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Escravo Familiar: Capítulo 31 (Amor intenso Familiar)

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Tártaro

Durante a noite, tive um pesadelo.

"HAHAHAHAH

— SOCORRO! Eu gritava no sonho, rodeado pelos machos da família que me estupravam da maneira mais bruta e violenta que poderia existir no mundo."

" — Papai, você prometeu que iria me proteger, o que aconteceu? "

Eu estava sendo erguido por várias cordas, e o mesmo grupo que me fodeu durante o dia me fodia no pesadelo.

— Toma, viado imundo! PLAFT! PLAFT!

— Socorro, papai! Aaaaaaah!

Acordei sobressaltado na minha cama, pelado e sozinho. Levantei, ficando sentado, e abracei meus joelhos, chorando baixo e tremendo.

...

Era de manhã quando me dei conta de que estava perdido no tempo; não sabia que horas eram e também não tinha dado conta de que já estava claro.

Levantei-me da cama como um zumbi e fui para o banheiro. Sentei-me na privada e fiz xixi. Ao me levantar, sequei meu pênis e dei descarga. Saí do banheiro e voltei para o quarto, jogando-me de volta à cama.

Cobri-me e fechei os olhos, esperando que voltasse a dormir, mas não foi o que aconteceu.

...

Por volta das 9:00, eu voltei a me levantar, me descobri e comecei a arrumar meu quarto. Depois que estava tudo pronto, resolvi que iria tomar café da manhã.

Quando saí do quarto, esbarrei com papai, chegando à interligação da escada que dava acesso ao andar de cima e ao andar de baixo.

— Bom dia, querido, dormiu bem? Ele perguntou-me.

— Bom dia, pai, nem um pouco, tive pesadelo. Respondi.

— Ah, meu filho, com o que você teve pesadelo?

— Com o que o senhor acha? Eu não estou bem depois do que aconteceu comigo. Como você pode deixar com que as coisas ficassem daquele jeito? Você que brigou com vários membros da família por me castigar sem seu consentimento e sem motivo, permitiu aquilo e ainda participou.

As lágrimas começaram a escorrer enquanto eu falava. Meu nariz escorria um pouco, e eu tentava limpar com o dorso da mão.

Papai olhou para mim com o semblante preocupado, triste e com dó. Aproximou-se de mim e veio me abraçar, envolveu-me nos braços e beijou o topo da minha cabeça.

— Desculpa, papai, filho! Vou me retratar com você, está bem? Papai promete que, daqui para frente, isso não irá mais acontecer. Eu errei em permitir e seguir com aquilo, mas papai promete que vai mudar essa situação, tá bom?

Balancei afirmativamente a cabeça e afastei-me um pouco dele.

— Agora de manhã vou publicar um comunicado para os membros que transaram no grupal com a gente. Tenho uma ideia. O que você acha de papai reunir novamente os membros que você fodeu, e faremos um amor gostoso para nos retratarmos?

— Tudo bem, papai! Falei baixinho, fungando: — Desde que vocês não me machuquem novamente. Falei meio tristonho.

— Ótimo, paixão, vou convocar os membros e aviso você como vamos prosseguir daqui para frente.

Ele se desvencilhou de mim e foi para a cozinha tomar café e mandar a mensagem no grupo da família.

...
Era por volta das 10:30 quando resolvi entrar no grupo da família e ver o que tinha de mensagem.

" Olá pessoal, bom dia! Gostaria de informar que as coisas saíram do controle ontem com o escravo familiar. Conversei com ele hoje e resolvi convocar uma reconciliação entre o grupo que fodeu ele ontem para hoje. Espero que vocês embarquem nessa comigo para que possamos pôr um ponto final nisso e evoluirmos para novas aventuras.

Preciso que confirme comigo a presença dos membros para eu ir buscar e levar para a reconciliação. Tenho algo em mente para isso, mas preciso conversar com os membros antes."

Um tempo depois, os membros responderam que queriam se reunir para poderem conversar e fazer as pazes.

Saí do celular e fui me distrair no computador.

...

Um tempo depois, papai veio até o meu quarto.

TOC TOC

— Entra, pai! Falei alto.

— Oi, meu nego, papai combinou para hoje à tarde todos os membros que foderam você ontem irem para um motel para reconciliar-nos com você, tá bom?

— Tudo bem! Falei com medo.

— Ei, não precisa ter medo, não vamos machucar você novamente.

— Não sei, não! Perdi um pouco da confiança em você, papai! Falei com medo.

Papai entrou no quarto e veio até mim, agachou-se na minha frente, já que eu estava sentado na minha poltrona, e, segurando a minha mão, disse:

— Eu amo você, filho, e prometo que vai ser diferente. Vou tomar mais cuidado para que não chegue nessa situação novamente.

Ele beijou minha mão e levantou-se.

Depois virou-se e saiu do quarto.

...

O dia correu tranquilo, fui para casa da mamãe comer e passei a tarde com ela.

Por volta das 18:00, papai convocou-me:

— Se arruma, filhote, que daqui a pouco sairemos.

— Ok, papai!

Levantei-me da poltrona onde estava sentado e fui me arrumar.

...

Por volta das 19:00, chegamos a um motel simples, sem uma grande entrada, sem alardes, sem muita convicção.

A verdade é que eu não estava animado, minha confiança já não existia mais e não tinha mais vontade alguma de foder com minha família.

Papai entrou até o estacionamento, desligou o carro e saímos de dentro. Com a chave do quarto na mão, fui levado por papai até uma suíte master no último andar do motel.

Ao passar pelos corredores, escutei gemidos altos, tanto femininos quanto masculinos. "Ãããh! Huum! "Senti um arrepio cortar meu corpo, eu tremia de ansiedade e medo.

Passamos por um quarto onde havia cinco caras fodendo forte o cu de um ninfeto que parecia ter 16 anos. Eles haviam deixado a porta aberta para que quem passasse por ali pudesse assistir e até mesmo participar da suruba.

PLAFT!

— Isso, putinho geme gostoso na nossa rola!

— Ai, negão, assim vocês me machucam.

— Cala a boca, quenga!

— Hããããã!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Andamos por alguns minutos e, quando estávamos próximos do nosso quarto, vi uma moça sendo fodida no corredor por um negão pirocudo. Ela gemia alto e chorava, pedindo arrego. Já o negão segurava-a firme pelos cabelos, socando forte no seu cu, dando inúmeros tapas no seu rabo imenso.

— Huuum, chega, querido, meu cu está doendo!

— Shhh, quietinha.

Fiquei duro assistindo; papai se distanciava de mim e percebeu que eu havia parado para assistir à cena.

— Filho, venha logo! Ele disse, voltando e arrastando-me pelo corredor.

" Ãããh! "

A moça gemia, sendo fodida ao longe, enquanto percorriamos o corredor.

Uns minutos depois, papai parou na frente de um quarto. Na porta havia um número (31). Ele segurou na maçaneta e abriu, entrando em seguida. O segui para dentro do quarto e dei de cara com os mesmos putos que haviam me fodido no dia anterior.

Eles já estavam pelados; nos móveis do quarto do motel, encontravam-se cervejas e uísque.

— Chegaram! Falou meu primo Fernando.

Cumprimentamos todos os membros presentes, e papai foi conversar com eles e começar os preparativos para nossa foda.

Meu primo veio até mim, passando as mãos na minha cintura, e disse:

— O putinha, foi mal pelo que aconteceu ontem, perdemos o controle, sentimos muito. Ele disse, beijando meu pescoço e depois puxando minha boca para a sua.

Nos beijamos fartamente de língua. Segurei-me nos seus braços e entreguei-me aos seus lábios. Sua boca deslizava na minha com carinho, suas mãos grandes alisavam meu corpo, prensando-me de encontro ao dele.

Seu irmão Írio veio por trás de mim, esfregando seu cacete semiduro na minha bunda, ainda coberta pela calça jeans que eu usava.

Ele começou a beijar meu pescoço, alisando-me, e, aos poucos, nossos próximos atos foram ganhando formas sem planejarmos.

Meu primo Fernando beijava-me gostoso, puxando meus lábios com seus dentes; às vezes enfiava sua língua quente e molhada fundo na minha boca, gemendo. Afastou-me dele e ajudou-me a retirar minhas roupas. Depois de eu já estar pelado, os dois voltaram a se esfregar em mim, beijando-me e alisando-me. Sua mão direita segurava meu pau já duro, batendo uma gostosa punheta.

Já meu primo Írio alisava meu corpo com as mãos grandes, apertando meus peitos e beliscando meus mamilos.
Fui alisando o pau e as bolas do meu primo Fernando até que ambos pararam de me acariciar, levaram-me até a cama empurrando-me e colocaram-me de quatro sobre o colchão. Em seguida, ficaram de joelhos, um do lado do outro, com as picas bem duras, e bateram com elas na minha cara.

Puff, puff, puff.

Abri minha boca e, juntos, tentaram enfiar até minha garganta.

— Huum!! Gemeram juntos.

Logo começaram a se movimentar.

Vup, vup, vup, vup, vup, vup.

Glub, glub, glub, glub, glub, glub.

Coff, coff, coff, coff, coff, coff.

Minha saliva grossa escorria queixo abaixo, lambuzando todo o colchão e seus cacetes. Eles davam tapas no meu rosto com caras de machos dominantes, gemendo.

— Huum!

Logo saíram da minha boca, ergueram-me, colocando-me no colo do Fernando. Em seguida, senti os dois posicionarem as picas na entrada do meu cu e forçarem.

— Hããããã! Gememos os três juntos.

Meu cu se expandia para receber seus deliciosos cacetes. Eu gemia, agarrando-me ao meu primo, esperando que eles chegassem ao fim do meu reto.

Logo depois, começaram a bombar lentamente, entrando e saindo com lentidão.

— Huuuuuuuuuum! Ai, meu cuzinho! Eu piscava ele para causar mais prazer; os dois gemiam alto e grosso, rebolando no meu cu.

O entra e sai era gostoso, eles se abraçavam comigo no meio, eu beijava um, depois o outro na boca, os dois trocavam beijos de língua entre si, gemendo e proferindo palavras de carinho.

— Te amo, irmão! Falou meu primo Fernando para meu primo Írio.

— Também te amo! Respondeu meu primo Írio.

E, no vai e vem gostoso que se seguia, eles gozaram gostoso no fundo do meu cu.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…

— Aãããããh, pffffffffffffffffffffffff

À nossa volta, meus tios, meus irmãos, meu padrinho, meus cunhados e papai estavam estirados, cada um em uma parte do quarto, nos olhando e se masturbando.

Ofegando, saíram de dentro de mim, colocando-me deitado no colchão. Eu gozei junto deles sem ao menos perceber.

Em seguida, meus dois cunhados vieram juntos até mim. Os dois subiram em cima do colchão, ficando de joelhos. Um, mais especificamente o Lucas, ficou no meio das minhas pernas, e o outro, o Felipe, na minha cara.

O Felipe virou-se com o cu para minha boca, abrindo as nádegas, expondo seu delicioso cu peludinho que piscava. Logo esfregou seu cu no meu nariz, fazendo eu cheirar.

FSSSSS!

Puxei forte o ar, absorvendo todo aquele cheiro gostoso de cu de macho que eu tanto amo.

Em seguida, começou a rebolar no meu rosto, esfregando seu cu e suas nádegas na minha cara.

— Huum! Ele gemia rebolando, quicou algumas vezes e voltou a rebolar, sufocando-me no cheiro delicioso do seu cu.

Já meu outro cunhado, Lucas, chupava meu pau com sua deliciosa boca carnuda, tirando-me gemidos roucos.

— Ãããããh ! Ãããããh!

Logo ambos mudaram de posição, colocando-me de quatro". Primeiro veio o Lucas, segurou na base do seu cacete duro e direcionou a cabeça para a entrada do meu cuzinho e forçou.

— Aaaah! Gemi alto.

Sua pica grossa deslizou ásperamente para dentro do meu cu, alojando-se lá no fundo. Ele esperou um pouco, tremendo em total êxtase, e começou a bombar lentamente.

Ploc, ploc, ploc, ploc, ploc.

Seu saco farto desferia golpes gostosos no meu; ele segurava firme na minha cintura, imobilizando-me.

Arf Arf Arf Arf Arf

— huuum, putinha gostosa danada!

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Ele cravou fundo e em seguida gozou: PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Em seguida, saiu e deu espaço para meu cunhado Felipe. Meu cunhado foi para trás de mim e começou a enfiar seu pau com cuidado no meu rabo.

— Aaaaaaah! Gemi.

— Ôôôôôôô! Ele gemeu, entrando até o fundo.

Eu pisquei um pouco meu cuzinho, e em seguida ele começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

O ritmo era gostoso e me arrepiava inteiro. Mas, um tempo depois, ele gozou.

Pffffffffffffffffffffffff

Depois de ambos gozarem , foram se sentar e deram espaço para meus irmãos.

Meus irmãos se levantaram de onde estavam sentados assistindo ao ato e posicionaram-se na minha frente.

Chupei a pica dos dois deixando-as bem babadas com bastante saliva. Em seguida ergueram - me e me colocaram na parede de costas para eles.

Primeiro veio meu irmão Thiago, abriu minhas nádegas e pincelou meu cuzinho, tirando-me um suspiro.

— aaah!

Depois senti a pressão característica da invasão da cabeça da sua pica.

— Huum! Ai fode esse cuzinho.

— Toma pica, irmãozinho.

Ele se enfiou até o talo e começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Sem gozar se retirou e foi se sentar.

Meu irmão Juan tomou meu cu para si , e se alojou lá no fundo.

— Huuuuuuuuuum!

Em seguida, começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Quando estava prestes a gozar saiu de dentro e deu lugar ao próximo.

Meus tios vieram assim que eles saíram. Meu tio Manoel foi o mais afoito, segurou na base do seu cacete e, sem dizer qualquer palavra, me penetrou fundo.

— Huuuuuuuuuum! Gememos juntos.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Sem ao menos dizer nada , somente suspirando e ofegando ele gozou.

— Huuuuuuuuuum , Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf, pffffffffffffffffffffffff

Saiu e meu tio Antônio tomou a minha traseira. Ele penetrou profundamente e, segurando delicadamente na minha cintura, começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…

— Huuum! Ele gemia, rebolando e beijando meu pescoço.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC..

Em pouco tempo gozou me inundando.

Pffffffffffffffffffffffff

Saiu e junto com seu pênis a sua porra misturada com as dos outros três machos escorreram minha perna abaixo.

Na última rodada, meu pai e meu padrinho vieram, trocaram-me de posição, colocando-me de lado.

Meu pai veio para minhas costas, enquanto meu padrinho veio para minha frente. Os dois procuraram caminho entre minhas nádegas até meu cuzinho e juntos me penetraram.

— Huuuuuuuuuum! Gemi

Meu padrinho agarrou-me, beijando-me de língua, e papai abraçou-me apertado junto a seu peito.

E logo começaram a entrar e sair, entrar e sair com carinho e aumentaram o ritmo aos poucos, deixando uma foda gostosa.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Um tempo depois, agarraram-me apertado e afundaram os paus bem fundo dentro de mim e gozaram.

Pffffffffffffffffffffffff

Desabaram do meu lado para tentar recobrar o fôlego.

...

Um tempo depois, papai sugeriu:

— Que tal nós tomarmos um ar fresco lá fora , nao

Os membros balançaram, concordando, e nos levantamos, colocamos a roupa ainda sujos. Papai e meu padrinho pegaram na minha mão, os outros membros se levantaram e todos foram em rumo à porta, abriram e eu fui levado para o corredor do motel pelos meus homens. Quando saímos dei de cara com o casal da entrada ainda fodendo no corredor. Meus homens fizeram contato visual com o negão pirocudo que destruía o cu da ninfeta de quatro no chão do corredor; ele se exibia para nós e parecia que nos chamava para participar da trepada.

Papai empurrou-me para frente e, segurando forte no meu braço por trás, direcionou-me até ficarmos na frente do casal. Então fez um sinal com os olhos para que eu retirasse novamente a roupa e ficasse na mesma posição que a mulher.

Retirei minhas roupas e agachei; depois ajoelhei, ficando de quatro. Fiz contato com os olhos da moça, e ela puxou-me para seus lábios, enfiando a língua molhada na minha boca.

No seu cu, seu amante socava com força, fazendo-a ir bruscamente para frente. Meus homens tiraram suas roupas novamente e aproximaram-se mais. Em seguida, meu cunhado Lucas ajoelhou-se atrás de mim, abriu minhas nádegas e socou fundo sua língua no meu cu arrombado, molhando-o, lambuzando-o com sua saliva grossa e pegajosa.

Depois, ergueu-se, ficando ainda de joelhos, alisou seu cacete com a mão direita, expondo e voltando a cobrir a cabeça da sua pica grossa. Logo em seguida, apontou a cabeça na portinha do meu cu e forçou.

— huuum! Eu gemia na boca da vadia que eu beijava na boca.

Seu pau deslizou macio por toda a extensão do meu reto , logo gemendo alto, segurou firme na minha cintura, e começou a bombar.

PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC

De início as bombas eram mais lentas, fortes, mas depois ele começou a bombar com o um pouco mais de velocidade.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— huuum! Gemiamos os quatro juntos.

O pau grosso do meu cunhado dilacerava-me, eu rebolava feito louco na pica dele, deixando que o prazer percorresse meu corpo com violência.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Meu cunhado e o negão se fitavam o tempo todo enquanto fodiam eu e a moça à minha frente.

Algumas bombadas depois, os dois gozaram e saíram de dentro de ambos.

— Bora trocar de puta? Propôs o negão para meu cunhado.

Meu cunhado fez contato com meu pai nessa hora; só quem poderia permitir um ato desse era meu senhor e dono.

Papai tomou a frente da situação, vindo ao encontro do homem.

— Até permito que isso aconteça, mas não vai ser meu genro que vai foder sua mulher. Será eu !

— Como o senhor quiser. Respondeu o negão.

— A propósito, sou o Júlio e essa é a Vanessa.

— Sou o João e esse é meu filho, João Pedro.

— Nossa, seu filho, então vocês são incestuosos? O homem perguntou, espantado.

— Sim! Respondeu papai.

— Bom, sem problemas, vamos lá, putinha, quero experimentar esse cuzinho. Já experimentou um negão?

— Claro, temos um amigo parceiro de papai que já me fodeu.

— Então já sabe o que é bom!

Balancei positivamente minha cabeça para o negão e ele foi para meu cu.

Ele agachou-se e enfiou a cara no meu rabo, cheirando, FSSSSS!, esfregando o rosto várias vezes no meio do meu rabo, sujando o rosto com a porra dos meus machs que vazavam do meu cu arrombado.

Já papai estava dentro da moça, fodendo sua buceta.

— Hããã! Ela gemia.

— Nossa, faz um tempão que não como uma buceta. Huum! Papai disse, fodendo forte a moça.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

No meu cu, o negão já posicionava sua piroca grossa na entrada, deu algumas pinceladas na entrada e, em seguida, começou a forçar a entrada.

— Hãããã! Gemi alto.

— Caralho, que rabo apertado da porra. Tem certeza de que essa putinha já deu antes para outro negão?

— Huuum, sim! Respondeu papai, fodendo a moça.

O negão foi entrando com uma certa dificuldade, entrando, entrando, entrando, até que seu sacão grande bateu na minha nádega.

Pisquei desesperado meu cuzinho, fazendo o negão urrar de prazer.

— HUUUM! Eita porra! Ele comentou: — Vou te estourar, garoto! Toma!

— Huuum! Gemi com ele, cravando fundo seu pau no meu rabo.

Não esperou eu me acostumar e já começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Toma minha pica no cu, filho da puta! O negão disse fodendo forte meu cu .

— Hããã! Eu gemia descontroladamente.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT!

Ele dava tapas fortes na minha bunda, fazendo eu rebolar mais e piscar mais meu cuzinho.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Vou gozar, viadinho, vou gozar, caralho!

Então ele cravou fundo dentro de mim e gozou no fundo do meu cu. Ficou agarrado em mim até a última gota de porra entrar no meu cu. Depois saiu, deixando o mar escorrer pela minha perna abaixo.

Já papai destruía a buceta da moça, ele batia na bunda dela, xingando-a de cachorra, depósito de porra de macho.

O barulho da sua virilha na bunda dela era intenso e ritmado.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Um tempo depois, cravou seu cacete duro fundo na buceta da moça e gozou.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Ofegando, saiu de dentro dela. Arf Arf Arf Arf Arf

...

Quando tudo terminou, nós nos levantamos e meu pai e o Júlio trocaram um aperto de mão, e o casal foi para dentro do quarto.

...

Quando voltamos para dentro do nosso quarto, todos sentaram na cama. Fiquei de joelhos e eles começaram a esfregar os pezões grandes e chulezentos na minha cara.

FSSSS

Eu os cheirava, os beijava e chupava cada dedo. Meu irmão Thiago, mais atrevido, batia seu pezão no meu pau e testículos, chutando-os.

Depois de me lambuzar com cada pé, levantei e fui levado por papai para o banheiro.

— Uau! Comentei.

O banheiro era imenso e tinha vários chuveiros, o que era bem diferente dos outros motéis que já tinha frequentado com os membros da família.

Entramos todos no banheiro e fomos dividindo os chuveiros.

No banheiro rolou algumas mãos-bobas aqui e ali, mas já estávamos todos cansados.

Tomamos banho e depois voltamos para o quarto.

Meu pai e meus tios pediram algo para comer. Depois de alguns minutos conversando, a comida chegou.

Comemos e bebemos. Depois de todos satisfeitos e cansados, nos arrumamos para irmos embora.

Saímos do quarto e fomos para a garagem. Cada um entrou em seus devidos carros e pagaram a sua hospedagem.

No fim tudo acabou se resolvendo, estava satisfeito e havia gozado muito.

Papai pegou a estrada de casa e sentou o pé no acelerador. E assim acabou uma das minhas maiores aventuras até aqui.

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