#Incesto #Lésbica #Teen #Traições

Ganhei a mãe e a filha na bet

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Colber

Minha vizinha estava viciada em jogos on-line. Eu paguei a dívida e comi a mãe e a filha.

Todo mundo sabe que os jogos on-line hoje são uma praga. As pessoas se endividam para manter o vício e em quase toda rua existe alguém muito viciado. Minha vizinha, Luzia, estava nessa situação, todo mundo da vizinhança comentava. Um dia ela veio pra mim pedindo 30 reais pra inteirar o gás. Eu tive pena e emprestei. No dia seguinte, ela veio pedir mais 50, eu disse que não podia emprestar. Então ela disse "posso entrar pra conversar com você?" Eu moro só e já desconfiava da intensão dela. Ela me ofereceu uma punhetinha pelos 50, eu pedi um boquete. Ela disse que por cem ela pagava o boquete e me deixava a calcinha de presente. Concordei. Ela mamou na minha vara enquanto eu cheirava aquela calcinha deliciosa. Claro que no dia seguinte ela voltou, mas aí eu disse que por cenzinho, só o boquete não valia e eu já tinha uma calcinha, eu queria uma enrabada. Negociamos e terminamos fazendo um 69 em troca da nota do peixe.

Passaram-se três dias e ela não apareceu. Para mim até foi bom, porque nesse ritmo eu iria à falência no lugar dela. Na segunda-feira ela voltou, perguntei por que ela tinha faltado no fim de semana, ela explicou que só podia vir na minha casa no horário em que o marido estava trabalhando. Isso me deixou muito excitado, adoro um adultério. Eu sabia que ela era casada e tinha uma filha, mas nem me lembrei do corno. O prazer de estar passando a perna no beta enquanto ele trabalha é enorme. Paguei duzentinhos e entrei pelas duas portas da casadinha mãe de família. Ela disse que nunca tinha dado o cu para o marido e que só tinha começado a fazer isso há pouco tempo, quando começou a ter que pagar as dívidas com o sexo anal há mais ou menos um ano. Realmente, ela não podia dar o cu para o marido agora, porque ele ia perceber que ele já estava bem alargado.

Foi assim durante uns três meses até a coisa começar a perder a graça. Sabe como é, tudo cai na rotina. Ela tinha uma filha, Valentina. Eu já estava de olho na menina havia um tempo, sempre ficava olhando quando ela saia de casa e ficava batendo uma punhetinha. Já fazia um tempo que eu comia a mãe pensando na filha. Um dia, quando eu estava gozando eu falei alto o nome da Valentina. A mãe se assustou e me empurrou e foi embora. Mas o vício em jogo era mais forte e ela voltou. Daí em diante eu só chamava a Luzia de Valentina durante a transa. Um dia ela perguntou se eu queria comprar uma calcinha usada da filha dela. Eu topei na hora. Na segunda-feira ela trouxe aquela calcinha de algodão bem usada. Transamos cheirando aquele perfume delicioso. Naquele dia, com a calcinha da filha na cara, Luzia gozou a primeira vez comigo. Ela começou a chupar a calcinha da filha enquanto suspirava de prazer. Notei que não era só eu que estava a fim de pegar a Valentina. Seduzir uma mulher é só convencê-la a fazer o que ela já quer. Fui cozinhando o juízo da Luzia pra ela trazer a Valentina pra transar comigo. Prometi que iria ficar só no sexo oral, que ela podia assistir para garantir isso. Os olhos dela brilharam com a ideia. Por fim, prometi 500 reais por uma mamada da Valentina e ela nem precisava ficar nua. Ela pediu mil. Fechou. Era muita grana, mas eu sabia que se conseguisse dar o primeiro passo, o resto seria ladeira abaixo.

Alguns dias depois, elas chegaram juntas. Valentina estava muito envergonhada, a mãe então começou com o trabalho e a filha deixou eu colocar o pau na sua boca. A garota realmente não sabia o que estava fazendo, era bem inexperiente e praticamente não fez nada, apesar do incentivo da mãe. Eu tive uma ideia. O acordo era que a Valentina não ia tirar a roupa, mas a própria Luzia estava vendo que aquilo que ela estava fazendo não valia mil reais. E, vamos ser sinceros, a mãe estava querendo ver mais ação. Pedi então para que a garota tirasse a calcinha, ela olhou para a mãe e ela concordou. Caí de boca naquela bocetinha virgem, ela não chegou a gozar, mas ficou mais relaxada. Acabei descarregando a porra acumulada na mãe mesmo, que gozou feito louca segurando na mão da filha.
Como eu planejei, depois da primeira vez as coisas foram escalando.

As duas começaram a vir regularmente à minha cama. Valentina aprendeu a fazer um oral decente e a gozar na minha boca. Para o 69 foi um passo. Meu maior prazer foi ver as duas, mãe e filha, chupando o meu pau ao mesmo tempo. Luzia, que não é boba e nem nada, aproveitou que as duas estavam lá embaixo juntas e, um dia, meteu um beijão de língua na Valentina. Só de ver isso, eu esporrei na cara das duas. Valentina ficou assustada e se levantou ainda com porra na bochecha. Luzia se desculpou bastante, disse que não sabia o que estava fazendo. Felizmente, Valentina está numa idade em que os preconceitos ainda não se instalaram. Notei que tinha sido mais o susto que realmente uma repulsa. Chamei as duas, fiz que elas se sentassem cada uma em uma das minhas pernas e eu disse: "Valentina, não liga, é que sua mãe te ama muito". Luzia olhou nos olhos da filha e passou as mãos pelo cabelo dela. As duas se olharam e começaram a dar beijinhos uma na outra, até que finalmente Luzia meteu a língua na boca da filha e começou a dizer "Mamãe te ama, mamãe tem muito tesão por você, sempre teve". As duas caíram no chão e começaram a transar. Cheguei no ouvido da mãe e disse "parabéns Luzia, além de prostituição e adultério, agora incesto". Ela gozou violentamente.

Valentina ainda era tecnicamente virgem. Só fazíamos sexo oral com ela. Claro, comecei aos poucos a esfregar a cabeça do pau na bocetinha e no cu. Sua mãe percebeu a minha intensão e ficou com tesão na ideia de ver a filha sendo penetrada. Ela me disse em segredo que sua fantasia agora era limpar a porra de um velho da boceta da filha com a língua. Eu ainda não tenho 60 anos, sou um tiozão, mas não me ofendi em ser chamado de velho nesse contexto. A mãe estimulava a filha a sentar no meu pau. A garota, no começo só deixava a pontinha encaixar no buraco. Queríamos que ela fizesse isso no seu tempo. Uma tarde, enquanto o seu pai estava na empresa fazendo algum trabalho chato, ela escorregou pelo pau abaixo. Eu senti o cabacinho se quebrando e uma gota de sangue sujou os meus ovos. Sua mãe a segurava pelos ombros e a beijou profundamente por mais de um minuto. A partir daí, foi só alegria.

No dia do aniversário de Valentina, eu dei a ela um conjunto de plugs anais. Era lindo ver a mãe colocando aquilo na filha. Luzia lambia gostoso e enfiava com carinho, depois tirava e chupava demoradamente. Valentina adorava os beijos gregos da mãe enquanto chupava o meu pau. Com mais ou menos um mês, o cuzinho da garota estava amaciado e então pude terminar o meu trabalho educativo com Valentina. Eu disse "agora você é uma puta completa, dá todos os seus buracos por dinheiro. Aproveite bem." Luzia disse: "Incesto, lesbianismo, prostituição... quando você casar vai poder ser uma adúltera como sua mãe".

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