Relato de uma aluna que se apaixonou pelo padrasto
Faz alguns anos que comentei aqui sobre uma aluna que estava tendo relações com o padrasto. Começou como abuso, mas depois a coisa evoluiu e essa aluna passou a gostar do tratamento do padrasto dela. Para maiores detalhes, sugiro ler os relatos anteriores.
Pois bem... Ela continua estudando aqui na escola, seu nome é Thaís. Ela está com catorze anos agora. Ela deveria estar no nono ano, mas repetiu o sétimo, e agora está cursando o oitavo.
Thaís continua bonita e formosa, aliás, ficou mais gostosa. Sua bundinha está mais redonda e suas coxas estão mais grossas. Seu peito que não mudou muito, e sua altura também, parece que não cresceu quase nada.
Até o final do ano passado, eu e Thaís mantínhamos um certo contato, conversávamos eventualmente e ela me dizia tudo que estava acontecendo em sua vida.
Ela me dizia que tinha virado a segunda esposa do padrasto dela. A mãe dela descobriu a relação dos dois quando ela estava no sétimo ano (não sei se isso teve alguma relação com o fato dela repetir de ano; acredito que sim, pois era uma ótima aluna). Ela falou para mim que levou uma surra de sandália havaiana da mãe, que queria colocá-la para fora de casa. Mas seu padrasto não aceitou, ele é quem queria para a mãe sair de casa, para ficarem apenas padrasto e enteada juntos.
Após muito desgaste, muitas idas e vindas, os três se "entenderam" e acabaram fazendo um acordo: Tiago, padrasto de Thaís, continuou junto de Carla, mãe da garota, basicamente para manter as aparências perante a comunidade. Mas, no recôndito do lar, mãe e filha acabavam disputando pela atenção do homem da casa.
E era claro que Tiago tinha uma predileção por Thaís, o que acabou afastando mãe e filha.
A garota me dizia que, embora morassem na mesma casa, era como não se conhecessem, e não era incomum que as duas brigassem com frequência.
Eu tentava entender o convívio daqueles três, mas era algo que eu simplesmente não conseguia conceber. Certamente o mais beneficiado nessa história foi Tiago, que se serviu da mãe e da filha.
Eu e Thaís mantivemos certa proximidade e cumplicidade, só que isso durou até o final do ano passado.
No início deste ano, quando as aulas retornaram, Thaís ficou muito diferente comigo. Ela passava por mim e mal respondia aos meus cumprimentos. Sempre que eu a chamava para conversar, ela encontrava alguma desculpa e a conversa sempre ficava para depois. Eu fiquei sem entender, mas tudo bem, não insisti.
Desde o mês passado, percebi que a barriga de Thaís estava ligeiramente mais estufada. Era mais evidente quando ela estava com o uniforme de educação física. Seu rosto também havia mudado ligeiramente: estava mais arredondado.
Em uma tarde chuvosa da semana passada, vi Thaís próxima à saída da escola, encostada no portão vermelho de ferro. Parecia que ela estava indo embora após passar na biblioteca. Vi dois livros em suas mãos, que me pareciam ser de literatura; aparentemente estava apenas aguardando a chuva passar.
Era véspera de prova, então me aproximei lentamente por trás dela e perguntei:
─ Estudando muito para a prova de amanhã, Thaís?
Ela se assustou e respondeu:
─ Ah! Só um pouco.
─ Tá esperando alguém vir buscar você nessa chuva?
─ Não, não. Tô só esperando a chuva passar. Vou voltar de bicicleta.
─ Quer esperar ali dentro da minha sala? Tem chocolate quente fresquinho. Quer tomar um gole?
Ela ficou pensativa e deu um sorriso, balançado a cabeça como quem dissesse "não tô a fim", mas insisti outra vez:
─ Vamos, aqui fora tá fazendo frio. Eu ligo o ar quente pra você lá dentro.
Ela ainda hesitou, mas estendi minha mão e falei:
─ Vamos? ─ para então finalmente ela dizer:
─ Tá bom, tio. Bora lá.
Peguei rapidamente sua mão e senti sua pele fria e macia. Thaís não estava com o uniforme da escola. Estava com uma saia curta rosa e uma blusa tomara-que-caia preta. Sua blusa contornava deliciosamente os seus seios...
Ao adentrar minha sala, puxei a velha cadeira de madeira em frente à minha mesa para ela sentar. Aumentei a temperatura do ar-condicionado e lhe servi um pouco de chocolate quente em um copo descartável. Sentei à sua frente e comentei:
─ Fazia um tempo que você não vinha aqui, não é, Thaís?
─ Pois é, acho que fazia tempo mesmo.
Thaís estava mais acanhada que o normal. Eu sentia uma leve tensão em sua voz e em seu corpo, ela estava tentando se manter muito ereta na cadeira. Ela também evitava o máximo possível contato visual comigo. Continuei a conversa de forma banal:
─ Como estão as coisas na sua casa?
─ Estão tranquilas.
A jovem estudante à minha frente estava muito econômica nas palavras, o que contrastava com a sordidez rotineira com a qual me falava das suas intimidades. Então resolvi quebrar o gelo entre nós e fui direto ao ponto:
─ Parece que tem pãozinho no forno, não é, Thaís?
─ Pãozinho? Como assim?
─ Você tá grávida, né?
Nesse momento, a menina empalideceu. A feição em seu rosto era de incredulidade. Ela ainda tentou me engabelar e falou sem ter coragem de olhar para mim:
─ Grávida, tio Gegê? Nada a ver. De onde o senhor tirou isso?
─ Ah! Thaís, não precisa mentir pra mim. Pode se abrir comigo. Tá bem evidente que você está grávida.
─ Por que o senhor acha isso?
─ Desde os seus doze anos que você praticamente não mudou de corpo. Permaneceu do mesmo jeitinho. Foi só do começo do ano pra cá que percebi umas mudanças e sua barriga ganhou um formato muito suspeito. Mas tudo bem se não quiser falar, a vida é sua.
Naquele momento, parece que Thaís se desarmou. Sua postura rígida se desfez, seus ombros relaxaram e ela baixou a cabeça. Deu um longo suspiro, levantou a cabeça e falou com um leve sorriso:
─ Então né, tio Gegê, aconteceu...
─ Eu sabia! E aposto que sei quem é o pai...
O chocolate quente ainda estava levantando fumaça sobre a mesa. Ela pegou o copo, sorveu um pouco, limpou os lábios com a língua e questionou:
─ E quem o senhor acha que é?
─ Ora, Thaís, quem mais pode ser?
─ Pois é, é do meu padrasto mesmo.
─ E como você deixou isso acontecer, menina? Vocês não se preveniam não?
─ Tipo assim, né, eu tomava anticoncepcional injetável, mas teve uns dois meses que eu descuidei, aí deu nisso.
─ E seu padrasto não usou camisinha nesse período?
─ Ele nunca usou.
─ Nenhuma vez?
─ Desde a nossa primeira vez, nunca!
Que delícia! Eu só ficava imaginando Thaís sentando em seu padrasto só couro no couro. Meu pau já estava duro apenas de imaginar.
─ E você já tá com quantos meses de grávida?
─ Dezesseis semanas já.
─ Já? Então esse bebê deve ter sido feito em novembro, correto?
─ Acho que sim.
─ Você lembra quando ele foi feito?
─ Ah! Difícil saber.
─ Por quê?
─ Tipo assim, a gente faz quase todo o dia, então fica difícil saber o dia certo.
─ Mas seu padrasto sempre goza dentro, Thaís?
─ Bom, na maioria das vezes não.
─ Então deve ter sido em alguma ocasião que ele não se segurou e jateou dentro de você.
─ Com certeza.
─ Você não consegue lembrar?
─ Bem difícil, mas puxando aqui de cabeça, acho que em novembro teve umas duas ou três vezes que ele gozou dentro.
─ E me conta como foi essas vezes.
─ Deixa eu ver... Teve uma que foi fazendo em pé no banheiro, tomando banho. Teve outra que foi no meu quarto, de quatro. A outra eu não lembro não.
A pequena adolescente agora estava mais solta, mais maleável, estava mais parecida com a Thaís que eu conhecia e bem diferente daquela do início da conversa. Aproveitei para dar minha opinião sobre o caso:
─ Bom, essa de pé acho difícil que ele tenha te engravidado, porque fica mais difícil acertar o útero quando se está de pé. Então pode ter sido nessa vez que ele gozou dentro com você de quatro.
─ Pode ter sido então.
─ E vocês fazem todo dia, é, Thaís?
─ Quase todo dia.
─ E por que não todo dia? Porque você parece ser bem fogosinha...
Thaís deu uma gargalhada e disse:
─ Ah! Porque tem aqueles dias de mulher, né, o senhor sabe, e também tem dias que minha mãe fica direto em casa, aí não rola.
─ Mas a sua mãe já sabe de vocês dois, não é verdade?
─ É.
─ E você e seu padrasto não transam quando sua mãe tá em casa?
─ Não, meu padrasto fica tenso e ele evita.
─ Tenso como assim?
─ Assim tio, o pau dele não sobe quando a minha mãe tá em casa, eu não entendo direito, mas ele evita me pegar quando ela tá em casa.
─ E te deixa na vontade?
─ Às vezes.
─ E você não fica com ciúme da sua mãe?
─ Fico, mas fazer o quê?
─ Você e seu padrasto nunca pensaram em fugir pra outra cidade?
─ Eu vivo falando isso pra ele, mas ele diz que é complicado.
─ Entendo, deve ser mesmo. E a sua mãe já sabe que você tá grávida?
─ Sabe.
─ Qual foi a reação dela quando soube?
─ Ela ficou puta de raiva, queria me dar uma surra, mas meu padrasto não deixou. Ela disse que eu era muito nova pra isso e que eu ainda ia me arrepender no futuro.
─ E o que você tá achando de ter um bebê do seu padrasto?
─ Eu tô muito feliz, tio Gegê. Sinto que agora meu padrasto é mais meu do que dela.
─ Entendi. E você já sabe o sexo da criança?
─ Ainda não.
─ Vocês dois têm alguma preferência?
─ Ele eu não sei, mas eu prefiro um meninozinho.
E eu tenho certeza que o padrasto de Thaís prefere uma menina, para daqui a alguns anos ser a nova "Thaís" dele...
Continuei a conversa comentando sobre sua família:
─ Assim, Thaís, eu acho que é bem complicada essa relação de vocês três, de você e a sua mãe não se entenderem. Vocês nunca pensaram em entrar num acordo pra fazer as pazes, tipo fazer um trisal, os três fazendo sexo juntos?
Thaís fechou a cara e esbravejou:
─ Isso nunca vai acontecer, tio. Nunca!
─ Tudo bem, relaxa, Thaís. Vamos falar de coisas boas. Agora que você tá grávida, seu padrasto tem feito menos sexo com você?
─ Que nada, parece que o tesão dele fez foi aumentar.
─ Vocês continuam fazendo quase todo dia?
─ Quase todo dia. Às vezes eu chego atrasada na escola porque espero a minha mãe sair pra trabalhar, pra eu e ele dar uma rapidinha antes de vir pra cá.
─ Ah, é, Thaís? Eu tenho percebido mesmo que tem uns dias que você tem chegado atrasada. Agora eu sei por quê... É bom fazer com seu padrasto de manhã cedo?
─ É uma delícia!
─ Mesmo com você grávida?
─ Ele acha até melhor, porque agora o perigo já passou e pode gozar dentro direto.
─ Verdade, mas depois que a barriga crescer mais pode ficar um pouco complicado, não é, algumas posições?
─ A gente dá um jeito.
─ E você gosta quando ele goza dentro?
─ Adoro!
─ Por quê?
─ Porque eu tenho certeza que ele tá plenamente satisfeito comigo quando eu sinto o leite quente dele dentro de mim. E quando ele goza dentro ele fica mais carinhoso depois, ele gosta de ficar um pouco mais na cama abraçadinho.
─ E você fica plenamente satisfeita com ele?
─ Total.
─ Ele te faz gozar sempre?
─ Aham.
─ E como ele faz pra te fazer gozar?
─ Tem dois jeitos que é quase certo.
─ Como é?
─ Quando ele faz oral em mim e quando eu tô por cima dele e ele fica mamando nos meus seios.
─ Você geme muito nessas horas?
─ Um pouco.
─ Nossa, deve ser muito bom.
─ É sim.
─ Já fez meia-nove com seu padrasto alguma vez?
─Já sim, várias vezes pra falar a verdade.
Fico só imaginando Thaís por cima do padrasto, ele de boca em sua buceta e ela entalada com o pau dele na boca. Deve ser uma viagem ao paraíso fazer assim com ela... Não me abstive de comentar:
─ Nossa, Thaís, sabia que você é bem safadinha?
─ O senhor acha, tio? ─ ela desdenhou com um sorriso malicioso nos lábios.
─ Com certeza! E você já fez sexo com outro ou só com seu padrasto?
─ Só com ele.
─ Nunca teve curiosidade de transar com outro cara, alguém daqui da escola, por exemplo?
─ Nunca.
─ Por quê?
─ Porque eu sou só dele e ele é só meu.
Eu ia dizer que o padrasto dela era também da mãe dela, mas achei melhor nem comentar sobre isso.
─ Você é nova, Thaís, e tem um mundo todo pela frente. Não se sinta presa ao seu padrasto.
─ Pode deixar, tio.
A garota parou por um momento e olhou o tempo lá fora, pela janela. Ao retornar a sua atenção para mim, me questionou:
─ Isso que a gente tá conversando aqui, o senhor não vai falar pra ninguém, tá, tio? Depois todo mundo da sala vai ficar sabendo, mas por enquanto só duas amigas minhas sabem, e é melhor que fique assim por um tempo.
─ Tudo bem, Thaís, pode ficar tranquila. Esse assunto é só entre você e eu.
A chuva forte finalmente estava dando uma trégua. Então Thaís levantou da cadeira e falou:
─ Vou aproveitar que a chuva parou e vou rumar pra casa.
─ Tudo bem, Thaís. Bom retorno até sua casa. Se precisar de algo, conte comigo. E vê se não some, vamos manter nossas conversas.
Ela sorriu, disse "Tá bem!" e saiu.
Quando fiquei sozinho na sala, tive sentimentos mistos. A primeira sensação foi de tesão, de imaginar aquela adolescente gostosa fazendo um sexo bem ardente com o seu padrasto. Porém, depois senti um gosto amargo na boca por saber que a situação dela ia ser bem complicada quando seu bebê nascesse.
Mas é isso, cada um com os seus dilemas. Ela procurou e achou o que queria. Agora é arcar com as responsabilidades.
Se eu ficar sabendo de algo mais, venho aqui e conto depois.
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Comentários (1)
Luiz: Aguardo continua
Responder↴ • uid:1daibs6whj