Bernado e Violetta (ideias: Risos molhados)
[Oi, este será um conjunto de ideias para contos que tive, mas não desenvolvi completamente. Escrevi alguns rascunhos na esperança de que vocês gostem e façam bom proveito.]
Bernardo ria baixo uma risada silenciosa, cúmplice. Jenny estava em seu colo, sentada de lado, e também ria. Mais tímida. Mas seus olhos brilhavam. Ela se divertia.
— É gostoso, né? — ele perguntou, a voz macia, o sorriso nos lábios. — A água está morninha.
Ele pegou mais água na palma da mão e derramou sobre a clavícula dela. Jenny sentiu o líquido quente escorrer pela pele, descendo, descendo, até encontrar o tecido da blusa. Uma blusa branca, de alças largas, um tamanho menor do que deveria. O algodão fino absorveu a água e se colou ao corpo como uma segunda pele.
Antes, a blusa já deixava pouco para a imaginação estando apertada, marcava a silhueta dos pequenos seios de Jenny, sugeria curvas. Agora, molhada, ela era transparente. Não havia mais sugestão. Havia revelação.
A pele de Jenny aparecia, macia e clara. A curva dos seios pequenos, se desenvolvendo, perfeitos. E os mamilos pequenos, de anatomia invertida, recuados como botões de rosa prestes a desabrochar. Jenny riu, sentindo a água, sentindo o olhar dele, sentindo-se exposta e adorando cada segundo.
Ela respondeu a Bernardo com um aceno de cabeça. Sim. Ela queria mais.
Bernardo sorriu. Derramou mais água sobre a blusa dela.
Ela riu aquele riso tímido, quase nervoso e ele também riu, acompanhando. Mas os olhos de Bernardo já haviam mudado de foco. A brincadeira era boa, mas o que realmente o mantinha ali era o corpo dela. Os seios dela, especificamente.
Ele já estava excitado antes. Como não estar? A blusinha apertada, um tamanho menor, já marcava cada curva, já deixava os mamilos pequenos e invertidos desenhados sob o tecido. Já era uma provocação.
Agora, com a blusinha molhada grudada na pele como uma segunda pele, completamente transparente ela não era mais uma provocação. Ela era a fantasia sexual realizada de um pervertido.
Jenny estava no colo dele. Só de calcinha. Só com aquela blusinha molhada.
Bernardo deu um beijo demorado em seu pescoço lábios quentes, hálito macio, uma pressão que durou mais do que um beijo inocente deveria durar. O corpo de Jenny se arrepiou inteiro. Ela sentiu cada pelo se eriçar, cada ponto da pele reagir. E Bernardo sentiu também. Sentiu e sorriu contra o pescoço dela.
— Tá com frio? — a voz dele veio num tom de inocência quase perfeita. Quase. Porque havia um brilho nos olhos quando ele se afastou, uma curva nos lábios que entregava a perversão escondida. — Ficou com o corpo todo arrepiado.
Jenny acenou. Sim. Frio. Era isso. Fazia frio naquele dia, e ela estava molhada, e o vento gelado entrava pela janela. Fazia sentido o corpo tremer.
Fazia?
Porque havia outro calor. Um calor que não vinha de fora, mas de dentro. Um calor que se acumulava na calcinha que estava molhada, empapada, grudenta e Jenny sabia, no fundo do peito, que aquela umidade não tinha nada a ver com a água que Bernardo havia jogado em sua blusa.
Ela não disse nada. Apenas acenou novamente, os olhos semicerrados, o corpo dividido entre o frio da pele e o fogo que ardia entre as pernas.
— Acho que você tá com frio mesmo — Bernardo disse, a voz séria, os olhos brilhando de malícia escondida. — Olha como seus mamilos estão ficando durinhos.
Ele assoprou.
Um sopro leve, controlado, direcionado exatamente sobre os bicos dos seios de Jenny. O ar fresco atravessou o tecido molhado e atingiu a pele sensível como uma pequena provocação elétrica.
Jenny gemeu.
Foi um gemido fino, baixo, quase um choramingo e saiu antes que ela pudesse pensar em segurá-lo. Seus olhos se arregalaram por um segundo, surpresa do próprio corpo. Ela não esperava aquilo. Não esperava que um simples sopro pudesse arrancar um som tão íntimo dela.
Mas seus mamilos eram sensíveis. Sempre foram. E Bernardo, com aquele jeito de quem já sabia de tudo, acabara de descobrir uma chave importante do corpo de Jenny.
— Viu? — ele sussurrou, com um sorriso. — Tá vendo como você está sensível?
Jenny apenas acenou, sem fôlego para responder.
Ele soprou de novo. Jenny gemeu um gemido que ela já não tentou esconder. As coxas se apertaram, o clítoris pulsou, e a umidade entre suas pernas aumentou mais um pouco.
— Acho melhor tirar essa blusinha molhada — a voz de Bernardo desceu uma oitava, ficou mais grossa, mais próxima. — Tá frio, né?
O indicador dele tocou o mamilo dela. Um dedo apenas. Um movimento lento, de baixo para cima, acariciando a ponta sensível que endureceu ainda mais sob o toque.
— Melhor tirar, né?
A pergunta era doce. Quase carinhosa. Mas havia um sorriso nos lábios dele, um brilho nos olhos que entregava a verdade ele já havia decidido. A pergunta era uma formalidade. Uma falsa ilusão de que Jenny ainda tinha algum poder de escolha.
Ele continuou acariciando o mamilo passando o dedo de baixo para cima, uma, duas, três vezes enquanto esperava. O mamilo ficava mais duro a cada passada, mais latejante, mais sensível.
"Diz sim", o toque dele parecia sussurrar. "Diz sim, porque você quer."
Jenny demorou. O pedido de confirmação ficou pendurado no ar, e ela estava atordoada. A brincadeira com água era leve, inocente. Ela não esperava que fosse tomar aquele rumo. A mudança foi brusca, e Jenny estava tonta, confusa, o coração disparado entre o que a timidez dizia e o que o corpo queria.
Mas o corpo, mais uma vez, venceu.
Ela acenou.
Bernardo parou o movimento do dedo por um segundo, apenas para sorrir.
— Boa garota — ele sussurrou.
Bernardo puxou a blusa molhada. O tecido grudento se soltou da pele com um som úmido. Jenny levantou os braços sem pensar, apenas ajudando a blusa subiu, passou pela cabeça, e os pequenos seios, quase planos apenas com uma pequena curvatura dela ficaram livres.
O ar gelado tocou os mamilos já endurecidos. Bernardo sorriu. Um sorriso profundo, de satisfação pura. Através da bermuda, seu pênis marcava volume, duro, pulsando contra o tecido. Jenny sentiu aquela dureza contra a própria bunda e algo mudou dentro dela.
A insegurança veio como um soco. Rápido. Silencioso. Cruel.
Uma vergonha súbita. Jenny cruzou os braços na frente do corpo, cobrindo os seios, apertando-os contra si como se quisesse fazê-los desaparecer.
— Não, não, linda — a voz de Bernardo cortou o momento. Macia. Calma. Mas com uma firmeza que não aceitava negativa. — Deixa eles assim.
As mãos dele envolveram os braços dela e os abriram devagar, com cuidado, como quem desembrulha algo precioso. Os braços de Jenny cederam. Os seios pequenos ficaram novamente expostos, os mamilos duros apontando para ele.
— Assim — ele disse, os olhos percorrendo cada centímetro da pele dela. — Agora sim.
Jenny não disse nada. O coração disparado, a respiração presa, o corpo dividido entre o desejo de se cobrir de novo e a estranha sensação de querer ser vista.
Bernardo não esperou. Não perguntou. Apenas baixou a cabeça e abocanhou um dos seios de Jenny.
A boca quente encontrou o mamilo pequeno, e ele gemeu um som baixo, gutural, de satisfação imediata. Sentiu a pontinha dura contra a língua e a sugou como quem prova algo que sempre desejou.
Jenny gemeu alto. O som ecoou na sala mais livre, mais solto do que qualquer gemido que ela havia soltado antes. Foi como se aquela sucção tivesse aberto uma comporta. Sua mão voou para os cabelos de Bernardo, os dedos se enrolando nos fios, apertando, puxando.
— Isso — ele murmurou contra a pele, sem parar de sugar.
Bernardo sugou mais forte. Sons molhados, úmidos preenchiam o ar. Cada sucção arrancava um gemido diferente de Jenny. Mais agudo. Mais ofegante. Mais entregue.
No colo dele, ela se mexia, os quadris rebolando sem controle, a calcinha cada vez mais molhada, o clítoris pulsando em sintonia com a boca dele em seu peito.
Bernardo a tomou nos braços. Firmes. Quentes. Ele a trouxe contra seu peito, e o corpo de Jenny se encaixou ali como se sempre tivesse pertencido àquele lugar.
As pernas dela subiram sozinhas, envolvendo a cintura dele. Um movimento instintivo. E o centro molhado de Jenny quente, úmido, pulsando encontrou a rigidez que se escondia por baixo da bermuda. Mesmo através do tecido, o contato fez os dois prenderem a respiração.
Bernardo a beijou. A boca dele desceu sobre a dela com fome, a língua invadindo, explorando, tomando posse. Jenny não tentou acompanhar o ritmo ela apenas se entregou. A boca dele comandava, e o corpo dela seguia. Macio. Entregue. Seu.
Bernardo se afastou só o suficiente para puxar a bermuda. O tecido desceu, e o pau duro saltou para fora livre, pesado, latejando. A rigidez agora estava exposta, a poucos centímetros do calor úmido de Jenny.
A glande roçou o tecido da calcinha molhada de Jenny, e os dois estremeceram juntos.
Não havia mais nada entre eles além de um pedaço fino de tecido.
Bernardo voltou a chupar os peitos de Jenny. A boca dele se fechou em volta do mamilo pequeno, e a sucção foi forte, molhada, faminta.
Jenny gemeu. Dessa vez, o som escapou sem filtro alto, aberto, quase um grito. Ela fechou os olhos, os dedos se enterrando nos cabelos dele, pressionando-o contra seu peito. Amava aquilo. Amava ter os seios chupados, amava a forma como ele a devorava.
Lá embaixo, o corpo dela se movia sozinho. A buceta molhada roçava contra o pau duro de Bernardo o tecido fino da calcinha era a única coisa entre os dois. A cada roçada, um arrepio percorria a espinha de Jenny.
Ela não pensou. Apenas agiu.
A mão de Jenny desceu e encontrou o pau dele. Os dedos envolveram a rigidez, sentindo a textura, a temperatura, a dureza. O membro pulsava contra sua palma vivo, quente, firme.
— Caralho — Bernardo gemeu contra o peito dela, a voz abafada. — Tão molhadinha.
Jenny não respondeu. Apenas apertou a mão em volta dele, sentindo cada centímetro daquele pau duro que logo estaria dentro dela. Massageou a ponta com o polegar. Senti o líquido quente e escorregadio. Desceu a mão até a base, apertou firme, soltou, subiu de novo.
(Eu sei como posso concluir a história dessa maneira, no entanto, conforme mencionei anteriormente, trata-se apenas de esboços de histórias, fragmentos de cenas que imaginei, mas não consegui expandir. A origem deste conto surgiu de uma única imagem uma garota sentada no colo de um cara com a camiseta molhadinha e ele brincando com os mamilos dela, eu amo estímulo nos mamilos 🤤. Deixe nos comentários seu contato para a gente conversar mais)
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