Desfilamos para as camas
Sou um mês mais velha que Martha. Quando tínhamos pouco mais de quatorze anos, éramos vizinhas de porta e além de frequentarmos a mesma sala do último ano do ensino fundamental, na época chamado de ginásio, estávamos também no mesmo nível do curso de inglês, época em que começamos a ter notícias sobre as coisas relativas a sexo, acompanhávamos o crescimento de nossos seios, comparando os meus com os dela e comentávamos as cenas mais picantes dos filmes e os beijos das novelas, quando em uma tarde quente entramos em uma sorveteria e enquanto discutíamos os sabores que íamos escolher, fomos abordadas por uma mulher muito elegante que certamente tinha mais de trinta e cinco anos e usava um lindo costume de grife, Silvia passou a nos consultar sobre os sabores dos sorvetes e fez questão de nos pagar o que escolhemos, sentamo-nos as três em uma mesa da sorveteria e ela se apresentou como agente de modelos de passarela e fotográfico, coisa que mexe com a cabeça de qualquer adolescente, dando-nos um cartão para que fizéssemos testes em sua agencia. Ao relatarmos o convite para nossas mães, elas fizeram questão de nos acompanhar não só aos testes, mas também aos primeiros ensaios e desfiles. Nossas mães vendo que a coisa era séria, passaram a nos deixar irmos sozinhas às atividades. Continuamos a sermos muito bem tratadas, com recomendações de dietas, cremes, massagens, aulas de posturas e tudo mais. Passamos a desfilar e pousar para fotos , recebendo por nossos trabalhos o suficiente para cobrirmos nossas despesas e ainda comprarmos algumas coisas para nossas casas. Em uma tarde, Silvia foi assistir nosso ensaio e quando eu estava trocando de roupa, só de calcinha, ela passou a mão suavemente pela minha nuca e me deu um selinho, olhando dentro de meus olhos e vendo que eu não mostrava nenhuma atitude hostil, contemplou-me com um demorado beijo na boca, o meu primeiro beijo, introduzindo parte da língua em minha boca ao mesmo tempo que alisou meus seios ainda em desenvolvimento, aquele carinho inesperado jogou em minha corrente sanguínea uma quantidade enorme de hormônio, fazendo com que eu retribuísse colocando minha língua naquela boca gostosa e quando minha língua foi chupada meu corpo estremeceu e ela colocou sua coxa junto a minha bucetinha virgem deixando-me esfregar por instinto minha buceta que pela primeira vez estava molhada naquela coxa perfeitamente encaixada levando-me quase ao desconhecido. Colocando sua língua novamente em minha boca, eu a chupei experimentando uma nova forte sensação. Eu sabia que o que tinha acontecido não era para ser comentado, mas Martha era uma exceção, com ela eu podia me abrir, no fim do ensaio, demos nossas mãos e acabamos confessando uma para outra o que tinha nos acontecido e descobrimos que Silvia tinha beijado nós duas, enquanto comentávamos nossas sensações, acabamos nos beijando e nos alisamos como duas namoradas. Naquele fim de semana, tínhamos programado um desfile em uma outra metrópole que não era a que morávamos e embarcamos em duas vans, como já era hábito, quando chegamos ao hotel, meu nome e de Martha estavam com reserva em um quarto triplo, onde a terceira hospede era exatamente a Silvia, naturalmente já supusemos que algo a mais aconteceria, só nos comunicamos por olhares e mal havíamos nos instalado na suíte quando Silvia entrou e pela primeira vez fui beijada na frente de outra pessoa, assim como Martha, mas estávamos muito excitadas para termos ciúmes e aceitamos o convite para tomarmos banho a três. Sob aquela ducha, pela primeira vez Silvia tocou na minha bucetinha fazendo meu grelo ficar durinho, a experiente lésbica nos encostou na parede do box e conseguiu com uma mão masturbar a mim e com a outra masturbar Martha, orientando-nos a nos beijarmos enquanto recebíamos aquela maravilhosa massagem clitoriana, as feições de Silvia era a mais excitante que se pode imaginar, em um instante que parei de beijar a Martha, olhei para o meio das pernas entre abertas de Silvia que estava a nossa frente e pude ver aquele grelão armado e tive meu primeiro orgasmo gemendo muito, o que fez com que Martha tivesse o dela. Silvia completamente transtornada encaixou uma de minhas coxas entre as delas enquanto mamava desesperadamente na Martha e passou a esfregar ritmicamente sua racha em mim . Pudemos dar a nossa bem feitora o prazer que ela tanto merecia, o corpo de Silvia tremeu forte e ela passou a produzir um som gutural maravilhoso. Abraçadas as três sob a ducha trocamos novos carinhos super excitantes e enxugamos uma a outra e fomos as três para uma das camas, ali, Silvia nos instruiu a deitamos lado a lado no sentido transversal da cama enfiou a cabeça entre as pernas de Martha, sugerindo que eu mamasse na minha amiga, o que fiz com grande satisfação, vendo seus espasmos musculares, por instinto, levei meus dedos ao meio de minhas pernas e enquanto mamava me masturbava também, ouvindo os comentários excitantes de Martha que gozou gemendo como uma doente, parei de me masturbar, porque queria sentir aquela língua dentro de mim também e logo tive meu desejo atendido, Silvia saiu do meio das pernas de Martha e antes de mergulhar no meio das minhas, beijou-me lascivamente, fazendo-me conhecer o gosto da bucetinha de Martha que ainda estava em sua boca. A língua de Silvia parecia a oitava maravilha do mundo e me transportou rapidamente ao mundo dos prazeres, aquele gozo mais duradouro e profundo que o primeiro, me convenceu que aquele era o melhor momento que eu tinha vivido até então. Silvia pediu que nos duas mamássemos cada uma em um de seus seios enquanto ela mesma manipulava suja vagina dando-nos um espetáculo enquanto gozava. Nos abraçamos as três naquela cama de solteiro e com muito tato com voz bem calma nos alisando o tempo todo nos explicou que por trás do mundo da moda, havia outro mundo, os das mulheres, em que as mais ricas da sociedade pagavam muito bem para ter em seus braços mulheres jovens e bonitas como nós. Não fiquei chocada, pois já tinha ouvido rumores a respeito. Tomamos outro banho a três e quando no elevador Silvia nos perguntou se queríamos participar de uma recepção pós desfiles onde teriam várias das mulheres das quais ela tinha nos falado, tanto eu quanto Martha assentimos com movimentos de cabeça. Durante o desfile pela primeira vez percebi que algumas daquelas mulheres da assistência nos comiam com os olhos nos dirigindo sorrisos maliciosos e durante o coquetel de encerramento do evento Silvia circulava apresentando as modelos as convidadas, em determinado instante uma elegante mulher, alta, corpo atlético de cerca de quarenta anos colocou as chaves de uma suíte do hotel que estávamos em minhas mãos, olhei em volta e vi Silvia com um sorriso incentivador me apontar a porta através da qual se chegava ao elevador e fui. Abri a porta da suíte e lá estava sentada na cama aquela mulher sorrindo para mim, me aproximei sem saber o que fazer e ela perguntou minha idade, assim que lhe falei ter quinze anos ela me abraçou e me beijou, um beijo tão gostoso quanto o de Martha e Silvia, mas sua apalpada em minhas nádegas eram diferentes e deixamos nossos corpos caírem na e a experiente mulher baixou as alças de meu vestido e admirou meus seios adolescente mamando em cada um deles por vez sentindo meu corpo tremer mais por medo da situação inusitada que por excitação propriamente dito ela levantou e tirou o próprio vestido, demonstrando não ter nada por baixo dele, exibindo um par de seios siliconado e um abdômen tão malhado quando seus braços e pernas, resultado de muitas horas de academia e tirei meu vestido ainda deitada, ficando só de calcinha já que foi lentamente retirada pela desconhecida. Caminhamos as duas de mãos dadas completamente nuas ao box e entramos em baixo da ducha. Voltamos para a cama e a lésbica de colocou de bruxos, invadindo meu cuzinho completamente virgem com sua língua quente e macia, fazendo-me dar gritinhos e contorcer meu corpo, em seguida ela vira meu corpo e aquela língua treinada passou a explorar minha buceta de forma ainda mais minuciosa que Silvia, levando-me a um clímax desesperador até que explodi em um gozo maravilhoso e sem a menor inibição implorei gritando para ela não parar e a danada gozou junto comigo com o auxilio de seus dedos na vagina enquanto me chupava. Completamente entregue à aquela mulher, a vi entrelaçar nossas pernas e passamos a esfregar nossas bucetas e novamente gozamos produzindo muitos sons guturais, gemidos, gritinhos e o barulho molhado de nossas vulvas encharcadas. Ao final recebi um envelope como paga de meus serviços que justifiquei a meus pais terem sido presente dos patrocinadores.
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Comentários (1)
Beija flores: Extremamente excitante, posta mais nessa linha. Parabéns!
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