#Estupro #Incesto #Sado #Teen

A nova realidade que mudou o mundo parte 148 - Putas em dose dupla

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AnãoJediManco

Depois do segundo dia de estupro coletivo, os soldados nos deram um raro intervalo de algumas horas. Estávamos todas jogadas no chão do galpão abafado, exaustas, meladas de porra, com os corpos tremendo. Foi nesse momento curto de descanso que as gêmeas conseguiram se aproximar de mim e da minha mãe.
Clara e Luísa se arrastaram até nós, nuas, com os corpos marcados por mãos, tapas e porra seca. Seus olhos ainda tinham um resto de inocência quebrada. Elas se encostaram em nós, tremendo, e começaram a falar baixinho, quase sussurrando, como se precisassem tirar aquilo de dentro delas.
Clara, a mais falante das duas, começou, com a voz rouca: Quando chegamos… a gente ainda achava que era uma viagem normal. O tio disse que era uma oportunidade nova, um lugar melhor, que vocês já estavam aqui. Quando descemos do avião e vimos todos aqueles homens olhando para a gente… já sentimos que algo estava errado. Eles nos levaram direto para uma sala grande, mandaram tirar toda a roupa na frente deles. Eu e Luísa… a gente nunca tinha ficado nua na frente de ninguém. A gente chorou, implorou, tentou cobrir o corpo com as mãos. Mas eles riram e puxaram nossos braços para trás.
Luísa continuou, a voz mais baixa, envergonhada: O frio foi horrível, a gente tremia inteira de frio e medo. Eles olhavam para os nossos corpos como se fôssemos coisas. Tocavam nossos seios, apertavam, beliscavam os mamilos para ver se eram firmes. Quando um deles enfiou a mão entre minhas pernas e tocou minha buceta pela primeira vez… eu senti um nojo tão grande que quase vomitei. Os dedos dele eram grossos, quentes, invasivos. Ele abriu meus lábios, enfiou um dedo dentro de mim e disse, ainda virgem, boa mercadoria.
Clara engoliu em seco, os olhos marejados: Eles fizeram a gente ficar de quatro no chão, uma do lado da outra. Tocavam nossas bundas, davam tapas, abriam nossos cus com os dedos. A sensação foi… estranha. Um misto de vergonha tão grande que eu queria morrer, e um medo gelado na barriga. Depois eles trouxeram os paus.
Luísa corou violentamente ao lembrar: Foi a primeira vez que vimos um pau de verdade. Alguns eram enormes… grossos, veiosos, com a cabeça roxa brilhando. Eles mandaram a gente ajoelhar e chupar. Eu não sabia como fazer, chorei o tempo todo enquanto um homem segurava minha cabeça e enfiava aquele pau grande na minha boca. Eu me engasgava, baba escorrendo, lágrimas caindo. Ele batia fundo na minha garganta até eu vomitar um pouco. Foi horrível e nojento.
Clara apertou a mão da irmã e continuou: Eles escolheram os maiores paus para tirar nossa virgindade. Colocaram a gente de quatro, lado a lado. Eu senti o pau daquele homem na entrada da minha buceta… era quente, grosso, pressionando. Quando ele empurrou, eu gritei, doeu tanto… senti rasgar por dentro. Ele meteu até o fundo, batendo as bolas em mim. Eu chorava, implorava para parar, mas ele só ria e metia mais forte.
Luísa baixou a cabeça, a voz falhando: Quando o que estava me estuprando gozou… foi horrível. Senti o jato quente dentro de mim, enchendo tudo. Depois ele tirou e mandou eu virar, e gozou na minha cara também. O gosto era estranho, grosso, nojento. Escorreu pelos meus olhos, nariz, boca. Eu cuspi, chorei, mas eles me obrigaram a engolir um pouco. Eu me senti suja… como se tivessem marcado que eu não era mais virgem, que agora eu era só uma puta.
Clara completou, com os olhos baixos: Depois daquilo, eles nos usaram o dia inteiro. Trocaram de buraco, buceta, cu, boca, gozavam dentro, na cara, nos seios. A gente ficava molhada de porra o tempo todo. A sensação de ter um pau grosso abrindo meu cu pela primeira vez… foi uma dor que queimava, esticava, rasgava. E mesmo assim meu corpo às vezes reagia. Isso foi o que mais me humilhou.
As duas gêmeas se abraçaram, chorando baixinho, eu as abracei também, sentindo um aperto no peito. Elas ainda eram tão novas por dentro… mesmo depois de tudo, e eu, que já tinha me tornado tão suja, só conseguia pensar em protegê-las. Mesmo tendo tesão por elas. Mesmo sabendo que, provavelmente, não conseguiria.
As gêmeas continuaram falando, as vozes baixas e envergonhadas, como se ainda sentissem nojo só de lembrar. Clara foi a primeira a continuar, com o rosto vermelho: Depois de nos deflorarem… eles nos obrigaram a fazer coisas uma com a outra. Disseram que queriam ver as irmãs se amando. Nos colocaram nuas, deitadas no chão, uma de frente para outra. Mandaram a gente se beijar primeiro. Foi estranho… nojento. A boca da minha irmã na minha, com gosto de porra de outros homens. A gente chorava enquanto se beijava.
Luísa apertou as próprias coxas, visivelmente desconfortável: Depois mandaram a gente se tocar. Apertar os seios uma da outra, enfiar os dedos… e depois… chupar. Eles nos colocaram de lado, uma com a cabeça entre as pernas da outra. Eu tive que chupar a buceta da Clara primeiro.
Ela fez uma pausa, engolindo em seco, como se o gosto ainda estivesse na boca.
Foi muito estranho, a buceta dela era quente, molhada da porra dos homens que tinham gozado dentro. Tinha um gosto salgado, azedo, misturado com o cheiro dela. Eu enfiei a língua devagar, sentindo os lábios inchados, o clitóris pequeno e duro. Quando eu chupava, ela tremia e gemia, mas era de vergonha, não de prazer. Eu sentia o gosto da porra escorrendo na minha língua, quente, grossa. Tive que engolir, eles mandavam lamber tudo, limpar os lábios, enfiar a língua bem fundo.
Clara continuou, a voz baixa: Depois foi minha vez de chupar ela. O cheiro era forte… aquele cheiro de buceta misturado com suor e sêmen. Quando eu a abri com os dedos, vi tudo brilhando, rosado, inchado. Eu lambi o clitóris dela devagar, senti ele pulsar na minha língua. Enfiei a língua dentro, sentindo as paredes quentes e molhadas apertando. O gosto era… estranho, azedo e salgado ao mesmo tempo, com aquele fundo amargo de porra velha. Eu a chupava e sentia tremer, mas a gente não queria. Era nojento, parecia errado, a gente se ama como irmãs… não como isso.
Luísa completou, quase sussurrando: Eles nos fizeram gozar uma na boca da outra. Eu gozei primeiro na boca da Clara. Senti meu corpo apertar, e o gozo saiu quente, escorrendo na língua dela. Ela engoliu chorando, depois eu tive que engolir o dela. Foi muito estranho… sentir minha própria irmã gozando na minha boca. O gosto era mais doce que o da porra dos homens, mas ainda assim… me deu nojo. A gente não é lésbica, a gente detestou cada segundo, foi forçado e humilhante.
As duas se abraçaram, envergonhadas, os rostos vermelhos. Clara olhou para mim com os olhos úmidos: A gente se sente suja até agora, como se tivessem estragado algo entre nós. A gente se ama…, mas não desse jeito.
Eu as abracei junto com mamãe, sentindo o peso do que elas contavam. Elas eram tão novas, tão quebradas… e mesmo assim ainda tentavam manter um pedacinho de pureza dentro de si, insistindo que não sentiam prazer naquilo.
Mas eu sabia, eu sabia como o corpo traía. Como o prazer podia vir misturado com nojo e vergonha. E como, com o tempo, às vezes a gente se perdia nisso. Eu beijei a testa de cada uma delas e sussurrei: Vocês não são sujas, eles é que são monstros.
Mas por dentro, eu me perguntava se ainda havia salvação para nós quatro. Porque quanto mais tempo passávamos ali, mais eu sentia que estávamos todas afundando no mesmo abismo. E que talvez, em breve, não restasse mais nada de inocente em nenhuma de nós.
Eu ainda estava abraçando as gêmeas quando uma pergunta escapou da minha boca, quase sem pensar: Além do sexo… o que mais fizeram com vocês lá na fazenda?
Assim que as palavras saíram, eu me arrependi. O rosto das duas se contorceu ao mesmo tempo. Clara e Luísa se apertaram uma contra a outra e começaram a chorar forte, soluçando alto, o corpo tremendo como se estivessem revivendo tudo.
Clara foi a primeira a conseguir falar, entre lágrimas e engasgos: Eles… eles nos trataram pior que os animais…
Luísa completou, a voz embargada: No segundo dia… nos levaram para o chiqueiro dos porcos. Tinha uma grande caixa de lavagem… aquela gosma nojenta que eles dão para os porcos, cheia de restos de comida podre, fezes, urina, tudo misturado. Eles nos obrigaram a comer uma tigela grande daquilo, ajoelhadas no meio dos porcos. Eu vomitei duas vezes, o gosto era azedo, amargo, com pedaços moles e quentes… parecia merda. Eles riram e nos fizeram comer até o final. Depois nos empurraram para dentro da caixa.
Clara soluçou mais forte: A gosma era quente… grossa… subia até o nosso pescoço. A gente afundou nela, sentindo aquilo entrando na boca, no nariz, grudando no cabelo. Os porcos comiam em volta da gente, encostando o focinho no nosso corpo. A gente chorava, implorava, mas eles só filmavam.
Luísa enxugou o rosto, mas as lágrimas não paravam: Depois… tiraram a gente de lá, toda melada daquela porcaria, e mandaram a gente chupar um porco. O pau dele era rosado, torto, saindo de uma capa. Tinha um cheiro forte, de animal. Eu fui a primeira, segurei aquele pau quente e fedido e coloquei na boca, era mole no começo, depois endureceu, crescendo na minha língua. O gosto era horrível… salgado, azedo, com um fundo de urina. Ele mexia o quadril, enfiando na minha garganta. Quando gozou… foi muito, um jato grosso, quente, esbranquiçado, com cheiro forte de porco. Ele gozou nos meus peitos e na minha cara. Eu vomitei de novo.
Clara continuou, o rosto vermelho de vergonha: Depois foi a minha vez. Enquanto eu chupava o porco, Luísa era obrigada a lamber o gozo dele dos meus peitos. Foi humilhante… a gente se sentindo sujas, menos que os animais.
Luísa baixou ainda mais a voz, quase um sussurro envergonhado: Teve um dia que… que foi o pior de todos. Eles trouxeram um cachorro grande. Me mandaram dar o cu para ele, na frente da Clara. Eu chorei, implorei, mas eles me seguraram de quatro e guiaram o cachorro. O pau dele era vermelho, pontudo, com um nó grande. Quando ele entrou… doeu muito. Ele meteu rápido, desesperado, o nó inchando dentro de mim. Eu gritava, chorava, sentia ele pulsando. Ele gozou muito, o nó preso dentro do meu cu, me enchendo de porra quente de cachorro. Eu sentia o líquido saindo pelos lados enquanto ele ainda estava preso. Clara foi obrigada a assistir tudo, chorando, e depois teve que lamber o resto que escorria do meu cu.
As duas se abraçaram forte, chorando descontroladamente. As gêmeas ainda estavam tremendo nos nossos braços quando Clara respirou fundo, como se estivesse reunindo coragem para contar o pior.
Teve uma coisa… que foi pior que tudo. Pior que os estupros, pior que chupar os animais…
Luísa completou, a voz baixa e cheia de nojo: Eles nos alimentavam só com porra. Todos os dias. Porra velha, sem refrigeração. Eles coletavam dos peões, dos hóspedes, dos machos que trabalhavam na fazenda… dos bichos. Aliás, quem coletava eram as escravas negras que nem isso tinham direito de comer, e estavam muito magras, e guardavam em baldes grandes, às vezes por vários dias. A porra ficava grossa, pegajosa, com cheiro forte de podre. Era o nosso café da manhã, almoço e jantar.
Clara fechou os olhos com força, o rosto contorcido: Eles nos colocavam de joelhos, lado a lado, e enfiavam funis na nossa boca. Depois despejavam aquela gosma morna, grumosa, cheia de pedaços brancos endurecidos. O gosto era horrível… não dá nem para descrever. A gente se engasgava, vomitava, mas eles seguravam nossa cabeça e obrigavam a engolir tudo. Às vezes a porra estava tão velha que tinha cheiro de queijo podre. A gente a sentia descer pelo estômago, pesada, enjoativa. Depois ficávamos o dia inteiro com aquela sensação no estômago, enjoadas, com gosto de porra na boca o tempo todo.
Luísa apertou as próprias coxas, visivelmente enojada: Um dia… a Clara cuspiu. Só um pouco, um homem passou e ela cuspiu no chão, perto do pé dele. Eles ficaram furiosos.
Clara começou a chorar de novo, a voz falhando: Eles nos levaram pra uma sala de castigo. Nos amarraram em cadeiras de metal, pernas bem abertas. Colocaram eletrodos no nosso clitóris e dentro do cu. Depois ligaram a corrente. Foi… a dor mais forte que eu já senti na vida. Choques fortes, queimando, fazendo nosso corpo pular. Eu gritava tanto que perdi a voz. Sentia como se estivessem rasgando meu clitóris com fogo. O cu queimava por dentro, como se estivessem enfiando ferro quente.
Luísa soluçou: A gente desmaiava de dor… e eles jogavam água fria na cara pra acordar e continuavam. Durou quase duas horas. Quando terminou, a gente não conseguia nem falar. Só tremia, babava, mijava sem controle.
Clara completou, com a voz quase sumindo: Depois… nos penduraram em uma cruz de madeira, de braços abertos, completamente nuas. Nos deixaram lá a noite inteira, no pátio aberto. Começou a chover forte. A chuva gelada batia no nosso corpo, a gente tremia de frio, pendurada, sem conseguir se mexer. A água entrava na boca, no nariz, a gente se engasgava. Os seios doíam de tão gelados. E a gente ainda sentia os choques fantasmas no clitóris e no cu. Ficamos lá até o amanhecer, molhadas, tremendo, quase morrendo de frio e dor.
As duas se abraçaram forte, chorando descontroladamente.
Depois daquilo… a gente parou de resistir. A gente obedecia a tudo. Porque a dor… a dor era grande demais. Disse Clara.
Eu as abracei junto com mamãe, sentindo um aperto esmagador no peito e disse: Vocês são fortes… sussurrei. Mais fortes do que eu fui.

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