas pernas, por cima do short, depois por dentro da calcinha. Eu me toquei devagar no começo, depois mais rápido, acompanhando cada estocada que ele dava nela. Gozei uma vez ali mesmo, de pé, pernas tremendo, mordendo o braço.
Voltei correndo pro quarto, coração explodindo. Me tranquei, tirei o short e a calcinha e me masturbei loucamente pensando naquilo. Gozei mais duas vezes seguidas, mordendo o travesseiro pra não gemer o nome dele, imaginando que era eu ali sendo comida daquele jeito. Depois veio a culpa. Aquela culpa pesada, nojenta. “Isso é sujo, Luana. Eles são sua família. Você é uma filha horrível. Uma irmã doente.”
Mais tarde, Larissa bateu na minha porta toda feliz, ainda com o cheiro dele nela. Sentou na minha cama e perguntou se eu tava bem. Eu quase contei. Quase falei “eu vi vocês… e eu gostei”. Mas a vergonha travou minha garganta. Só murmurei que tava cansada.
Gente… eu não sei o que fazer. As contas aqui em casa estão cada vez mais pesadas. Eu fico pensando que se eu desabafasse mais, se vocês me ajudassem a carregar isso… talvez eu conseguisse continuar fingindo que sou normal.
Não sei se devo continuar escrevendo isso. Sinto tanta vergonha… mas também não consigo parar de pensar neles.
O que vocês acham? Eu devo contar pra Larissa? Ou só… continuar assistindo?
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Comentários (3)
José Carlos: Eu acho que vc tem que da gostoso pra ele também junto com sua irmã
Responder↴ • uid:46kphpcet0bAmo fazer com mamãe: Que maravilhoso esse conto eu amo fazer com mamãe ela sempre me entende o q eu preciso
Responder↴ • uid:ph9y5lgem2tCoroa afim: Conta para ela e deixa seu pai te comer também ,imagina vcs duas juntas satisfazendo seu pai.
Responder↴ • uid:1en4ulqka3ew