#Gay #Teen #Traições

Sociedade do Cuzinho: Agradando ao sogrão

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ChubbyPsvRJ

O vulto ganhou carne, leite e nome: Paulão tripé!

O silêncio na sala era opressivo, carregado pelo peso físico do homem à minha frente e pelo eco da porta fechando. Paulão Tripé não se apressou. Ele simplesmente ficou parado, observando-me como se eu fosse um espécime raro e um tanto curioso. Seus olhos, profundos e escuros como poços de petróleo, percorreram-me de cima a baixo, e eu senti cada centímetro do meu corpo gordinho e pálido sendo avaliado, medido, pesado sob aquele olhar impassível.
"Jairo falou de você," ele finalmente disse, a voz grave fazendo as placas soltas do assoalho de madeira vibrarem levemente. "Muito. Demais, talvez."
Ele se moveu então, com uma graça surpreendente para um homem de seu tamanho. Não era um andar desajeitado, mas um movimento fluido e controlado, como um grande felino. Ele passou por mim, o cheiro dele invadindo minhas narinas — suor limpo, tabaco escuro, óleo de motor e algo primitivo, terroso. Ele foi até uma poltrona desgastada perto da janela e se acomodou. O móvel gemeu sob seu peso, mas aguentou. Ele não me convidou para sentar. Eu permaneci em pé no meio da sala, minhas mãos suando frio, sentindo-me absurdamente pequeno e exposto.
"Ele disse que você é... especial," Paulão continuou, seus dedos enormes, cobertos de cicatrizes e tatuagens desbotadas, batendo um ritmo lento no braço da poltrona. "Diferente dos outros que ficam por aí. Mais macio. Mais... caseiro."
Eu não conseguia falar. Meu cérebro parecia ter parado de funcionar. Tudo o que eu conseguia fazer era olhar para o volume monstruoso que deformava o short de tactel. Mesmo flácido, era assustadoramente grande. A piroca de Jairo era impressionante, mas isso... isso era algo de outro mundo. O apelido "Tripé" não era um exagero.
"Você tem medo de mim, garoto?" a pergunta veio direta, sem rodeios.
Eu engoli em seco, o som ecoando alto no silêncio. "Um... um pouco, senhor."
Ele emitiu um som baixo que poderia ter sido um riso abafado ou apenas um grunhido. "Bom. O medo é saudável. Mostra que você tem senso." Ele se inclinou para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos largos. A posição fez o short esticar ainda mais sobre o volume colossal entre suas pernas. "Mas o Jairo... ele não tem medo de muita coisa. É teimoso. Apaixona-se rápido. E quando ele quer algo, ele pega."
Eu sabia exatamente do que ele estava falando. A memória daquela primeira vez no corredor, da posse brutal que se transformou em algo mais complexo, mais profundo, queimou dentro de mim.
"Ele me disse que você é o namorado dele agora," Paulão disse, e pela primeira vez, algo mudou em seu tom. Não era ameaçador, mas... contemplativo. "Que você vem aqui todo dia. Que você... aceita ele. Como ele é."
Ele se levantou novamente, e o movimento foi tão súbito que eu dei um passo para trás, instintivamente. Ele riu, dessa vez um som verdadeiro, profundo e rouco que ecoou na sala vazia.
"Relaxa, garoto. Não vou te machucar." Ele veio até mim, parando a poucos centímetros. Eu tinha que levinar a cabeça para trás para olhar em seu rosto. Ele era uma montanha de carne e osso. "Na verdade... eu quero ver. O que o meu garoto viu em você."
Antes que eu pudesse processar o significado daquelas palavras, sua mão enorme — a palma era maior que o meu rosto — se ergueu e tocou minha bochecha. O toque não foi brutal, mas firme, exploratório. Seus dedos ásperos passaram pela minha pele macia, depois desceram para meu pescoço, para a curva do meu ombro.
"Macio," ele murmurou, quase para si mesmo. "Muito macio. Diferente dos garotos da rua. Diferente das mulheres duras que eu conheço."
Sua mão desceu, passando pelo meu peito gordinho através da camiseta. Ele não apertou, apenas sentiu o volume, a maciez. Um estremecimento percorreu meu corpo, um misto de pavor e uma excitação traiçoeira e profunda que começou a brotar das profundezas do meu ser. Era errado. Era perverso. Era o pai do Jairo. Mas aquele toque, aquele olhar calculista... era intoxicante.
"Sabe," ele continuou, sua voz agora um sussurro grave que parecia vibrar dentro do meu próprio peito, "o Jairo herdou o gosto da família. Por coisas... especiais. Coisas que outros homens não entendem." Sua mão finalmente parou na minha barriga redonda, espalmada sobre o tecido. "Ele herdou de mim."
Então, ele se moveu. Num movimento fluido e inevitável, suas mãos — ambas agora — agarraram a barra da minha camiseta e puxaram para cima, sobre minha cabeça, num puxão rápido que me fez perder o equilíbrio por um segundo. O ar frio da sala bateu na minha pele pálida e macia, fazendo meus mamilos cor-de-rosa endurecerem instantaneamente. Um gemido baixo de vergonha escapou dos meus lábios.
Ele não disse nada. Apenas olhou. Seus olhos escuros percorreram meu torso exposto, os rolinhos de gordura nos meus flancos, a curva dos meus seios, a barriguinha redonda. Havia uma apreciação silenciosa naquele olhar, um interesse frio e calculista que era mais assustador do que qualquer lascívia.
"De costas," ele ordenou, sua voz agora perdendo um pouco da neutralidade, ganhando uma nota mais escura, mais imperiosa.
Eu tremia incontrolavelmente, mas obedeci. Virei-me, expondo minhas costas pálidas e minhas nádegas gordas e redondas, cobertas apenas pela calça jeans.
Senti seus dedos na cintura da minha calça. O botão foi aberto, o zíper desceu. A calça deslizou pelos meus quadris e coxas grossas, caindo em um amontoado aos meus pés. Eu fiquei apenas de cueca branca, simples, que de repente parecia ridiculamente pequena e infantil diante daquele colosso.
"Bonito," ele murmurou, e não era uma gentileza. Era um fato. Sua mão enorme se posicionou na curva da minha nádega, os dedos se espalhando, quase cobrindo a metade da minha bunda. "Muito bonito. O Jairo tem bom olho."
Então, seus dedos encontraram a borda da minha cueca e puxaram para baixo num movimento lento e deliberado. O tecido desceu, revelando minha pele pálida, meu pênis pequeno e encolhido pelo medo e pela excitação conflitante, e as nádegas carnudas. Ele não tocou imediatamente no meu ânus, mas sua mão grande simplesmente ali, aquecendo a pele, possuindo o espaço.
"Jairo me contou," ele disse, sua voz agora um rosnado próximo ao meu ouvido. Ele havia se abaixado, sua altura imensa permitindo que ele falasse diretamente na nuca de mim enquanto eu estava de pé. "Sobre o diretor. Sobre o treinador. Sobre ele mesmo." Um dedo áspero, enorme, passou levemente pelo meu sulco, do cóccix até o períneo. Eu estremeci violentamente. "Você gosta, não é? De ser usado. De ser preenchido. De ter um homem dentro de você."
Eu não consegui negar. Um soluço abafado foi minha única resposta.
"É uma coisa linda," ele sussurrou, e o dedo pressionou, não para entrar, apenas para sentir o músculo relaxado, treinado pelas últimas semanas. "Um garoto feito para isso. Para servir. Para aguentar."
Ele se levantou novamente. Ouvi o som do fecho de seu short sendo aberto. Meu coração parou. O que saiu de dentro daquela roupa não era apenas uma piroca. Era um monumento. Flácida, era uma massa pesada, grossa como o pulso de um homem adulto, pendurada entre pernas que eram como troncos de árvore. A cabeça, mesmo flácida, era do tamanho de um punho pequeno. A pele era escura, marcada por veias grossas. Era simplesmente a coisa mais intimidante e, de uma forma doentia, fascinante, que eu já tinha visto.
"Na cama," a ordem veio, suave mas absoluta. "De quatro. Agora."
Minhas pernas, fracas como água, me carregaram até o sofá velho na sala. Era estreito, mas eu me ajoelhei diante dele, apoiando as mãos no tecido desgastado. Ouvi o som de seus passos pesados se aproximando por trás de mim. O cheiro dele, intenso e masculino, envolveu-me. Então, senti a ponta maciça e flácida daquela monstruosidade pressionando contra meu ânus. Mesmo sem ereção, a largura era avassaladora.
"Relaxa, garoto," ele disse, e sua mão grande acariciou minha nádega com uma estranha ternura. "Vai ser bom para você. Você foi feito para isso."
E então, ele começou a trabalhar. Não houve violência súbita. Foi um processo lento, inexorável, de conquista. Usando apenas saliva — cuspiu em sua própria mão e lubrificou a cabeça colossal e seu próprio membro flácido — ele começou a pressionar. A pressão era imensa desde o início. Meu músculo, já treinado, mas nunca para algo sequer remotamente próximo daquilo, queimou em protesto. Um gemido longo e rouco escapou de mim enquanto a cabeça enorme começava a forçar sua entrada. Era como tentar engolir um punho. A dor era intensa, dilacerante, mas havia uma estranha ausência de violência no movimento dele. Era como se ele estivesse simplesmente reivindicando um espaço que, por direito, já era seu.
Ele empurrou, lenta e firmemente, enquanto sussurrava baixinho, palavras que eu não conseguia distinguir, mas o tom era calmante, possessivo. Aos poucos, impossivelmente, a cabeça enorme passou pelo anel muscular. A sensação de ser aberto, esticado além de qualquer limite conhecido, foi avassaladora. Lágrimas escorreram pelo meu rosto, misturando-se com a baba que caía da minha boca aberta em um gemido contínuo.
E então, algo mudou. Conforme ele entrava mais fundo, sua piroca começou a mudar. O calor da minha entrada, a pressão intensa, fizeram com que a monstruosidade flácida começasse a inchar, a ganhar vida própria dentro de mim. Eu podia sentir isso, o crescimento lento e implacável enquanto ela penetrava mais fundo. Era como se um animal estivesse acordando dentro das minhas entranhas.
"Assim... assim é... bom garoto..." ele murmurou, sua voz mais rouca agora. Ele estava totalmente dentro? Era impossível dizer. A sensação de preenchimento era total, absoluta. Eu estava cheio de uma maneira que nunca pensei ser possível. Cada centímetro de mim era preenchido, distendido, possuído por aquela coisa viva e crescente.
Ele começou a se mover. Devagar no início, cada movimento uma revelação de dor e prazer dilacerante. A largura era tanta que a fricção era constante, intensa, contra cada ponto sensível dentro de mim. Meu corpo respondeu de forma perversa, traidora. A dor inicial começou a se fundir, a se transformar em uma pressão profunda, avassaladora, que fazia cócegas em algo primordial dentro de mim. Meu pênis pequeno, que estava flácido de medo, endureceu completamente, pendendo e vazando pré-gozo em fios finos.
"Você leva tão bem... tão bem..." ele elogiou, suas mãos grandes agarrando meus quadris com uma força que faria hematomas depois. Seu ritmo começou a aumentar. A sala ecoava com os sons obscenos: o rangido do sofá sob nosso peso combinado, o som úmido e pesado de carne contra carne, os grunhidos guturais dele e meus gemidos chorosos e entregues.
Ele se curvou sobre minhas costas, seu torso imenso cobrindo-me como uma concha quente. Sua boca encontrou meu pescoço, não em um beijo, mas em uma mordida suave, possessiva. Seu hálito quente chegou ao meu ouvido.
"Você é dele... mas agora... você também é meu... entende? Meu garoto... meu brinquedo do meu garoto..."
A posse nas palavras dele, a confusão de papéis, a profundidade da depravação, tudo isso deveria me revoltar. Em vez disso, me excitou ainda mais. Eu estava sendo usado pelo pai do meu namorado. Eu estava tomando uma piroca que fazia a do filho parecer comum. E eu estava amando cada segundo sujo e pecaminoso disso.
Seu ritmo se tornou mais frenético, mais animal. O sofá batia contra a parede com um som rítmico. Eu podia sentir a monstruosidade dentro de mim pulsando, crescendo ainda mais, se preparando para a descarga. Ele estava me arrebentando, remodelando minhas entranhas para caber nele, e meu corpo respondia com ondas de prazer cada vez mais intensas.
"Vou... vou encher você..." ele rosnou, sua voz uma vibração profunda contra minhas costas. "Vou marcar você por dentro... para o Jairo achar depois..."
A promessa, a ideia de Jairo encontrando o sêmen do próprio pai dentro de mim, foi a gota d'água. Com um grito abafado no tecido do sofá, meu orgasmo me atingiu, seco e convulsivo, meu corpo tremendo violentamente enquanto jorrava sobre o sofá velho.
Isso pareceu enviar Paulão por um limite. Com um rugido abafado, ele enterrou-se até o talo — se é que havia um "talo" com algo daquele tamanho — e congelou. E então, eu senti.
Senti a inundação.
Não foi como com Jairo ou com o treinador. Foi como um dique se rompendo. Jatos quentes, abundantes e intermináveis de sêmen jorraram dentro de mim, preenchendo-me com uma quantidade que parecia impossível. Era uma ejaculação poderosa, de um homem velho e potente, e ela não parecia ter fim. Cada pulsação daquela monstruosidade dentro de mim era uma nova onda de calor sendo bombeada para o meu interior. Eu me senti inchado, pesado, preenchido além da capacidade.
Ele permaneceu lá por um longo momento, ofegante, seu peso imenso sobre mim, sua piroca ainda pulsando levemente dentro de mim, liberando os últimos jatos. O cheiro de sexo, suor e cum era intenso na sala.
Lentamente, ele se retirou. O som foi obsceno, um pop úmido seguido por um fluxo imediato e copioso de seu sêmen branco e espesso que começou a escorrer pelas minhas coxas e pelas pernas do sofá, formando uma poça no chão.
Ele se afastou, e eu desabei no sofá, uma pilha tremula de carne usada e preenchida. Minha visão estava turva. Meu corpo doía em lugares que eu nem sabia que existiam. E dentro de mim, o calor da semente dele era uma presença maciça, inegável.
Olhei para trás, com dificuldade. Paulão estava de pé, se limpando com um pano que pegou de algum lugar. Sua piroca, ainda semi-ereta e brilhante com nossos fluidos misturados, era uma visão que eu jamais esqueceria. Ele me olhou, e pela primeira vez, vi algo além da avaliação calculista em seus olhos. Havia uma satisfação profunda, quase carinhosa.
"Você levou muito bem, garoto," ele disse, sua voz de volta ao tom grave e controlado. "Melhor do que eu esperava." Ele vestiu o short, escondendo a monstruosidade. "O Jairo tem sorte."
Ele se aproximou novamente, e por um momento eu pensei que ele ia tocar em mim. Em vez disso, ele apenas olhou para a poça de sêmen no chão e para o meu corpo ainda tremendo.
"Limpe-se," ele disse, jogando o pano sujo em cima de mim. "E quando o Jairo chegar... não precisa contar detalhes." Um sorriso pequeno e curioso tocou seus lábios sob a barba grisalha. "Mas não esconda também. Ele vai gostar de saber que você aguentou. Que você é forte o suficiente para a família."
Ele se virou e começou a caminhar em direção ao corredor que levava aos fundos da casa, sua figura imensa bloqueando a luz da janela por um momento.
"E, branquinha?" ele disse, parando na entrada do corredor sem se virar. "Você é bem-vindo aqui. Sempre."
E então ele sumiu, deixando-me sozinho na sala silenciosa, cheirando a sexo e com o sêmen quente do pai do meu namorado escorrendo do meu cu arrombado e formando uma poça no chão.
Deitei de lado no sofá, encolhido, tremendo. A dor era intensa, uma dor latejante e profunda que prometia durar dias. A humilhação era total. Mas, no fundo do meu ser, sob o choque e a dor, uma centelha pequena, suja e brilhante de satisfação começou a crescer.
Eu tinha aguentado. Paulão Tripé tinha me achado "bonito". E ele tinha me enchido com uma quantidade de leite que eu nem sabia que um homem podia produzir.
E, mais perverso ainda, eu mal podia esperar para que Jairo chegasse em casa. Para sentir seu ciúme, sua posse, sua piroca menor encontrando o que seu pai tinha deixado para trás.
A história, como Paulão dissera, definitivamente não tinha terminado. Ela tinha apenas virado uma página para um capítulo muito mais escuro, profundo e proibido. E eu, o menino gordinho, tetudo, branquinho e de cuzinho rosado, estava aprendendo a amar cada momento dela. E acabei cochilando ali mesmo, pelado, com o cu vazando...

Comentários (1)

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  • Avaliador: Q porcaria kkkk

    Responder↴ • uid:1cljwbmtgugk