#Incesto #Teen #Virgem

Meu pai tirou minha virgindade hoje… e eu gozei como nunca.

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Oi gente…

Meu nome é Luana. Tenho 19 anos e moro em Salvador com minha irmã gêmea Larissa e nosso pai Roberto.

Hoje é sábado, 16 de maio de 2026, e eu não sei mais quem eu sou. Acho que acabei de cruzar uma linha que não tem volta.

Larissa saiu cedo pra passar o dia na praia com as amigas e só volta à noite.

Eu e o pai ficamos sozinhos em casa o dia inteiro. Depois daquele beijo proibido que aconteceu ontem à noite (quando ele veio no meu quarto “ver se eu tava bem”), o ar entre a gente ficou pesado, carregado, quase elétrico.

Eu tentei me esconder no quarto a manhã toda, mas meu corpo não parava de lembrar do gosto da boca dele.

Por volta das 11h ele bateu na porta e disse que ia fazer almoço. Desci. Ele estava na cozinha só de short de academia, peito largo tatuado brilhando de suor por causa do calor insuportável de Salvador. Quando me viu, olhou diferente… mais intenso, mais faminto.

— Vem cá, filha — chamou baixinho, voz rouca.

Eu fui, pernas tremendo. O coração batia tão forte que doía. Ele segurou meu rosto com as duas mãos grandes e me beijou. Dessa vez não foi rápido nem tímido. A língua dele invadiu minha boca, quente, exigente, dominando tudo.

Eu tentei resistir por uns segundos, mas meu corpo traiu completamente. Correspondi o beijo, gemendo baixinho na boca dele. Senti minha boceta ficar encharcada na hora.

Ele me levantou no balcão da cozinha como se eu não pesasse nada. Tirou minha regata larga e meu short de algodão com facilidade.

Fiquei só de calcinha branca simples na frente do meu próprio pai. Ele olhou meu corpo todo — bunda grande e empinada, cintura fina, peitos médios firmes, pele morena clara — e murmurou com a voz grossa:

— Porra, Luana… você é linda pra caralho. Igualzinha à sua irmã… mas tão inocente.

Tirou minha calcinha devagar, quase venerando. Abriu minhas pernas bem abertas no balcão e baixou a cabeça.

Quando a língua quente dele encostou no meu clitóris inchado eu quase gozei na hora. Ele chupou devagar, depois mais forte, lambendo em círculos, enfiando a língua fundo dentro de mim, sugando meu mel.

Eu segurei na cabeça dele, gemendo cada vez mais alto, quadril rebolando involuntariamente contra o rosto dele. Gozei pela primeira vez na boca do meu pai, corpo inteiro tremendo, pernas apertando a cabeça dele, soltando um gemido longo e vergonhoso.

Ele se levantou, tirou o short e eu vi o pau dele bem de perto pela primeira vez. Grosso, comprido, veias marcadas, cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Ele segurou minha mão e colocou no pau dele. Eu masturbei devagar, sentindo ele pulsar forte, quente, pesado na minha palma.

— Quero você, filha. Quero te comer de verdade — ele disse rouco, olhando nos meus olhos.

Eu ainda sussurrei “não… pai, isso é errado…”, mas minha voz saiu fraca, quase um gemido. Ele me carregou pro sofá da sala.

Me colocou de quatro, empinou minha bunda grande e passou a cabeça do pau na minha entrada molhada várias vezes, esfregando, me provocando.

Enfiou devagar. Senti ele abrindo minha boceta virgem centímetro por centímetro. Doeu um pouco no começo, uma ardência forte, mas logo virou um prazer absurdo que eu nunca imaginei sentir. Ele metia ritmado, cada vez mais fundo, segurando firme na minha cintura, as mãos grandes apertando minha carne.

— Ai pai… ai meu Deus… — eu gemia sem conseguir
parar, a voz saindo manhosa e desesperada.

Ele aumentou o ritmo, socando mais forte. Minha bunda grande tremia a cada estocada forte, o barulho molhado da boceta dele batendo contra mim enchia a sala toda. Ele deu tapas fortes na minha bunda, elogiando como ela era perfeita, como eu era apertada, como eu era a putinha dele agora.

Depois ele me virou de frente, abriu minhas pernas bem abertas e meteu tudo de uma vez. Ficou em cima de mim, o peito tatuado roçando nos meus bicos duros enquanto socava fundo e gostoso.

Eu gozei pela segunda vez, apertando o pau dele por dentro, unhas arranhando as costas dele, gritando “pai… tô gozando… pai por favor…”.

Ele não parou. Me levantou como se eu fosse uma boneca, sentou no sofá e me colocou de frente pra ele, cowgirl.

Eu desci devagar no pau grosso, sentindo ele me encher completamente, me abrindo toda. Comecei a rebolar, subindo e descendo, cada vez mais rápido, a bunda quicando no colo dele com força.

Ele agarrava meus peitos, chupava forte os bicos, dava tapas na bunda e mandava eu cavalgar mais gostoso.

— Isso, filha… rebola no pau do pai… que bocetinha apertada da porra… você é minha agora…

Eu gozei pela terceira vez assim, rebolando desesperada, o corpo todo convulsionando. Ele então me colocou de lado no sofá, levantou uma das minhas pernas bem alta e meteu fundo, bem forte, segurando minha coxa.

Eu sentia cada veia do pau dele roçando dentro de mim. O piercing da Larissa não saía da minha cabeça — eu tava sendo comida do mesmo jeito que vi ela sendo, e isso me deixava ainda mais louca.

Ele me fodeu assim por um tempo longo, alternando ritmo: devagar e profundo, depois rápido e bruto. Eu gozei mais uma vez, choramingando, lágrimas de prazer escorrendo.
No final ele me colocou de quatro de novo no chão da sala, segurou meu cabelo como rédea e socou bem bruto, rápido, selvagem.

Minha bunda batia contra a barriga dele, o som ecoando. Eu gozei mais uma vez, quase desmaiando de tanto prazer, a boceta pulsando forte ao redor dele.

Ele gemeu alto, segurou minha bunda com as duas mãos, abriu bem e deu as últimas estocadas profundas. Gozou fundo dentro de mim, jatos quentes e grossos enchendo minha boceta virgem. Senti ele pulsando, me marcando por dentro, a porra transbordando enquanto ele ainda metia devagar.

Quando acabou, eu chorei. Chorei muito, encolhida no sofá. Ele me abraçou forte, limpou minhas lágrimas, beijou minha testa e disse que me amava, que isso era nosso segredo agora e que eu era dele.

Me senti a pessoa mais suja, mais depravada do mundo. Perdi a virgindade pro meu próprio pai. Gozei várias vezes como uma vadia… e o pior é que eu amei cada segundo.

O resto do dia eu fiquei trancada no quarto, corpo dolorido, boceta inchada e vazando a porra dele toda vez que eu me mexia. Me toquei mais duas vezes só relembrando cada detalhe, gemendo o nome dele baixinho.

Comentários (6)

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  • kristana: Se ele te levantou no balcão da cozinha como ele te deixou de bumbum empinado se estava sentada de frente no balcão e se te deixou de joelhos ficou acima só dava pra te chupar ..é que ja fizeram isso comigo mas de frente .a unica coisa arrepiada empinada eram os biquinhos dos seios

    Responder↴ • uid:5h7a9hr9
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Futchamp: Caralho que delícia, já ouvi muito sobre isso até com mais nova rs T futchamp111 papais

    Responder↴ • uid:1dnnl64qdh62
  • Karcuru: Tem continuação?

    Responder↴ • uid:mnsdbm53c05
  • T arss0000: Mt bom

    Responder↴ • uid:1dai7086ia
  • T taradobam: Gostei do conto mais poderia ter dei xado o t

    Responder↴ • uid:1dpn619zdh5x