Vendo o pau do meu cunhado na sala 2
Luna estava nervosa. Não um nervosismo leve, daqueles que vêm e vão era um estado constante, uma corda esticada dentro do peito que vibrava a cada passo de Gabriel, a cada som de porta, a cada instante em que a irmã virava as costas.
Ter um caso com o cunhado dentro da casa da própria irmã não era nada fácil. Era um jogo de perigo constante, um segredo que precisava ser guardado a cada segundo. E Gabriel não ajudava. Pelo contrário ele aproveitava cada situação para "atacá-la". Era só Juliana subir as escadas, era só a irmã se virar para pegar algo, que as mãos dele já estavam em Luna, ou ele já estava se mostrando excitado, o pau duro marcando sob a bermuda, o sorriso safado nos lábios.
Luna vivia no limite. E parte dela uma parte que ela tentava ignorar adorava isso.
Na manhã seguinte ao que aconteceu na sala o vídeo, o sofá, o sêmen escorrendo pela sua boca Luna estava na cozinha.
A luz entrava pela janela, clara, impiedosa. A cozinha era um espaço limpo, branco, inocente um cenário feito para cafés da manhã em família, para conversas bobas, para a vida normal que Luna já não podia mais ter.
Ela tinha acabado de preparar seu capuccino solúvel. O cheiro do café subia da caneca enquanto ela se sentava à mesa, os dedos envolvendo o calor do porcelanato. Um gole. A bebida quente descia pela garganta.
A irmã estava no banho. O som do chuveiro ecoava pelo corredor um barulho distante, abafado, que garantia alguns minutos de privacidade. Minutos preciosos. Minutos perigosos.
Gabriel chegou.
Ele estava vestindo apenas uma cueca samba-canção aquela cueca larga, de algodão, típica de homem que não se preocupa em ser visto. O tecido azul marinho cobria as coxas, mas não escondia o volume. O pênis semi-ereto balançava levemente a cada passo, a forma marcando o algodão, a cabeça desenhando uma curva que Luna já conhecia bem.
Ele bocejou. A boca aberta, o som preguiçoso, os braços se esticando como um felino acordando. A cena era banal um homem acordando, indo para a cozinha mas Luna sabia que nada era banal com Gabriel.
Ele andou até onde ela estava sentada.
As passadas eram lentas, deliberadas. Ele parou atrás dela.
As mãos de Gabriel tocaram os ombros de Luna. Os dedos encontraram a pele macia ela vestia uma blusinha de alças finas, a mesma do dia anterior, a mesma que já havia traído sua inocência. Ele começou a massagear.
O toque era firme, mas macio os polegares pressionando a nuca, os dedos deslizando pelos ombros, aliviando a tensão que ele mesmo causava. O coração de Luna acelerou. Ela sentiu cada batida no peito, na garganta, nas têmporas.
— Onde está sua irmã?
A pergunta veio num tom quase inocente como se ele estivesse perguntando sobre o tempo, sobre o que ia comer, sobre algo banal.
— Acabou de entrar no banho — ela respondeu, a voz saindo mais baixa do que ela gostaria. Ela levou a caneca aos lábios, bebeu um gole. O capuccino ainda estava quente.
— Que bom.
O sorriso dele foi audível na voz. Luna não precisava ver para saber era aquele sorriso safado, confiante, que a desmontava por dentro.
Gabriel saiu de trás dela.
O corpo dele se moveu para o lado, e Luna viu. Ele estava ao lado dela agora, tão perto que ela sentia o calor irradiando da pele dele, o cheiro de sono e sabonete, a presença masculina que preenchia o espaço da cozinha branca.
Os dedos dele encontraram o elástico da cueca samba-canção.
Ele abaixou.
O elástico desceu um som seco, macio e o pênis semi-ereto ficou exposto. A cabecinha já começava a despontar, ainda mole mas já inchando. Gabriel pegou o pau com a mão direita e começou a bombear.
Devagar no início. Depois mais rápido.
O movimento era ritmado, íntimo a mão subindo e descendo pela haste, a pele deslizando, a cabecinha ficando cada vez mais duro a cada movimento. Ele bombeou até ficar completamente duro. O pau pulsava na mão dele, grosso, latejante, a cabecinha brilhando sob a luz da cozinha.
Luna parou de beber seu capuccino.
A caneca ficou suspensa no ar, os lábios ainda molhados de café, os olhos fixos no pau de Gabriel. Ela estava paralisada. A ação do homem ousadia, o risco, a normalidade com que ele fazia aquilo a deixou sem fôlego.
O chuveiro ainda corria no andar de cima. A irmã ainda estava no banho. A cozinha estava iluminada, clara, exposta. Qualquer um que entrasse veria.
Gabriel pegou o pau duro, grosso, pulsando e colocou em cima da mesa.
O membro descansou sobre a superfície de madeira clara. A cabecinha rochada apontava para Luna, o pré-gozo já brilhando na ponta, a haste grossa pressionando a mesa.
— O café está bom? — ele perguntou, a voz normal, como se não tivesse o pau duro exposto em cima da mesa da cozinha.
Luna olhou para o pau. Depois para o rosto dele. Depois para o pau novamente.
A caneca tremia levemente na mão dela.
O pau de Gabriel pulsava sobre a mesa.
Luna não conseguia desviar o olhar. A cabecinha rosada brilhava, o pré-gozo formando uma bolha transparente na ponta, e a cada pulsação do membro, a gota crescia, ameaçando escorrer.
— Si… sim — ela respondeu.
A voz saiu gaguejada, a língua pesada, o coração disparado. A caneca estava largada na mesa, o café já esquecido.
Gabriel colocou a mão na cabeça dela.
Os dedos afundaram nos cabelos de Luna macios, soltos, cheirando o xampu da noite anterior. Ele acariciou devagar, as unhas roçando o couro cabeludo, os dedos deslizando pelas mechas.
— Não precisa ficar nervosa, não.
A voz era macia, paciente. Como se ele tivesse todo o tempo do mundo. Como se a irmã não estivesse no banho, a poucos metros de distância.
A mão dele desceu. Os dedos encontraram a mão de Luna a mão que solta a caneca, os dedos que ainda tremiam sobre a mesa.
Ele pegou a mão dela. A palma pequena, quente, trêmula. Ele a guiou devagar, aproximando-a do próprio pau.
— Isso.
A palma de Luna tocou a haste. A pele era macia e quente e por baixo, a rigidez pulsava. O membro era grosso, pesado, e a mão dela parecia ainda menor contra ele.
Gabriel guiou o movimento. A mão dela subiu e desceu pela haste, lenta no início, depois mais confiante.
— Boa garota — o sussurro veio quente, direto no ouvido dela. — Não precisa ficar com medo.
Luna levantou os olhos. Os olhos dela estavam marejados um brilho úmido que misturava medo e excitação, vergonha e desejo. Os lábios tremiam. A respiração saía em pequenos sopros, cada um umedecendo o ar entre eles.
Ela não estava com medo dele.
Estava com medo de si mesma. Do quanto queria. Do quanto já estava entregue.
A mão dela começou a se mover sozinha ainda guiada por ele, mas já independente, já ganhando ritmo, já descobrindo os pontos exatos onde o pau pulsava mais forte.
O café esfriava na caneca.
O chuveiro ainda corria.
E na cozinha branca e iluminada, a mão de Luna deslizava pelo pau de Gabriel devagar, íntima, proibida enquanto os pingos de água do chuveiro lá em cima contavam os minutos que restavam.
A ponta do pau de Gabriel escorreu.
O pré-gozo desceu lentamente pela cabecinha rosada, um fio grosso e transparente que escorreu e começou a pingar na mesa de madeira clara.
O som foi baixo, úmido o líquido quente encontrando a superfície fria.
Luna admirou.
Os olhos dela acompanharam o fio descendo, a gota se formando, o pequeno ponto brilhante se espalhando na madeira. Ela nunca tinha visto algo assim de tão perto o desejo de um homem materializado, escorrendo, convidativo.
O dedo dela se moveu sozinho.
A ponta do indicador tocou a cabecinha do pau de Gabriel bem no lugar onde o pré-gozo nascia, na pequena fenda que pulsava a cada batida do coração dele. O dedo brincou com o líquido, espalhando a gota sobre a pele quente e brilhante.
Gabriel prendeu a respiração.
Luna levou o dedo à boca.
Os lábios se abriram e ela colocou o dedo na boca, chupando o pré-gozo. O gosto era salgado, levemente amargo, quente. A língua deslizou entre os dedos, limpando cada centímetro.
O som foi molhado, íntimo, e os olhos dela não saíam dos olhos dele.
Gabriel sorriu. A voz saiu baixa, provocadora, molhada:
— Quer tomar seu leitinho de manhã?
A pergunta era infantil e obscena ao mesmo tempo uma dualidade que resumia todo o jogo entre eles.
Luna não hesitou.
— Sim.
O "Sim" saiu firme, sem gagueira. Não havia mais nervosismo. Não havia mais medo.
Ela pegou o pau do cunhado com a mão direita. Os dedos envolveram a base, firmes, sentindo a grossura, a pulsação, o calor. O membro estava duro, latejante, pronto.
Ela o levou à boca.
Gabriel ficou em pé em frente dela Luna sentada na cadeira da cozinha, ele plantado à sua frente, o pau na altura exata dos lábios dela.
Ela começou a chupar.
A boca envolveu a cabecinha primeiro um movimento lento, quase tímido no início, como se estivesse se acostumando com o tamanho. A língua pressionou a fenda, provando o pré-gozo que ainda escorria. Os lábios deslizaram pela haste, devagar, sugando com vontade.
O som preenchia a cozinha clara.
Gabriel gemeu baixo um som gutural, contido, que escapou por entre os dentes. A mão dele encontrou os cabelos de Luna, os dedos afundando nas mechas macias, não para forçar, mas para sentir.
— Isso… princesa. Assim.
Luna acelerou o ritmo. A boca subia e descia pelo pau, a língua desenhando círculos na cabecinha a cada subida, o olhar fixo nos olhos dele.
Luna chupava com o coração acelerado.
O perigo batia na porta. A irmã estava logo ali, no banheiro ao lado, a poucos metros de distância. A qualquer momento, a porta podia se abrir. A qualquer momento, Juliana podia sair e flagrar a cena a irmãzinha amada de boca no pau do futuro esposo.
O coração de Luna disparava. Cada batida era um aviso, cada segundo uma roleta russa.
Mas ela não parou.
A língua circulava a cabecinha do pau de Gabriel movimentos lentos, molhados, precisos. A mão esquerda dela massageava as bolas dele, os dedos acariciando a pele macia e quente, sentindo o peso, a textura. A mão direita de Luna deslizou por baixo da blusa, depois por dentro do shortinho, e encontrou o clitóris por cima da calcinha encharcada.
Ela se tocava enquanto chupava.
O próprio prazer se misturava com o risco. A calcinha estava tão molhada que pingava, uma pequena poça se formando na cadeira da cozinha. Se ela se levantasse, daria para ver a mancha escura no tecido, o desejo escorrendo pelas coxas.
Ela agarrou a base do pau de Gabriel com a mão esquerda firme, envolvendo toda a grossura e sugou a cabecinha com vontade.
Os jatos de porra começaram a sair.
O primeiro jato foi quente, grosso, direto na língua dela. O segundo veio logo em seguida, preenchendo a boca, escorrendo pelos cantos. O terceiro desceu pela garganta dela, e ela engoliu o leitinho de manhã, o gosto salgado e quente, a prova do prazer que ela tinha dado a ele.
Os sons eram úmidos, abafados, íntimos.
Luna sentiu ele descarregando na boca dela. Cada pulsação do pau era um novo jato, um novo gozo escorrendo pela sua língua. Ela não parou de sugar até sentir que não havia mais nada.
Quando ela tirou a boca do pau de Gabriel, os lábios estavam brilhando, molhados uma mistura de baba e gozo escorrendo pelo queixo.
Gabriel segurou o queixo dela.
Os dedos firmes, mas não brutos. Ele ergueu o rosto dela, forçando-a a olhar nos olhos dele. Ela estava linda os olhos marejados, os lábios inchados e brilhando, a expressão de quem acabava de fazer algo sujo e adorava cada segundo.
Ele sorriu. Orgulhoso. Satisfeito.
O polegar dele limpou o canto da boca dela o gozo que escapara, a baba que escorria. O dedo deslizou pelos lábios dela, e ele levou o polegar à própria boca, chupando o gosto dela, o gosto dos dois juntos.
O chuveiro desligou.
O som cortou o silêncio o silêncio do gozo, o silêncio da cozinha. O barulho da água parando ecoou pelo corredor.
Luna se assustou. O corpo tenso, os olhos arregalados, o coração disparado.
Gabriel não se moveu. Não pareceu assustado. Apenas observou a reação dela com aquele sorriso calmo.
— Me dá sua calcinha — ele disse, a voz baixa, normal, como se pedisse um copo de água.
— O quê? — Luna piscou, confusa, ainda tonta de prazer e medo.
— Sua calcinha. Tira ela e me dá.
Apressada, nervosa, Luna levantou da cadeira. As pernas tremiam. As mãos tremiam. Ela tirou o shortinho de dormir o tecido caiu no chão e depois a calcinha. O tecido estava encharcado, molhado, escorregadio. Ela entregou para ele.
Gabriel pegou a calcinha. Levou ao nariz. Inspirou fundo o cheiro dela, o desejo dela, a prova líquida do que sentia.
Ele sorriu.
Depois, ele levou a calcinha ao próprio pau o membro ainda duro, ainda brilhante de baba e gozo e começou a limpar. O tecido encharcado deslizou pela haste, limpando o líquido branco, absorvendo o que restava.
O som era macio e íntimo.
Luna assistiu tudo. Seminua na cozinha. O shortinho no chão. Apenas a blusinha de alças cobrindo os seios pequenos, os mamilos duros marcando o tecido. O ar gelado da manhã roçando a pele das coxas, da buceta exposta porque sem a calcinha, ela estava completamente vulnerável.
Gabriel terminou de limpar o pau. A calcinha agora estava suja não apenas do gozo dela, mas do gozo dele. A mistura dos dois líquidos encharcando o tecido.
— Pronto. Pode colocar de volta.
Ele devolveu a calcinha para Luna.
Ela olhou para o pedaço de tecido. A mancha branca do gozo dele. A mancha transparente do gozo dela. A prova física do que tinham acabado de fazer.
As mãos trêmulas de luxúria não mais de medo pegaram a calcinha. Ela vestiu novamente. O tecido frio e molhado roçou a pele sensível, o clitóris ainda latejante, e Luna prendeu a respiração.
— Boa garota.
Gabriel deu um beijo nos lábios dela. Macio. Demorado. A língua roçou os lábios dela por um segundo, provando o gosto que ainda estava ali.
— Pode voltar a comer seu café da manhã.
Ele se virou. Foi até o fogão. Pegou a frigideira, os ovos, a manteiga. Começou a preparar ovos mexidos como se nada tivesse acontecido, como se o pau dele não tivesse estado na boca da cunhada minutos antes, como se a calcinha encharcada não estivesse agora vestida novamente, suja de gozo.
Luna sentou-se na cadeira. As pernas ainda tremiam. A calcinha molhada grudava na pele, escorregadia, quente.
Ela pegou a caneca. O capuccino já não estava tão quente. Ela bebeu mesmo assim.
O sabor do café se misturou com o gosto de gozo que ainda estava na sua boca. Amargo, salgado, quente uma combinação que ela sabia que nunca mais esqueceria.
Minutos se passaram.
Passos no corredor.
Juliana apareceu na cozinha. O cabelo ainda úmido,. A pele cheirosa. Ela sorriu para Luna.
— Bom dia — ela disse, a voz alegre, normal, alheia.
— Bom dia, amor — Gabriel respondeu da frente do fogão. A voz tranquila, o sorriso no rosto. — Tô fazendo ovos. Quer?
— Não, mas a Luna ama. Ela sempre pede ovos mexidos quando dorme aqui.
Gabriel serviu um prato. O cheiro dos ovos quentes preencheu a cozinha. Ele levou o prato até Luna e parou atrás dela.
Inclinou-se. Os lábios roçaram a orelha dela. A voz veio num sussurro quente, baixo, só para ela:
— Na próxima vez, vou gozar no seu café. Leitinho com café. Só para você.
O corpo de Luna tremeu inteiro. A calcinha molhada ficou ainda mais molhada.
Gabriel se afastou. Voltou para o fogão. Cumprimentou Juliana com um beijo no rosto.
E Luna ficou ali, sentada na cadeira da cozinha, com o prato de ovos mexidos na frente, o capuccino mão, e a promessa de um café mais quente para a próxima vez.
————
Naquela noite, Luna estava no banheiro fazendo seu ritual de limpeza de pele.
Ela adorava aquele momento o silêncio, a água morna, o cheiro do sabonete facial, a sensação de renovar a pele depois de um dia longo. Era um momento só dela. Um instante de calma em meio ao caos de viver na casa da irmã com o cunhado que a enlouquecia.
Ela estava com a cabeça baixa, a água escorrendo pelo rosto, os dedos deslizando pela pele molhada, limpando o sabonete.
Ela levantou o rosto.
No reflexo do espelho, ele estava ali.
Gabriel.
Atrás dela. O rosto sério, os olhos fixos nela. A respiração calma.
Luna deu um grito.
O som escapou antes que ela pudesse pensar um grito agudo, curto, de susto puro. Ecoou nas paredes do banheiro, ricocheteou nos azulejos brancos.
Gabriel tampou a boca dela.
A mão dele foi rápida, firme a palma quente cobrindo os lábios dela, os dedos pressionando as bochechas, abafando o próximo som que tentava escapar.
— Shh.
O som veio no ouvido dela baixo, quente, urgente. A respiração dele roçou a pele do pescoço.
— Shh, linda. Sou eu.
Luna olhou para o reflexo dele no espelho. Os olhos dela estavam arregalados, as pupilas dilatadas não apenas de susto, mas de algo mais. O coração disparado.
A porta do banheiro estava entreaberta. Ela tinha deixado assim um descuido banal, o tipo de coisa que se faz quando se está sozinha em casa. Mas não estava sozinha. Gabriel estava lá. E ele viu a irmãzinha ali, no banheiro, vulnerável, e viu a grande oportunidade.
Uma mão dele ainda tapava a boca dela.
A outra mão desceu.
Os dedos encontraram a barriga de Luna, por cima da blusa grande que ela vestia uma blusa velha, macia, que terminava nas coxas, que mal cobria o necessário. A gola era larga e ficava mostrando um dos ombros, a pele nua, a curva do pescoço.
Ele começou a acariciar a barriga dela.
Movimentos circulares, lentos, íntimos a palma da mão deslizando pelo tecido fino, sentindo o calor do corpo por baixo, a pele macia, o umbigo, a cintura.
Luna prendeu a respiração.
Ela estava sem calcinha. A blusa era a única coisa entre ela e o ar. E Gabriel, atrás dela, pressionava o pau na bunda de Luna.
Ele estava duro.
A rigidez marcava o tecido da bermuda ou talvez ele nem estivesse usando bermuda. Luna não sabia. Ela só sentia o calor, a pressão, o volume da ereção encostando na carne macia da bunda.
O pau dele pressionava devagar, como quem se posiciona, como quem se prepara.
A mão na barriga dela subiu um pouco. Os dedos roçaram a parte de baixo da blusa, a linha onde o tecido terminava, a pele nua das coxas.
Gabriel aproximou os lábios da orelha dela. A voz saiu num sussurro quente:
— Você esqueceu de trancar a porta, princesa.
Luna fechou os olhos. A respiração saía ofegante contra a mão dele.
Ela sabia. Sabia que tinha esquecido. Sabia que ele tinha visto a oportunidade.
Gabriel soltou a mão da boca de Luna.
O ar entrou nos pulmões dela num soluço uma respiração trêmula, ofegante, que ela não conseguia controlar. A mão dele ainda estava ali, perto, os dedos roçando os lábios dela por um segundo antes de descer.
A mão começou a acariciar o pescoço dela.
Os dedos deslizaram pela pele molhada a água do rosto ainda escorria, misturada com o sabonete que ela não terminara de enxaguar. O toque era macio, firme, íntimo. As pontas dos dedos percorreram a curva da garganta, a linha da mandíbula, a pequena cova entre as clavículas.
Todo o corpo de Luna se arrepiava.
Ela se olhou no espelho.
A imagem devolvida era de uma mulher que ela mal reconhecia. O cabelo estava preso num coque alto e bagunçado pescoço completamente exposto, nu, vulnerável. Cada centímetro de pele era um convite. Os olhos dela estavam marejados não de lágrimas, mas daquele brilho úmido que misturava medo e excitação, vergonha e desejo.
Os mamilos estavam duros.
Era visível contra o tecido fino da blusa os dois pontinhos marcando o algodão, eriçados, sensíveis. A pele ao redor se arrepiara toda, cada pelo em pé, cada poro aberto.
A mão grande de Gabriel estava na barriga dela.
A palma quente pressionava o tecido contra a pele, os dedos abertos, cobrindo quase todo o espaço entre o umbigo e as costelas. A mão dele era tão grande que parecia abraçar a cintura fina de Luna por inteiro.
Ela olhou para a mão dele no reflexo. Depois para o rosto dele. Ele estava olhando para ela não para o corpo, mas para os olhos dela no espelho.
A mão dele desceu.
Arrastou-se pelo pescoço devagar, deliberadamente devagar como se cada centímetro merecesse ser sentido. Os dedos passaram pela clavícula, sentiram o osso fino sob a pele, deslizaram pelo ombro, pela curva onde o ombro encontra o braço.
Depois, a mão desceu para o seio.
Os dedos encontraram o tecido da blusa, encontraram a curva pequena e perfeita sob o algodão. A mão dele cobriu todo o seio de Luna a palma envolveu a pequenez, os dedos abraçaram a forma redonda, o peso macio.
Ele apertou.
O som que Luna fez foi pequeno um suspiro rouco, um ar preso que escapou pelo nariz. Ela sentiu a mão dele apertar, sentiu a pressão espalhando-se pelo seio, sentiu o mamilo duro sendo pressionado contra a palma quente.
Ele sentiu. Sentiu o seio na mão como era macio, como a pele era lisa, como o mamilo pequeno marcava o centro da palma. A textura era aveludada, quente, viva. O seio pequeno preenchia a mão dele de um jeito perfeito nem muito, nem pouco. A medida exata para caber ali.
Luna fechou os olhos por um segundo. A respiração falhou. O corpo se arqueou levemente para trás, pressionando a bunda contra o pau dele, pressionando o peito contra a mão dele.
Gabriel sussurrou no ouvido dela, os lábios roçando a pele quente:
— Olha no espelho, princesa.
Luna abriu os olhos.
Ela se viu.
O cabelo preso. O pescoço nu. Os mamilos marcando o tecido. A mão grande dele cobrindo o seio pequeno. Os olhos dela brilhando, perdidos, entregues.
Ela se viu e não desviou o olhar.
Luna sentiu o pau do cunhado deslizando pelas suas coxas.
A pele macia e quente das coxas encontrou a carne dura e latejante do membro. O pau escorria pela fenda entre as pernas dela, roçando a parte interna das coxas, deslizando para cima e para baixo num movimento lento, molhado.
O pau estava tão perto. Tão perto de onde ela mais queria sentir.
Luna apertou as pernas.
As coxas se fecharam em volta do pau de Gabriel, prendendo o membro entre a carne macia. A pressão era firme um abraço das coxas, uma prisão acolhedora que envolvia a glande grossa e pulsante.
Gabriel gemeu.
O som escapou do fundo da garganta baixo, gutural, rouco. Ele sentiu o pau pressionado nas coxas macias dela, a pele lisa e quente envolvendo a rigidez, a pressão das pernas dela apertando, massageando.
O pau escorria pelos lábios vaginais de Luna.
A cabecinha roçava a entrada, deslizava pela fenda, molhava-se no líquido quente que escorria dela. O pré-gozo dele se misturava com a lubrificação dela, e o pau deslizava macio, escorregadio, perfeito.
— Tão molhadinha — ele gemeu no ouvido dela.
A voz era um sussurro quente, a língua roçando a pele da orelha, a respiração ofegante contra o pescoço dela.
Ele começou a mover o pau.
O movimento era lento no início a carne dura arrastando pela maciez das coxas, pela fenda molhada, pelos lábios vaginais. O pau deslizava para cima, a cabecinha pressionando o clitóris, depois descia, roçando a entrada, ameaçando entrar.
O som era molhado, rítmico, obsceno.
Luna gemeu.
O som escapou sem permissão um gemido baixo, agudo, que vibrou contra o ombro dele. Ela sentia o pau se movendo pela buceta escorrendo, sentia a cabecinha pressionando o clitóris a cada subida, sentia a ameaça da entrada a cada descida.
O corpo dela pedia. A buceta apertava, contraía, queria sugar o pau para dentro.
Gabriel levantou a blusa dela.
Os dedos dele encontraram a barra do tecido a blusa larga, fina, que mal cobria as coxas e puxaram para cima. O tecido subiu, revelando a pele macia da barriga, as curvas dos quadris, a bunda redonda e nua.
Porque Luna não usava calcinha.
A bunda dela ficou exposta redonda, macia, apertada. A pele branca brilhava sob a luz do banheiro. A curva perfeita, o pequeno espaço entre as nádegas, a entrada que ele ainda não tinha tocado.
Gabriel agarrou a bunda dela.
As duas mãos agora uma no peito, apertando o seio pequeno, e a outra na bunda, os dedos afundando na carne macia e firme. Ele apertou, sentiu a textura, sentiu o peso, sentiu a forma como a bunda se moldava aos seus dedos.
As mãos de Gabriel guiaram o corpo de Luna. Apertaram o seio. Apertaram a bunda. Puxaram os quadris para trás, pressionando o pau contra a entrada, contra o líquido quente que escorria.
O pau deslizou entre os lábios vaginais. A cabecinha pressionou a entrada.
Luna prendeu a respiração.
O corpo tenso, os quadris empinados, a buceta escorrendo, o pau pressionando a entrada. Ela esperou. O coração disparado, a mente vazia, o corpo pedindo.
Ele não entrou.
Gabriel parou. A cabecinha pressionou a entrada, mas não ultrapassou. Ele sabia. Sabia que Luna era virgem. Sabia que a primeira vez dela não podia ser ali, naquele banheiro de azulejos brancos, em pé, com a água da pia correndo e o risco da irmã aparecer a qualquer momento.
Ele não ia tirar a virgindade dela ali.
Mas isso não significava que ia parar.
— Porra… tão bom — ele gemeu, a voz falhada, quente contra a orelha dela.
Ele sentiu o pau escorrendo pela buceta dela. A lubrificação escorria, quente e abundante, molhando a haste, molhando as bolas, escorrendo pelas coxas dele. O pau deslizava pelos lábios vaginais com uma facilidade molhada, perfeita.
Ele começou a foder sem penetração.
O pau entrava e saía, mas não entrava. A cabecinha pressionava a entrada, deslizava para cima, roçava o clitóris, deslizava para baixo, pressionava a entrada de novo. O movimento era ritmado, molhado, desesperado.
Luna se olhou no espelho.
O reflexo devolvia uma imagem que ela mal reconhecia. O cabelo preso e bagunçado, o pescoço nu e molhado. O rosto estava vermelho — um rubor que subia das bochechas para as orelhas, para o peito. Os olhos estavam marejados, perdidos.
O seio dela tinha escapado do tecido da blusa.
A blusa, que antes cobria tudo, agora estava levantada, amassada, revelando um dos seios pequenos. O mamilo estava duro — durinho, excitado, apontando para o espelho como uma prova viva do que ela sentia.
Gabriel estava atrás dela. O corpo colado ao dela. A respiração ofegante. O gemido baixo e gutural escapando a cada movimento.
Ela sentiu o pré-gozo dele escorrendo pela sua coxa. O líquido quente, grosso, descendo pela pele macia, deixando um rastro brilhante.
A mão de Gabriel, que estava no seio dela, desceu. Os dedos encontraram o clitóris direto, sem tecido, sem barreira.
Ele começou a massagear.
Os dedos deslizavam em círculos lentos, pressionando o ponto exato, sentindo a pulsação, a umidade, a resposta do corpo dela.
Luna gemeu. Mordeu os lábios para abafar o som, mas o gemido escapou mesmo assim um som agudo, molhado, preso na garganta.
Mmf. Mmf. Mmf.
Os dedos de Gabriel não paravam. Cada círculo era uma promessa, cada pressão um empurrão para o abismo.
Luna teve um orgasmo.
O corpo tremeu um tremor que começou no clitóris e se espalhou pelo ventre, pelas coxas, pelos braços. A buceta apertou, contraiu, e o líquido quente escorreu, escorreu pelo pau dele, pelas bolas, pelas coxas.
Gabriel sentiu. Sentiu o pau ficando mais molhado. Sentiu o orgasmo dela escorrendo no membro dele, molhando a haste, lubrificando ainda mais o deslize.
— Isso, princesa. Assim — ele sussurrou, a voz trêmula.
Ele continuou a mover o pau pelos lábios vaginais dela. A cabecinha deslizava para cima, pressionava o clitóris, deslizava para baixo, ameaçava entrar.
O pau estava escorrendo. Do pré-gozo dele. Do orgasmo dela. Os dois líquidos se misturavam, e o pau deslizava macio, quente, perfeito.
Gabriel sentiu que estava perto de gozar.
O corpo tensionou. A respiração falhou. Ele posicionou a cabecinha na entrada dela pressionou, mas não entrou. Apenas apoiou.
Luna gemeu.
Ela sentiu a cabecinha se introduzindo na entrada — apenas a ponta, apenas o suficiente para sentir a forma, o calor, a promessa.
— Aa… aaa… — o gemido escapou em duas notas agudas, molhadas.
— Shh.
A voz de Gabriel foi macia, quente, sussurrada na orelha dela.
— Tudo bem. Só vou gozar.
Ele gozou.
O pau pulsou na mão dele, contra a entrada dela. O primeiro jato de esperma saiu quente, direto para dentro não fundo, apenas na entrada, apenas onde a cabecinha havia se introduzido.
O segundo jato veio em seguida, preenchendo o pequeno espaço, escorrendo para dentro, escorrendo para fora.
Luna gemeu. O som era abafado na garganta uma vibração baixa, prolongada, cheia de surpresa e prazer. A sensação era totalmente diferente de tudo o que ela já tinha sentido. O gozo quente dentro dela, mesmo que só na entrada, mesmo que só um pouco.
Era maravilhoso.
Gabriel continuou a massagear o clitóris dela. Os dedos não pararam movimentos lentos, circulares, suaves. Ele queria que ela ficasse relaxada. Que a entrada ficasse aberta, receptiva, para que o esperma entrasse, para que o corpo dela aceitasse o que ele estava dando.
Luna relaxou.
O corpo, que estava tenso, começou a se soltar. Os ombros caíram. A respiração, que estava presa, começou a sair em suspiros longos e trêmulos.
Ela sentiu o esperma escorrendo para dentro.
Luna respirou fundo.
O ar entrou devagar, enchendo os pulmões, acalmando o coração que ainda disparava. O corpo ainda tremia levemente espasmos pequenos, residuais, que ecoavam o orgasmo que acabara de ter.
Ela olhou para o próprio corpo.
A blusa ainda estava levantada, amassada, revelando o seio pequeno com o mamilo ainda duro. A pele do peito estava rosada, quente, marcada pelos dedos dele. A barriga subia e descia devagar, a respiração se acalmando.
Ela olhou para baixo.
O esperma escorria pela sua coxa.
O líquido branco, grosso, quente o gozo de Gabriel descia devagar pela pele macia da parte interna da coxa. Um fio brilhante que nascia na entrada da buceta e escorria até o joelho, ameaçando pingar no chão.
Luna observou o trajeto do líquido. Não desviou o olhar. Não sentiu nojo. Apenas observou, como quem testemunha a prova do que aconteceu.
Gabriel tirou a cabecinha.
O movimento foi lento, cuidadoso a ponta do pau que estava levemente introduzida na entrada dela saiu com um som pequeno e úmido.
O som ecoou no silêncio do banheiro.
Sem a cabecinha tapando a entrada, o esperma que estava acumulado ali começou a escorrer mais rápido. Um fio mais grosso desceu pela vulva, molhou os lábios vaginais, escorreu pelas coxas, pingou no chão.
As gotas batiam nos azulejos brancos, pequenas manchas brancas no chão claro.
Gabriel se aproximou novamente. O corpo dele ainda estava colado ao dela o peito nu encostando nas costas, o pau ainda duro, ainda molhado, descansando entre as nádegas de Luna.
Ele inclinou a cabeça. Os lábios roçaram a orelha dela.
— Gostou? — a pergunta veio num sussurro baixo, quente.
A voz não tinha arrogância. Não tinha provocação. Era uma pergunta honesta ele queria saber.
Luna não hesitou.
— Sim.
A voz saiu firme, sem gagueira, sem vergonha.
— Muita mesmo.
Ela ainda olhava para o próprio reflexo no espelho. O rosto vermelho. Os olhos marejados. O seio exposto. O esperma escorrendo pela coxa.
Ela se via e gostava do que via.
Gabriel sorriu. O sorriso foi pequeno, mas sincero um alívio, uma confirmação, um prazer compartilhado.
Ele beijou o ombro dela. Macio. Demorado.
— Boa menina — ele sussurrou contra a pele dela.
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Comentários (1)
Ted: Que coisa linda... Vou reler mais tarde...
Responder↴ • uid:1ephnafy6pn9