#Assédio #Bissexual #Gay #Traições

Acabou A Farsa. Meu vizinho Inaugurou Meu Cu.

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Wilson

Não imaginei que esse dia chegaria. E nem queria que chegasse. Vontade de dar, eu sempre tive. Mas fingi ser hétero a vida toda. Até que esse cara...

Eu sou casado há vinte e dois anos e nunca traí minha mulher. Não por falta de oportunidade. É que eu não acho isso certo. Tenho dois filhos casados. Um deles vai ser pai em alguns meses e eu sou zeloso com a família. Mas de um mês para cá, depois que meu vizinho me olhou com uma cara bem esquisita, de quem sabia de algo que não deveria saber, ou no mínimo desconfiava, eu comecei a ficar sem jeito perto dele. Evitava olhar ele nos olhos e até evitava assunto. Mas há duas semanas eu estava lavando meu carro na calçada e ele parou e puxou assunto sobre o aniversário dele que seria em dois dias. Um papo sem sentido, já que nunca tivemos intimidade. Por um instante ele olhou em volta, como quem receava ser ouvido e se aproximou um pouco de mim enquanto eu limpava as calotas. Ele estava de pé e eu agaxado. Me chamou pelo nome e eu olhei pra ele. A cara dele era de sinismo. Refrão ele se abaixou, ficando de pernas abertas na minha direção e me perguntou sorrindo o que eu iria dar de presente pra ele. Foi quando ele deu uma olhadinha rápida para a minha bunda ao mesmo tempo em que coçava a piroca. Eu engoli seco e voltou a olhar para a calota do carro. Não soube o que responder nem como agir. Eu comecei a tremer e minha respiração e o coração aceleraram. Então ele insistiu na pergunta. Eu olhei pra ele, totalmente tomado de nervosismo, quando ele novamente olhou para a minha bunda, disfarçando em seguida com a aproximação da minha esposa já abrindo o portão.

Ele se levantou, cumprimentou ela e perguntou, como se encerrando uma conversa comigo, se podia botar o dele pra fora pra eu dar um capricho depois. Minha esposa sorriu. É um tipo de brincadeira normal. Ela nem maldou, mas eu entendi o duplo sentido. E fiquei ainda mais nervoso. Foi difícil disfarçar o nervosismo para a minha esposa, que perguntou se ainda ia demorar muito, já que queria que eu a levasse na casa de uma amiga para fazer o cabelo dela. Eu disse que levaria só o tempo de enxugar e passar o pretinho nos pneus. O vizinho estava entrando no portão. E eu olhei pra ele exatamente no momento que ele deu uma apalpada na piroca me olhando. Ninguém perceberia nada naquele gesto. Mas eu não conseguia parar de pensar em como ele havia descoberto que eu "me escondia". Então eu pensei na possibilidade dele ter de alguma forma conseguido acesso ao meu histórico de navegação (só vejo pornô gay quando estou sozinho). Não era uma possibilidade remota já que ele é o cara da rua que resolve tudo de computador, celular, internet. Não poderia ser outra coisa. Até porque eu havia levado meu celular na lojinha dele para ele trocar a tela que havia trincado de um tombo. E isso não tinha um mês. Eu fiquei apavorado.

Meia hora depois eu estava estacionado o carro na calçada. Ia aspirar o interior. Mas de repente eu desisti por receio dele voltar. Então levei o aspirador para dentro. E quando eu fui na área vi o vizinho me olhando pelo basculante dele, com cara de sínico. De repente meu celular tocou na cozinha. Ele mostrou o celular dele, fazendo sinal para mim de que era ele ligando. Meu coração quase saiu pela boca. Eu fui atender morrendo de nervosismo e medo do que ele teria para dizer. Então ele apenas voltou a me perguntar o que eu daria a ele te presente. Eu nem consegui responder direito, gaguejando e ofegante, quando ele perguntou se poderia botar o dele pra fora para eu dar um capricho maneiro. Eu disse, ainda nervoso, mas fingindo levar na brincadeira, que o carro dele só milagre. Um gol bem surrado. Quase não consegui. Então ele me fez desligar o celular quando disse que não era do carro que estava falando e que eu sabia exatamente do que era. Não restava dúvida. Ele sabia. O filho da puta fuçou meu celular. Sempre uso modo anônimo e até olhei meu celular pra ver se havia algo no histórico. Mas estava limpo de qualquer site comprometedor. De repente um barulho na área me deu um susto. E o susto foi ainda maior quando ao ir verificar me deparei com ele já acessando a cozinha. Meu olhos se arregalaram, meu coração quase parou e eu tremi de quase não conseguir me manter em pé. Ele estava sorrindo com a mesma cara. Fez sinal com o dedo para eu me fazer silêncio enquanto eu só mexia a boca tentando dizer algo que não saia. Então ele apenas desceu o zíper da bermuda e sacou a piroca meio mole dele para fora. Diante da cena totalmente inesperada e desesperadora ele puxou a pele e fez brotar a cabecinha, já com a piroca começando a ficar ereta. Eu não consegui desviar os olhos daquilo, totalmente surpreso, sem ação e morrendo de medo dele e ainda mais de mim mesmo. Eu nunca tinha visto outra piroca ao vivo. E estava a menor de um metro de mim. Vi a boquinha da piroca aberta quando ele deu uma apertada na cabecinha. Isso me fez sentir todo o corpo bamba. Então ele deu um passo na minha direção e eu me virei pra ir pra sala. Mas ele me puxou pelo braço com o dedo na boca em pedido de silêncio. Aquele sorriso era mais do que um aviso de que eu não ia conseguir escapar do meu destino. E quando a mão dele veio na minha cintura, me forçando a ficar de costas, eu voltei a tentar me livrar ele. Queria dizer algo, mas não conseguia. Na verdade eu mal conseguia respirar. Então ele me agarrou por trás dizendo baixinho que sabia do meu segredinho e que sempre desconfiou de que eu era chegado. Eu consegui dizer: "para". Mas ele disse: "só depois de te encher de leite nesse cu". Então me agarrou mais firme e eu senti a piroca dele na minha bunda. Eu vi os braços dele na minha barriga e tentei me desvencilhar. Meu olhos se encharcaram de lágrima. Uma vontade de chorar me veio na garganta quando ele disse: "bora, antes que a patroa volte". Eu queria muito que aquilo fosse apenas um sonho. Queria me impor. Até poderia. Mas uma parte de mim já estava dominado pelo momento. E quando eu senti a piroca dele por entre minhas pernas, com ele roçando, eu fui totalmente consumido pelo desejo que a vida inteira reprimi. Disse: "não, cara". Mas ele disse no meu ouvido: "não uma ova".

Com um puxão, me envolvendo com suas pernas e braços, ele disse: "bota logo esse cu pra rolo, bota!". E quando ele puxou o cadarço da minha bermuda, desfazendo o laço, eu percebi que não adiantaria mais lutar. E tomado pelo desejo fulminante que me consumiu naquele instante, assim que senti as mãos dele descendo minha bermuda, eu desejei olhar pra trás e para a cara dele. Ele desceu também a minha box e eu vi minha bunda exposta virada pra ele, que já não estava me segurando. As mãos dele segurando a minha bunda foi quase como um ritual de iniciação. Mãos quentes. Minha cara mudou. As lágrimas ainda escorriam no meu rosto, mas o desejo já estava em meu rosto. E naquele momento eu soube o porquê minha mulher faz essa cara quando eu estou chupando ela. É desejo inflamado. Sem controle. Eu me virei pra ele, o olhei com um sorriso misturado com choro e raiva e então olhei para a piroca dele. Voltei a olhar para a cara do vizinho e quando olhei de novo para a piroca, minhas mãos foram até ela e eu me abaixei. Ao ver aquele boquinha apontada pra minha cara, naquela cabecinha rosinha, com a piroca envolvida em minhas mãos, eu dei uma última olhada para a cara do vizinho e fechei os olhos. Eu abri a boca um pouquinho e abracei com os lábios a cabecinha. E sentir o cheiro daquela piroca em minha boca atiçou ainda mais o meu lado puta, que já havia dado um chega pra lá no macho que eu apenas fingia ser. Então eu senti as mãos do vizinho na minha nuca. Abri os olhos e o vi com as pernas flexionadas. Minha cabeça estava sendo puxada por ele e meus lábios foram deslizando em sua piroca.

Um susto...

Em segundos o vizinhos estava pulando de volta o muro e eu me ajeitando enquanto corria para o banheiro. A voz da minha mãe me chamando, acompanhada com o barulho do portão me fez quase ter um troço. Salvo pelo gongo? Não. Eu já não era mais eu. Disse pra minha mãe entrar, do banheiro, já abrindo o chuveiro. Minha piroca estava babando um absurdo. A baba formava uma fio comprido. Eu estava possuído. E até senti raiva dela ter vindo. Nunca avisa e sempre aparece do nada. As vezes não encontra ninguém em casa e fica na vizinha que tomava conta de mim quando eu era criança. Eu tomei banho. E quando saí estava tranquilo e perfeitamente normal. Mas enquanto conversávamos, eu só conseguia desejar que ela fosse embora a tempo do vizinho terminar o que havia começado, antes de minha mulher voltar. Ela só queria dinheiro. E eu nunca dei dinheiro pra ela tão rápido. Foi só ela botar a mão em cemzinho, que lá veio a pressa de ir logo. Levei ela até o portão e até perguntei se queria que eu a levasse em casa, duas quadras dali. Mas ela recusou. Gosta de andar.

Assim que a minha mãe virou na esquina eu entrei. Peguei o celular para ligar pro vizinho, olhando para a casa dele da área de serviço. Mas nem precisou. Ele já estava pulando o muro. E eu fui para a cozinha, já tirando a bermuda e a cueca. Olhei pra ele com um olhar que transmitia pura urgência de ser feito de puta por ele. E ele já foi colocando a piroca dura pra fora, vindo. Eu fui me abaixar pra voltar a chupar a piroca dele, mas ele me virou de costas dizendo no meu ouvido e me segurando por trás, que chegava de boca e que queria agora era ver a piroca dele desaparecendo no meu cu. Não seria nada difícil meu cu engolir a piroca dele, que nem se compara ao tamanho do desodorante que me serve de consolo quando estou subindo pelas paredes. E quando ele empinou a minha bunda, se abaixou e cuspiu no meu cu, eu arrepiei da cabeça aos pés. Ele me fez segurar na parede e veio com a piroca dele inaugurando meu cu. Um suspiro, um gemidinho discreto e uma vontade de sorrir e lá estava o meu cu engolindo a piroca do meu vizinho. Ele nem perdeu tempo. Foi com tudo dentro. E quando me segurou pela cintura, eu levei as mãos dele até a minha bunda. Em segundos eles estava estocando com força e vontade no meu cu. Ele não começou e eu senti meu orgasmo vindo. E quando ele deu uma empurrada rápida e inesperada, depois de quase tirar tudo, eu acabei gozando um pouco. Virei pra ele e pedi: "faz isso de novo". E mais um pouco de orgasmo. Então olhei nos olhos dele, segurei em sua nuca e disse: "fode esse cu, fode!". O vizinho socou e socou sem parar enquanto minha piroca descarregava porra na parede e eu me segurava pra não gritar nem gemer. Mesmo sendo mais fina e menor do que o frasco de desodorante, a piroca dele, quentinha, roçando nas paredes do meu reto, era mil vezes mais gostosa. Eu estava sentindo aquilo... sensação de estar cagando sem parar. E essa sensação me fez gemer baixinho, contido. Virei o ouvido dele e deixei ele ouvir meus gemidos. As vezes sussurrava: "fode, me fode seu gostoso eu caralho". Ele, por sua vez, dizia: "toma pica nesse cu, seu puto". E quando ele deu uma nova empurrada inesperada, disse: "tô indo, cara! Tô gozando no teu cu".

A sensação da piroca toda enterrada dentro do meu cu, super quente e pulsando, com os braços dele na minha barriga, me apertando contra seu corpo, e também aquela sensação diferente do jato de porra explodindo lá dentro, no meu intestino, eu voltei a ficar todo arrepiado. Lá embaixo estava queimando. E eu estava olhando pra ele, segurando a nuca dele enquanto sua piroca leitava meu cu que ia ficando cada vez mais molhadinho. Eu sentia ele molhadinho lá dentro. Eu estava de boca arreganhada o encarregado nos olhos. Não acreditava no que estava acontecendo. Ele estava com cara de intenso prazer, morrendo os lábios e com um sorriso de macho. Ele disse: "toma pra você meu leite nesse cu, seu puto safado. Vou ter comer direto agora, cara". E eu respondi: "seu gostoso de uma figa, deixei meu cu de leite, foi?".

Sentir a piroca amolecendo dentro do meu cu e deslizando pra fora foi transformador. Eu olhei pra ela. Sabia que estava suja. E estava com porra e um pouco de merda. Deveria ter sentido nojo. Mas ver um pouco da minha merda na piroca dele, ainda mais com um pouco de porra que foi arrancada do meu cu, me deu tanto tesão, que eu me virei a segurei ela. Me abaixei e comecei a esfregar ela na minha cara. E então veio aquela vontade insana. Nem fechei os olhos, olhei para a cara dele e trouxe a piroca pra minha boca. Chupei, lambi, passei no pescoço e até nas orelhas, nós olhos e no nariz, e comecei a bater punheta pra ele olhando para a peruca quase tocando nos meus lábios. Ela rapidamente endureceu mas minha mão e eu a trouxe todinha para a boca até quase engasgar. E assim eu mamei a piroca do vizinho fazendo cara de raiva pra ele, com um tesão indescritível. Então ele segurou minhas orelhas e começou a socar e socar nesse minha boca. E quando ele parou com a cabecinha dentro e se masturbando, que eu senti o jato de porra no céu da boca, novamente meu pau soltou porra
Eu também me masturbei e comecei a gozar enquanto sentir a porra dele escorrendo na minha língua dentro da boca. Eu engoli e fui engolindo com uma satisfação de tirar o fôlego. Engoli tudo. E ainda espremi até não sobrar uma gota de leite naquela piroca deliciosa que estava vermelha e até brilhando.

O meu vizinhos Deus uns tapinhas no meu rosto, soltou um sorriso de canto a canto e disse: "agora sou teu macho e tu é minha puta, seu safado". Eu me levantei, tomado pela puta, e disse, mordendo os lábios: "seu cachorro de uma figa! Covarde!" Ele riu, guardou a piroca e foi embora. Eu fui pro banheiro cagar a porra dele.

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