Caio e o uber
Caio lava o cu pra sair ser arrombado, por sorte, o primeiro cara já é o Uber que o levará pra sauna.
Eu me chamo Caio, 19 anos, corpo magro e definido, cabelos loiros que grudavam na testa quando molhados. Meu pau, quando ficava duro, chegava fácil aos 19 centímetros, grosso, com a cabeça rosada que latejava só de imaginar o que eu ia fazer. Moro com meus pais, mas eles trabalham o dia todo. Fico sozinho a maior parte do tempo e tenho bastante liberdade para sair, além de receber uma mesada e trabalhar só meio período no escritório de um tio. É um sábado quente, perfeito para me entregar ao que eu mais gostava ultimamente: explorar meu corpo no chuveiro. Fazer a chuca para depois sair e procurar alguém para me foder.
Liguei o chuveiro, ajustei a água morna e entrei. O jato bateu nos meus ombros, escorrendo pelo peito liso, pela barriga e descendo até meu pau, que já começava a subir. Eu me olhei de canto de olho no reflexo embaçado do box. Parecia safado só de estar ali, pelado, pronto para limpar e alargar meu cu. Peguei o lubrificante que deixei no canto e os quatro vibradores que tinha separado. Comecei pelo menor: uns 12 cm, fino. Ensaboei o corpo todo, especialmente entre as nádegas, enchi meu cu com água e soltei na privada, repetindo umas três vezes.
Então passei lubrificante nos dedos. Apoiei uma mão na parede, abri as pernas e comecei a me tocar. Um dedo deslizou fácil. Depois dois. Gemi baixinho enquanto mexia eles dentro de mim, abrindo espaço, sentindo o anel relaxar com a água quente caindo nas costas. Meu pau já estava duro, apontando para cima, babando um fio transparente que a água levava embora.
— Calma, Caio… vai devagar — murmurei para mim mesmo.
Tirei os dedos e peguei o primeiro vibrador. Passei bastante lubrificante nele e pressionei a ponta contra meu buraco. Entrou devagar. A sensação de ser preenchido me fez soltar um suspiro longo. Liguei na velocidade mais baixa. O zumbido era fraquinho, mas a vibração bateu direto na próstata e minhas pernas tremeram. Comecei a mover ele para dentro e para fora, fodendo meu cu com calma. Cada estocada fazia meu pau pular. Eu não queria gozar ainda. Queria sentir todos os tamanhos, subir devagar. Segurei a base do pau com a outra mão, apertando forte para segurar o tesão, mas sem bater punheta.
Depois de uns minutos, tirei o primeiro e peguei o segundo. Mais grosso, mais longo. Respirei fundo, apliquei mais lubrificante e empurrei. Meu cu esticou gostoso, aceitando ele centímetro por centímetro até a base encostar. Liguei no médio. A vibração mais forte me fez gemer alto.
— Porra… tá bom demais…
Meti ele com mais ritmo, tirando quase tudo e enfiando de volta. A água batia na minha bunda, escorrendo pelo vibrador, deixando tudo molhado e escorregadio. Meu pau latejava no ar, a cabeça inchada, brilhando. Eu sentia o pré-gozo escorrendo, mas me controlava. Apertava a base com força toda vez que a sensação subia demais.
Troquei para o terceiro. Esse já era desafiador: 18 cm, bem grosso. Eu estava agachado um pouco, empinando a bunda para o jato de água. Pressionei a ponta e forcei. Meu anel resistiu, queimou um pouco, mas eu empurrei até entrar. Soltei um gemido rouco quando ele me abriu todo.
— Caralho… tá me arrombando…
Liguei na potência mais alta que ele tinha. O zumbido forte reverberou dentro de mim. Cada movimento acertava minha próstata com precisão. Eu metia ele fundo, girando um pouco, sentindo as paredes internas sendo massageadas. Meu pau babava sem parar, veias saltadas, tão duro que doía. Eu não queria gozar. Queria guardar para o maior. Mas estava difícil me controlar.
— Ainda não… ainda não… — repetia baixinho, mordendo o lábio.
Tirei o terceiro com cuidado. Meu cu ficou piscando, aberto, vazio, pedindo mais. Peguei o quarto vibrador. O monstro. 22 cm de comprimento, quase 5 cm de diâmetro na parte mais larga. Olhei para ele com o coração acelerado. Sabia que ia ser intenso. Passei lubrificante generosamente, tanto nele quanto na minha entrada já dilatada. Apoiei os dois antebraços na parede, empinei bem a bunda e comecei a pressionar. A cabeça entrou. Depois mais um pedaço. A sensação de alongamento era louca, quase dolorosa, mas prazerosa pra caralho.
Empurrei mais. Meu cu esticava ao máximo. Gemi alto, a testa encostada nos azulejos molhados. Metade dele já estava dentro. Continuei empurrando devagar, sentindo cada centímetro me invadir. Quando a base larga encostou na minha pele, eu tremia inteiro. Liguei na velocidade baixa primeiro. A vibração potente acertou minha próstata inchada e eu quase caí de joelhos.
— Ai, meu Deus… tá muito fundo…
Comecei a foder com ele. Estocadas lentas no começo, depois mais fortes. Tirava uns 15 cm e enfiava tudo de novo. O barulho molhado se misturava com o da água. Meu pau balançava pesado entre as pernas, pingando. Eu não estava batendo punheta. Só queria sentir ele me enchendo, me destruindo. Mas o tesão subiu rápido demais. Meu cu latejava, pressionado sem parar pelo plástico grosso. Cada estocada mandava ondas de prazer para o meu pau. Eu tentava segurar, apertava a base com força, respirava fundo.
— Não… por favor, ainda não… eu quero aguentar mais…
Acelerei sem querer. O brinquedo entrava e saía mais rápido, batendo fundo. Meu cu apertava ele, sugando. O prazer ficou insuportável. Senti as bolas contraírem de repente. Tentei parar o movimento, mas meu corpo traiu. Gozei sem querer.
O orgasmo me acertou como um soco. O primeiro jato saiu tão forte que bateu na parede do box à minha frente, branco e grosso. Eu gritei, o corpo inteiro convulsionando. Meu cu apertava o vibrador enorme enquanto eu gozava, ordenhando-o. Jato atrás de jato, sem parar. Meu pau pulsava sozinho, atirando porra para todo lado enquanto a água caía.
— Porra… não… caralho… tô gozando… ahhh!
Não consegui parar de meter. Mesmo gozando, continuei empurrando o vibrador no meu cu, prolongando o prazer. As pernas tremiam tanto que eu mal conseguia ficar de pé. O orgasmo parecia durar uma eternidade, jatos longos e fortes que escorriam pelos azulejos e sumiam no ralo.
Quando finalmente diminuiu, eu estava ofegante, encostado na parede, com ele ainda todo enterrado em mim. Meu pau ainda dava uns espasmos, soltando os últimos fios de gozo. Tirei o brinquedo bem devagar, sentindo meu cu piscar, aberto e sensível. Um fio de lubrificante misturado com água escorreu pela minha perna.
Fiquei ali uns minutos, só respirando, deixando a água morna lavar meu corpo todo. Meu cu latejava, deliciosamente destruído. O pau, mesmo depois de gozar tanto, ainda estava meio duro, sensível. Eu não tinha planejado gozar tão cedo. Queria ter aguentado mais tempo com o maior, mas meu corpo decidiu por mim. Foi um acidente gostoso pra caralho.
Desliguei o chuveiro, sequei o corpo com a toalha e fui para o quarto ainda com as pernas fracas. Deitei na cama, sorrindo. Aos 19 anos, loiro, magro, com um pau grande e um cu cada vez mais treinado, eu sabia que ia repetir aquilo em breve. Da próxima vez, talvez tentasse segurar mais… ou quem sabe deixasse acontecer de novo.
Fechei os olhos, o corpo relaxado e satisfeito, pensando no quanto tinha sido intenso gozar sem querer, completamente cheio, no meio do chuveiro. Mas eu fiz a chuca para ser destruído na sauna, queria dar até não sentir mais as pernas. Meu pau, mesmo depois de gozar tanto no chuveiro, ainda latejava meio duro dentro da cueca. Meu cu pulsava, aberto, sensível, latejando de tanto ter sido aberto pelos vibradores. Eu tinha me preparado direito. Queria dar para vários machos, me foderem até eu não sentir mais as pernas.
Passei perfume e escolhi a roupa mais safada que tinha: uma calça jeans bem justa, rasgada nas coxas, que marcava minha bunda empinada e deixava ver a marca da cueca jockstrap branca por baixo. Por cima, uma regata cropped branca, curta, que mostrava minha barriga lisinha e o V dos quadris. Me olhei no espelho: parecia um viadinho completo, loirinho magrinho pedindo para ser usado. Perfeito.
Chamei um Uber. Enquanto esperava, meu cu ainda dava umas contrações involuntárias, lembrando do monstro que tinha engolido. Meu plano era ir para a sauna mais conhecida da cidade, aquela que todo mundo sabia que rolava de tudo. Queria sentar no colo de alguém, mamar um pau grande e depois levar no cu até quase desmaiar.
O Uber chegou rápido. Desci e vi um carro preto parado na frente. O motorista baixou o vidro.
— Caio? — perguntou, com uma voz grave e rouca.
— Sou eu.
Ele me olhou de cima a baixo, demorando na minha calça justa e na regata curta.
— Caralho, sobe na frente então, loirinho. É mais confortável.
Entrei no banco do passageiro. O cara devia ter uns 35 anos, moreno, barba bem feita, braços grossos, tatuagens aparecendo na manga da camisa polo justa. Cheirava a perfume bom misturado com cigarro. Assim que fechei a porta, ele sorriu de lado.
— Porra, você tá gostoso pra caralho, hein? Vestido assim parece que tá indo caçar. Qual é o destino? — perguntou, já digitando no app.
Falei o nome da sauna. Ele levantou uma sobrancelha.
— Sauna, é? Aquela que os viadinhos vão para dar? — riu baixo, safado. — Você tá atrás de rola hoje, né? Dá para ver na cara.
Corei um pouco, mas sorri. Ele acelerou devagar.
— Me chamo Rodrigo. E você tá cheiroso demais, Caio. Que perfume é esse? Tô com um tesão da porra hoje. Tome cuidado para não ser arrombado na rua.
— Mas eu me vesti para isso — disse, sorrindo.
Durante os primeiros minutos ele ficou me olhando de canto, a mão no câmbio roçando de propósito na minha coxa. A calça era tão justa que dava para ver o volume do meu pau semiduro.
— Olha essa perna magrinha… lisa pra porra. Você faz depilação completa, né? Aposto que esse cu tá lisinho também.
Eu assenti, mordendo o lábio. Ele pegou uma pastilha de Halls que estava em cima da sua perna e colocou na boca.
— Quer uma? — ofereceu. Aceitei. Ele sorriu. Na hora, aproveitei e rocei minha mão na mala dele, sentindo-a quente e pulsante. — Sabe o que é bom com Halls? Passar na pele… deixa tudo formigando. Quer sentir?
Sem esperar muito, ele tirou outra pastilha do papel e passou devagar na minha coxa, por cima da calça rasgada, bem perto da virilha. O mentol gelado começou a arder gostoso através do tecido fino.
— Tá sentindo? Imagina isso na cabeça do pau… ou na língua enquanto você chupa. — Ele riu, apertando minha coxa. — Você chupa bem, loirinho?
— Gosto bastante — respondi baixinho, já ficando excitado de novo.
Rodrigo mudou o trajeto um pouco.
— Olha, tem um estacionamento escondido aqui perto, atrás daquele supermercado fechado. Tá vazio agora. Quer dar uma paradinha antes da sauna? Tô duro pra caralho só de te olhar vestido assim.
Meu coração acelerou. Concordei. Ele entrou no estacionamento escuro, parou no canto mais escondido, atrás de uns muros. Desligou o carro e virou para mim.
— Tira essa regata, vai. Quero ver esse corpo magrinho.
Tirei a regata. Ele passou a mão no meu peito liso, apertou meus mamilos.
— Porra, que delícia. 19 anos e já sabe se arrumar para dar. Abre a calça para mim.
Abri o botão e baixei o zíper. Meu pau pulou para fora, 19 cm quase todo duro. Rodrigo assobiou.
— Caralho, tá animado, moleque. Mas antes, quero sentir essa bundinha que você preparou tanto. Senta no meu colo um pouco.
Passei por cima do câmbio com as pernas fracas. Assim que sentei de frente para ele, senti o volume dele roçando entre minhas nádegas. Rodrigo agarrou minha bunda com as duas mãos grandes, abrindo bem as bandas.
— Porra… que cu quente e macio. Tá piscando pra caralho. Você enfiou aquele vibrador monstro mesmo, né? Tá bem aberto… quase pronto para levar rola de verdade.
Ele cuspiu na mão e passou o dedo médio no meu buraco, enfiando devagar. Gemi alto, rebolando no colo dele. Meu pau de 19 cm roçava na barriga dele, babando pré-gozo.
— Isso, rebola gostoso… olha como você já senta que nem puta. Na sauna vão te comer até amanhã, sabia? — Ele riu rouco e enfiou um segundo dedo. — Mas por enquanto eu só vou te deixar no ponto.
Ele abriu o próprio jeans e puxou um pau grosso, escuro, veioso, uns 20 cm, com a cabeça grande brilhando de pré-gozo. Posicionou contra minha entrada e, com uma mão na minha cintura, desceu meu corpo devagar. A tora entrou numa socada só. Soltei um grito abafado, vendo estrelas. Estava bem lubrificado, mas ainda assim senti ele me abrindo inteiro.
Rodrigo meteu forte por uns minutos, segurando minha cintura, falando sem parar no meu ouvido:
— Isso… senta no pau do macho… toma essa rola grossa… você nasceu para dar o cu, loirinho… aperta ele assim… porra!
Mas ele parou o movimento, respirando pesado, antes de chegar ao limite.
— Não posso demorar muito aqui parado, tô trabalhando e o aplicativo tá rodando. Vai, volta para o seu lugar e me mama até chegarmos na sauna. Quero descarregar tudo na sua boca.
Voltei para o banco do passageiro. Durante o resto do trajeto ele dirigiu com uma mão no volante e a outra na minha cabeça, guiando meu ritmo enquanto eu chupava com vontade, mantendo ele bem duro. O mentol do Halls ainda fazia efeito, deixando a cabeça dele formigando na minha língua. Passei a bala que ainda tinha na boca pelo corpo do pau dele, lambendo devagar. O efeito fez ele gemer alto.
— Isso, porra! Que língua quente e fria ao mesmo tempo. Chupa, vai. Engole esse pau. Olha o trânsito lá fora enquanto você vira minha putinha particular. Todo mundo dirigindo e você aqui, loirinho de regata cropped, mamando rola de Uber… que safado. Olha para mim enquanto chupa. Isso… olhos de viadinho tarado. Você gosta de beber porra, não gosta? Aposto que vai engolir tudinho.
Ele empurrava a direção, batendo no fundo da minha garganta com estocadas curtas e fortes. Eu engasgava, babava, mas não parava. Usava a mão para massagear as bolas pesadas dele. Comecei a subir e descer, fazendo barulho molhado. Babava escorrendo pelo queixo, pingando nas coxas dele. Rodrigo acelerou, já quase chegando perto do destino.
— Porra, Caio… você mama melhor que muita mulher. Que garganta apertada. Engole tudo, vai… até o fundo. Vou te encher de porra, loirinho. Abre bem essa boca. Senti o pau dele inchar. As bolas contraíram. Tá quase… tá quase… continua assim… porra, que boca perfeita. Tô gozando! Engole tudo, vai! Não perde uma gota!
Ele parou o carro num canto escuro a uma quadra da sauna para o clímax. O primeiro jato forte bateu no fundo da minha garganta. Engoli rápido, sentindo o gosto quente e grosso. Ele continuava jorrando, gemendo alto, segurando minha cabeça no lugar com força.
— Isso… engole… bebe a porra de macho… caralho, que delícia…
Tomei tudo, sugando até a última gota daquela carga quente. Quando ele terminou, tirei a boca devagar, lambendo a cabeça sensível. Um fio de porra escorreu do canto da minha boca. Rodrigo limpou com o dedo e enfiou de volta na minha boca.
— Bom garoto. Engoliu tudinho. Você é um putinho e tanto. Agora arruma essa roupa de viadinho e vai para a sauna. Se quiser repetir, me chama. Adoro um loirinho que engole tudo sem reclamar.
Fiquei ali, ofegante, boca inchada, gosto de porra na língua. Ajustei a calça justa, ainda sentindo o cu latejando daquela penetração rápida e o calor dele dentro de mim. Desci do carro com as pernas bambas e entrei na sauna, já sabendo que a noite ia ser bem mais pesada.
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