Bernado e Violetta (ideias: aulas particulares)
Brenda vai dar aulas particulares pro seu vizinho e o moleque se mastubar na frente dela. Ela precisa ensinar algumas coisas
[Oi, este será um conjunto de ideias para contos que tive, mas não desenvolvi completamente. Escrevi alguns rascunhos na esperança de que vocês gostem e façam bom proveito. Esse conto se passa com a amiga e Violetta as sua fazem faculdade juntas e estão na mesma turma secreta de psicologia alternativa]
Brenda olhava para as horas e, mais uma vez, chegava pontualmente na casa de seu aluno.
O relógio marcava 14h — o horário combinado. Ela estava ali, na porta do apartamento, com a bolsa de materiais no ombro e a paciência já no limite. Não era a primeira vez. Não seria a última.
Beto — ou Betinho, como a mãe dele gostava de chamar — era o motivo daquela visita semanal. Brenda tinha aceitado dar aulas particulares para o garoto como um favor. Um favor para uma amiga da família, uma mulher que morara anos perto deles, que a vira crescer, que pediu com os olhos mareados e a voz embargada: "Ele está precisando, Brenda. Você é tão boa com ele."
No começo, Brenda estava animada. Lembrava do Beto ainda criança — um menino esperto, curioso, que corria pela casa vestido de super-herói, que a chamava de "tia Brenda" e puxava sua mão para mostrar os desenhos que fazia. Ela foi babá dele por alguns verões. Ela era alguns anos mais velha, mas na época a diferença parecia enorme. Ela a babá responsável, ele o menino que precisava de cuidado.
O menino que ela lembrava sorria.
O menino que ela encontrou na primeira aula não sorria.
Beto não era mais o garotinho que ela se lembrava. Agora era um garoto rabugento e mimado — desses que respondem com grunhidos, que não olham nos olhos, que tratam professora como empregada. Era difícil dar aula para ele. Cada explicação era uma negociação. Cada exercício era uma batalha.
Brenda suspirou.
Estava na porta. Mais uma vez.
Ela tocou o interfone.
Bip.
Silêncio.
Bip.
Silêncio.
Ela esperou. Olhou para o celular. Quatorze e cinco. Cinco minutos de atraso. Ela apertou o interfone de novo.
Bip.
Nada.
Brenda pegou o celular. Encontrou o contato de Beto. Ligou.
O telefone chamou. Chamou. Chamou.
— Alô? — a voz dele saiu arrastada, cheia de tédio, como se atender o telefone fosse um favor que ele fazia ao mundo.
— Pode me deixar entrar — Brenda disse, a voz firme, mas cansada. Não era um pedido. Era uma afirmação.
— Espera.
Ele desligou.
Brenda olhou para a tela escura do celular. Contou até dez. Depois até vinte.
O interfone chiou.
Biiiiip.
A porta abriu.
Brenda empurrou o portão de vidro, entrou no saguão, apertou o botão do elevador. O espelho refletia sua imagem a camiseta discreta, a calça jeans, o cabelo preso num rabo de cavalo alto. Ela parecia uma professora. Uma futura profissional.
O elevador subiu.
O coração de Brenda batia no ritmo de sempre a irritação, a frustração, a saudade de um menino que não existia mais.
Ela sabia que seria mais uma aula difícil. Mais uma hora de respostas monossilábicas, de olhos no celular embaixo da mesa, de "não sei" para perguntas que ele sabia a resposta.
Ela suspirou.
Bateu na porta.
Esperou.
Mais uma vez.
Beto abriu a porta com uma cara nada amigável.
A expressão era fechada não exatamente hostil, mas distante, como se Brenda fosse uma entrega prazer que ele não tinha pedido. Os olhos semicerrados, a boca em linha reta, o corpo já virando as costas antes mesmo de ela entrar.
Brenda olhou para ele.
Ainda dava para ver os traços do menino que ela tinha carinho. Os mesmos olhos castanhos, claros, que antes brilhavam de curiosidade. O mesmo cabelo castanho, agora mais escuro, bagunçado de um jeito que parecia proposital. O nariz ainda tinha aquela mesma forma, o nariz que ela apertava de brincadeira quando ele era pequeno e ela fazia "biiii" para imitar um carrinho.
Ele só estava crescido.
O rosto mais longo, o queixo mais definido, os ombros mais largos. As mãos antes pequenas, que mal seguravam o lápis agora eram grandes,
Brenda entrou.
— Sua mãe está? — ela perguntou, mesmo que já soubesse a resposta.
— Não. Saiu com a irmã dela.
A voz de Beto era arrastada, desinteressada, como se falar fosse um esforço desnecessário. Ele já estava andando em direção à sala, deixando Brenda se virar para fechar a porta.
Ela já suspeitava que a mãe não estaria. No começo, nos primeiros dias de aula, a mãe de Beto ficava na sala com eles sentada no canto, observando, como uma garantia de que o filho pelo menos fingiria que estava estudando. E ele fingia. Respondia as perguntas com a voz educada, fazia os exercícios sem reclamar, mantinha as mãos sobre a mesa, longe do celular.
Mas a mãe, confiante de que Brenda dava conta, passou a sair. Deixá-los sozinhos.
E Beto, assim que a mãe saía, parava de fingir.
Brenda arrumou suas coisas na mesa.
Os livros, o caderno de exercícios, a apostila de matemática, a calculadora. Ela colocou tudo em ordem uma tentativa de impor um pouco de disciplina pelo hábito, pela organização, pelo ritual.
Beto se sentou ao lado dela.
A cadeira rangeu sob o peso dele. Ele se sentou de pernas abertas para um abrir deliberado, relaxado, sem nenhuma preocupação em ocupar espaço. Os braços cruzados sobre o peito, as mãos largas escondidas sob as axilas. O olhar perdido em algum ponto da parede oposta.
Ele não estava mexendo no celular. Pelo menos isso.
Pelo menos ele não estava desenhando no caderno o que ele fazia nas primeiras aulas, rabiscos no canto da página, figuras sem sentido que ele apagava quando Brenda se aproximava para ver.
Ele apenas olhava para o nada. Como se ela nem estivesse ali.
— Bem — Brenda começou, abrindo o caderno na última página marcada. — Vamos retomar de onde paramos da última vez.
Ela começou a explicar. A voz era calma, profissional, paciente a voz que ela usava para alunos difíceis, para crianças que não queriam aprender, para adolescentes que achavam que já sabiam tudo.
Beto pegou a caneta.
Os dedos dele envolveram o objeto pequeno caneta azul, comum, que Brenda tinha colocado sobre a mesa. Ele começou a brincar com ela, passando a caneta entre os dedos de um lado para o outro.
O som era pequeno, rítmico a caneta girando, os dedos se movendo, a repetição hipnótica.
Ele não olhava para ela. Não olhava para o caderno. Apenas brincava com a caneta, as pernas abertas, o corpo relaxado, o tédio estampado no rosto.
Brenda parou de falar por um segundo.
Observou os dedos dele longos, hábeis, a caneta dançando entre eles como se fosse uma extensão natural da mão. As unhas curtas, bem cuidadas.
Brenda voltou a explicar.
A voz estava calma, profissional o tom paciente de quem já repetiu a mesma regra dezenas de vezes. Ela apontava para o livro , desenhava setas, circulava os verbos.
— Então — ela perguntou, virando-se para ele — entendeu como o verbo "to be" fica no passado?
— Sim.
A resposta foi seca, automática. Beto nem levantou os olhos.
Brenda suspirou baixo. Guardou a impaciência.
— Tá. Você fez a redação que eu pedi?
— Fiz. Mas acho que errei o tema.
Ele pegou a mochila, tirou uma folha amassada e entregou a ela. O papel estava dobrado de qualquer jeito, as bordas rasgadas. Brenda alisou a folha sobre a mesa e começou a ler.
Os olhos dela percorreram as linhas escritas à mão. A letra era feia garranchos irregulares, palavras mal separadas. Mas ele tinha escrito. Tinha feito o exercício. Não tinha deixado a folha em branco para ficar desenhando.
Brenda se surpreendeu com o alívio que sentiu.
Porque ela já tinha espiado, em outras aulas, o que ele desenhava quando achava que ela não estava olhando.
Eram desenhos sexuais.
Peitos de todos os tamanhos e tipos grandes, pequenos,empinados. Bundas redondas, curvas perfeitas. Vaginas em close, lábios abertos, clitóris em destaque. Beto tinha talento isso era inegável. Os traços eram limpos, as proporções precisas. O estilo era de anime, hentai do tipo que Brenda já tinha assistido sozinha em noites de tédio, do tipo que ela fechava a aba rápido quando alguém chegava perto.
Ela nunca disse nada. Nunca comentou os desenhos. Apenas virava a página do caderno dele e fingia que não tinha visto.
Agora, ela estava concentrada na redação. Os olhos percorriam as frases, corrigindo mentalmente os erros de concordância, os tempos verbais trocados, as vírgulas faltando.
Foi quando sua visão lateral percebeu.
Algo se movia.
Brenda não virou a cabeça de imediato. Continuou lendo ou fingindo ler. Os olhos passeavam pelas palavras, mas o cérebro já não processava o texto.
Ela desviou o olhar discretamente. Apenas o suficiente para ver.
Beto estava fazendo algo.
A mão dele segurava a caneta a mesma caneta azul que ele girava entre os dedos minutos antes, mas agora o movimento era diferente. Mais lento. Mais deliberado.
Ele passava a caneta pelo contorno do próprio pênis.
O objeto pequeno deslizava para cima e para baixo sobre a bermuda, seguindo a linha da ereção que já estava bem visível sob o tecido. O movimento era ritmado, suave um vai e vem controlado, como quem acaricia algo precioso.
Brenda desviou o olhar.
Voltou para o texto.
As palavras dançavam na frente dos olhos dela. Ela não lia nada. Apenas via letras soltas, frases desconexas.
O coração acelerou.
Não olha de novo, ela pensou. Continua lendo. Corrige o texto. Faz o seu trabalho.
A mão dela segurou a caneta vermelha. Fez um círculo em volta de um erro qualquer erro, ela nem sabia qual.
Mas os olhos traíram.
Ela olhou novamente.
Beto continuava.
A ponta da caneta se arrastava para cima e para baixo, subindo pela comprimento do pênis ereto, descendo até a base, subindo de novo. A bermuda de tecido fino não escondia nada o volume era evidente, a forma se desenhava sob o algodão, a cabeça pressionando o tecido a cada subida.
O som era diferente agora não o giro rítmico da caneta entre os dedos, mas o atrito seco da ponta do plástico contra o tecido da bermuda, contra a pele por baixo, contra a rigidez que ele tentava satisfazer.
Brenda prendeu a respiração.
Ela via o pênis ereto. Via a forma. Via o movimento. Via o garoto, o menino que ela um dia apertou o nariz fazendo "biiii" se masturbando ali, na mesa, enquanto ela corrigia a redação dele.
Ela não disse nada.
Não repreendeu.
Não fez o que uma professora deveria fazer.
Apenas voltou os olhos para o texto. A caneta vermelha tremeu levemente entre seus dedos.
O coração batia no peito como um aviso.
Ela continuou corrigindo.
Ou fingindo corrigir.
Enquanto Beto, ao seu lado, passava a caneta pelo pau lento, deliberado, sem pressa.
— Gostou?
A pergunta cortou o silêncio.
Brenda levantou os olhos da folha. O coração já estava acelerado, mas a voz de Beto calma, quase irônica fez o sangue subir para o rosto.
— O quê? — ela conseguiu dizer, a voz falhando um pouco.
— Da minha redação. Gostou?
O sorriso dele era pequeno, cínico. aquele sorriso de quem sabe exatamente o que acabou de acontecer, de quem viu o olhar dela desviar para o lado, de quem sentiu o momento em que ela parou de corrigir para observar.
Ele perguntava sobre a redação como se o pau ereto não estivesse ali, a poucos centímetros da mão dele, a caneta ainda entre os dedos, o tecido da bermuda marcando a rigidez.
Brenda desviou o olhar. Voltou para o texto. As palavras dançavam.
— É… está bom… Beto…
A voz dela saiu trêmula, baixa. A vergonha subia pelo pescoço, pelas bochechas, pelas orelhas. Ela não sabia o que falar. Como agir. Uma professora deveria repreender. Uma mulher mais velha deveria saber lidar com aquilo.
Mas Brenda não sabia.
Ela nunca tinha passado por isso.
— Eu tenho TDAH — ele disse, como se estivesse explicando algo óbvio. — Fico distraído.
A frase foi dita com uma naturalidade absurda. Como se masturbar durante a aula fosse um sintoma legítimo do transtorno. Como se precisar de estímulo para se concentrar incluísse passar a caneta pelo pau enquanto a professora corrige a redação.
Brenda soltou um ar que não sabia que estava segurando.
Ela olhou para ele. O rosto de Beto estava sério, sério demais para quem acabava de dizer algo tão absurdo. Havia um brilho nos olhos dele, uma provocação mal disfarçada, mas também uma tensão. Ele estava testando os limites. Vendo até onde podia ir.
— Você não pode… — Brenda começou, mas a voz morreu.
Ela parou.
Olhou para ele. Para o sorriso cínico. Para os olhos que desafiavam. Para o pau ereto que ele nem tentava esconder mais.
Percebeu que não adiantava discutir. Ele sempre tinha uma resposta sarcástica, uma piada, um deboche. Não a levava a sério. Nunca levou. Para ele, Brenda era a "tia" boazinha que dava aula por favor, a amiga da família que não sabia impor respeito, a mulher que ele podia provocar porque ela nunca faria nada.
Brenda parou.
Simplesmente parou de tentar ser profissional.
Parou de ser a garota boa que a família de Beto tanto admirava a certinha, a responsável, a que nunca dava trabalho, a que aceitou dar aulas como favor porque era educada e prestativa.
Parou de ser a responsável.
Parou de tentar ajudar um garoto que não levava a imagem dela a sério.
— Beto, você é virgem? — a pergunta saiu seca, direta, sem rodeios.
Beto piscou. O sorriso cínico congelou no rosto por um segundo.
— Que?
— Você é virgem? — ela repetiu, a mesma voz seca, o mesmo olhar fixo.
Ele não esperava aquilo. A professora que sempre se desviava, que fingia não ver os desenhos, que corria quando ele provocava aquela jovem mulher agora estava ali, olhando nos olhos dele, perguntando sobre a virgindade como quem pergunta as horas.
— Eu pareço virgem? — ele tentou o deboche, mas a voz saiu menos confiante.
— Sim! — Brenda respondeu sem hesitar. — Parece um moleque virgem que quer chamar atenção. Que fica se masturbando na aula porque acha que isso vai impressionar alguém.
Beto corou. O rosto que antes era só deboche agora mostrava outra coisa vergonha, talvez? Raiva?
— Você que é uma virgem — ele cuspiu, ofendido, tentando revidar.
Brenda sorriu. Não era um sorriso feliz. Era um sorriso de quem já tinha ganhado o jogo.
— Betinho, uma coisa eu posso te garantir — ela inclinou o corpo para frente, aproximando o rosto do dele. — Eu não sou virgem há um bom tempo.
A verdade pairou no ar entre eles.
Beto não respondeu. Não tinha resposta.
Brenda olhou para a mão dele. Para a caneta que ele ainda segurava. Para o pau ereto que marcava a bermuda.
Ela estendeu a mão.
Os dedos de Brenda envolveram o pau de Beto.
Ela sentiu o calor através do tecido. A rigidez. A pulsação.
O pau não era grande. Cabia na mão dela a palma envolvia o compro com facilidade, os dedos fechavam sem esforço. Era um pau de adolescente grosso o suficiente, duro o suficiente, mas sem aquele volume intimidante que ela já tinha visto em outros homens.
Brenda começou a masturbar.
A mão subia e descia pela bermuda, o tecido deslizando sobre a pele, a palma pressionando a rigidez. O movimento era firme, ritmado, sem hesitação.
Beto parou de respirar.
Ele não se mexia. Não falava. Não piscava.
Pela primeira vez desde que Brenda entrou naquele apartamento talvez pela primeira vez na vida Beto estava sem reação.
A boca entreaberta. Os olhos arregalados. A mão paralisada no ar, a caneta pendurada entre os dedos.
Ele só olhava.
Olhava para a mão de Brenda envolvendo o pau dele, subindo e descendo, massageando através do tecido.
Brenda masturbava o garoto. O menino que ela um dia apertou o nariz fazendo "biiii". O aluno que não a levava a sério. O moleque virgem que precisava aprender uma lição.
Ela não sabia ainda qual lição.
Mas sabia que ele nunca mais a olharia do mesmo jeito.
Brenda masturbava o garoto. A mão subia e descia pela bermuda, o tecido deslizando sobre a pele, a palma pressionando a rigidez. Beto estava paralisado os olhos arregalados, a boca entreaberta, a respiração presa.
Ela inclinou a cabeça, os lábios perto da orelha dele.
— Então — a voz saiu aveludada, sedutora, um tom que Brenda nem sabia que tinha — já teve alguém te tocando assim?
Beto engoliu em seco.
— Na… não — a voz falhou, ofegante, os olhos não saíam da mão dela em volta do pau dele.
— E tá gostando?
— Sim
A resposta veio rápida, obediente, sem o deboche de sempre. O garoto das respostas irônicas tinha sumido. No lugar dele, havia um menino ofegante, de olhos vidrados, que respondia na hora e sem hesitação.
Brenda sorriu. Como era fácil, afinal. Quem diria que para fazer o jovem emburrado tratar bem alguém bastava pegar no pau dele?
— E a minha boca? — ela perguntou, a voz ainda macia, os olhos fixos nos dele.
Beto arregalou os olhos.
— Que?
— Quer colocar na minha boca?
Ele quase engasgou com a própria saliva.
— Quero.
— Quer o quê?
— Quero… — ele hesitou, confuso.
— Quer o quê, Beto? — ela repetiu, devagar, ensinando as palavras.
— Quero colocar na sua boca. — a voz saiu num sussurro ofegante.
— E como se pede?
— Por favor.
— Por favor, o quê?
— Por favor, tia Brenda… deixa eu colocar na sua boca.
Brenda sorriu. Quem diria que seria tão fácil ensinar educação a um menino malcriado.
Ela se ajoelhou na frente dele.
O chão era frio, mas ela mal sentiu. Os olhos de Beto acompanharam cada movimento os joelhos no chão, as mãos nos quadris dele, o rosto na altura do pau.
Ela puxou a bermuda para baixo.
O tecido desceu. O pau de Beto pulou para fora livre, duro, a cabecinha rosada apontando para o teto, o pré-gozo já brilhando na ponta.
Brenda olhou para o membro, era pequeno Cabia na mão dela e caberia na boca perfeitamente também.
A mão dela envolveu todo o pau a palma cobrindo a haste, os dedos fechando em volta. Ela bombeou devagar, sentindo a pulsação, o calor, a juventude da pele.
Depois, ela lambeu os próprios lábios.
A língua deslizou pela boca, molhando o vermelho, preparando. Os olhos dela não saíam dos olhos dele.
Beto gemeu.
O som escapou do fundo da garganta baixo, rouco, desesperado. Era a primeira vez que ele sentia o contato da mão de uma mulher no pau. A pele macia, os dedos firmes, o calor diferente da própria mão.
A cabecinha rosada brilhava. O pré-gozo escorria, e Brenda babava de desejo.
Beto olhava para ela de joelhos, de boca molhada, pronta para recebê-lo e não conseguia acreditar no que via.
A "tia" da infância. A professora boazinha. A universitária que ele provocava porque achava que não daria resposta.
Estava ali. De joelhos. Babando pelo pau dele.
Brenda inclinou a cabeça, a boca se aproximando da cabecinha. Os lábios se abriram.
Ela parou a um centímetro.
— Olha para mim, Beto.
Ele obedeceu.
Brenda sorriu. E finalmente abriu a boca.
A língua deslizou para fora lenta, deliberada, úmida. Ela tocou a ponta lisa e brilhante do pau de Beto com a ponta da língua, um contato leve, quase tímido, como uma prova.
Beto gemeu alto.
O som escapou sem controle não aquele gemido baixo e abafado que ele tentava esconder quando se masturbava sozinho. Era um gemido solto, agudo, desesperado. Ele não estava preparado para aquela corrente de prazer percorrer o corpo. Era como se cada terminação nervosa tivesse sido acordada de uma vez.
Como o paraíso. Ele nunca tinha sentido nada igual.
Brenda deu outra lambida.
A língua circulou a ponta rosada, lenta, molhada. Cada volta era um novo estímulo, uma nova promessa. Ela lambia, e cada vez que a língua tocava a cabecinha, Beto reagia o corpo tendo pequenos espasmos, os quadris se movendo sozinhos para frente, buscando mais.
— É gostoso, né? — Brenda perguntou, a voz macia, quase doce.
Ela passou o indicador pela ponta do pau, circulando o dedo em volta da cabecinha, sentindo a textura lisa, a umidade do pré-gozo que escorria. O dedo brincava com a abertura, pressionava levemente, afastava.
Beto olhava. Ele via a sua professora particular a universitária que a mãe dele chamava de "anjo", a amiga da família, a certinha com o dedo indicador brincando com a cabecinha do pau dele.
— É incrível — ele respondeu, a voz falhando, os olhos fixos no dedo dela.
— Sabe, Beto — Brenda disse, o dedo ainda cutucando a pontinha, tocando e afastando, tocando e afastando, o pré-gozo formando um fio fino e brilhante entre o dedo dela e a cabecinha — dizem que o meu boquete é incrível. Eu sou muito boa mesmo.
O garoto gemeu só de ouvir a promessa. Um futuro boquete de Brenda já estava gemendo de antecipação, o pau pequeno pulsando na mão dela.
— Mas — ela continuou, o dedo fazendo movimentos repetitivos, cutucando a cabecinha, se afastando, cutucando de novo, o pré-gozo esticando em pequenos fios que grudavam no dedo dela— eu só faço boquete em quem é legal comigo.
Beto prendeu a respiração.
— Eu poderia fazer se você me prometesse se comportar melhor — ela disse, o dedo ainda brincando, a outra mão descendo para massagear as bolas dele, sentindo a textura, o calor, mas só se você prometer ser um bom aluno.
— Eu vou ser — ele respondeu rápido, a voz desesperada.
— Sério? — ela perguntou, os olhos fixos nos dele, a mão esquerda massageando as bolas, a direita ainda cutucando a cabecinha. — Você jura?
— Sim. Vou ser melhor. Vou me comportar.
— Que bom — Brenda sorriu, satisfeita. — Então, se eu deixar os exercícios para você fazer, você vai entregá-los na próxima aula?
— Sim — a resposta veio num suspiro.
Brenda arrastou a língua por todo o comprimento do pau.
A língua deslizou da base até a cabecinha um movimento lento, molhado, deliberado. O som preencheu o silêncio da sala.
Ela sentiu o gosto. Salgado, quente, jovem.
Beto gemeu. O corpo tremeu.
E então ela colocou tudo na boca.
A cabecinha entrou primeiro a língua pressionando a fenda, provando o pré-gozo. Depois o comprimento , deslizando para dentro, os lábios se fechando em volta, sugaram com vontade.
O som foi mais profundo agora a boca cheia, o pau preenchendo.
Brenda começou a chupar. A cabeça subia e descia, o cabelo balançando, os olhos fixos nos olhos dele.
Beto jogou a cabeça para trás. A boca aberta num gemido que não saía. As mãos agarradas na cadeira. As pernas abertas, trêmulas.
Ele nunca tinha sentido nada assim.
Brenda arrastou a língua por todo o comprimento do pau. A língua deslizou da base até a cabecinha um movimento lento, molhado, deliberado.
O som preencheu o silêncio da sala.
Beto gemeu. O corpo tremeu. Ele estava tão perto. Tão perto do limite.
E então Brenda parou.
Ela se afastou. Os lábios ainda brilhando de saliva. Os olhos fixos nos olhos dele.
— Quer ver uma coisa? — ela perguntou, a voz macia.
Beto não conseguiu responder. Apenas olhou.
Brenda pegou a barra da própria camiseta. O tecido fino subiu devagar primeiro a barriga lisa e branca, depois a curva da cintura, depois o sutiã de renda preta que ela usava por baixo.
Ela tirou a camiseta por cima da cabeça.
O tecido subiu. O cabelo de Brenda se soltou, caindo sobre os ombros. Ela jogou a camiseta no chão e em seguida o sutiã.
Beto gemeu.
Seus olhos não conseguiam desviar. Ele já tinha fantasiado com os seios de Brenda todas as noites nos desenhos que fazia escondido, nos pensamentos que vinham antes de dormir, nas punhetas apressadas no banho.
Ele tinha desenhado aqueles seios dezenas de vezes. Tentado acertar o tamanho, o formato, a posição dos mamilos.
Os desenhos estavam errados.
Não eram grandes demais. Não eram exagerados como ele imaginava. Eram perfeitos. Tamanho médio nem pequenos demais, nem grandes demais. O tamanho exato para caber na mão de um homem. Para caber na boca de um garoto.
As auréolas eram rosadas do mesmo tom dos lábios dela. E os bicos estavam duros, excitados, apontando para ele como dois pequenos botões de desejo.
Beto olhava e não acreditava.
Era melhor que seus sonhos. Muito melhor.
Os seios de Brenda estavam ali. Na frente dele. Reais. Quentes. Trêmulos.
Ele podia tocar. Podia apertar. Podia chupar.
Brenda arrastou a língua pelos próprios lábios. Os olhos dela brilhavam uma mistura de luxúria e poder.
— Gostou? — ela perguntou, a voz um sussurro.
Beto assentiu. Não conseguia falar.
Brenda sorriu. E voltou a colocou o pau dele na boca.
Dessa vez, não foi só a cabecinha. Não foi só a língua brincando.
Ela colocou tudo.
A boca de Brenda envolveu o pau de Beto por inteiro a cabecinha primeiro, depois a haste, depois a base. Os lábios roçaram a pele, a língua pressionou o comprimento, o céu da boca acariciou a ponta sensível.
O som foi mais profundo agora. Mais molhado. Mais íntimo.
Beto jogou a cabeça para trás. A boca aberta num gemido que não saía. As mãos agarradas na cadeira, os nós dos dedos brancos de força.
Brenda começou a chupar.
A cabeça subia e descia, ritmada, lenta no início, depois mais rápida. A mão dela envolvia a base do pau, massageando.
O cabelo de Brenda balançava a cada movimento. Os seios dela balançavam também, perfeitos, os mamilos duros roçando as coxas de Beto a cada descida.
O garoto olhava para baixo e via.
Via a professora de joelhos. A boca cheia do pau dele. Os olhos dela fixos nos olhos dele.
Brenda não fechava os olhos. Ela queria que ele visse. Queria que ele lembrasse.
Beto sentiu o orgasmo subir uma onda que começou nas bolas, subiu pelo comprimento, explodiu na cabecinha.
Ele não ia durar muito.
— Tia… Brenda… eu vou… — a voz falhou, desesperada.
Brenda não parou.
Ela chupou mais forte. A língua pressionou a cabecinha. A mão apertou a base.
Beto gozou.
O primeiro jato saiu quente, direto na garganta dela. O segundo veio em seguida, e o terceiro, e o quarto um prazer que não parava, que vinha em ondas, que sacudia o corpo inteiro.
Brenda engoliu. Continuou chupando até o último jato. Até o pau de Beto começar a amolecer na boca dela.
Ela se afastou devagar. Os lábios ainda brilhando, a língua limpando o canto da boca.
Olhou para ele. Sorriu.
— Acho que você vai gostar de fazer os exercícios agora — ela disse, a voz normal, como se não tivesse acabado de engolir o esperma do aluno.
Beto olhou para ela. Ofegante. Tonto. Perdido.
Brenda olhou para a folha de exercícios. Depois para ele.
— Que tal eu te dar algumas páginas para você responder? — ela disse, a voz macia, aveludada. — E se você for bem, vai ser muito bem recompensado.
Beto não reclamou. Não buzinou. Não respondeu com sarcasmo.
Pela primeira vez, ele se concentrou na tarefa.
Pegou a caneta a mesma caneta azul que antes girava entre os dedos, que antes deslizava pelo pau e começou a escrever. Os olhos percorriam as questões, a testa franzida de concentração, a boca fechada.
Brenda estava sentada ao lado dele.
Ainda sem blusa. Os seios à mostra tamanho perfeitos, os mamilos ainda um pouco inchados da excitação anterior. Ela não fez nada para se cobrir. Não demonstrou vergonha.
Olhava a folha, vendo ele responder as questões.
— Não precisa ter pressa — ela disse, a voz calma, enquanto acariciava os cabelos dele. Os dedos deslizavam pelas mechas castanhas, um gesto macio, quase maternal. — É melhor se concentrar em acertar do que em terminar rápido. Sua recompensa vai ser melhor se você acertar.
Beto sentiu o toque na cabeça. O carinho. A aprovação.
Ele queria acertar. Queria merecer.
— É que eu estou com dúvida nessa questão — ele respondeu, a voz tímida. Os olhos dele, apesar da timidez, escorregavam para os seios perfeitos de Brenda. Não conseguia evitar.
— Assim, deixa eu te explicar.
Brenda se aproximou. O corpo dela roçou o ombro dele. Os seios ficaram ainda mais perto, a poucos centímetros do braço dele. Ela apontou para a questão, explicou com calma, a voz paciente, os dedos traçando o raciocínio no papel.
O garoto ouvia.
Era mil vezes melhor quando ela fazia isso sem blusa.
— Conseguiu entender? — ela perguntou.
— Sim.
Ele voltou a escrever. A caneta deslizava rápido agora, as respostas saindo com mais confiança. Ele queria terminar. Queria a recompensa.
Brenda continuou acariciando os cabelos dele. A mão quente, os dedos lentos.
Quando ele finalmente terminou a última questão, o pau de Beto já estava duro novamente.
Não precisava de estímulo direto. A ansiedade, a promessa do que viria, a visão dos seios de Brenda durante toda a explicação tudo isso o mantinha ereto, pulsando, pronto.
Brenda pegou a folha. Leu as respostas. Uma a uma.
— Muito bem — ela disse, o sorriso orgulhoso. — Você foi tão obediente. Acho que merece mais um boquete.
— Sim! — a resposta veio rápida, quase um grito abafado.
Beto abriu as pernas. Os joelhos se separaram, a cadeira rangeu, e ele se abriu para ela vulnerável, exposto, entregue.
Brenda se posicionou no meio das pernas dele.
O coração de Beto acelerou. Ele já queria sentir a boca dela de novo. A língua quente, os lábios molhados, o céu da boca envolvendo a cabecinha.
Ele queria gozar de novo. Queria sentir o paraíso outra vez.
Mas Brenda foi além das expectativas.
Ela colocou o pênis pequeno de Beto entre os seios.
Os seios dela envolveram o membro a pele macia, quente, apertada. A cabecinha rosada aparecia por cima, roçando o pescoço dela. A haste desaparecia entre a carne macia.
Beto arregalou os olhos.
Ele nunca tinha imaginado aquilo. Nunca tinha desenhado aquilo. Nem nos sonhos mais loucos ele pensou que os seios de Brenda um dia apertariam o pau dele.
Brenda começou a se mover.
Os seios deslizavam para cima e para baixo, esfregando a haste, massageando o comprimento. A pele macia roçava o pau duro, e o pré-gozo escorria, molhando o espaço entre os seios, lubrificando o movimento.
O som era macio, quente, molhado.
Beto gemeu. Os olhos não conseguiam acreditar no que viam. A professora. A "tia" da infância. A mulher que ele tanto desejou.
Estava ali. De joelhos. Esfregando o pau dele entre os seios.
Brenda olhou para cima. Os olhos dela encontraram os olhos dele. Ela sorriu.
— Gostou? — ela perguntou, a voz normal, como se perguntasse se ele tinha entendido a matéria.
Beto só conseguiu gemer de resposta.
Brenda continuou. Os seios deslizavam mais rápido. O pau escorria, pulsava, pedia.
Ela se inclinou um pouco e lambeu a cabecinha que aparecia por cima a língua quente, molhada, pressionando a fenda.
Beto achou que ia gozar ali mesmo.
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Nota:
Esta história nasceu de uma memória real.
Eu tinha mudado de escola. Era meu primeiro ano naquele lugar, eu não conhecia ninguém. As cadeiras eram marcadas, cada aluno tinha seu lugar fixo e eu fiquei quase na última fileira, longe da lousa, perdida num mar de rostos estranhos.
Ao meu lado, um garoto que eu achava irritante. Nada específico. Apenas aquele tipo de presença que incomoda sem motivo.
Eu sempre fui a aluna obediente. A que copia tudo, a que presta atenção, a que não quer se destacar nem para o bem nem para o mal. Naquele dia, a professora escrevia na lousa, e eu copiava no caderno. Foi quando minha visão lateral percebeu.
Algo se movia.
Quando virei, vi.
Ele estava com a caneta ou talvez fosse uma lapiseira passando pelo próprio pênis, por cima da calça. Pernas abertas, corpo relaxado, olhar para o próprio penis. Ele se dava prazer ali, na sala de aula, como se estivesse sozinho.
E o mais louco: parecia que só eu tinha visto aquilo.
Ele era invisível para o resto da sala. Os outros alunos copiavam, a professora escrevia, o tempo passava. E ele estava ali, a caneta deslizando, o contorno do pênis se desenhando sob o tecido.
Apenas eu via.
Eu fiquei em choque. Congelei. Não sabia o que fazer. Quando ele percebeu que eu estava olhando não parou. Ao contrário. Seus olhos encontraram os meus com uma expressão que misturava raiva e desafio. Como se eu fosse a intrusa. Como se o erro fosse meu por ter olhado.
Ele continuou.
Eu, morrendo de vergonha e confesso excitada, mas na época não sabia identificar, voltei para o meu caderno. As palavras dançavam na frente dos meus olhos. Meu coração batia tão rápido que eu achava que alguém ia ouvir.
Era minha primeira semana naquela escola. Eu era a novata. Não conhecia ninguém, não tinha amigos, não sabia em quem confiar. Então não falei nada. Guardei o segredo comigo. Deixei a cena repetir na minha mente em loop, tentando entender o que tinha acontecido e por que meu corpo tinha reagido daquele jeito.
Aquela memória ficou comigo. Anos depois, ainda estava ali vívida, estranha, desconfortável e excitante ao mesmo tempo.
Foi por isso que quis escrever esta história. Para explorar aquela cena específica. Para dar à protagonista o poder que eu não tive na vida real. Para transformar o choque em escolha. O constrangimento em controle.
E vocês?
Gostaram do conto? Espero que sim.
Viveram alguma experiência parecida? Na escola, no trabalho, no ônibus, em algum lugar onde o proibido aconteceu bem ao seu lado, invisível para todos menos para você?
Queriam ter vivido? Ou é uma fantasia que prefere manter só na imaginação?
Me contem. Vamos conversar.
Estou aqui para ler cada relato, cada confissão, cada pensamento que esta história despertou em vocês.
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