Garoto Rural 12 - Elentrouxe o colega Soldadinho de Chumbo
O soldadinho tarado veio com o Garoto Rural passar o fim de semana em casa. Meu toba sofreu, mas adorou, mas sofreu...
No último conto, mencionei o soldadinho, colega de quartel do Garoto Rural (GR), que queria me conhecer e tal. Pois bem, esse soldadinho andava louco pra foder novamente o coroa vizinho, mas ele não o chamou mais para lavar a garagem porque a sua esposa tinha retornado de viagem. O GR o trouxe no fim de semana passado e foi uma putaria daquelas! Fui buscá-los no quartel na sexta feira e fiquei babando com a visão dos dois machinhos gostosos vindo em minha direção. O colega do GR era um pouco mais baixo, mas bem encorpadinho, me parecendo que ele ficou forte de repente e esqueceu de aumentar o número da calça, que se moldava provocativamente sobre a rigidez de suas pernas. O seu andar era do tipo “quero foder, quero foder, quero foder” kkkkk – foi a primeira coisa que em veio à cabeça ao vê-lo caminhar sensualmente. O meu GR não precisa nem falar, gostoso como sempre, ponto! Entraram na camionete, o GR me abraçou e apresentou o coleguinha gostoso, que sentou atrás. Me virei estendendo a mão ao encontro da sua e o meu olhar já caindo sobre o “pacote da felicidade”. A visão me deu taquicardia. Que belo par de coxas! Voei para casa cuidando agora dos malditos radares que a Prefeitura de Curitiba espalhou pela cidade inteira. Chegamos em casa e a tarde estava se despedindo. O frio chegava e nos obrigava a ligar o ar condicionado no quente para podermos tirar as roupas. A minha churrasqueira é integrada com a cozinha, servindo também de lareira no inverno, e as carnes já estava no jeito para serem assadas. Dava para perceber a ansiedade dos meninos, principalmente do coleguinha do GR. Tomamos cervejas com alguns petiscos e lhes ofereci tolhas para tomarem banho. Foram para o banheiro da suíte, que é maior, pois iriam tomar banho juntos, como fazem no quartel. Enquanto tiravam as roupas, eu “segurava” um pouco a entrega das toalhas para curtir aquela visão maravilhosa. Dois machinhos pelados com a saúde totalmente em cima, suas robustas rolas em estado ainda natural e corpos esculpidos por algum artista renascentista (fala a verdade, sou um gayzão feliz, não?). O ambiente estava bem aquecido quando eles saíram do chuveiro, cheirosos e radiantes. Dei-lhes roupões para ficarem mais à vontade, que ao sentarem nas banquetas altas se abriam um pouco e deixavam aparecer o “ferramental” que em breve eu cairia de boca e sentaria para a felicidade geral de todos kkkkk. Preparei-lhes quase um balde caipirinha de cachaça nos dando uma “esquentada” interna. Comemos carne assada pavimentada por creme de gorgonzola, salada crua e maionese, e se esbaldaram. Foram para a sala e continuaram bebendo enquanto fui tomar banho e colocar o meu roupão, sem nada por baixo. O meu cuzinho já piscava de felicidade. Os chamei para o quarto que estava bem quentinho, para assistirmos filmes pornôs na TV e logo os roupões foram arremessados para além da cama. Estavam os dois agora com os paus maravilhosos em pé de guerra. Fui com a boca primeiramente no soldadinho amiguinho enquanto o GR beijava as minhas costas e mordiscava a minha bunda, enfiando a língua no meu cú. Tinha sido dada a largada para a putaria! Depois tentaram enfiar os dois paus ao mesmo tempo, na minha boca, engasgando-me. Suas bolas eram maravilhosas e estavam pesadas, cheias do leitinho que iriam despejar em breve. O GR se inclinou e me deu um ardoroso beijo na boca, deixando o seu amigo atônito, pois não sabia que ele me beijava dessa forma. Rimos do seu espanto, pois ele achava que era só enfiar o pau no meu cú e tudo certo. Fui com os lábios na direção de sua boca, deixando claro antes, que o passivo era eu. Ele foi se esquivando um pouco, meio que resistindo, rindo sem graça, mas se entregou quando grudei naqueles lábios macios e sua língua passeou pela minha boca, aprovando totalmente a troca de salivas que ocorria ali. E assim foi boa parte da noite, preliminares com muitos beijos, mordiscadas, chupões, dedada e linguada no meu cuzinho e finalmente o soldadinho convidado iria me comer sob os olhares de aprovação do GR. O rapaz veio por cima enquanto o GR lhe abria as minhas polpas, fazendo a gentileza de direcionar mais saliva para o meu orifício e assim o baita pau do amigo entrar sem muita resistência. O meu gemido indicava cada avanço do grosso pau do soldadinho de chumbo (SC), sim, vamos chamá-lo assim porque ele é todo durinho. O GR se posicionou de forma que eu conseguisse chupá-lo enquanto o SC descia com o seu corpo forte para alojar a sua espada na minha bainha despudorada e sedenta; e avisou: “Eu demoro pra gozar, hein!”... Porra, demora pra caralho! E não bomba devagar não! É ferro direto! Velocidade do começo ao fim, sem cansar, sem dar pausa. Adorou quando fiquei de quatro e ele se posicionou acima do colchão enfiando a rola até o saco bater na porta. Depois não aguentei e deitei de volta e ele sempre dentro de mim, bombando forte sem parar (O que dão no exército para esses meninos, hein?). O cara fode, puta-que-pariu!!!!! Não sei como ele não matou o vizinho coroa quando o comeu kkkk. Aliás, nos contou depois que o coroa vaza da frente da casa quando vê vindo ao longe, com medo que sua mulher perceba alguma coisa. Falou que deu de cara com ele no mercadinho do bairro, mas a mulher estava junto e o velho ficou vermelho que nem um pimentão. De sacanagem ele passou a mão no pau provocando o coitado kkkk. O cara o bloqueou porque ele mandou mensagem se oferecendo para lavar novamente a garagem e que se ele quisesse, poderia lavar a “garagem” da sua mulher também (piá filha-da-puta, sô! Kkkk).
Voltando à putaria local: O SC sugeriu enfiar as duas rolas no meu rabo e eu estanquei assustado: “Não cabe!”, “Claro que cabe!”, “Com jeitinho vai!” – e insistiam tentando me convencer e que eu iria gostar. Vamos lá! Que se foda, ou melhor, que eles me fodam kkkkk. Sentei na rola do SC, de costas para ele e fiquei sobre ele na posição de frango assado. O meu cuzinho ficava na altura certa para o GR enfiar sua reta e poderosa rola, já que estava em pé ao lado da cama. Foram longos minutos de muita calma, lubrificação intensiva, até que o segundo pau foi laceando o meu cú fazendo-o aceitar resignado dois tarugos enormes. Os paus se roçavam dentro do meu toba, as vezes um ou outro escapava. Eu já tinha passado pela fase da dor estava na do conforto e entrega total. O meu corpo estava aceitando e gostando daquela adorável brincadeira. O maior movimento ficava por conta do GR que em pé, imprimindo o ritmo e com mais mobilidade para enfiar a rola e levar junto a do amigo. Os sacos dos dois se encontravam já na portinha do meu cú em chamas. Cara, sério, essa posição de frango assado me faz gozar horrores, e com duas rolas deliciosas dentro, ainda, aí é de foder, literalmente! Os dois se empenharam numa cadência de movimentos sincronizados que eu só conseguia mexer os olhos, não precisando fazer mais nada, era côncavo/convexo, , serra/serrador, fluxo/refluxo, pinga/seca, vapt/vupt, enfim, tudo o que vocês possam imaginar numa meteção dupla de rola no cú... Veio finalmente o famoso urro e o “Vou gozar!”, depois o “Eu também!” e por minha vez deixei vir a morte plena de todos os meus sentidos e o meu esguicho se alojou no peito do GR lambuzando-o todo. Quando os paus saíram do meu cú dilacerado, a mistura das duas porras veio aos borbotões, fazendo-me trocar a roupa de cama. Os dois ficaram na cama esparramados com seus sacos e paus vencidos pelos jorros de prazer que tiveram. Mas pensa que parou por aí? Consegui convencê-los que o toba estava ardido e não aguentaria mais nada naquela noite. Nem chupar pau eu conseguiria, estava acabado. Tinha o sábado inteiro ainda. Não deu outra. Já cedo o GR estava me cutucando com o seu pau querendo se agasalhar. Deixei, com muita preguiça e sentindo aquela invasão deliciosa. Ele foi muito cuidadoso e despejou seu leitinho inesgotável de forma bem silenciosa para não acordar o amigo que dormia como um anjinho, ao lado. Voltamos a dormir e não demorou pro outro levantar o pau antes mesmo de acordar por completo. Só virei de ladinho e pedi silêncio para não acordar o outro e o pau entrou completando o estrago que o GR tinha acabado de fazer com o meu pobre e feliz cuzinho. O filha da puta demorou de novo. Acho que até adormeci em algum momento, pois só me dei conta quando a respiração dele acelerou e enterrou profundamente o seu pau que pulsava violentamente despejando porra dentro de mim. Olhei pro lado e vi o GR voltando do banheiro de pau duro e me desesperei dizendo: “Nai, nai, seu puto, você agora vai gozar na minha boca! Meu cú não aguenta!” e botei a boca e língua pra funcionar. Chegou a doer o queixo. O sábado foi legal, com muito erotismo, boquete, beijos de língua, comilança, bebedeira e nada de pau no cú mais, pois eu não aguentaria. Domingo dormimos até tarde, almoçamos, teve mais foda de leve com farta gozada dos dois, sem penetração dupla, pois jurei nunca mais fazer, só deixando um por um entrar devagarinho e deixar o seu leitinho da saudade. Os entreguei no quartel e vazei, antes que eles quisessem me comer de novo.
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