#Estupro #Gay #Grupal #Teen

O valentão e o menino

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Fabio M.

Xicão ajuda Maurício a se vingar dos idiotas q fizeram bullying e depois prova q Maurício virou propriedade dele.

Leiam o primeiro conto para conhecerem melhor Mauricio, 15 anos, e Xicão, dezenove.
Dois dias depois, Xicão apareceu na casa de Maurício no fim da tarde, sem avisar. Trazia uma expressão séria, quase sombria, e empurrava três garotos à sua frente com as mãos amarradas atrás das costas usando abraçadeiras de plástico. Eram Diego e dois dos seus amigos — os mesmos que haviam filmado e batido em Maurício atrás do ginásio.
Os três estavam vendados com faixas pretas grossas. Suavam frio. Diego tentava manter a pose, mas a voz saiu trêmula:
— Que porra é essa, Xicão? Tá louco?
Xicão deu um tapa atrás da cabeça dele, forte o suficiente para calar.
— Cala a boca. Vocês três vão pagar o que fizeram. Hoje o Maurício vai decidir como.
Maurício estava sentado no sofá da sala, coração acelerado. Ainda sentia as costelas doídas e o corte no lábio. Ver os três ali, indefesos, vendados e ajoelhados no tapete da sala dele, despertou uma mistura estranha de raiva, poder e tesão.
Xicão fechou a porta, trancou e puxou as cortinas.
— Tirei os celulares deles. Ninguém sabe que estão aqui. Podem gritar se quiserem, mas a casa é isolada. Ninguém vai ouvir.
Ele empurrou os três para o centro da sala, forçando-os a ficarem de joelhos em fila.
— Mauricinho… eles são seus agora. Faz o que quiser.
Maurício se levantou devagar. A excitação já endurecia dentro da calça. Ele parou na frente de Diego primeiro, o líder, o que mais tinha batido e humilhado.
— Vocês me chamavam de viadinho, né? — murmurou Maurício, voz baixa. — Agora vão sentir o que é ser usado.
Deu um chute no estômago do menino que se dobrou no meio, encostando a cabeça no chão.
Xicao chegou, abriu o zíper e falou:
—É assim que se faz- tirou o pau já duro e esfregou na cara de Diego, por cima da venda. O garoto tentou virar o rosto, mas Xicão segurou sua cabeça no lugar.
— Abre a boca.
Diego resistiu por alguns segundos, até que Xicão apertou sua mandíbula. Quando a boca abriu, enfiou o pau até o fundo. Diego engasgou, tossiu, saliva escorrendo, mas ele segurou sua cabeça e fodeu sua garganta com estocadas firmes. Aos poucos, os sons de engasgo foram virando . O pau de Diego, visivelmente, começou a marcar volume dentro da calça.
— Olha só… tá ficando duro — Xicão riu baixo, apertando a frente da calça de Diego. — Secretamente sempre quis chupar uma rola, né seu filho da puta?
Xicao continuou fodendo a boca de Diego babando e acenou pra Mauricio abusar do outro garoto.
Maurício tirou o pau pra fora, duro feito pedra e socou com tudo no menino que mal apresentou resistência. Fizeram os três chuparem, alternando, enquanto Xicão segurava as cabeças e dava tapas nas bochechas quando resistiam.
Depois de deixar os três com a garganta fodida e vermelha, Xicão ordenou:
— Calças abaixadas. Bunda pra cima.
Xicão ajudou, puxando as calças e cuecas até os joelhos. Três bundas expostas, tremendo. Maurício cuspiu na mão, lubrificou o próprio pau e se posicionou atrás de Diego primeiro.
— Isso é pelo soco no estômago.
Empurrou tudo, meteu fundo com uma estocada só. Diego soltou um gemido rouco, quase um grito, corpo inteiro tensionando. Maurício não deu tempo de acostumar: segurou os quadris dele e começou a foder com força, batendo pele contra pele. A cada estocada, Diego gemia mais alto, a voz falhando. O pau dele balançando, uma coisa inútil entre as pernas.
— Porra… para… — murmurava, quase desmaiando.
Maurício sorriu.
— Para? Tá apertando meu pau pra caralho. Tá gostando, né?
Ele fodeu Diego até o garoto mal conseguir se mexer, chorando como uma puta enquanto o cu piscava descontroladamente em volta da rola de Maurício.
Xicão fodia outro moleque, mais forte ainda que Maurício, o corpo dele sendo arremessado pra frente em cada estocada que o empalava, o menino gritava de dor e desespero.
Revezaram fodendo os três com raiva e tesão, alternando, enchendo cada um de porra.
Quando terminaram com o último, Maurício e Xicão estavam suados, ofegantes. Os três bullies estavam caídos no chão, bundas vermelhas e escorrendo sêmen, respirando pesado, cborando.
—Se vocês contarem pra alguém o que aconteceu aqui, porra. Eu destruo cada um.
Os moleques confirmaram com a cabeça, trêmulos.
Maurício e Xicão se entreolharam. Xicão deu um sorriso torto.
O clima na sala mudou drasticamente assim que a porta se fechou atrás dos três garotos, que saíram arrastando os pés, humilhados e transformados. O silêncio que se instalou na casa isolada era pesado, carregado com o cheiro de suor, sexo e a adrenalina que começava a baixar.
​Maurício continuava de pé no centro do tapete manchado, o corpo ainda trêmulo e o coração batendo na garganta. A sensação de poder absoluto que sentira segundos atrás começou a dar lugar a uma vulnerabilidade exposta. Ele olhou para Xicão.
​Xicão não se moveu imediatamente. Ficou encostado na parede perto da porta trancada, os braços cruzados, observando Maurício com um olhar predatório, mas que também carregava uma espécie de orgulho sombrio. Ele caminhou devagar até o sofá, sentou-se e abriu as pernas, batendo no próprio colo.
​— Vem cá, Mauricinho.
​Maurício obedeceu, os passos hesitantes. Quando se aproximou, Xicão o puxou pelo pulso com força, fazendo-o cair sentado em seu colo, de frente para ele. A mão grossa de Xicão subiu imediatamente para a nuca de Maurício, puxando-o para um beijo bruto, faminto, que misturava o gosto do tabaco com o suor da noite.
​— Você foi um monstro ali com eles. Gostei de ver — murmurou Xicão, a voz rouca colada ao ouvido de Maurício, enquanto sua outra mão descia pela costela ainda dolorida do namorado, apertando com força o suficiente para fazê-lo arfar. — Mas agora o jogo mudou. Eles já pagaram o que deviam. Agora é a nossa vez.
​Maurício sentiu o volume rígido de Xicão pressionando contra sua coxa. O medo e o desejo se misturaram de forma violenta em seu peito. Ele sabia o que Xicão queria; aquela promessa implícita sempre estivera presente no relacionamento deles, mas o momento havia chegado.
​— Xicão... eu nunca... — Maurício tentou dizer, a voz falhando.
​— Eu sei. Por isso mesmo. Eu ajudei você a quebrar aqueles caras, não ajudei? — Xicão sorriu, um sorriso torto, sem doçura. Ele virou Maurício de costas no sofá, forçando-o a ficar de joelhos, com o peito apoiado contra as almofadas e a bunda empinada na direção dele. — Agora você é meu. Todo meu.
​Xicão se posicionou atrás dele sem pressa. O contraste entre os dois era evidente: a pele clara e marcada de Maurício contra a brutalidade física de Xicão. Ele cuspiu generosamente na própria mão e espalhou o líquido entre as nádegas de Maurício, massageando a entrada estreita com o polegar, pressionando até arrancar um gemido agudo do namorado.
​— Relaxa, Mauricinho. Se você travar, vai doer mais — avisou Xicão, embora o tom não fosse de verdadeiro cuidado, mas de comando.
​Sem dar mais tempo para o namorado processar, Xicão alinhou a cabeça do seu pau na entrada de Maurício e empurrou.
​A dor inicial foi aguda, fazendo Maurício agarrar o tecido do sofá com as unhas e enterrar o rosto na almofada para abafar um grito. Era uma sensação de invasão completa, muito diferente do poder que ele havia exercido minutos antes sobre Diego. Ali, ele percebeu que, no topo daquela cadeia de força, Xicão era o verdadeiro dono.
​— P-porra, Xicão... para um pouco... — Maurício implorou, as lágrimas surgindo nos cantos dos olhos.
​Xicão parou por alguns segundos, mantendo-se apenas com a ponta inserida, deixando o corpo de Maurício se esticar e se moldar à sua espessura. Ele inclinou o corpo para a frente, colando o peito suado nas costas de Maurício e segurando-o firmemente pelos quadris.
​— Não vou parar. Aguenta firme — Xicão sussurrou no seu ouvido, antes de empurrar o resto de uma vez só, afundando até a base.
​Maurício soltou um som rouco, o corpo inteiro entrando em espasmo. O preenchimento era total, uma dor que rapidamente começou a se misturar com um calor intenso na boca do estômago. Xicão começou a se mover. No início, os movimentos eram curtos e lentos, mas o ritmo logo se intensificou à medida que ele percebia o corpo de Maurício cedendo à pressão.
​O som dos corpos colidindo ecoava na sala vazia. Xicão fodia com uma cadência pesada, possessiva, marcando as coxas de Maurício com os dedos. A cada estocada profunda, Maurício sentia seu próprio pau, que ainda estava mole, raspar contra o sofá, começando a latejar e a erguer-se novamente, impulsionado pela estimulação interna.
​— Olha para trás. Olha para mim — ordenou Xicão.
​Maurício forçou o pescoço para o lado, o rosto banhado em suor, encontrando o olhar fixo e dominante de Xicão acima dele. Ver a expressão de posse de Xicão fez algo estalar na mente de Maurício. A dor desapareceu no plano de fundo, substituída por uma submissão eletrizante. Ele começou a empurrar os quadris para trás, encontrando o ritmo de Xicão.
​— Isso, seu viadinho... assim que eu gosto — Xicão rosnou, acelerando as estocadas, batendo com força total.
​O clímax veio rápido para ambos sob a tensão acumulada daquela noite. Xicão segurou Maurício pelo pescoço, puxando-o ligeiramente para cima enquanto dava as últimas estocadas violentas, descarregando-se profundamente dentro dele. Maurício, no mesmo instante, gozou contra o sofá sem precisar se tocar, o corpo inteiro tremendo em um orgasmo que pareceu arrancar suas forças.
​Xicão desabou por cima de Maurício por alguns momentos, respirando pesado, antes de se retirar lentamente. Maurício desabou de lado no sofá, encolhido, sentindo o sêmen quente escorrer por suas pernas.
​Xicão sentou-se ao lado dele, limpando o suor da testa, e passou a mão pelos cabelos bagunçados de Maurício, puxando de leve.
​— Agora sim você é meu — disse Xicão, com o mesmo sorriso torto de antes.
Curta, comente, critiquem, opinem q rumo a história deve tomar.
Obrigado por ter lido, até a próxima.

Comentários (2)

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  • Geronimo: Depois que deu a primeira vez, vicia e vai querer dar sempre...

    Responder↴ • uid:1dsdx6f3fq2f
  • Daniel: Que conto massa! Gostei muito dos detalhes. Continua escrevendo

    Responder↴ • uid:1ekffke2ubrg