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A Estrela do Pornô e o Garoto de Programa

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Imagine dois caras dividindo um apartamento de luxo com vista pro mar de Boa Viagem, Recife. Um é estrela do pornô gay, famoso por foder e ser fodido em cenas insanas. O outro é um garoto de programa discreto, que atende clientes ricos e vive de dar prazer por dinheiro. Nenhum dos dois imaginava que o outro tinha o mesmo segredo sujo. O que começa como um favor numa festa regada a cachaça vira amizade profunda, tesão reprimido, segredos revelados e noites quentes onde os dois param de fingir. Cada detalhe aqui é real, molhado, suado e proibido. Leiam até o fim, sintam o cheiro de sexo, o aperto dolorido, o gemido rouco e comentem: você dividiria a cama com alguém assim? Qual próxima foda quer ler? Porque em Pernambuco essa história de pornô e programa tá só esquentando.

Meu nome é Dylan, tenho 26 anos, moro num apartamento top em Boa Viagem e trabalho como estrela do pornô gay. Ganho muito bem fazendo cenas pesadas: threesomes, orgias, anal bruto, tudo que os fãs pagam pra ver. Mas ninguém da minha vida antiga sabe disso. Pra eles eu “faço conteúdo pro YouTube”.

Naquela noite, tava rolando uma festa na casa do Anthony, um amigo de longa data. Bebi pra caralho, ri alto, joguei conversa fora. No meio da bagunça, um cara chamado Luka passou mal e vomitou. Ninguém queria ajudar, então eu levei ele pro banheiro, segurei o cabelo dele e cuidei até ele melhorar.

— Cara, você tá destruído. Vem, vou te levar pra minha casa que é perto — falei.

Luka tava tão bêbado que mal conseguia andar. Carreguei ele no colo até o carro, depois até o terceiro andar do meu prédio. Tirei a camisa suja de vômito e deitei ele na minha cama king size. Tirei minha roupa, fiquei só de cueca e dormi do outro lado. A cama era enorme, não tinha problema.

Acordei com ele me cutucando:

— Ei... a gente transou?

— Não, cara — respondi rindo.

Ele ficou aliviado, mas confuso por estar na minha cama. Expliquei que cuidei dele. Luka era bonito pra porra: 24 anos, corpo definido de quem malha, pele morena clara, olhos castanhos profundos, cabelo bagunçado e um sorriso que desarmava qualquer um.

No dia seguinte ele fez café da manhã. A gente conversou, riu, e eu acabei oferecendo pra ele morar comigo. Não precisava de roommate, mas gostei dele na hora.

Meses se passaram. A gente virou irmão de alma. Malhava junto na academia do condomínio, via jogo do Sport na TV, comia besteira à noite. Mas nenhum dos dois trazia “trabalho” pra casa.

Até o dia que tudo mudou.

Eu tava cochilando na poltrona quando ouvi Luka no telefone marcando um programa:

— Predicament play... sim, extra... te espero amanhã às nove.

Quando ele desligou, abri os olhos:

— Então você é garoto de programa, né?

Luka congelou. Eu sorri:

— Relaxa. Eu sou estrela do pornô gay. Faço filme e live pra fãs.

A ficha caiu pra ele. A gente riu pra caralho da coincidência. Dois putos dividindo o mesmo teto e nenhum sabia.

A partir daí, a tensão sexual que a gente segurava explodiu.

Uma noite, depois de uma gravação pesada minha, cheguei em casa dolorido e excitado. Luka tava no sofá, só de short, vendo TV. O volume dele marcando. Eu sentei do lado, sem camisa, suor ainda do set.

— Cansa pra caralho fingir o dia todo — falei.

Ele olhou pro meu corpo:

— Imagino. Eu atendo um cliente hoje que queria me amarrar e foder minha boca por horas.

O ar ficou pesado. Eu coloquei a mão na coxa dele.

— E se a gente parasse de fingir um pro outro?

Luka me puxou pro beijo. Foi bruto, faminto. Língua quente, mãos apertando minha bunda. A gente tirou a roupa ali mesmo. Eu chupei o pau dele primeiro — grosso, veioso, com gosto de homem. Ele gemia segurando meu cabelo.

— Porra, Dylan... você mama melhor que meus clientes...

Depois ele me virou de quatro no sofá. Passou lubrificante e enfiou devagar. Doeu no começo, o cu apertando forte ao redor dele.

— Ai caralho... vai devagar... tá rasgando...

Ele parou, beijou minhas costas, esperou eu relaxar. Depois meteu fundo. Eu peidei involuntariamente com a estocada, cheiro forte misturando com suor. Ele não ligou, meteu mais gostoso.

— Isso... solta tudo... teu cu é quente pra porra.

A gente fodeu a noite toda. Eu sentei no pau dele, cavalando enquanto ele batia punheta em mim. Gozei jorrando no peito dele. Ele gozou dentro, enchendo meu cu de porra quente.

Depois disso virou vício. Quando eu não tava gravando, ele não tava atendendo, a gente transava. Às vezes eu filmava a gente (sem mostrar rosto) e postava anonimamente pros meus fãs. Luka atendia cliente e chegava em casa contando os detalhes safados, me deixando louco.

A gente virou mais que roommates. Virou parceiro de tesão, de vida, de segredos.

Eu pensava sempre: e se a gente fizesse uma cena juntos de verdade? E se ele largasse os clientes e gravasse comigo? Queria foder ele na varanda olhando o mar de Boa Viagem, queria ele me arrombando no motel em Olinda, queria mais, sempre mais.

Pra quem quiser acompanhar as aventuras reais desse porn star e desse garoto de programa em Recife, procura na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu

Leiam, sintam cada estocada, cada gemido, o cheiro de sexo e peidos safados, a dor que vira prazer insano. Toquem pensando nisso. Comenta aqui: você dividiria apartamento com um puto assim? Quer ler a primeira vez que Luka me fodeu depois de atender um cliente? Ou quando quase fomos pegos na academia? Fala aí que eu conto tudo. Essa história em Pernambuco tá longe de acabar. O tesão entre nós dois só cresce.

Vem acompanhar.

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