Luan e o nó de Thor
Luan resolve experimentar seu cachorro. Descobre o prazer de ser cadela aos 15 aninhos.
Meu nome é Luan, tenho 15 anos e fico sozinho muito tempo por meus pais trabalharem. Moro numa casa pequena nos fundos de um sítio alugado, bem afastado dos vizinhos. O silêncio do interior sempre me deu espaço para explorar coisas que eu nunca admitiria em voz alta. Meu único companheiro fixo é Thor, um rottweiler grande, forte, de pelo preto brilhante e curto, pesando quase 50 quilos de músculo puro e instinto animal.
Naquela tarde de sábado, o calor estava insuportável. Eu tinha acabado de sair do banho, com o corpo ainda úmido, vestindo apenas uma bermuda folgada de moletom cinza. Thor estava deitado no tapete da sala, ofegante, as patas traseiras abertas de lado. Foi quando meus olhos desceram e eu vi.
O pau dele estava saindo parcialmente da bainha rosada e enrugada. Vermelho vivo, úmido, brilhando com uma camada fina de umidade natural. A ponta era afunilada, ligeiramente brilhante. Era maior do que eu imaginava. Fiquei parado, olhando fixamente. Uma curiosidade quente, proibida e perigosa subiu pelo meu peito e desceu direto pro meu pau, que começou a endurecer devagar dentro da bermuda.
Eu me aproximei devagar, ajoelhando no tapete ao lado dele. Thor levantou a cabeça preguiçosamente, abanou o rabo uma vez e me olhou com aqueles olhos escuros. Meu coração batia forte. Estendi a mão trêmula e toquei. A carne era absurdamente quente, quase febril, macia por fora mas rígida por dentro. Quando meus dedos envolveram o membro canino, senti ele pulsar forte, latejando contra minha palma.
— Caralho, Thor… — murmurei, a voz rouca.
Ele relaxou mais as patas, deixando o pau deslizar ainda mais para fora. Era comprido, grosso na base, com veias salientes e aquela parte inchada no final que eu sabia que era o nó. Passei o polegar na cabeça pontuda, espalhando o pré-gozo viscoso e transparente que escorria sem parar. O cheiro subiu forte: almiscarado, animal, selvagem, misturado com o calor do dia. Meu pau ficou completamente duro.
Sem conseguir me conter, abaixei o rosto. O cheiro ficou ainda mais intenso, invadindo minhas narinas. Encostei os lábios na ponta quente e lambi. O gosto era forte — salgado, levemente adocicado, com um fundo terroso e animal que me fez gemer baixo. Thor soltou um suspiro longo e seu quadril se mexeu levemente, empurrando o pau contra minha boca.
Eu abri os lábios e chupei. A cabeça pontuda entrou fácil na minha boca quente. Era escorregadio, pulsante, diferente de qualquer pau que eu já tinha chupado. Desci devagar, sentindo a textura lisa mas ligeiramente áspera da pele canina contra minha língua. O pré-gozo jorrava em abundância, enchendo minha boca de um líquido quente e viscoso que eu engolia sem pensar, o gosto dominando minha garganta.
Segurei a base grossa com a mão e comecei a masturbar enquanto chupava mais fundo. Minha saliva escorria pelo queixo, misturando-se com o pré-gozo dele. Thor grunhia baixo, satisfeito, e empurrava o quadril devagar, fodendo minha boca com estocadas curtas e instintivas. Eu sentia o pau dele inchando na minha boca, ficando mais grosso, mais quente, mais rígido. Chupei com fome, língua girando na cabeça pontuda, sugando as veias salientes, descendo até quase engasgar quando a base inchada pressionava meus lábios.
O barulho era obsceno: sons molhados de sucção, baba escorrendo, o ofegar pesado de Thor. Meu próprio pau latejava dolorosamente dentro da bermuda, pingando pré-gozo. Eu estava completamente entregue, ajoelhado, chupando o pau do meu cachorro com devoção, sentindo o cheiro forte de macho animal impregnando meu rosto.
Depois de uns bons minutos mamando ele, Thor se levantou de repente, agitado. O pau vermelho balançava pesado entre as patas traseiras, pingando fios longos de pré-gozo no chão. Ele circulou atrás de mim, farejando. Eu tirei a bermuda rapidamente, ficando pelado, e me posicionei de quatro no tapete, joelhos e mãos bem apoiados, bunda empinada alta.
Thor não perdeu tempo. O focinho frio e úmido pressionou entre minhas nádegas, farejando meu cu. Em seguida veio a língua — quente, áspera, longa e molhada. Ele lambeu meu buraco com fome, lambidas longas e insistentes que faziam meu anel piscar. A língua entrava um pouco, girava, babava tudo. Eu gemia alto, empinando mais, sentindo cada textura áspera da língua dele me abrindo.
— Isso… lambe meu cu, Thor… porra…
Ele montou em mim. O peso do corpo grande e musculoso caiu sobre minhas costas, as patas dianteiras arranhando minha pele enquanto ele se ajeitava. Senti o pau quente, molhado e escorregadio esfregando desesperadamente entre minhas nádegas, cutucando, procurando. Ele deu várias estocadas desajeitadas, o pau deslizando pra cima e pra baixo, até acertar.
A cabeça pontuda pressionou meu anel e entrou de uma vez.
— Aaaahh! — gemi alto, olhos arregalados.
Era absurdamente quente. Muito mais quente que um pau humano. Escorregadio de tanto pré-gozo. Thor começou a bombear instintivamente, quadris se movendo rápido e selvagem. Cada estocada fazia o pau entrar mais fundo, batendo forte contra minhas paredes internas, esfregando direto na minha próstata. O som molhado enchia a sala: ploc-ploc-ploc rápido, carne contra carne, pré-gozo jorrando em abundância e escorrendo pelas minhas coxas.
Eu sentia cada veia, cada centímetro daquele pau canino me invadindo. O cheiro de sexo animal era forte, suor, pelo quente, pré-gozo. As unhas das patas dele arranhavam minhas costas, o hálito quente e ofegante dele batia na minha nuca. Thor grunhia e ofegava, metendo cada vez mais rápido, mais fundo.
Então o nó começou a crescer.
Senti a base inchando rapidamente, pressionando forte contra meu anel. Thor empurrou com força bruta, grunhindo, e o nó enorme entrou.
— Caralhooo! — gritei, o corpo inteiro tremendo.
A dor foi intensa por alguns segundos, um ardor queimando enquanto aquele inchaço grosso me esticava ao limite absoluto. Depois veio a sensação mais plena e avassaladora da minha vida. O nó travou dentro de mim, preso, impossível de sair. Thor parou as estocadas longas e começou a fazer movimentos curtos, rápidos, quase vibratórios, o pau inteiro latejando violentamente dentro do meu cu.
Estávamos engatados.
O nó pulsava, inchado, pressionando todos os meus pontos sensíveis ao mesmo tempo. O pau de Thor jorrava sem parar, enchendo meu intestino com jatos grossos e quentes de porra canina. Era muito sêmen — muito mais do que qualquer homem conseguiria. Eu sentia minha barriga inchando levemente com a quantidade absurda sendo bombeada para dentro de mim. O calor era insano, como se tivessem enfiado uma vara em brasa no meu cu.
Cada pulsação do nó massageava minha próstata perfeitamente. Gozei pela primeira vez sem tocar no meu pau, jatos fortes espirrando no tapete enquanto meu cu apertava e ordenhava o nó de Thor. O prazer era tão intenso que eu choramingava, baba escorrendo da boca, olhos revirados.
Thor tentava se mexer, puxar, mas o nó estava firmemente travado. Cada tentativa enviava choques de prazer-dor pelo meu corpo. Ficamos assim por longos minutos — eu de quatro, suado, gemendo como uma puta, completamente dominado pelo meu cachorro. Sentia o coração dele batendo acelerado contra minhas costas, o pelo quente roçando minha pele suada, o cheiro forte impregnando tudo.
Gozei uma segunda vez, ainda mais forte. O nó parecia ter crescido ainda mais dentro de mim, pressionando sem piedade. Meu cu piscava e apertava ao redor dele, ordenhando mais porra. Filetes grossos de sêmen canino escorriam pelas minhas coxas, pingando no chão.
Quase vinte e cinco minutos depois, o nó finalmente começou a diminuir. Thor deu um puxão forte e o nó saiu com um som molhado e obsceno — plop —, seguido de um jorro enorme de porra branca e grossa que jorrou do meu cu como uma cascata. Desabei de lado no tapete, exausto, o cu aberto, vermelho, latejando, completamente destruído e cheio até transbordar.
Thor lambeu meu buraco algumas vezes, a língua áspera passando por cima da carne sensível e inchada, me fazendo gemer e tremer de novo. Depois se deitou ao meu lado, ofegante, o pau voltando devagar para dentro da bainha.
Eu fiquei ali, deitado na poça de porra animal, corpo tremendo, mente girando em mil pensamentos. O cheiro forte de sexo canino estava impregnado na minha pele, no meu cabelo, no tapete inteiro. Meu cu ardia, mas pulsava de um prazer profundo que eu nunca havia sentido antes.
Quando a noite caiu, meus pais chegaram, não notaram nada de diferente, Thor um pouco alegre demais. Quando deu a hora de dormir, fuii para o meu quarto. Thor me seguiu, ele sempre dormia comigo. Eu me posicionei de quatro na cama, bunda empinada alta, olhando para trás.
— Vem, Thor… — sussurrei, a voz rouca de desejo. — Me fode de novo.
Ele subiu mais uma vez.
E o ciclo recomeçou, ainda mais intenso, com meus pais dormindo no quarto ao lado.
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Comentários (3)
Geronimo: Ficar grudado com um cachorro, deve ser uma sensação indescritível de tesão...
Responder↴ • uid:1dsdx6f3fq2fCoroa60comtesãonorabo: Eu tenho este desejo de ficar grudado com um cão, poder sentir o nó dentro de mim, com o cão me fazendo de cadela e gozando muito dentro do meu cuzinho, quem sabe logo experimento está sensação.
Responder↴ • uid:xqegs2vhy5gSafado: Conto sensacional
Responder↴ • uid:4adfu2tvzr9