Carolina - A afilhada da vovó pagou a conta - Parte 03
A Rafaela queria que eu terminasse com a Carolina, eu neguei e ela foi embora me deixando de pau duro, alguém tinha que resolver isso.
A Rafaela era acostumada a ficar comigo no quarto e na maioria das vezes eu a colocava na caceta, mas dessa vez ela estava meio chateada. Ficamos deitados na cama namorando, eu desliguei a luz ficando só com a televisão ligada clareando o quarto.
- Você está linda demais nesse vestido amorzinho.
- Eu sei que você gosta desse vestido, eu só uso com você.
- Deixa eu tirar essa calcinha, vem cá.
- Não amor, espera um pouquinho. Oh amor não me lambe assim, essa tua língua me deixa louca. Ai amor... não mama meu peitinho assim... amor... amor... ai filho da puta.
Eu não estava deixando-a falar nada até que ela se impôs com muita luta.
- Para amor, para amor por favor, para, AMOR PARA! Porra eu não consigo pensar você me chupando toda assim, olha aqui para mim, só um pouquinho.
- O que foi amor?
- Roger eu vim conversar com você. Você sabe que eu te amo, sou louca por você, fica comigo.
- Rafa o que você está me pedindo eu não posso fazer agora, a Carolina precisa de mim e você sabe.
Ela ficou calada um tempo até que ela falou novamente.
- Eu sei que a culpa é toda minha de ter te deixado aqui quando fui morar com meu pai. Seus pais tinham falecido e no seu pior momento eu te abandonei, me perdoa.
- Eu não te culpo de nada, a sua vida não para por conta da minha.
- Eu vou embora, não vou ficar atrapalhando sua vida. Você tem essa moça e eu estou bagunçando sua cabeça.
Ela não quis nem que eu a levasse até a porta chateada, então eu fiquei deitado pensando no que fazer. Minha caceta estava muito dura e eu resolvi ir tomar uma água para esfriar e encontrei a Isis, afilhada da minha vó do interior que minha vó cuida.
- Que susto Roger.
- Desculpa Isis, eu vim só tomar uma água.
A Isis é uma moreninha magrinha de olhos e cabelos pretos, corpo de mocinha, peitinhos bicudos, um bunda bem redondinha e uma boca deliciosa.
Ela estava com um pijama de bichinho que marcava muito sua bundinha na calcinha. Ela olhou para baixo observando o volume da minha calça e quando me olhou estava nervosa.
- Toma.
- Obrigado.
Eu segurei seu pulso, bebi a água, fiz sinal de silêncio com o dedo e a levei pelo pulso ao meu quarto. Encostei na cômoda, a puxei para minha frente, tirei minha caceta, coloquei sua mão e com a minha mão por cima da dela eu a motivei a bater uma punheta para mim.
- Eu tenho que ir dormir.
- Depois você vai, continua.
Depois que o cacete estava enorme de duro eu segurei sua nuca e a mandei abrir a boca, ela engoliu minha caceta e só tirava o cacete para dizer que tinha que dormir, mas eu nem dava bola para o que ela dizia.
Ela continuou mamando do jeito que sabia até que o tesão tomou conta de mim. Eu tirei sua roupa deixando-a só de calcinha, o que a deixou assustada e caladinha aceitando tudo que eu fazia com ela.
- Deita amor, abre essas pernas Isis.
Ela as abriu, eu puxei sua calcinha para o lado e coloquei minha caceta na sua bucetinha apertada. Ela estava hipnotizada com a caceta e eu segurei seu queixo levantando seus olhos para os meus.
- Isis não é para fazer barulho, você entendeu?
- Hum, hum.
Enfiei a caceta nela algumas vezes até ela relaxar um pouco, até que soquei eu deitei em cima dela, agarrei seus ombros e enfiei tudinho na sua buceta arrancando seu cabaço. Ela fez um barulhinho muito controlado “Aaaaaa iiiiii, ai, ai, ai, uhhhhh, uhhhhh, ahhhhh, ahhhhh”.
Ela tentou fechar as pernas e afastar pra trás, mas só conseguiu apertar minha cintura, não havia escapatória da dor. Ela me deu uns tapas nos braços que foi parando conforme a dor foi sumindo.
- Não me bata Isis, aguenta, aguenta, isso amor, isso.
Quando ela parou mais de se debater eu voltei a foder sua buceta, fodi sem pena bem fundo e bem forte. Ela lembrou que não era para fazer barulho e aguentou a calada.
- Isso vagabunda, toma caceta, toma, toma, assim putinha.
- Eu tenho que dormir.
- Calma Isis, assim que eu acabar de foder essa buceta você vai dormir.
Eu a fodi bem gostoso, ela se gozou e beliscou meu braço sem fazer nenhum barulho. Eu tirei minha caceta e gozei em cima da sua calcinha deixando-a toda melada.
- Pronto Isis, pronto. Vem cá vestir a roupa para dormir.
Eu a vesti, dei um tapa na sua bunda, abri a porta e a liberei para ir. No outro dia eu a encontrei no corredor pronta para ir ao colégio, eu não tinha aula porque teve um problema na bomba d’agua e resolvi levá-la de carro.
- Tá doendo ainda Isis?
- Um pouco.
Quando cheguei na porta do colégio dela eu resolvi testar se ela estava obediente.
- Vem cá, vem cá, não vai ainda que tá certo. Toma Isis chupa mais um pouco.
Ela mamou a minha pica direitinho até tocar o sinal.
- Isso, muito bem, agora pode ir. Mais tarde quando todo mundo dormir vai lá no meu quarto, entendeu?
- Hum, hum.
De lá eu fui até a casa da Rafaela, ela abriu e eu a vi linda como sempre com um vestidinho azul de flores pequeninas e uma travessa na cabeça.
- Você já tomou pelo menos café?
- Não, eu quero é você.
- Ai Roger não me beija assim... eu fico... eu fico...
- RAFAELA QUEM É NA PORTA?
- Na porta? Não sei mãe.
- COMO TU NÃO SABES, TU NÃO FOSTES ATENDER?
- Tá vendo o que você faz? É O ROGER MÃE, ELE TÁ CONVERSANDO COMIGO.
- CONVIDE-O PARA TOMAR CAFÉ FILHA, DEIXE DE SER MAL EDUCADA.
- Você quer entrar?
- Quero.
- Você não vai me levar para o quarto, entendeu?
- Vou sim.
- Ai amor porque você é assim? Vem, vamos tomar café.
Com a Carolina ela sente orgulho de andar de mãos dadas comigo, com a Rafaela sou eu quem me sinto orgulhoso de estar ao seu lado.
Continua...
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