#Gay #Teen #Traições

A melhor noite da minha vida

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Winterboy

Continuação do fim de semana com a visita surpresa do meu cunhado novinho

Oioi, meus putos!

Continuando o conto “Visita surpresa do meu cunhadinho”.

Disclaimer: o conto tem como tema TRAIÇÃO, então se não te agrada ou isso te ofende em alguma medida, peço evite estresse desnecessário e não leia. Obrigado!

Depois de transar com meu cunhadinho, ficamos jogando na sala até a noite, quando decidimos pedir uma pizza.

Como era fim de semana, normalmente demora um pouco pra chegar, então fiquei sentado no sofá da sala, mexendo no celular, mas acabei me distraindo com meu cunhadinho que estava largado na outra extremidade do sofá, distraido olhando a timeline do instagram.

Ele estava sem camisa, então pude ver o corpo magrinho dele, com alguns pelos apenas na base da barriga, criando um caminho pro meu local preferido. Usava uma bermuda leve que ele usava de pijama, aparentemente sem cueca, pois o volume da pica estava meio “solto”.

Fiquei hipnotizado, então aproveitei e me ajoelhei na frente dele e comecei a acariciar a pica daquele novinho, que imediatamente senti ganhar corpo.

– O que vc está fazendo – perguntou ele, me encarando.

– Já que a pizza vai demorar, não tem porque não nos divertirmos um pouco – falei.

Nisso, comecei a cheirar o volume daquela pica gostosa. Ele tinha tomado banho, então não tinha o cheiro tão forte de macho, mas tinha o cheiro do meu cunhado, o que já era o bastante pra me deixar doidinho.

Lorenzo já havia abandonado o celular e agora estava com os olhos fechados apenas aproveitando.

Passei a massagear aquela pica, que estava cada vez mais dura, já vazando pelo lado do calção, expondo aquela cabeça rosinha.

Não perdi tempo e comecei a lamber ela, que já estava soltando o melzinho, me fazendo arrepiar. Meu cunhadinho estava mordendo o lábio, segurando o gemido, mas fiz questão de expor aquela rola de 17cm bem grossa, fazendo ele soltar um gemido no susto.

Comecei pela cabeça, mas logo já estava engolindo aquela rola toda, enquanto acariciava sua bolas, que pendiam já cheias de leite de macho.

Meu cunhadinho tremia de tesão; se agarrava no tecido do sofá, gemendo.

– Porra, que boquinha quentinha, puta que pariu! – soltou ele depois de um gemido longo quando eu engoli a pica inteira até engasgar.

Por mais que eu ame meu namorado e ame a pica deliciosa dele, tem algo na pica do irmãozinho dele que me deixa encantado. Eu poderia ficar ali com a boca na pica daquele novinho o resto da noite.

Mas então, enquanto estava com a pica dele enterrada na minha boca, ouvi o interfone tocar, anunciando que a pizza havia chegado.

Para nossa decepção, tivemos que parar por ali. Levantei, arrumei meu pau durasso na cueca e atendi o interfone e, em seguida, desci para pegar a pizza.

Quando voltei, Lorenzo já estava sentado a mesa, esperando. Vejo que a pica ainda está dura demais pra se acomodar no short, então ele deixou pra fora mesmo.

Apesar do tesão, ambos estávamos morrendo de fome, então comemos logo.

Em seguida, levei todos os pratos para a pia, guardei o que restou da pizza, enquanto isso Lorenzo voltou pro mesmo lugar no sofá.

Lorenzo tratou de tirar o short, ficando completamente pelado. Observei enquanto ele alisava aquela pica gostosa.

– Vem putinho – disse apontando a pica pra mim – vem meter mais um chifre no meu irmão.

Não pensei duas vezes. Caí de joelhos na frente do meu cunhadinho, engolindo aquela pica até engasgar.

Logo depois, tirei minha roupa e sentei no colo dele, beijando aquela boca macia, enquanto ele explorava meu rabo com as mãos.

Soltei um gemido quando ele alisou meu cuzinho, que já piscava antecipando a pirocada que eu ia levar.

Então, fiquei de quatro no sofá e deixei ele chupar meu cuzinho o quanto quisesse com aquela linda macia e quente.

Ele revezava entre linguar meu cuzinho e morder minha bunda, e eu apenas gemia de tesão.

– Porra, que delicia Lo – soltei de repente – Teu irmão não me chupa gostoso assim.

Ouvir isso foi um incentivo pra ele me chupar ainda mais gostoso e quando sentia que meu cuzinho estava bem melado, falei:

– Ai, agora mete vai!

E foi o que ele fez.

Sem qualquer cerimônia, meu cunhadinho meteu a pica inteira, até o fundo, arrancando de mim um gemido alto. Como já tinha levado rola mais cedo, não doeu, mas ainda assim não esperava.

E ele estava impaciente, porque logo que meteu já começou a macetar sem qualquer delicadeza.

Eu já nem tentava conter os gemidos, porque meu cunhado não estava com dó nenhuma de mim.

Ele segurava meu quadril e metia fundo, fazendo o barulho de pele com pele ecoar pela sala.

– Que delícia de cuzinho – disse ele – vou meter sempre que eu te ver daqui pra frente. Foda-se meu irmão!

– Isso, ele não sabe me comer como você faz – respondi manhoso.

– Rebola na minha pica, putinha!

E assim eu fiz, comecei a rebolar naquela pica.

Ambos estávamos ofegantes, meu cuzinho pegava fogo enquanto aquela pica entrava e saia.

E quando eu menos esperava, senti meu corpo inteiro tremer e minha pica começou a jorrar leite, melando todo o tecido do sofá. Eu gozei sem nem tocar, apenas com a pica do meu cunhadinho.

Enquanto eu gozava, meu cuzinho piscava, apertando o pau do Lorenzo, fazendo ele gemer mais forte.

Não demorou nada pra que ele gozasse também, enchendo meu cuzinho de leite de macho.

– Ai putinha – dizia ele – toma leite vai!

– Po, que leite quentinho. – disse.

Não sei quantos jatos foram, mas senti meu rabo cheio, como se eu tivesse três leitadas do Murilo dentro de mim.

– Nossa, Lo – falei quando nos separamos – nunca me senti tão destruído depois de levar pica.

– É o que uma putinha merece – disse ele, me beijando.

Após isso, Lorenzo foi tomar banho. Enquanto isso, fiquei deitado na parte limpa do sofá, mexendo no celular quando recebo uma mensagem de Alex.

“Oi. Tá aí?”

“Oi, gostoso, tô sim” – respondi.

“Tem como vc dar uma escapadinha do teu cunhado? Tô morrendo de tesão por vc”

“Não sei, ele pode estranhar se eu sumir”

“Poxa, nem pra uma mamadinha? Podemos ir nas escadas do teu andar, aí não demora”

“Tá, aproveita que ele está no banho e vem. Me avisa quando vc chegar”

Como Lorenzo sempre demora no banho, seria o momento mais tranquilo pra escapar.

Sai de casa e fui em direção as escadas que são acessadas por uma porta corta fogo.

Quando cruzei, meu moreno estava me esperando.

Ele era moreno claro, barba cerrada, 1,87 de altura, forte, braços grossos, uma tatuagem tribalista no braço esquerdo, estava sem camisa, exibindo aquele peitoral forte, relativamente peludo com os mamilos durinhos. Usava um short de moletom e sandálias.

Abracei ele, que me levantou no colo, me beijando.

Senti sua barba áspera roçar no meu rosto, mas não liguei. Foquei na boca quentinha dele, sua língua preenchendo minha boca. Seu hálito tinha gosto de pasta de dente.

– Oi, meu anjinho – disse ele quando nos separamos.

– Oi – respondi sorrindo enquanto me desvencilhava dos seus braços.

Notei que já havia um volume em sua bermuda, então já tratei de acariciá-lo.

– Ficou animado em me ver? – falei.

– Eu sempre fico. – respondeu ele.

Sem perder mais tempo, abaixei a bermuda e a cueca, expondo aquele cacete moreno de 22cm, grosso e completamente duro. Na hora, salivei, agarrando aquele mastro.

Comecei a punhetar levemente, puxando o prepúcio e revendo aquela cabeça grossa e roxa. Aproximei meu nariz por todo aquele membro pra sentir aquele cheiro de macho.

Lambi ele da base até a cabeça, engoli a babinha que estava saindo.

Olhei pra cima e Alex me olhava fixamente, mordendo o lábio para conter qualquer gemido.

Passei a língua pela circunferência da cabeça, deixando ela melada enquanto olhava meu moreno. Seus olhos revirando de tesão.

Finalmente, abocanhei aquele caralho, fazendo Alex arrepiar.

Chupei aquele cacete ao mesmo tempo que masturbava, no mesmo movimento de vai e vem da minha boca, ele sempre delirava quando eu fazia isso.

A mão do moreno pousou sobre minha cabeça, forçando que eu engolisse mais e mais até eu engasgar, na metade do pau.

Repeti isso algumas vezes, fazendo questão de deixar minha saliva escorrer, para lubrificar bem aquele pau.

Fiquei alguns minutos desfrutando daquele caralho quando Alex começou a fuder minha boca, me fazendo ir ao céu. Segurando minha cabeça com as duas mãos, ele metia a rola na minha boca, me fazendo engasgar algumas vezes.

Meu tesão por aquele macho estava nas alturas, então falei:

– Me fode, meu macho!

– Que? – disse ele, assustado.

– Mete no meu cuzinho, por favor?

Virei de costas, abaixei minha calça e minha cueca e me apoiei no corrimão da escada.

De início ele me olhou receoso, mas pregou os olhos no meu rabinho e não resistiu. Se posicionou atrás de mim e encaixou a cabeça da pica na entradinha, forçando pra penetrar.

Não foi dificil, já que meu cunhadinho já tinha feito todo o trabalho.

– Caralho, teu cuzinho tá tão macio e quentinho – cochichou ele no meu ouvido.

Então pensei “porra, meu amante tá batendo o leite do meu cunhadinho”

Nessa hora, meu cuzinho piscou, apertando a cabeça da pica que já me penetrava.

Ambos gememos baixinho.

Quando a pica chegou na metade mais ou menos, Alex começou a estocar devagar, pra não me machucar e não fazer barulho, mas logo senti que seus pelos roçavam na minha bunda, sinal de que eu tinha engolido toda aquela rola.

Foi então que as estocadas ficaram mais frenéticas. Mordia o lábio pra conter os gemidos, enquanto Alex metia no meu cuzinho, batendo o leite do meu cunhado.

Nossos corpos estavam ritmados, meu cuzinho estava tomando o formato do pau dele.

Ele agarrava minha cintura com uma mão e com a outra segurava meu pescoço, forçando meu corpo contra o dele, me puxando para um beijo quente.

Continuamos ali por mais uns minutos até que senti a respiração de Alex mais forte e os espasmos de sua pica jorrando leite de macho no meu cuzinho.

Só de pensar que o leite do meu moreno estava se misturando com o leite do meu cunhadinho dentro de mim me levou a loucura. Meu cuzinho piscava de tesão enquanto seu pau depositava toda gala que ele tinha guardado pra mim.

Ficamos parados uns momentos ali, com a pica dele enterrada em mim e quando finalmente nos separamos, senti meu cuzinho arder.

Era oficial: eu estava arrombado… mas feliz!

– Cara, só vc pra me fazer fazer algo assim – disse ele.

Nos beijamos. Um beijo calmo e profundo.

Então falei:

– Tenho que ir…

Ele concordou com a cabeça. Puxei as calças enquanto ele guardava o pau melado na cueca.

Demos um último beijo e voltei pra apartamento.

Quando entrei em casa, Lorenzo já tinha saído do banheiro.

– Onde vc foi? – perguntou ele

– Fui lá embaixo levar o lixo.

Nunca inventei uma mentira mais rápido.

Em seguida, fui tomar banho. Me demorei o máximo possível. Quando lavei a raba, senti arder bastante. Quando terminei, Lorenzo estava assistindo um filme na TV. Me juntei a ele e ficamos ali, enquanto eu me recuperava da melhor noite da minha vida.
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Telegram: @BenjiParma

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