#Coroa #Lésbica #Teen #Virgem

Sendo lésbica, dei a primeira vez, para ajudar minha família

3.0k palavras | 0 | 4.86 | 👁️

Vou contar como na pandemia, dei minha buceta, para ajudar minha família, durante uma viagem de voltar da casa da minha avó, mesmo eu sendo lésbica!

Revelei aos meus pais que era lésbica aos 12 anos de idade, e dai em diante mudei meu modo de me vestir, passei a usar cabelo curto, e roupas de meninos. Com 16 anos, já era muito menina/sapatão. Porém nunca tinha ficado com homem. Nas férias do meio do ano, minha família decidiu viajar de carro, para outro estado, para visitar meus avós que já estavam bem velhinhos. É como estávamos ainda no período de pandemia, meu pai tinha medo deles morrerem, é ele não se despedir dos pais. Assim fomos, eu, minha mãe, meu pai e meus dois irmãos pequeno, um de 2 anos e outro de 5 anos.
Passamos 15 dias, e de repente meu pai começou a dar sinais de ficar doente, e decidiu vimos embora, pois se fosse covid, não queria passar para os meus avós. A viagem durava 2 dias. Quando deu 21h da noite, de repente o carro parou, meu pai estava fraco demais para olhar e vê, e o meu irmão pequeno já mostrava sinais.
Ficamos na beira da estrada, vendo se conseguíamos ajuda. Ate que parou um carro, era outra família, o pai da família disse que poderia olhar, e logo disse que era uma peça, se acaso tivéssemos ele trocava e o carro já pegava. Mas não tínhamos, a solução seria comprar.
Então minha mãe perguntou se eles poderiam me levar, eu comprava e trazia de volta. Eu disse que não ia, minha mãe falou.
- você tem que ir, seu pai não aguenta, seu irmão está febril, vai saber cuidar dele?
Eu vi que ela tinha razão. O moço disse que a peça não era cara. Minha mãe e meu o dinheiro, e fui com eles. Levou quase uma hora para chegamos na primeira cidade, eu so precisava comprar a peça, e voltar. Ele me levou uma loja, onde era do conhecido dele, que me vendeu, e depois me deixou próximo de posto, onde eu pegaria carona de volta.
- fica ali, sempre tem famílias indo e volta, so aceita a carona se for com família, entendeu?
- sim, muito obrigado.
Eu estava com um pouco de medo. Já era noite e eu estava ali, sozinha, praticamente dando sopa naquele local desconhecido. Andei até o frentista. Ao chegar, o frentista me olhou estanho, expliquei minha situação, e ele disse para eu esperar, sempre aparecia algum carro indo para a direção que eu queria.
Depois de quase 40 minutos, notei a chegada de um micro-ônibus. O micro-ônibus foi logo estacionando e desceu do veículo, um senhor, uma senhora e mais 2 adolescentes. Dirigi-me até eles sem muita esperança.
O senhor aparentava ter uns 50 anos. Era alto, branco, forte, talvez um pouquinho acima do peso, mas sem chegar a ser gordo. Ele não era musculoso, mas era bastante forte, grande, braços fortes e um pouco calvo, mas muito barbudo.
Expliquei ao senhor e sua esposa o que havia acontecido. Eles me disse que infelizmente não poderia me ajudar porque a entrada do sitio deles era muito antes, do local que eu ficaria. Então me afastei, mas notei que o senhor não parava de olhar em minha direção. Quando a mulher dele foi para dentro, o senhor se aproximou de novo de mim, e disse.
- olha, posso tentar lhe ajudar, mas quero pagamento.
- chegando lá minha mãe pagar o senhor, tenho certeza
- não quero dinheiro.
- o que o senhor quer?
Ele olhou para a conveniência, e depois pra mim, apertando o pau, e eu entendi, e falei.
- credo, eu não, eu sou sapatão.
- você que sabe
Achei muito desaforo dele, ter coragem de pedi aquilo. O frentista havia escutado, e fez que não. Logo, a esposa e os filhos apareceram, ela dizendo que haviam esquecido algo, que iriam voltar, ele ficou furioso.
Vi o micro-ônibus voltando na mesma direção que veio, já era quase 23h da noite, e depois disso, passou quase 1h, já faltava uns 3 minutos para meia-noite, quando vi o micro-ônibus aparecer novamente, e parou ao meu lado, e a esposa dele falou.
- querida, se você quiser, podemos levá-la, meu esposo deixar nós em casa, e depois leva você.
Olhei para o esposo dela, sabia o que ele queria, mas não acreditava que ele pudesse tentar algo, ainda mais com a esposa dele sabendo, e ele não ia pode demorar a voltar, então mesmo com medo e sem opções, aceitei.
- Sim, quero.
Receosa, entrei no micro-ônibus e partimos. Durante o percurso, expliquei mais ou menos em que local onde minha família estava permanecera. Eles começou a fazer um tanto de perguntas do tipo: você tem namorada? Quantos anos você tem? Mora onde? Tudo isso, quando o senhor começou, sem parar de me olhar pelo retrovisor. Respondi uma a uma, pacientemente. Enquanto me enchia de perguntas. Eu continuava fingindo de bobo, e dizendo que minha mãe pagaria pela ajuda, e ele dizendo “não precisa se preocupar com isso”.
Depois de uns 40 minutos, ele entrou em uma via sem asfalto, e andou por mais uns 25 minutos, parando na frente de um sitio. A família dele desceu, a esposa lhe deu um beijo, e falou para ele não demorar. E seguimos. Assim que saímos, ele falou.
- senta aqui mais perto
- aqui esta bom
Realmente fiquei com medo.
Ele voltou a estrada principal, mas depois de uns 20 minutos, de repente, sem maiores explicações, ele saiu da rodovia onde estávamos e entra numa estradinha de terra, deserta, sem iluminação, com uma mata bastante fechada a sua margem. Gelei na hora. Tremendo, quase que chorando, disse a ele:
- Moço, não é esse o caminho... era so segui reto.
- Calma gatinha, só estou encontrando um local seguro para você me pagar pela carona.
Do nada, entrou em um sitio, estava tudo escuro, o sitio parecia abandonado, parou o micro-ônibus ao lado de uma casa velha e apagou todas as luzes do veículo. Apreensiva, com a voz embargada e choramingando, eu disse:
- Senhor, olha, eu preciso voltar, minha mãe está esperando... Por favor... ela vai ficar preocupada, ela tem dinheiro para lhe pagar...
- Calma gatinha. Eu não quero dinheiro.
Nisso, ele se levantou do banco do motorista, e veio para perto de mim, ficando em pé, perto do banco que eu estava, dizendo.
- Vamos demorar apenas alguns minutinhos. Relaxa. Não vou lhe fazer mal. O melhor que você faz é me obedecer e rapidinho nós continuamos o caminho. Não se preocupe, pode ficar calmo. Pode confiar em mim. Vamos guardar segredo, ok?
Fiquei em silêncio, tremendo, morrendo de medo. Ele continuou:
- Fica calma, nós já vamos voltar para a rodovia. Eu só quero aproveitar um pouquinho. Sabia que você tem rostinho lindo? É mesmo com essas roupas de menino, deve ter um corpinho de princesa linda, Sabia hein? Com certeza é uma princesinha... Olha só o que está lhe esperando.
Em seguida, guiou minha mão na direção da sua calça, sobre o seu pênis. Senti o volume. Ele ficou esfregando minha mão sobre o pau dele, por cima da calça. Em seguida, tirou o pau para fora e o colocou em minha mão:
- Está vendo gatinha, pode confiar em mim, fica calma, relaxa, aahh que mãozinha macia.
Fez com que eu segurasse o seu pau e iniciasse uma punheta. Logo após, terminou de descer suas calças, colocou a mãos por trás do meu pescoço, empurrando a minha cabeça na direção do seu pau:
- Vem cá gatinha, vem mamar vem. Vem pagar pela carona. Eu sei que você vai gostar. Mama bem gosto, mama.
Eu não tinha escolha. Ele segurou a minha cabeça por trás, fixando uma das suas mãos em meus cabelos. Forçou minha cabeça para baixo, dizendo:
- Chupa bem gostoso vai... engole ele todinho...
Abri a boca e comecei a chupar o cacete dele. Era um pinto grande, bonito. Estava muito duro e reto. Tinha um gosto meio salgado. Eu estava um pouco atrapalhada, pois não tinha experiência nessa área. Tentava fazer igualzinho aos filmes pornográficos que eu já havia assistido, do jeitinho que as mulheres faziam. Às vezes me engasgava. O medo foi passando e comecei a sentir tesão com a situação.
Foi quando eu senti a respiração do senhor ofegante e o seu pau pulsando dentro da minha boca. Ele continuou segurando minha cabeça por trás, obrigando-me a fazer movimentos, como se estivesse fudendo minha boca. De repente, senti uma esguichada de porra bem forte, quente, atingindo bem no céu da minha boca. O senhor urrava, dizendo.
- que delicia gatinha
Fiquei sem reação, meio assustada com tudo aquilo. Tentei tirar o pau dele da minha boca, mas ele continuava me segurando forte. Em seguida, tudo muito rápido, veio outro jato de porra, e outros seguiram inundando minha boquinha. Fiquei com a boca toda gozada.
Ele se limpou com uma flanela enquanto eu cuspia no chão o esperma que restava em minha boca. Acabei engolindo alguma coisa. Ele disse –
- foi mal, faz uns dias que não gozo.
Após isso, pensei que ele seguiria viagem, mas ele passou mão em minhas pernas e me disse:
_ Você tem a boquinha muito gostosa, mas eu quero mesmo é comer sua bucetinha, ela deve ser uma delícia, tira esse short, vai gatinha.
Não respondi nada. Como não havia gozado, continuei com tesão, mas ainda com um pouco de medo. Aquilo tudo já era muito para mim. Não tive tempo de pensar muito. Ele me pegou pelas pernas, fazendo eu me deitar no banco, e tirou meu short, eu ficando numa cueca feminina, que ele logo tirou também.
Quando eu percebi, ele se acocou entre minhas pernas, e começou a chupar minha buceta, e eu comecei a gemer muito alto. Aquele senhor sabia o que estava fazendo na minha buceta, eu gemia falando “Meu Deus Senhor”, eu olhei para rola dele, eu me chupava, e com a outra mão se masturbava. Estava frio e muito escuro lá fora, e nos dentro do micro-ônibus transando.
De repente ele parou, fazendo eu me levantar, eu estava usando apenas minha camisa, mas ele me colocou de quatro, com uma perna no banco e outra no chão, com a bunda empinada para trás. Ele ficou atras de mim, dizendo.
- caralho, que delicia, já deu para um homem.
- não – respondi sem pensar.
Senti o seu pau duro em minha bunda. Notei que ele estava louco pra me comer. Segurou-me pela cintura com uma das mãos. Cuspiu na outra mão e passou em cima da minha bucetinha. Direcionou a cabeça do seu pau para a entrada do meu buceta virgem que a esta altura já estava molhada de tanto tesão. O seu corpo, enorme, fazia com que o meu quase desaparecesse.
Senti um arrepio enorme quando ele encostou seu cacete na entradinha. Ele começou a forçar. Senti uma dor bem forte, aguda, e acabei soltando um gritinho. Ele continuou forçando, forçando, forçando... Até que a cabeça do seu pau conseguiu invadir minha bucetinha. Soltei um grito que foi logo abafado por uma das suas mãos. Ele parou um pouco e começou a dizer um tanto de sacanagens:
- Vou comer esse xaninha bem gostoso... que bundinha deliciosa hein... empina o rabinho para mim sua putinha... gatinha... empina vai... empina que eu vou colocar mais...
Eu sentia a rola grossa dentro da minha buceta, entrando ainda mais, eu me segurava na janela, e ele continuava empurrando, eu dizendo.
- não vou aguentar senhor
- vai sim gatinha, já esta mais da metade dentro dessa bucetinha apertada.
Nossa, doía muito, parecia que tinha algo me partindo ao meio. Ele segurou na minha cintura com as duas mãos, e gravou o resto da pica de uma vez só. Dei um grito, que ele nem se deu o trabalho de abafar. Depois, ele ficou um tempo parado para eu me acostumar, apenas dizendo sacanagens em meu ouvido com o seu pau todo dentro da minha buceta.
Ele começou a fazer movimentos de vai e vem dentro de mim. Após um tempo, ele tirou o pau de mim e pegou um lençol, Forrou o chão, entre os bancos, e pediu para eu ficar de quatro.
Obedeci, morta de tesão, colocando-me de quatro e empinando bem a bundinha na direção dele. Colocou novamente o seu cacete em mim e iniciou um novo vai e vem. Durante o vai e vem, seu pau saía até a metade e entrava todo novamente, só parando quando suas bolas batiam com força em minha bunda.
O barulho causado pelo choque de suas bolas com a minha bunda tomou conta do ambiente, misturando-se com o barulho dos insetos que cantarolavam e assistiam o senhor me comendo. Ele continuou me comendo, socando o seu pau sem dó e sem piedade na minha bucetinha, falando em meu ouvido um tanto de sacanagens:
- Toma sua putinha... toma rola... empina o rabinho para mim... toma safada... vadia... toma... toma putinha... que bucetinha gostosa... toma isso... toma rola... toma... tá vendo o que eu faço com menininhas iguais a você...
Falava essas palavras enquanto socava sem dó o pau em mim. Às vezes, ele chegava a dar uns tapas em minha bunda. Eu fiquei ali, bem quietinha, mantendo a minha bundinha empinadinha para ele, sentindo o seu pau me devorando. Não consegui me segurar e gozei bem gostoso.
Ele continuou me comendo e dizendo sacanagens:
- Tá gozando putinha... toma rola toma... ainda diz que não gosta de levar rola não é... tá vendo, isso que é gozar com um pau entrando na sua bucetinha...empina o rabinho pra mim, empina putinha, empina.... toma princesinha... toma... hoje é meu dia de sorte...
Eu fazia um esforço enorme para manter minha bunda empinada para ele. Ele começou a aumentar os as penetradas, ficaram ainda mais fortes, bem fortes mesmo, mas continuei na minha posição.
Foi quando senti o seu pau pulsar novamente. Já sabia o que viria... Ele começou a gozar e a urrar:
- Haaaaa... toma vadia... haaaaaa... puta que pariu, que xana gostosa, vadiazinha, haaaa......
Após gozar, ele tirou o cacete de dentro de mim e se limpou novamente. Deu-me um pedaço de pano para eu também me limpar. Levantei-me, com as pernas bastante bambas. Vestimo-nos e voltamos para a estrada.
Como se nada tivesse acontecido, ele voltou para a rodovia e seguiu na direção que eu precisava. Continuamos a viagem em silêncio.
Ao avistar minha família, senti-me feliz. Descemos do micro-ônibus, ele conversou com minha mãe, ele ainda arrumou o carro, minha mãe agradeceu, ele me cumprimentou de longe e foi embora.
Quando chegamos na nossa cidade, fomos direto para o hospital, eu comprei uma pílula do dia seguinte escondida da minha mãe e tomei.
Hoje sou casada com uma mulher, tenho 31 anos, mas traio ela com homens, isso escondido é claro, já trair ela com o síndico do nosso prédio.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos