Fã de asmr sexual satisfatória
Mia tem um vício em vídeos de asmr, principalmente na criadora de conteúdo cheree
Mia ouviu o som antes de ver a tela.
Bling.
A notificação vibrou no silêncio do quarto um som baixo, grave, que percorreu a mesa de cabeceira e encontrou seus dedos antes mesmo que ela pensasse. Ela pegou o celular. A tela acendeu: ChereeAsmr postou um novo vídeo. Exclusivo para assinantes.
Cheree uma linda garota de 14 anos tem 1,56 de altura pequena, compacta, do tipo que cabe inteira no colo de alguém, que pode ser erguida sem esforço e envolvida por inteiro. Seu rosto de formato oval tem traços suaves, pele clara como porcelana e bochechas levemente rosadas um rubor natural que se intensifica quando ela está excitada; seus olhos claros carregam uma expressão serena, quase sonhadora, que contrasta de forma deliciosa com o que ela faz na cama, e seus lábios de tom rosado natural têm o hábito de morder o de baixo, um gesto pequeno que endurece o mamilo de quem assiste. Seu cabelo é longo, de um loiro acobreado, com textura ondulada que se espalha pelo travesseiro como fios de cobre derretido. A cintura é fina tão fina que duas mãos quase se encontram ao abraçá-la a barriga é plana e lisa, e da cintura para baixo explode a bunda: grande, redonda, firme, do tipo que balança quando ela anda, que preenche as mãos de quem agarra, que merece ser observada de joelhos. Da cintura para cima, os seios são pequenos pp, como ela mesma diz sem vergonha, mas perfeitos: pele macia, mamilos rosados que endurecem ao menor toque, ao menor sopro, pequenos botões que cabem inteiros na boca de alguém. Cheree é pequena, mas não é frágil; há firmeza nela nos músculos das coxas que se tocam quando ela fecha as pernas, deixando um espaço íntimo entre elas e há uma consciência do próprio poder, um saber que sua beleza não é a beleza padrão das loiras altas e peitudas, e é exatamente isso que a torna magnética, o tipo de mulher que faz os homens se sentirem grandes e as mulheres desejarem ser pequenas como ela.
O coração de Mia deu um pulo um som surdo no peito, uma aceleração que ela já conhecia bem.
Ela já conhecia aquele ritual. Os fones de ouvido o encaixe macio nas orelhas, o isolamento do mundo lá fora. O volume baixo no início, para sentir o sussurro chegando devagar, como uma onda que começa longe e se aproxima. O silêncio do quarto sendo preenchido por aquela voz a voz de Cheree, macia, íntima, como se estivesse falando diretamente no seu ouvido, a poucos centímetros do seu tímpano.
Os vídeos dela não eram como os outros ASMRs. Não eram para dormir. Não eram para relaxar com o som de chuva ou de páginas sendo viradas. Eram vídeos sensuais sexualmente satisfatórios, Mia pensava, e o termo cabia perfeitamente.
A voz sussurrada de Cheree preenchia os fones como um segredo quente um chiado baixo a cada consoante, um sopro a cada vogal. As imagens mostravam o suficiente para atiçar a imaginação. E pessoalmente ver aquela performance sexual, ao mesmo tempo que a excitava, lhe dava uma sensação calmante. Era como se o prazer e a paz habitassem o mesmo espaço. Sua calcinha ficava encharcada, e a mente, calma.
E havia a calma. A calma de quem não tem pressa. De quem sabe que o prazer está no caminho, não apenas no final.
E havia o proibido. Porque muitos vídeos não eram só Cheree. Eram Cheree e Davi. O seu pai, o tabu era a assinatura deles.
Mia pegou o celular. A tela acendeu, e a notificação estava lá: Conteúdo exclusivo para assinantes: "A visita do papai" — Cheree e Davi.
Mia já conhecia o ritual. Fones de ouvido os bons, os que isolavam o mundo lá fora, deixando apenas o sussurro. Volume médio, para sentir a respiração de Cheree perto da orelha, como se ela estivesse ali, ao seu lado, deitada na mesma cama. E o vídeo rodando na tela, as imagens se movendo em câmera lenta. Mia pagava para ter aquele conteúdo exclusivo o que não era para todo mundo, o que poucas viam eram fiéis.
Ansiosa, o coração acelerado, os dedos levemente trêmulos, Mia deu play no vídeo.
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O vídeo começa com a câmera no ponto de vista do homem. A visão do pai.
A porta range baixo ao abrir. O som é seco, de madeira velha, e ecoa no silêncio do quarto escuro. A única luz vem de um abajur rosa no canto, tingindo o ambiente com um tom quente e clandestino.
Os passos do homem são silenciosos o tapete abafando cada pisada. Mas a respiração dele é pesada, controlada. Um chiado baixo a cada inspiração, um sopro a cada expiração. O espectador ouve tudo nos fones.
O pai chega à cama.
A adolescente está de bruços, dormindo. O lençol branco cobre parte do corpo dela, mas a curva da bunda se desenha sob o tecido. A mão do homem entra em quadro. Os dedos puxam o cobertor devagar.
O som do tecido deslizando é macio, prolongado, quase um sussurro contra o silêncio.
O corpo dela é revelado.
Ela veste uma calcinha pequena, rosa clara, que mal cobre as nádegas a parte de baixo fica exposta, redonda, macia, vulnerável. O top é do mesmo tom, um tamanho menor, cobrindo apenas os seios pequenos e marcando cada curva. A pele dela parece macia sob a luz rosa.
A câmera percorre o corpo lentamente. A nuca exposta. As costas nuas. A cintura fina. A bunda redonda.
O olhar do homem desce.
Os pés dela estão descalços, as unhas pintadas de branco, brilhando sob a luz do abajur. Ele se abaixa. A mão dele toca um dos pés..
O som é macio — pele contra pele, um deslizar baixo que o espectador sente na própria pele.
Ele acaricia a sola do pé de Cheree com o polegar, devagar, sentindo cada textura, cada curva. Os dedos dele deslizam entre os dedos dela, um por um. Uma carícia íntima, silenciosa.
Ele leva o pé ao rosto.
Inala.
A respiração dele fica mais profunda — um som longo, quente, que preenche os fones. O pai cheira a pele dela, o perfume, o cheiro íntimo do pé adormecido.
Depois, ele beija.
Os lábios tocam o peito do pé num som úmido e baixo. Ele beija cada dedo, devagar um beijo, outro beijo, outro enquanto a mão livre segura o calcanhar dela, firme mas delicado. O som dos beijos é molhado, íntimo, quase obsceno no silêncio do quarto.
Cheree não acorda.
Ou talvez finja que não.
O pai segura o pé pequeno dela adolescente com ambas as mãos as unhas brancas brilhando sob a luz rosa do abajur. Ele levanta o pé devagar, com cuidado, como se fosse algo precioso e proibido ao mesmo tempo.
E o leva até o próprio pau.
O membro ainda está escondido pelo moletom o tecido macio e grosso esconde o volume, mas não a rigidez que já começa a se formar. Ele esfrega a sola do pé dela contra o pênis, pressionando o pé macio e delicado contra o tecido, movendo-o para cima e para baixo, como se estivesse se masturbando com o pé adormecido da filha da.
O som é baixo o atrito do pé contra o moletom, o tecido roçando a sola macia. O homem respira forte, o peito subindo e descendo, mas ele se esforça para fazer o mínimo de barulho. A respiração sai por entre os dentes, um chiado controlado, quase silencioso.
Ele não quer acordá-la.
Não ainda.
O pau endurece completamente sob o tecido. Ele sente cada pulsação, o sangue preenchendo o membro, a rigidez latejando contra a sola do pé de Cheree. A pele macia do pé tão delicada, tão vulnerável pressiona seu pau através do moletom, e ele geme baixo, quase sem som, apenas um ar que escapa.
Ele abaixa o elástico do moletom.
O som é seco, pequeno o elástico soltando contra a cintura. O homem puxa o tecido para baixo devagar, libertando o pau. A cabecinha surge primeiro, brilhante, pulsando.
Finalmente, ele sente.
Pele contra pele.
O pé de Cheree macio, quente, delicado toca diretamente o pau dele. Não há mais tecido entre eles. A sola do pé desliza pelo comprimento do membro, e a sensação faz o homem prender a respiração.
Deslizar.
O som é úmido, macio, íntimo. Ele pressiona o pé contra o pau, movendo devagar, sentindo cada centímetro da pele do pé contra a pele quente e dura do pênis.
É maravilhoso.
O pensamento ecoa na mente dele e na mente de quem assiste. O conto pele com pele, o prazer proibido, a vulnerabilidade de Cheree que dorme enquanto o pai se masturba com o pé dela.
A câmera (o olhar dele) foca no pé as unhas brancas, os dedos pequenos, a curva do peito do pé pressionando a cabecinha. O movimento é lento, rítmico, quase hipnótico.
A respiração do homem acelera. Ele está perto.
Cheree ainda dorme.
A cabecinha do pau do padrastro brilha sob a luz rosa.
O pré-gozo escorre um fio grosso, transparente, quente e algumas gotas caem no pé delicado da filhinha. O líquido toca a pele macia entre os dedos pintados de branco.
O som é baixo, úmido, quase imperceptível mas nos fones de quem assiste, é um convite.
Cheree se mexe no lençol.
— Hhm… papai?
A voz dela sai como um sussurro rouca, arrastada, a língua ainda pesada de sono. O som é quente, íntimo, como se ela estivesse falando diretamente no ouvido do espectador.
O homem congela. A respiração suspensa por um segundo.
— Shh, linda. Sou eu.
A voz dele é baixa, controlada, macia um sussurro que acalma e provoca ao mesmo tempo. O som vibra contra o travesseiro.
Cheree pisca. Os olhos ainda turvos. A confusão estampada no rosto.
— A mamãe já dormiu?
A pergunta vem perdida, ingênua. Mas enquanto fala, ela sente. A dureza contra o pé. A mão dele segurando seu tornozelo. O pau quente e latejante pressionando sua sola.
— Sim. A gente já pode brincar.
A voz dele muda. O tom provocativo. Um sorriso que se ouve.
Cheree sorri.
O som do sorriso não está nos lábios está no jeito como a respiração dela muda, como o ar que escapa é mais solto, mais quente.
Ela empurra o pé contra o pau grosso dele.
A sola desliza pela haste. O som é macio, úmido, rítmico.
Ela esfrega o pé contra a carne devagar no início, depois mais firme. O pré-gozo lubrifica o atrito, e o som fica mais molhado a cada movimento.
A respiração dos dois se mistura.
O pai respira fundo uma inalação rouca, um chiado que preenche os fones.
Cheree responde com um aaah baixo, quase um gemido contido, o ar escapando por entre os lábios entreabertos.
O pé dela desliza para cima, pressiona a cabecinha, desce pela glande, sobe de novo.
Os sons se sobrepõem.
— Assim… linda. Isso.
A voz do pai sai trêmula, ofegante, sussurrada o som das palavras se misturando com a respiração, quase incompreensível, mas quente como um segredo.
O pé de Cheree acelera. Os dedos dela se abrem e fecham, tentando abraçar a grossura.
O pré-gozo escorre mais molhando o pé dela, molhando os dedos, molhando a mão dele.
E a câmera foca no pé as unhas brancas, o líquido brilhando na pele, a cabecinha vermelha sumindo e aparecendo entre os dedos enquanto os sons da respiração e do atrito preenchem o silêncio da noite.
— Esse pezinho tão lindo vai fazer o papai gozar.
A voz do homem sai pesada, um sussurro rouco que vibra contra a pele do pé dela. Cada palavra é um sopro quente, um chiado baixo que preenche os fones de quem assiste.
Sshhh. Tão boa. Pro. Papai.
Cheree não hesita.
— Quero que o papai goze.
A voz dela é um sussurro sensual, a língua roçando o céu da boca em cada sílaba. Um som molhado, íntimo, que se mistura com a respiração.
— Fiquei o dia todo querendo fazer você gozar.
Ela esfrega o pé mais rápido.
O atrito acelera. O som fica mais úmido, mais rítmico, mais desesperado.
A respiração do homem falha. Uma inalação rouca, um chiado preso na garganta.
— Tô… quase…
O pé dela pressiona a cabecinha, desliza pela glande.
Ele goza.
O primeiro jato de sêmen atinge o peito do pé um som baixo, úmido, líquido.
O segundo jato escorre entre os dedos, molhando as unhas brancas.
O terceiro jato desce pela sola, pingando no lençol com um som macio e quente.
O homem geme um som gutural, abafado.
O pau pulsa. Cada pulsação é um novo fio de esperma escorrendo, um novo som líquido no silêncio do quarto.
Cheree mantém o pé pressionado. Os olhos dela acompanham o sêmen descendo pela pele branco, grosso, quente.
— Guardei o dia inteiro para isso — ele sussurra, a voz cansada, satisfeita.
Ela sorri. O pé dela ainda está pressionado contra o pau amolecido.
— Eu sei, papai. Eu sei.
O silêncio volta. Apenas a respiração dos dois. O som do sêmen escorrendo devagar pelo pé dela um fio fino, quente, descendo entre os dedos.
A luz rosa do abajur ilumina as unhas pintadas de branco, agora cobertas de esperma.
A câmera foca ali.
— Minha princesa é perfeita. Tão obediente.
A voz do pai é baixa, quente um sussurro que escorre como mel na escuridão. Cada palavra é um sopro.
Sshhh. Perfeita. Obediente.
Cheree sorri. O tom dela é travesso, um brilho molhado nos lábios.
— Eu quero fazer meu papai feliz. E meu papai fica muito feliz quando eu faço ele gozar.
A última palavra gozar é sussurrada com a língua tocando os dentes. Um som molhado, íntimo, obsceno.
O homem a puxa devagar.
— Princesas que fazem o papai feliz merecem recompensa.
Ele abre as pernas de Cheree.
O movimento é lento. Os joelhos se separam. Os quadris se abrem. A calcinha rosa fica exposta.
Zoom.
O centro da calcinha está encharcado. Uma mancha escura, molhada, brilhando sob a luz rosa. O tecido fino colado na pele revelando a fenda, revelando o desejo que escorre.
A mão grande do pai entra no quadro.
Pele áspera. Mão calejada. O contraste com a coxa lisa de Cheree é brutal.
Ele desliza a mão pela coxa dela.
A palma áspera roça a pele macia com um som seco e quente.
A mão sobe. Devagar. Até chegar à bucetinha coberta.
O polegar pressiona o clítoris dela através do tecido molhado.
Cheree treme. O corpo arqueia. O gemido escapa agudo, solto.
— Aaah, papai!
O som preenche o quarto.
A mão dele tampa a boca dela.
O som é seco, rápido a palma calejada contra os lábios macios.
— Shhh, princesa.
A voz dele é um sussurro urgente, quente contra a orelha.
— Não queremos que a mamãe acorde.
Cheree respira contra a mão dele. Ofegante. Os olhos arregalados.
O polegar ainda pressiona o clítoris.
Movimentos circulares. Lentos. Calculados. O tecido molhado desliza contra o clítoris inchado.
Os sons que escapam são abafados.
Gemidos contidos. Desesperados. Vibrando contra a palma dele.
No quarto escuro, eles se escondem.
O segredo proibido é uma sombra que os envolve. Cada sussurro é medido. Cada gemido é abafado. Cada prazer é calculado para não fazer barulho.
Os sons perversos não podem escapar daquele quarto.
O polegar acelera.
Pressiona mais forte.
O corpo de Cheree treme. A mão dela agarra o pulso dele não para empurrar, para se segurar.
O pai sussurra contra a orelha dela:
— Vai gozar para o papai, princesa. Goza quietinha. Sem fazer barulho.
Cheree fecha os olhos.
O corpo se prepara.
O clítoris pulsa sob o tecido.
Ela está no limite.
O polegar do pai pressiona o clítoris de Cheree através do tecido encharcado. O círculo lento, molhado, faz o corpo dela tremer os quadris se movendo sozinhos, buscando mais pressão, mais contato, mais.
Ela está perto. O rosto dela diz tudo: os olhos semicerrados, os lábios entreabertos, a respiração presa.
Mas a mão dele para.
O polegar afrouxa. O movimento cessa.
Cheree abre os olhos, confusa. O corpo ainda pulsa, o clítoris lateja pedindo o toque que foi tirado.
— Não, princesa. Não pode gozar agora.
A voz do pai é séria. Baixa. O tom não admite negociação. Exige obediência mesmo no sussurro, mesmo na escuridão.
Cheree prende a respiração. Os olhos dela encontram os dele. Há um segundo de dúvida e depois, uma entrega. Ela acena.
—Sim, papai.
A mão do homem desce. Os dedos grossos encontram a lateral da calcinha rosa. Ele puxa o tecido para o lado.
O som do tecido deslizando molhado, macio e íntimo.
Cheree levanta os quadris para ajudar. O gesto é automático, obediente. A calcinha desce pelas coxas, e ela a tira completamente.
Mas antes que o tecido se afaste um detalhe.
Um pequeno fio de lubrificação ainda conecta a calcinha à buceta dela.
Transparente, brilhante, quente — a prova física do deseito que escorre, que não quer se soltar. O fio estica, afinando, até que se rompe.
O som é baixo, úmido, quase inaudível mas nos fones de quem assiste, ecoa como um segredo revelado.
A calcinha cai no chão. Cheree está completamente exposta agora. A buceta inchada, os lábios vaginais brilhando de excitação, o clítoris pulsando à mostra.
O pai não perde tempo.
O polegar dele volta ao clítoris, mas agora não há tecido entre eles.
Pele contra pele.
O contato direto potencializa tudo. O polegar áspero, calejado, pressiona diretamente o botão sensível. A pele macia e quente da vulva recebe o toque sem barreira.
O homem faz movimentos lentos e circulares.
O som é mais molhado agora não há algodão para abafar. É pele contra pele, lubrificação escorrendo, dedo deslizando direto no clítoris inchado.
Cheree geme baixo. O som escapa por entre os lábios, um gemido abafado, quase um choro de prazer.
— Papai… isso é tão bom…
A voz dela é um sussurro falhado, as palavras se quebrando no meio.
— Hmm… papai… tão…
O polegar acelera um pouco. Círculos perfeitos, pressionando no ponto exato. O corpo de Cheree se arqueia, os quadris subindo em direção à mão dele.
Ela quer mais. O corpo dela pede mais.
Mas ele controla o ritmo. Ele decide quando. Ele decide quanto.
— Quietinha, princesa — ele sussurra, a voz quente contra a orelha dela. — Você goza quando eu deixar.
O polegar não para.
O clítoris pulsa sob o dedo. O corpo da adolescente treme. O gemido fica preso na garganta, solto em pequenos hmm abafados.
Cheree não consegue segurar.
O corpo dela se contrai uma onda que começa no clítoris e se espalha pelo ventre, pelos quadris, pelas coxas. O orgasmo sobe como um choque elétrico, inevitável, violento.
Ela enterra o rosto no travesseiro.
A boca se abre num grito que não pode sair e os dentes afundam no tecido, mordendo o algodão para abafar o som.
Mm
O gemido é abafado, mas ainda assim é auditável uma voz fina, aguda, que escapa pelas fibras do travesseiro. Um som de quem está sendo desmontada por dentro.
Mm Mm Mm.
O corpo dela treme espasmos pequenos, rápidos, que sacodem os ombros, os quadris, as pernas. Os dedos dos pés se curvam. As mãos agarram o lençol.
O pai observa. A câmera captura tudo o corpo de Cheree se contorcendo, os olhos fechados, a boca mordendo o travesseiro, o rubor que sobe pelo peito.
— Linda… tão linda.
A voz dele é baixa, quente, um sussurro cheio de admiração e posse. O elogio escorre como o líquido que ainda escorre dela.
Mas ele não dá trégua.
O pai se move. O corpo desce na cama, a boca dele se aproxima do clitóris inchado e pulsante ainda tremendo do orgasmo que acabou de passar.
Ele a abocanha.
Não espera. Não permite que ela se recupere. A boca quente envolve o clitóris sensível, os lábios sugam devagar, a língua pressiona a ponta latejante.
O som é úmido, direto a boca dele no líquido que ainda escorre.
Cheree não esperava.
O corpo dela se arqueia de novo com um choque novo em cima do choque antigo, a hipersensibilidade transformando o toque em algo quase insuportável, mas profundamente prazeroso.
— Aaah… papai… não dá… — ela sussurra, a voz falhando.
Ele não para.
A língua desliza pelo clitóris, lambendo o líquido que escorre o próprio orgasmo dela, o gosto do prazer que ele acabou de dar. O pai lambe devagar, com vontade, como quem está saboreando cada gota.
O som preenche o quarto escuro a boca dele na buceta dela, o líquido escorrendo, a língua deslizando pela fenda.
Cheree geme. O som é solto agora, sem vergonha a voz fina, aguda, se misturando com o da boca dele.
A mão dela agarra os cabelos dele. Não para empurrar para segurar. Como se ela fosse flutuar se soltasse.
O pai lambe mais fundo. A língua entra nela, provando o interior, sentindo a textura, o calor, o gosto.
— Papai… — ela sussurrando a voz trêmula.
Ele ergue os olhos. A boca ainda está nela. O olhar encontra o dela.
— Você é tão doce, princesa.
A voz dele vibra contra o clitóris.
Cheree fecha os olhos. O corpo se entrega.
E a câmera foca no rosto dela os lábios entreabertos, os olhos marejados, a expressão de quem já não sabe onde termina o prazer e começa a entrega.
O pai está duro novamente.
O pau lateja na mão dele a cabecinha rochada, brilhante, o pré-gozo escorrendo pela haste. Ele segura a base com firmeza, posicionando-se no meio das pernas abertas de Cheree.
Ela está exposta. Os lábios vaginais brilhando de excitação, o grelhinho inchado, a entrada pequena e úmida pulsando à espera.
Ele dá umas batidinhas com o pau na buceta dela — tap, tap, tap — três vezes. O som é baixo, úmido, quase uma provocação.
O pau toca o clitóris.
O pau desliza pelos lábios vaginais.
A ponta pressiona a entrada.
Ele aperta a ponta do próprio pau um gesto rápido, quase nervoso como se precisasse se controlar para não entrar rápido demais.
Depois, ele desliza a cabecinha pelos lábios vaginais dela.
O som é molhado, macio a ponta do pau percorrendo a fenda de baixo para cima, molhando a cabecinha no líquido quente que escorre dela.
E então ele entra.
Devagar.
A câmera foca no momento exato a cabecinha pressionando a entrada pequena, os lábios vaginais se abrindo para recebê-lo, a pele esticando para acomodar a grossura.
Milímetro por milímetro.
O pau grosso invade a buceta pequena e apertada.
A câmera não desvia. O foco é absoluto o membro desaparecendo devagar dentro dela, a pele dele roçando a pele dela, os lábios vaginais abraçando a base.
A intenção é clara: dar ênfase. Mostrar como aquele pau grosso estica aquela buceta pequena. Mostrar cada centímetro da invasão.
Cheree geme o som é abafado, o rosto ainda enterrado no travesseiro.
HhMm.
Ela sente o pau entrando devagar. Ele não se apressa. Cada milímetro é uma nova sensação, uma nova descoberta. Ela sente a cabecinha ultrapassando a entrada, sente a haste grossa esticando as paredes internas, sente a base finalmente encostando na sua vulva.
Ele entra em etapas.
Milímetro.
Milímetro.
Milímetro.
A cada avanço, o êxtase dela cresce. O corpo se arqueia, os dedos agarram o lençol, a boca morde o travesseiro.
— Aa… papai…
O gemido escapa, baixo, agudo, molhado.
O pai para por um segundo. A mão dele encontra o rosto dela, os dedos afastam os cabelos do rosto.
— Shh, linda. Fala baixinho.
O sussurro é quente, paciente, mas firme. Uma correção suave.
Cheree acena. Os olhos marejados encontram os dele.
— Desculpa, papai.
A voz dela é um sussurro agora controlado, obediente, íntimo.
Ele sorri.
E empurra o resto.
O pau entra completamente. A base encosta na buceta dela, os lábios vaginais abraçam o membro, e ele fica ali fundo, pulsando, preenchendo cada centímetro dela.
A câmera foca no ponto de união. O pau enterrado. A pele dele contra a pele dela. O clitóris de Cheree pressionado contra a base do membro.
O pai arrasta o polegar pelos lábios vaginais molhados um movimento lento, quase carinhoso. O polegar desliza pela fenda, sentindo a textura, o calor, a forma como os lábios abraçam o pau dele.
Depois, o polegar sobe. Encontra o clitóris. Acaricia movimentos circulares, leves, enquanto o pau permanece enterrado dentro dela.
Chuá. Chuá.
Cheree suspira. O corpo relaxa.
— É gostoso sentir o pau do papai dentro? — ele sussurra. A voz é baixa, quente, a pergunta feita contra a orelha dela.
— Sim… muito.
A resposta vem num sopro honesta, rendida, molhada.
O polegar dele ainda acaricia o clitóris. O pau ainda está enterrado, pulsando.
— Papai também gosta muito de sentir minha princesinha. Tão apertadinha.
A voz dele é um sussurro de admiração e posse; cada palavra uma carícia.
Cheree fecha os olhos.
— Papai… eu quero fazer o senhor feliz.
A fala é pequena, quase infantil mas carregada de um desejo que não tem nada de infantil.
O pai beija a testa dela. Demorado. Macio.
— Você já está fazendo, linda.
A voz dele é um sussurro que preenche o silêncio.
— Obediente. Dando prazer com esse corpinho lindo. Me fazendo gozar.
Cada palavra é um estímulo. Cada elogio é uma fantasia alimentada.
O diálogo não é apenas para eles é para o espectador. Para quem está assistindo com os fones enterrados nos ouvidos, a mão entre as pernas, a calcinha encharcada.
Falas para fetiche. Falas para atiçar. Falas para fixar na mente dos fãs e alimentar suas fantasias.
O pau do pai ainda está dentro dela. Pulsando. Esperando.
O polegar ainda acaricia o clitóris.
A câmera captura tudo.
Os sussurros, os gemidos abafados, o corpo de Cheree entregue, o homem que a preenche. A luz rosa do abajur desenha sombras nas paredes escuras, molda os corpos num tom quente e proibido.
O pai começa a se movimentar.
Entrando. Saindo. Ritmado.
O pau desliza devagar no início uma exploração, uma adaptação. O som é úmido, macio, cada movimento um som baixo que se perde no travesseiro.
Cheree morde o lábio. Os olhos dela estão fixos nos olhos dele, e há um brilho ali cúmplice, provocador.
— Tá gostoso, papai? — ela sussurra, a voz um fio de ar.
— Muito, princesa. Muito.
A resposta vem num sopro, a testa dele encostada na dela. O ritmo acelera um pouco, o pau entrando mais fundo a cada estocada.
A câmera passeia. Sai da buceta sendo fodida os lábios vaginais abraçando o pau, o líquido branco do pré-gozo escorrendo pela base e sobe pelo corpo de Cheree.
Os seios cobertos pelo top rosa. Os mamilos eretos marcando o tecido fino, dois pontinhos duros que quase furam o algodão. O peito subindo e descendo, a respiração cada vez mais rápida.
O rosto dela.
O sorriso.
É um sorriso pequeno, molhado, provocador os lábios entreabertos, o olhar semicerrado, a língua roçando os dentes. Ela está provocando ele. E ele está adorando.
— Papai… — ela sussurra, prolongando a palavra. — Papai vai gozar?
O pai não responde com palavras. A resposta vem no ritmo.
Ele mete com mais frequência. Mais forte.
O som acelera. O pau entra e sai rápido, a buceta apertada abraçando cada centímetro, a lubrificação escorrendo pelas coxas dela.
Cheree já não consegue mais sussurrar. O gemido escapa em pequenos hhmm bafados, o rosto enterrado no ombro dele, os dentes mordendo a própria pele para não gritar.
Ele está perto.
O pau pulsa dentro dela o aviso que o corpo dá antes do orgasmo.
Ele empurra fundo.
Enterra até a base. Não sai. Fica ali, pulsando dentro dela, enquanto o gozo sobe.
O primeiro jato de sêmen sai quente, direto no fundo da buceta de Cheree.
Ela sente. O líquido grosso invadindo o interior, preenchendo o espaço que o pau já ocupava. O corpo dela se contrai em volta do membro, um espasmo involuntário que aperta o pau dele.
Ele goza mais.
Segundo jato. Terceiro. Quarto.
O sêmen escorre pelo pau, escorre para fora da buceta, escorre pelas coxas dela, brilhando sob a luz rosa. Mas ele não sai. O pau continua enterrado, esperando o último jato sair.
Cheree geme um som baixo, agudo, prolongado sentindo o sêmen entrando dentro, sentindo o pau pulsar, sentindo o gozo quente escorrer pelas paredes internas.
Os sons são pequenos, líquidos, íntimos.
O pai respira fundo, o peito colado no dela. A testa suada. A mão afrouxando nos quadris dela.
— Princesa… — a voz dele é um sussurro cansado, satisfeito — como eu te amo quando você fica assim.
Cheree sorri. O braço dela envolve o pescoço dele, os dedos deslizando pelos cabelos suados.
— Eu também te amo, papai.
As palavras são sussurradas, molhadas, verdadeiras dentro do segredo.
O pau ainda está dentro dela amolecendo agora, mas ainda preso, como se não quisesse sair.
A câmera captura o momento: os dois corpos colados, a luz rosa, o sêmen escorrendo devagar pela coxa de Cheree.
O segredo proibido continua.
A esposa dorme ao lado.
A mãe dorme ao lado.
A câmera desce.
Foca no ponto de união o pau ainda enterrado, a base pressionando os lábios vaginais inchados. O pai começa a se mover para trás. Devagar.
O pau sai.
O som é molhado, prolongado — a haste deslizando para fora, a cabecinha sendo a última a sair, os lábios vaginais se fechando devagar.
E então o sêmen escorre.
A mistura dos líquidos o gozo dele, a lubrificação dela, o suor e o esperma escorre pela vulva de Cheree, desce devagar, encontra os lençóis.
Pingos grossos, quentes, brancos, caindo no tecido claro.
A câmera captura tudo. A buceta de Cheree escorrendo. A prova do que aconteceu. A imagem que os fãs pagam para ver.
O pai sobe. O corpo dele desliza pelo dele o peito roçando os seios cobertos, o hálito quente contra o pescoço. Ele se ajeita ao lado dela, mas o olhar está em Cheree.
Ela se senta na cama.
Os dedos dela encontram a alça do top rosa. Puxam devagar.
O tecido desliza.
Os seios de Cheree ficam expostos pequenos, redondos, os mamilos ainda duros de excitação, a pele marcada pelo tecido. A visão que o vídeo guardou para o final.
Ela pega a câmera.
As mãos dela envolvem o equipamento com cuidado, como se estivesse segurando um rosto amado. Ela traz a lente até o seu rosto o rosto que agora está a poucos centímetros do espectador.
Cheree sorri.
O sorriso é íntimo, molhado, verdadeiro. Os olhos dela brilham sob a luz rosa.
Ela beija a câmera.
O som é molhado, macio os lábios dela pressionando a lente, a língua roçando o vidro por um segundo.
Ela se afasta. O sorriso ainda nos lábios. A voz vem num sussurro quente, direto para os fones de quem assiste:
— Muito obrigada por assistir.
A frase é simples. Íntima. Como se ela estivesse falando diretamente com cada espectador com Mia, com você, com todos que pagaram para estar ali.
O vídeo começa a escurecer.
A tela preta aos poucos os contornos dos corpos se perdendo na escuridão, a luz rosa sumindo, os sons se apagando um a um.
O último som é um beijo.
Baixo, macio, molhado.
E um sussurro:
— Até amanhã, princesa.
A tela fica preta.
O vídeo termina.
_____________________
Mia assiste.
Os fones enterrados nos ouvidos. A calcinha encharcada. A mente calma. O corpo em chamas.
Ela sentiu gozar só com aquele vídeo. Os fones nos ouvidos deram a intensidade cada sussurro parecia vir de dentro da sua própria cabeça, cada som molhado ecoava diretamente no seu centro. As respirações, as peles se tocando, os gemidos abafados.
Ela sentiu tudo como se estivesse na própria pele.
E as imagens ter o vídeo ali, na tela, com a adição de tudo que acontecia era o ponto chave. O estímulo visual somado ao auditivo. Ver a cabecinha escapando pela bermuda. Ver o pé sendo acariciado. Ver o pau entrando devagar na buceta pequena e apertada. Ver o sêmen escorrendo.
Foi ali que ela gozou.
O orgasmo veio sem aviso uma onda que subiu do clitóris, espalhou-se pelo ventre, desceu pelas coxas. A mão dela apertou o fone contra a orelha, como se quisesse prender o som dentro do corpo. A boca se abriu num gemido baixo que ninguém ouviu. O corpo tremeu. A calcinha ficou ainda mais molhada.
A tela do celular está escura agora. O telefone descansa no peito ofegante de Mia, subindo e descendo a cada respiração.
Ela está com os olhos fechados.
As cenas passam novamente pela sua mente um replay mental, um vídeo particular que só ela pode assistir. O pé de Cheree sendo beijado. O sussurro "shh, linda". O pau entrando devagar. O sorriso provocador no rosto dela.
Mia coloca a mão dentro da calcinha.
Os dedos encontram o tecido encharcado, escorregadio. O clitóris ainda está pulsando, sensível, pedindo mais. Ela começa a se masturbar movimentos rápidos, diretos, sem a delicadeza de antes. O segundo orgasmo vem mais rápido, mais violento, como um eco do primeiro.
O corpo se contrai. Os dedos apertam o clitóris. A respiração falha.
Ela goza de novo.
O silêncio volta. Apenas a respiração ofegante. O peito subindo e descendo. A calcinha agora não está apenas encharcada está ensopada.
Mia pega o celular novamente. Os dedos ainda estão molhados do próprio orgasmo, da lubrificação que escorre, da calcinha que ela ainda não tirou. Ela não limpa.
Começa a escrever uma mensagem para Cheree.
Os dedos deslizam pela tela, deixando rastros brilhantes no vidro.
“Cheree, eu te amo. Não é exagero. Mais um vídeo perfeito para seus fãs. A cada vídeo você consegue se superar. Sério, você me deixou derretida com o orgasmo que me proporcionou — fui ao céu e voltei. O melhor conteúdo de tabu. Maravilhoso. Vou assistir mais mil vezes. Acho que vou enviar minha calcinha gozada pra vocês hahahaha 🤤💦🤣. Te amo. Sua super fã.”
Ela relê a mensagem. Sorri sozinha no escuro. Envia.
Mia olha para o canto superior da tela. As horas.
O coração dispara, mas agora não é de excitação.
— Merda!
Ela já está atrasada. O curso de francês começa em vinte minutos. Ela ainda está deitada na cama de pernas abertas, a calcinha encharcada, o shortinho jogado no chão, o corpo mole de prazer.
Não há tempo para trocar de roupa. Não há tempo para uma calcinha nova. Não há tempo para nada.
Mia levanta da cama. As pernas ainda tremem levemente. Ela puxa o shortinho do chão o mesmo shortinho curto, o mesmo que usou o dia todo e veste por cima da calcinha molhada.
O tecido úmido roça a pele. O clitóris ainda sensível lateja ao contato.
Ela não muda de calcinha. Ela vai assim.
Mia pega o celular. Os fones. Guarda tudo na bolsa. O shortinho molhado marca um pouco o tecido externo, mas ninguém vai notar. Ou talvez notem. Ela não se importa.
Coloca os fones nos ouvidos. O aplicativo ainda está aberto. Ela não fecha. Ela volta para a playlist os vídeos de Cheree, os ASMRs sensuais, os sussurros que a acompanham.
O primeiro vídeo começa a tocar. A voz de Cheree preenche seus ouvidos como um segredo quente.
Mia sai de casa.
A calcinha encharcada. Os fones nos ouvidos. O sorriso nos lábios.
Ela vai para o curso de francês escutando seu conteúdo favorito.
(Gostaram? Pois eu amei escrever cada detalhe! Quem já me acompanha há algum tempo sabe o quanto eu sou apaixonada por ASMR e como esse universo desperta a minha criatividade.
Minha intenção com esta história era unir o útil ao agradável trazer o entretenimento de um conteúdo sexual tabu com aquela sensação de relaxamento profundo e satisfação que só o ASMR proporciona. Espero que tenham sentido cada arrepio!
Agora quero saber de vocês que acharam da história? Deixem seus comentários aqui embaixo e me contem qual foi a parte que vocês mais gostaram!)
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