Marcos e os mendigos
Marcos gosta de pau sujo, gosta de sujeira e é depravado, um riquinho q gosta de mendigos
Tudo começou como uma coisa que foi crescendo devagar dentro de mim, tipo um veneno que eu mesmo queria tomar. Aos 28 anos eu, Marcos, tinha uma vida que todo mundo achava perfeita: corpo bem malhado de tanto treinar na academia, emprego bom numa agência de publicidade aqui em Camboriú, apartamento arrumadinho com cheiro de limpeza, roupa sempre cheirosa, tudo no lugar. Eu já tinha transado bastante, não era virgem de jeito nenhum. Já tinha comido e sido comido em sauna, hotel, carro, com cara limpo, pau lavadinho, lubrificante com sabor. Mas nada disso preenchia o buraco que eu sentia crescendo. Quanto mais limpo e arrumado eu ficava por fora, mais vontade louca eu tinha de me sujar de verdade, de sentir o cheiro forte de homem que não toma banho há semanas, de abaixar a cabeça e mergulhar na sujeira completa.
Durante semanas eu só pensava nisso. De dia, no trabalho, eu sorria nas reuniões, mas por dentro imaginava paus sujos, cheiros fortes, humilhação. À noite, deitado na cama limpa, meu pau endurecia só de pensar em sair. Eu me segurava, tomava banho quente, passava perfume, mas o desejo não ia embora. Até que uma noite, depois de beber uma cerveja sozinho, eu não aguentei mais. Meu coração já começou a bater forte enquanto eu vestia um moletom simples e calça de ginástica.
Saí por volta de uma da manhã. As ruas de Camboriú estavam quase vazias, só alguns carros passando de vez em quando. Cada farol que se aproximava me dava um frio na barriga. E se for alguém que eu conheço? E se for polícia? E se eu for reconhecido? Meu estômago estava embrulhado, as mãos suando frio dentro dos bolsos, a boca seca. Mas junto com o medo vinha uma excitação doentia, quente, que fazia meu pau inchar devagar na cueca limpa. Eu andava devagar, olhando pros cantos escuros, pros pontos de ônibus, pros becos. O ar da noite estava úmido, cheirando a asfalto molhado, lixo acumulado e um fundo de mijo velho que já me deixava zonzo.
Andei quase uma hora. O medo aumentava a cada esquina, eu quase voltei pra casa duas vezes, mas a excitação era maior. Meu pau já estava meio duro, roçando na cueca a cada passo. Foi quando cheguei no ponto de ônibus abandonado perto da rodoviária velha. Vi ele sentado lá. Zé, uns 50 anos, barba grisalha toda emaranhada, roupa preta de tão suja que parecia grudada na pele. Meu coração disparou. Fiquei parado uns minutos do outro lado da rua, respirando fundo, pernas tremendo. Isso é loucura, Marcos. Vai embora. Mas eu atravessei. O cheiro dele me acertou antes mesmo de chegar perto: urina velha bem azeda, suor acumulado de semanas, mofo, um fundo doce de coisa podre. Meu estômago revirou forte, mas meu pau endureceu completamente.
Me aproximei devagar e me agachei na frente dele, joelhos no concreto sujo e frio. Minhas mãos tremiam tanto que eu mal conseguia controlar.
— Posso... — não terminei a frase.
Ele só abriu mais as pernas, com um grunhido. Estendi a mão e apertei por cima da calça. O pano estava quente, úmido, rígido de tanta sujeira acumulada. O volume dele era grosso, pesado, e começou a endurecer no meu toque. Puxei o zíper devagar, o coração martelando no peito. O pau saiu pesado, meio murcho ainda, soltando um bafo quente e nauseante de queijo azedo misturado com mijo seco. A glande estava coberta por uma camada grossa, amarelada, cremosa de esmegma. O cheiro era tão forte que meus olhos lacrimejaram na hora.
Encostei o nariz primeiro, sentindo o calor irradiando. Inalei fundo várias vezes. Era podre, salgado, animal, quase fecal. Meu pau latejava dolorosamente na cueca. Lambi devagar, sentindo a textura cremosa e granulada na língua. O gosto era amargo, azedo, forte pra caralho, com uns gruminhos que se soltavam. Zé grunhiu baixo e agarrou minha nuca com a mão calejada, unhas pretas cravando fundo no meu couro cabeludo. Enfiei mais, chupando com fome. O pau engrossava na minha boca quente, veias grossas pulsando contra minha língua. Eu babava copiosamente, misturando minha saliva limpa com aquela crosta suja. O fedor subia em ondas toda vez que meu nariz batia nos pelos pubianos molhados e emaranhados. Chupei as bolas também, sentindo o peso, o pelo duro, o gosto salgado-rançoso.
Ele começou a foder minha boca com estocadas curtas e brutas, bolas batendo no meu queixo molhado. O som era obsceno: chupadas molhadas, gorgolejos, grunhidos dele. Gozei primeiro sem nem tocar no meu pau — jatos quentes e fortes enchendo a cueca enquanto engolia ele até o fundo da garganta. Zé rugiu e descarregou: porra grossa, amarga, com gosto de dias guardados, salgada e metálica, descendo quente pela minha garganta. Engoli tudo convulsivamente, sentindo o ranço ficar grudado na língua, nas gengivas, no fundo da boca. Quando ele soltou minha cabeça, levantei cambaleando, pernas moles, cueca melada e fria grudada na pele, boca latejando com aquele gosto forte. Voltei pra casa quase correndo, o asco queimando no peito e o prazer pulsando nas veias.
Na noite seguinte o medo ainda estava forte, mas a vontade de me sujar mais já dominava. Fui pra uma praça escura perto do mercado. O ar úmido cheirava a lixo orgânico apodrecendo e fumaça de crack. Encontrei um cara mais novo, uns 30 anos, rosto marcado, olheiras fundas. O cheiro dele chegava de longe: suor azedo, crack, bunda suada.
Fomos atrás de um muro baixo. Ele abriu a braguilha e o pau saltou: escuro, veias saltadas, prepúcio grosso cheio de crosta amarelada-esverdeada. O cheiro explodiu na minha cara: merda, mijo seco rançoso, ranço de infecção. Meu estômago deu um nó, bile subiu queimando, mas me ajoelhei na terra úmida.
Lambí devagar primeiro, passando a língua na glande, sentindo a textura pastosa, cremosa, amarga explodindo na boca. Os grumos se desfaziam na língua, gosto azedo, terroso, fecal. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, unhas sujas arranhando forte, e enfiou até o fundo. Chupei as bolas dele uma por uma, sentindo o pelo duro arranhar minha língua, o cheiro forte de bunda suada subindo direto pro nariz. Depois engoli o pau inteiro, engasgando, lágrimas escorrendo pelo rosto. O pré-gozo era viscoso, metálico, nojento, escorrendo constante na minha garganta. Ele fodeu minha boca com força bruta, segurando meu cabelo, bolas molhadas batendo no meu queixo, fazendo barulho alto. Eu gemia, babando, o cu piscando de tesão. Gozei sem tocar, jatos fortes na calça enquanto ele descarregava jatos quentes, espessos e amargos direto no fundo da minha garganta. O resto escorreu pelo queixo, pescoço e peito. Fiquei de joelhos um bom tempo, respirando aquele fedor pesado, sentindo o gosto impregnado.
Na terceira noite eu queria dor de verdade. Fui pro terreno baldio perto da linha do trem. O cara era grandão, ombros largos, mãos grossas cheirando a graxa e terra molhada. Uns 40 anos, pele escura brilhando de suor. O cheiro dele era animal, forte.
— Quero dar o cu — falei baixinho, voz tremendo de medo e tesão.
Ele me virou contra a parede de tijolos ásperos sem dizer nada, puxou minha calça pra baixo num puxão. Senti o pau dele roçando minha bunda: quente, grosso como meu punho, seco, sujo pra caralho. Cuspiu só uma vez na mão e pressionou a cabeça grossa no meu buraco. Empurrou com força.
A dor foi insana. Queimou pra caralho, rasgando, ardendo como se estivesse me abrindo ao meio. Mordi o antebraço até sangrar pra não gritar alto. Ele não parou. Entrou centímetro por centímetro, seco, o pau sujo arranhando minhas paredes internas. Eu sentia cada veia, cada pedacinho de pele dura, cada resto grudado. O cheiro dele me sufocava: suor forte almiscarado, cachaça barata, cigarro no bafo quente no meu pescoço. Ele mordeu meu ombro enquanto metia cada vez mais fundo, bolas pesadas batendo nas minhas. Sangue começou a escorrer, facilitando um pouco o movimento, mas a dor continuava forte, misturada com um prazer doentio que me deixava tonto. Meu pau duro roçava nos tijolos frios e ásperos a cada estocada.
Ele metia com força bruta, mãos grandes apertando minha cintura, unhas cravando na pele. O barulho era molhado, carne contra carne, grunhidos roucos dele. Cada vez que ele entrava fundo eu sentia o pau latejando dentro de mim. Gozei primeiro, jatos fortes no chão imundo, o cu apertando e pulsando violentamente ao redor dele. Ele rugiu alto e encheu meu intestino de porra quente, grossa, abundante, misturando com meu sangue. Quando tirou, senti o vazio latejando, o escorrimento quente e pegajoso descendo pelas coxas, o cheiro forte de merda, sangue e porra no ar frio da noite. Fiquei ali tremendo, calça nos tornozelos, me sentindo destruído e mais vivo do que nunca.
Depois disso as noites viraram um vício sem freio. Teve a noite com o velho magro perto do rio: pés inchados, unhas amarelas longas cheirando forte a fungo e queijo podre. Ele me fez lamber entre cada dedo, chupar os calcanhares sujos enquanto enfiava o pau na minha boca até eu vomitar bile misturada com porra. Teve a noite com dois caras no beco: um cheirando a crack e mijo fresco, o outro a suor azedo de dias. Me foderam ao mesmo tempo por quase uma hora — um metendo no cu queimando, o outro na boca com gosto de bunda suja. Depois trocavam de buraco, me beijavam com língua que tinha gosto de merda, mãos sujas apertando meu corpo, gozando um no outro dentro de mim.
Uma noite quente encontrei três caras perto de um monte de entulho. O cheiro coletivo era denso, sufocante: urina, suor, fumaça, podridão. Eles me cercaram e me usaram por um tempão. Um metia fundo no meu cu enquanto outro enfiava na boca. O terceiro esfregava os pés sujos na minha cara, me fazendo lamber entre os dedos. Trocaram de posição várias vezes, me virando, batendo, enchendo minha boca e meu cu de porra quente e rançosa. Gozei várias vezes, o corpo todo convulsionando, lágrimas escorrendo de nojo e tesão misturados.
A noite da chuva forte foi uma das mais intensas. Me ajoelhei numa poça de água suja misturada com óleo, mijo e lama. O mendigo mal conseguia ficar de pé, o pau inchado e infeccionado cheirando forte a pus, porra velha e carne estragada. Lambi tudo devagar, sentindo o ranço azedo e metálico explodir na língua, engolindo enquanto a chuva gelada caía nas minhas costas. Ele fodeu minha boca e depois meu cu ali mesmo, na lama, me deixando completamente coberto de sujeira. Gozei de quatro, cara enfiada na lama fria e fedida, sentindo que ali era exatamente o meu lugar.
De dia eu continuava sendo o Marcos certinho: reunião, academia, sorriso no rosto, banho cheiroso. Mas por dentro o asco me comia vivo. Eu me olhava no espelho e pensava você é um nojento, um depravado. O corpo tava mudando: marcas de unhas, hematomas, o cu mais folgado e sensível, umas infecções leves que eu tratava escondido. Mas quando a noite chegava, o vazio voltava mais forte e eu saía de novo, procurando o próximo cheiro forte, o próximo pau sujo, a próxima dor que me fizesse sentir vivo de verdade.
Eu sei que isso tá me destruindo aos poucos. Sei que um dia vou pagar caro por essa merda toda. Mas o contraste entre minha vida limpinha de dia e essa degradação pesada de noite é o que me deixa realmente excitado. O cheiro rançoso grudando na pele, o gosto amargo ficando na boca por horas, a dor queimando no cu, o escorrimento quente descendo pela perna... tudo isso me vicia. Por enquanto eu continuo descendo mais fundo, noite após noite, me afundando na sujeira porque só ali, coberto de porra suja, suor alheio e humilhação, eu me sinto realmente inteiro.
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Comentários (1)
Anônimo: Caralho vc exagero legal, a parte dos caras com infecção e secreção foi demais. Vc já deve tá com alguma doença grave kkkkk de resto é normal
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