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O cheiro do pinto do papai - Parte 4

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Grok_o_perv

Depois da putaria e grupo, o tio Marcelo me pediu para ir na casa dele para me mostrar outro tesão que ele sentia.

Dois dias depois daquela putaria em grupo, recebi uma mensagem do tio Marcelo:

“Rafael, vem pra cá hoje à tarde. Só você, sem teu pai. O Lucas tá ansioso e eu tô louco pra sentir vocês dois me usando. Chega umas 14h. Porta aberta.”

Meu pintinho fino pulsou na hora dentro da bermuda. Cheguei pontualmente. Tio Marcelo abriu a porta só de robe aberto, corpo grande e peludo suado, pau já meio duro balançando pesado. Me puxou pra dentro e me deu um beijo bruto, apertando minha bunda com força enquanto enfiava a língua fundo na minha boca.

— Hoje o tio vai ser o puto da vez, Rafael. Quero que você e o Lucas me tratem bem safado.

Lucas já estava peladinho na cama, corpo lisinho, quase sem pelo nenhum, pintinho fino rosado semi-duro. Tio Marcelo tirou o robe, se posicionou de quatro no meio da cama e empinou aquela bunda grossa, peluda e musculosa. O cu dele brilhava de lubrificante.

Eu e Lucas ajoelhamos atrás. Abri as nádegas dele e enfiei o nariz primeiro, inspirando aquele cheiro forte de macho maduro, suor e tesão. Lucas colou o rosto junto e começamos a lamber juntos, línguas circulando, pressionando e enfiando no buraco quente e macio.

— Isso… lambam o cu do pervo de vocês… — gemeu ele, voz rouca.

— Tá gostoso, tio? — provoquei, dando uma lambida longa e lenta.

— Porra… sou um doente mesmo… lambam mais fundo, caralho.

Ficamos um bom tempo ali, babando tudo, línguas se tocando enquanto rimávamos ele gostoso. O cu do tio Marcelo piscava, quente e guloso. Lucas foi o primeiro a enfiar. Cuspiu no pintinho fino dele e pressionou, entrando devagar enquanto gemia agudinho:

— Caralho, pai… teu cu tá apertando gostoso…

Enquanto Lucas metia devagar, eu me ajoelhei na frente. Tio Marcelo engoliu meu pauzinho liso inteiro, chupando com fome, babando bastante. Segurei a cabeça dele e comecei a foder sua boca no mesmo ritmo que o filho fodia o cu dele.

Trocamos de lugar depois de um tempo. Cuspi bastante no meu pau e meti no cu dele com uma estocada mais firme. Segurei na cintura larga e comecei a socar ritmado, vendo aquela bunda peluda tremer a cada impacto.

— Mete, Rafael… fode esse cu — ele rosnava. — Sou um pedo doente que adora levar rola de mlk novo…

Essas palavras me deram um tesão absurdo. Segurei mais firme e acelerei, metendo fundo e batendo forte contra ele.

— Então toma, pedo safado — respondi, socando mais fundo.

Lucas enfiou o pintinho na boca do pai enquanto eu arrombava ele por trás. O quarto enchia de sons molhados, gemidos roucos do tio e nossos gemidos mais finos.

Mudei a posição: deitei o tio de lado, levantei uma perna grossa dele bem alta e meti de frente, olhando nos olhos enquanto socava. Lucas se encaixou atrás de mim e enfiou no meu cu, fazendo um sanduíche delicioso. Eu fodendo o tio enquanto levava rola.

— Olha só esse doente… levando rola de dois mlks ao mesmo tempo — eu disse, ofegante.

Tio Marcelo tava delirando, pau grosso babando pré-gozo na barriga peluda:

— Isso… me usem… sou o pervo de vocês dois…

Eu metia com força, sentindo o cu dele apertar em volta do meu pau. Lucas gemia no meu ouvido, socando meu cu. Quando senti que ia gozar, avisei:

— Tô quase, tio…

— Goza seco pra mim, Rafael… goza dentro do pedo…

Meti até o fundo, tremi inteiro e gozei seco, espasmos fortes fazendo meu pintinho pulsar dentro dele. Lucas gozou logo depois no meu cu, gemendo fininho e tremendo contra minhas costas. Tio Marcelo se punhetou rápido e explodiu, jatos grossos e brancos sujando o próprio peito e barriga peluda.

Não paramos por aí. Depois de um breve descanso, colocamos ele de quatro novamente. Fodemos ele mais uma rodada, trocando de buraco e de boca várias vezes. Em certo momento sentei no rosto dele pra ele me rimar enquanto Lucas metia no cu dele. Depois inverti: fodi o tio de frente, pernas dele nos meus ombros, olhando nos olhos enquanto socava fundo e lento.

— Goza seco de novo pra mim, Rafael… usa esse doente…

Eu meti fundo, tremi inteiro e gozei seco pela segunda vez, espasmos fortes pulsando dentro dele. Lucas gozou na boca do pai, tremendo e gemendo agudinho. Tio Marcelo engoliu a saliva misturada e gozou mais uma vez, todo melado de porra.

Caímos os três na cama, suados e destruídos de tesão. Tio Marcelo me puxou pro peito largo dele, passando a mão na minha bunda e murmurou rouco:

— Da próxima vez quero vocês dois me esticando ao mesmo tempo… e quem sabe eu chamo mais um amigo pra gente fazer uma roda grande em vocês.

Eu sorri, pintinho ainda sensível latejando, e respondi:

— Pode deixar, tio. Vou adorar te usar de novo.

Saí de lá com o corpo todo cheirando a sexo. Mandei mensagem pro papai dizendo que tinha “treinado bastante com o Lucas”.

Ele respondeu só com:
“Bom garoto. Depois me conta os detalhes enquanto eu te como.”

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