#Gay #Teen #Virgem

Thiago e Felipe, uma história de amizade e amor

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Fabio M.

Felipe perde a virgindade com Thiago, e nasce um romance entre os dois adolescentes...

Eu me chamo Felipe, acabei de completar dezesseis anos e, até poucos meses atrás, achava que minha vida era bem comum. Estudava no terceiro ano do ensino médio numa escola particular de Curitiba, tirava notas decentes, jogava um pouco de futebol com os amigos nos fins de semana e vivia com a cabeça cheia de vestibular. Nada de mais. Até Thiago aparecer na minha turma no começo do ano.
Ele entrou transferido de outra escola, com aquele jeito descontraído de quem já chega sabendo que vai se dar bem em qualquer lugar. Alto, cabelo castanho escuro bagunçado do jeito certo, sorriso fácil que mostrava dentes perfeitos e um corpo de quem malhava sem exagerar — ombros largos, braços definidos, mas sem virar aqueles caras que só falam de academia. As meninas notaram na primeira semana. Os caras também, mas de outro jeito: queriam ser amigos dele.
Eu sentei ao lado dele por acaso, no dia que a professora de Biologia mandou formar duplas para um trabalho. “Pode ser?”, ele perguntou, já puxando a cadeira. Respondi que sim, meio sem graça. Não imaginava que aquilo ia mudar tudo.
No começo era só isso: dupla de trabalho. Depois virou conversa fiada na sala, troca de memes no WhatsApp, e logo a gente estava saindo pra lanchar depois da aula. Thiago era fácil de conversar. Falava de tudo — de séries, de futebol, das brigas com o pai, dos sonhos de fazer Engenharia ou talvez cursar algo na área de esportes. E eu ouvia. Sempre ouvia.
Ele era popular. Não daquele jeito babaca, mas naturalmente. As garotas riam alto quando ele contava alguma história, tocavam no braço dele, mandavam indiretas. E Thiago... bem, Thiago correspondia. Muito.
Lembro da primeira vez que ele me contou sobre uma transa. A gente estava na praça de alimentação do shopping, comendo um sanduíche depois da aula. Ele tinha saído com a Júlia, do segundo ano, no fim de semana.
— Cara, tu não faz ideia — disse ele, baixando a voz mas com os olhos brilhando. — A mina é louca. A gente foi pro carro do meu tio, que eu peguei emprestado. Começou só beijando, mas em cinco minutos ela já tava no meu colo, tirando a blusa. Peitos lindos, mano. Firmes, com um piercingzinho no mamilo que eu não esperava. Eu chupei até ela gemer no meu ouvido. Depois ela desceu, abriu minha calça e... porra, a boca dela era quente demais.
Eu ri, fingindo naturalidade, mas sentia um aperto estranho no peito. Continuei comendo o sanduíche enquanto ele descrevia cada detalhe: o jeito que ela sentou nele, os gemidos, como gozou tremendo e depois pediu pra ele gozar na boca. Eu concordava com a cabeça, fazia piada, mas por dentro algo se remexia. Inveja? Ciúme? Na hora eu não quis dar nome.
Com o tempo, as saídas viraram rotina. Íamos ao cinema, jogávamos bola no parque, estudávamos juntos na casa dele ou na minha. Ele me confidenciava tudo. As garotas, as festas, as dúvidas. Eu retribuía com minhas próprias histórias — que eram bem mais sem graça. Eu tinha beijado duas meninas na vida, nada além disso. Thiago nunca julgava. Só ouvia, dava um tapa no meu ombro e dizia: “Relaxa, mano, tua hora vai chegar”.
Mas minha hora estava demorando. Porque quanto mais tempo passava com ele, mais eu percebia que o problema não eram as garotas. O problema era ele.
Começou sutil. Reparei no jeito que ele mordia o lábio inferior quando concentrava na prova. No cheiro dele depois do treino de basquete — uma mistura de suor limpo, desodorante e algo que era só dele. No riso grave quando contava alguma merda que tinha feito. Comecei a esperar as mensagens dele. Quando o celular vibrava e era ele, meu coração acelerava de um jeito ridículo. Eu relia as conversas à noite, no escuro do quarto, sorrindo sozinho como um idiota.
Eu estava me apaixonando pelo meu melhor amigo. E ele era hétero. Popular. O cara que pegava as meninas mais bonitas da escola e contava pra mim, detalhe por detalhe, sem imaginar o que aquilo fazia comigo.
O medo me consumia. E se eu contasse e ele se afastasse? E se ele achasse nojento? E se perdesse a única pessoa com quem eu conseguia ser eu mesmo? Então eu calava. Sorria quando ele falava de garotas, dava parabéns quando ele contava mais uma conquista, e guardava tudo dentro do peito como uma bomba-relógio.
A gente começou a sair ainda mais. Sextas viraram sagradas. Às vezes era só Netflix na casa dele, dividindo um pacote de Doritos, os pés encostando no sofá sem querer. Outras vezes a gente ia pra alguma festa ou churrasco de amigos em comum. Eu observava de longe enquanto ele flertava, dançava colado com alguma menina, e sentia um buraco no estômago. Depois ele sempre voltava pra mim, suado, sorrindo, e dizia: “Tô fora, vamos embora juntos?” E eu ia. Sempre ia.
Numa dessas noites, depois de uma festa na casa de um amigo, a gente acabou ficando até mais tarde. A maioria já tinha ido embora. Sobramos eu, Thiago e mais uns poucos no quintal. Ele estava meio bêbado — não muito, só o suficiente pra ficar mais solto, rindo de qualquer coisa. Sentamos no muro dos fundos, pernas balançando, olhando o céu nublado de Curitiba.
— Tu é foda, Felipe — ele disse de repente, passando o braço por cima dos meus ombros. O peso dele era quente, sólido. Meu coração disparou. — Sério. Não sei o que seria desse ano sem tu.
— Eu que agradeço, mano — respondi, voz um pouco rouca. — Tu anima qualquer coisa.
Ele ficou em silêncio por uns segundos, o braço ainda ali. Eu sentia o cheiro dele forte: cerveja, cigarro que ele tinha fumado mais cedo e aquele perfume doce que ele usava. Meu corpo inteiro estava consciente da proximidade. Do calor da coxa dele encostando na minha.
— Às vezes eu penso... — ele começou, mas parou. Balançou a cabeça e riu. — Deixa pra lá.
— Fala, Thiago.
Ele me olhou. De verdade. Aqueles olhos castanhos-claros que eu já decorara de tanto admirar. Havia algo diferente ali. Uma hesitação que eu nunca tinha visto.
— Nada. Só tô feliz que tu tá aqui.
A festa acabou e a gente foi embora juntos, como sempre. Ele me deixou em casa de Uber. Quando desci, ele acenou da janela e mandou: “Te amo, irmão”. Eu respondi o mesmo, mas a palavra pesou diferente na minha boca.
Os dias seguintes foram um tormento. Eu mal conseguia olhar pra ele sem sentir o peito apertar. Cada confidência nova sobre alguma menina doía mais. Cada toque casual — mão no ombro, abraço demorado — me deixava ansioso e culpado. Eu pensava em contar. Mil vezes ensaiei o discurso na cabeça. “Thiago, eu gosto de ti. Mais que amigo.” E mil vezes apagava.
Até que chegou a festa da formatura do terceiro ano.
Era num clube grande, com piscina, pista de dança e DJ. Todo mundo arrumado, meninas de vestido, a gente de camisa social. Thiago estava absurdamente bonito. Calça jeans escura, camisa branca justa o suficiente pra marcar o peito e os braços, cabelo penteado pra trás. Eu me sentia comum ao lado dele, mas ele não parecia notar.
A gente bebeu, dançou, riu. Ele flertou com algumas meninas, como sempre, mas não sumiu com nenhuma. Ficava voltando pra mim. Em certo momento, puxou minha mão e me levou pra pista. Dançamos juntos, rindo, empurrando um ao outro de brincadeira. O suor brilhava no pescoço dele. Eu queria encostar ali, sentir o gosto.
Perto das três da manhã, a festa já estava mais calma. Muitos tinham ido embora ou estavam em cantos escuros. Thiago me chamou pra fora.
— Vem, vamos pegar ar.
Saímos pros jardins dos fundos do clube. Havia uns bancos de madeira meio escondidos entre árvores, luzes fracas de LED no chão. Sentamos num deles. O barulho da música chegava abafado. O ar estava fresco, com cheiro de grama molhada — tinha chovido mais cedo.
A gente ficou em silêncio por um tempo. Eu sentia a perna dele encostada na minha. Meu coração batia tão forte que achei que ele ia ouvir.
— Felipe... — ele começou, voz baixa.
— Hm?
Ele virou o rosto pra mim. Estava sério, mas os olhos tinham aquele brilho de quem bebeu o suficiente pra perder o filtro.
— Tu já pensou como seria... beijar um cara?
A pergunta me acertou como um soco. Fiquei paralisado, olhando pra ele. Minha boca secou.
— Eu... às vezes — admiti, quase num sussurro. — Por curiosidade, sabe.
Ele assentiu devagar. Depois sorriu, aquele sorriso torto que me desmontava.
— Eu também. Ultimamente. Bastante.
O tempo pareceu parar. Eu não conseguia respirar direito. Thiago se aproximou um pouco. A mão dele subiu devagar e tocou meu rosto, polegar roçando minha bochecha. Estava quente. Tremi.
— Posso? — perguntou, voz rouca.
Eu não respondi com palavras. Só fiz um movimento mínimo com a cabeça.
Ele se inclinou e me beijou.
Foi suave no começo. Lábios quentes, macios, hesitantes. O gosto dele era de cerveja e menta do chiclete que tinha mascado antes. Meu coração explodiu. Eu fechei os olhos e correspondi, tímido. Thiago soltou um som baixinho, quase um suspiro, e aprofundou o beijo. A língua dele tocou a minha, devagar, explorando. Uma mão foi pra minha nuca, puxando-me mais perto. Eu segurei a camisa dele, amassando o tecido.
Era melhor do que qualquer coisa que eu tinha imaginado. O mundo inteiro sumiu — só existia a boca dele na minha, o calor do corpo dele, o cheiro, o jeito que ele respirava contra mim. Eu me sentia vivo. Apavorado, feliz, excitado, tudo ao mesmo tempo.
Quando nos separamos, ofegantes, ele encostou a testa na minha. Estava sorrindo.
— Porra, Felipe... eu queria fazer isso há semanas.
— Sério? — minha voz saiu falhada.
— Sério. Eu via o jeito que tu me olhava. No começo achei que era coisa da minha cabeça. Depois... comecei a sentir a mesma coisa. Tu tá sempre lá, mano. Me ouvindo, me fazendo rir, me entendendo como ninguém. As garotas... elas são legais, mas contigo é diferente. É mais.
Eu ri, nervoso, lágrimas pinicando meus olhos. Não chorei, mas foi por pouco.
— Eu tava morrendo de medo de te contar. Achei que tu ia me achar estranho... que ia se afastar.
— Nunca — ele disse firme, e me beijou de novo. Dessa vez mais confiante, uma mão descendo pro meu peito, sentindo meu coração bater. — Eu tô afim de ti, Felipe. De verdade.
Ficamos ali, nos beijando por um tempo que pareceu eterno e curto demais. Mãos explorando por cima da roupa, respirações misturadas, risadas baixas quando batíamos os dentes sem querer. Ele mordeu meu lábio inferior de leve e eu gemi baixinho. Thiago sorriu contra minha boca.
— Tu não faz ideia do quanto eu pensei nisso — confessou entre beijos. — Nas noites que te contei sobre as meninas... na real eu queria era estar te contando sobre ti.
Eu ri, aliviado, feliz como nunca.
— Idiota. Eu ficava morrendo de ciúme.
— Ciúme bom, espero.
— Muito bom.
Quando finalmente nos levantamos pra ir embora, ele entrelaçou os dedos nos meus. Caminhamos assim até o Uber, sem ligar se alguém via. Era tarde, estava escuro, e pela primeira vez eu não sentia medo.
No carro, com a cabeça dele encostada no meu ombro, ele murmurou:
— Amanhã a gente conversa direito. Sem pressa. Mas... tu é meu agora, né?
— Sou — respondi, apertando a mão dele. — E tu é meu.
Chegamos na minha casa primeiro. Ele me deu um último beijo demorado antes de eu descer, um beijo que prometia muito mais.
Deitado na cama aquela noite, toquei meus lábios ainda formigando e sorri no escuro. Thiago, o cara popular, bonito, que fazia sucesso com todas as garotas... tinha me beijado. E queria mais. Queria a mim.
Pela primeira vez em meses, o aperto no peito tinha virado algo quente, leve, cheio de possibilidades. O futuro ainda dava medo — o que os amigos iam dizer, a família, a escola —, mas com Thiago do meu lado, eu sentia que dava pra enfrentar.
Eu estava apaixonado.
Os dias depois daquele beijo na festa da formatura foram um turbilhão doce e aterrorizante. Thiago e eu passamos a nos ver todos os dias. Beijos roubados no carro, mãos dadas escondidas quando estávamos sozinhos, mensagens o dia inteiro cheias de “saudade” e “quero te ver”. Ele continuava sendo o mesmo Thiago de sempre na frente dos outros — popular, sorridente, flertando sem maldade com as meninas por hábito —, mas quando ficávamos a sós, ele era todo meu.
Naquela sexta, os pais dele viajaram para o litoral. Ele me chamou pra dormir na casa dele. Meu coração quase saiu pela boca quando li a mensagem: “Vem. Só nós dois a noite toda. Quero fazer tudo direito com você”.
Cheguei por volta das oito da noite. Ele abriu a porta de bermuda e regata, cabelo ainda úmido do banho. Me puxou pra dentro pelo colarinho da camisa e me beijou antes mesmo de eu falar “oi”. Foi um beijo faminto, língua entrando fundo, mãos apertando minha cintura.
— Tava louco pra fazer isso o dia todo — murmurou contra minha boca.
Jantamos pizza no sofá, assistindo um filme qualquer que nenhum de nós prestava atenção. As mãos dele não paravam quietas: subiam pela minha coxa, apertavam minha nuca, desciam pelas costas. Quando o filme acabou, ele desligou a TV e me olhou sério.
— Felipe… você quer mesmo? Sem pressão. Se não estiver pronto, a gente só dorme abraçado.
Eu engoli em seco. Estava morrendo de medo, mas também morrendo de vontade.
— Eu quero. Quero você.
Ele sorriu, aquele sorriso torto que me desmontava, e me levou pro quarto dele. O lugar era grande, cama king size, luz baixa do abajur. Thiago me empurrou de leve contra a porta assim que fechou e me beijou de novo, mais devagar agora, saboreando. As mãos dele subiram por baixo da minha camisa, acariciando minha barriga, subindo até o peito.
— Você é tão lindo… — sussurrou, tirando minha camisa. Beijou meu pescoço, chupou o ponto sensível abaixo da orelha até eu gemer baixinho. — Meu.
Ele me guiou até a cama, me deitando de costas. Tirou a própria regata, revelando o peito definido, os gominhos suaves, a linha de pelos que descia até a bermuda. Subiu em cima de mim, beijando meu corpo inteiro: mamilos, barriga, cintura. Quando chegou na calça, olhou pra mim pedindo permissão. Eu assenti.
Thiago abriu meu jeans devagar, puxou junto com a cueca. Meu pau pulou pra fora, duro, já babando pré-gozo. Ele lambeu os lábios.
— Porra, que delícia… — murmurou antes de xolacar a cabeça do meu pau na boca.
O calor molhado me fez arquear as costas. Ele chupou devagar no começo, explorando, a língua girando em volta da glande. Depois desceu mais fundo, engolindo quase tudo. Eu gemi alto, mão no cabelo dele. Ele subia e descia, babando bastante, olhos castanhos olhando pra cima pra ver minha reação.
— Thiago… caralho… tá bom demais…
Ele tirou o pau da boca com um estalo molhado e sorriu.
— Agora você vai aprender a me chupar. Vem.
Ele se deitou de costas e me puxou. Tirei a bermuda dele. O pau dele era grande — mais grosso e comprido que o meu, veias marcadas, cabeça rosada brilhando. Fiquei intimidado.
— Calma… vai devagar — ele disse carinhoso, passando a mão no meu cabelo.
Segurei a base e lambi a cabeça, sentindo o gosto salgado. Ele gemeu baixo, incentivando. Coloquei na boca, descendo o máximo que conseguia. Era difícil. Ele era grande.
— Relaxa a garganta… respira pelo nariz. Isso… assim.
Ele segurou meu cabelo com delicadeza no começo, guiando. Depois, quando eu peguei o ritmo, ficou mais firme. Empurrou um pouco mais fundo.
— Isso, putinha… engole mais. Você consegue.
O palavrão me pegou de surpresa, mas me excitou. Desci mais, sentindo a cabeça tocar o fundo da garganta. Engasguei, lágrimas nos olhos, mas ele não deixou eu subir.
— Shhh… respira. Relaxa. Você vai aprender a tomar tudo.
Ele começou a foder minha boca devagar, estocadas curtas. Eu babava horrores, saliva escorrendo pelo queixo, pelo pau dele. Cada vez que ele empurrava mais fundo eu engasgava, mas ele elogiava:
— Que boquinha gostosa… tá aprendendo rápido, hein, putinha do Thiago.
Depois de uns minutos ele me puxou pra cima e me beijou, sem se importar com a baba toda.
— Agora vou preparar você.
Ele me colocou de quatro, bunda pra cima. Passou lubrificante (que ele já tinha deixado na cabeceira) nos dedos e começou a massagear meu buraco. Um dedo circulando, depois entrando devagar. Doeu um pouco no começo, mas ele era paciente, beijando minhas costas, mordendo de leve minha bunda.
— Relaxa pra mim, amor… isso… tá indo tão bem.
Dois dedos. Três. Ele abria devagar, girando, abrindo. Eu gemia contra o travesseiro, pau duro pingando no lençol. Quando ele achou minha próstata e apertou, eu quase gritei.
— Aí… porra… Thiago…
— Aqui, né? Vou te fazer sentir muito.
Ele tirou os dedos, posicionou-se atrás de mim e encostou a cabeça grossa no meu cu. Passou mais lubrificante, bastante.
— Se doer muito, me fala que eu paro. Tá bom?
Assenti, segurando o lençol.
Ele empurrou. A cabeça entrou devagar, esticando tudo. A dor foi forte, queimando. Eu gemi alto, corpo tenso.
— Calma… respira… você tá apertado pra caralho. Delícia.
Ele parou, só com a cabeça dentro, acariciando minhas costas, beijando minha nuca. Quando relaxei um pouco, empurrou mais. Centímetro por centímetro, até eu sentir as bolas dele encostando na minha bunda. Estava todo dentro. Eu me sentia cheio, invadido, completamente dele.
— Porra… você tomou tudo, Felipe. Que putinha boa…
Ele começou a se mover. Estocadas lentas e profundas no começo. A dor foi diminuindo, virando um prazer estranho, quente, que subia pela espinha. Logo ele aumentou o ritmo. Mais forte. O som das coxas dele batendo na minha bunda enchia o quarto.
— Tá gostando, né? Olha como você engole meu pau.
Ele deu o primeiro tapa. Forte, estalado, na nádega direita. Eu soltei um gemido agudo.
— Ai!
— Gosta de apanhar, putinha? — Outro tapa, mais forte. A pele ardeu. Ele segurou meus quadris e meteu com mais força, quase bruto.
— Responde.
— Gosto… porra… me fode…
Ele riu, satisfeito, e acelerou. Estocadas fundas, pesadas, o pau saindo quase todo e voltando com força. Cada vez que ele batia fundo eu via estrelas. Ele alternava: metia bruto, depois diminuía, acariciava minhas costas, beijava meus ombros, chamava de “amor”, “lindo”, e logo depois dava mais tapas e me chamava de putinha.
Me virou de lado, levantou minha perna e meteu de novo, mais fundo ainda nessa posição. Segurou meu pau e me punhetou no ritmo das estocadas.
— Você é meu agora. Esse cu é meu. Fala.
— Seu… é todo seu, Thiago…
Ele me colocou de costas, em missionário. Queria me olhar nos olhos enquanto fodia. Segurou minhas pernas abertas, quase dobrando meu corpo, e meteu fundo. O ângulo acertava minha próstata toda vez. Eu estava babando, olhos revirando, gemendo sem controle.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — mandou, voz rouca.
Eu olhei. O rosto dele estava suado, cabelo grudado na testa, expressão de puro tesão. Ele me beijou enquanto metia, engolindo meus gemidos.
Depois me colocou de novo de quatro e foi com tudo. Estocadas selvagens. Tapas seguidos na bunda, que já devia estar vermelha.
— Toma, putinha. Leva essa rola grossa. Isso… aperta meu pau.
Eu estava mole. Pernas tremendo, braços sem força. Só conseguia gemer e aguentar. Ele segurou meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás.
— Vai gozar pra mim?
Assenti, desesperado. Ele acelerou, punhetando meu pau rápido. Gozei forte, jatos longos sujando o lençol, o corpo inteiro convulsionando. Meu cu apertou em volta dele.
— Porra… que delícia… — ele grunhiu.
Não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, prolongando. Só quando eu estava mole, sensível demais, ele tirou, me virou e gozou na minha boca e no peito. Jatos grossos, quentes. Engoli o que deu, o resto escorreu pelo queixo.
Ele desabou ao meu lado, me puxando pro peito. Beijou minha testa, meu cabelo, enquanto eu tremia.
— Você foi perfeito, amor. Perfeito.
Meu cu latejava. Uma dor boa, profunda, que me lembrava de tudo que ele tinha feito. Eu mal conseguia mexer as pernas. Estava mole, destruído, feliz.
— Doeu um pouco… mas foi bom — murmurei, voz rouca de tanto gemer.
Ele riu baixinho e massageou minha bunda vermelha.
— Amanhã você vai sentir mais ainda. Mas eu cuido de você.
Ficamos abraçados por um tempo, suados, gozados, respirando juntos. Ele levantou, trouxe uma toalha úmida e me limpou com carinho. Depois me puxou de novo, me encaixando no peito dele.
— Eu te amo, Felipe. De verdade.
As palavras me acertaram em cheio. Levantei o rosto e o beijei.
— Também te amo.
Dormi assim, com a bunda ardendo, o corpo exausto, mas o coração cheio. Thiago tinha sido carinhoso e bruto exatamente como eu precisava. Tinha me feito dele. E eu queria ser dele de novo. E de novo.
No dia seguinte, acordei com dor na bunda toda vez que me mexia. Thiago riu quando me viu andando meio aberto pela casa e me deu um tapa leve por cima da cueca.
— Marca de macho, putinha. E tem muito mais de onde veio essa.
Eu corei, mas sorri. Porque era verdade.
Ele era meu. Eu era dele.
E eu mal podia esperar pela próxima vez que ele me chamasse de putinha e me fodesse até eu ficar mole de novo.

Comentários (7)

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  • Fã do conto: Esse história me lembrou muito uma outra q ja li aqui mais gostei muito espero q o autor continue

    Responder↴ • uid:8317apkb0c
  • Fã do conto: Muito bom esse conto me conquistou pelo detalhes

    Responder↴ • uid:8317apkb0c
  • Aff: Mt bom🤤Thiago pode ser mais dominador hehehe

    Responder↴ • uid:1ea74uycuceo
  • Aécio: Delícia de conto, prossiga com a parte 2.

    Responder↴ • uid:g3ipe0518
  • Coroa afim: Adorei sua historia queria te comer também deve ser uma delicinha.

    Responder↴ • uid:1en4ulqka3ew
  • Priz: Que linda essa história

    Responder↴ • uid:81rittz8rk
  • Fabio M.: Por favor, comentem, critiquem, a opinião de vcs ajuda muito!

    Responder↴ • uid:1enaootlnldi