Luan e os 4 cachorros
Luan viciou em dar o cu pra cachorro e agora terá 4 pra saciar o fogo no rabo.
Meu nome é Luan, 15 anos, e depois de me viciar completamente no pau do Thor em casa, dando quase todo dia pra ele. Meus pai falaram que eu ia passar as férias na fazenda do meu tio.
Tomar ar puro, mexer na terra, aprender com a natureza, falaram.
As férias na fazenda do tio Zé pareciam o paraíso proibido, vários animais e 4 cachorros machos. Cheguei com a mala e um cu ainda dolorido das últimas foda noturnas. A fazenda era isolada, cercada de mato, rio e silêncio. Logo no primeiro dia meu tio me apresentou aos cachorros da propriedade.
Eram quatro no total.
Baco, vira-lata preto e magro, mas com um pau longo e fino que já deixava a bainha só de me ver.
Max, um labrador dourado forte e tarado.
Troia, um vira-lata marrom musculoso.
E o rei deles: Kaiser, um dogue alemão gigante, quase 80 quilos de músculo puro, preto com manchas brancas, patas enormes, cabeça do tamanho de uma bola de basquete e um pau que parecia um antebraço quando saía da bainha. Ele era o alfa absoluto. Bastava um olhar dele que os outros recuavam.
Nos primeiros três dias eu me contive. Passeava com eles duas vezes por dia, observava aqueles paus balançando, sentia o cheiro forte de macho animal e voltava pra casa com o cu piscando de tesão, me masturbando escondido.
No quarto dia de férias, por volta das 10h da manhã, tio Zé saiu para a cidade. Assim que a caminhonete sumiu na estrada de terra, eu peguei os quatro cachorros e fui direto para a clareira escondida atrás do paiol. O coração batia forte, o cu piscando de tesão acumulado.
Chegando lá, tirei toda a roupa rapidamente e fiquei pelado no capim quente, pau duro latejando contra a barriga, pingando. Os quatro sentiram o cheiro no mesmo instante.
Kaiser, o enorme dogue alemão preto de quase 80kg, foi o primeiro a se aproximar. Seu focinho gigante encostou direto na minha bunda, e aquela língua larga, áspera e absurdamente quente começou a me lamber com força. Lambidas longas e pesadas que passavam do meu saco até o alto da rachadura, pressionando o anel com insistência. Ao mesmo tempo, Baco enfiou a língua na minha boca, invadindo, babando, lambendo meus dentes e minha língua enquanto eu gemia. Max e Troia lambiam meu pau, minhas bolas e minhas coxas, competindo pela saliva quente.
Eu me coloquei de quatro, empinando a bunda o máximo possível. Kaiser lambia meu cu com voracidade, a língua enorme tentando entrar no buraco, babando tanto que escorria pelos meus ovos. Ele montou parcialmente, o peito pesado nas minhas costas, o pau já saindo da bainha e esfregando quente e molhado entre minhas nádegas, sem penetrar ainda — só marcando território, deixando pré-gozo viscoso espalhado.
— Isso, Kaiser… lambe meu cu, caralho… — gemi, empinando mais.
Baco montou primeiro. O pau fino e comprido acertou e entrou de uma vez. Ele começou a foder rápido, estocadas frenéticas, enquanto Kaiser continuava lambendo ao redor do pau que entrava e saía, a língua áspera raspando minha carne esticada. Max enfiava a língua na minha boca, Troia chupava meu pau. O barulho era molhado e obsceno.
Baco travou o nó e me encheu de porra quente. Assim que saiu, Kaiser e os outros três vieram ao mesmo tempo lamber meu cu: quatro línguas ásperas disputando o buraco recém-fodido, sugando a porra que escorria, entrando no anel sensível. Eu tremia inteiro, gemendo alto.
Troia montou em seguida. Pau mais grosso. Metia com força, batendo fundo. Kaiser mantinha o focinho ali, lambendo o ponto onde o pau entrava, babando tudo, às vezes lambendo minhas costas e nuca enquanto o peso dele me pressionava. Baco e Max se revezavam na minha boca, enfiando os paus melados e línguas grossas.
Troia também travou o nó, me enchendo mais. Quando saiu, novamente a sessão de lambidas coletivas: Kaiser enfiava a língua enorme bem fundo no meu cu, tirando porra, enquanto os outros lambiam minhas coxas, meu pau e meu rosto.
Max foi o terceiro. Labrador forte, pau grosso. Ele me fodeu com estocadas pesadas, fazendo minhas nádegas balançarem. Kaiser montava parcialmente sobre mim ao mesmo tempo, o pau monstruoso esfregando forte entre minhas costas e bunda, marcando, lambendo minha nuca e orelha, babando em mim como se me preparasse para o que viria. Eu estava babando, olhos revirados, completamente dominado.
Max travou o nó grande e me encheu. Quando desinchou e saiu, outro jorro grosso de porra escorreu. Os quatro cachorros lamberam tudo com fome — Kaiser especialmente, enfiando a língua bem fundo, abrindo meu buraco com lambidas poderosas.
Eu já estava destruído, cu vermelho e inchado, pernas tremendo, mas ainda empinava pedindo mais.
Kaiser finalmente tomou o lugar central. O dogue alemão gigante montou em mim com todo o peso. Quase 80kg de músculo puro me esmagando contra o capim. As patas dianteiras cravaram as unhas nas minhas costas. Senti aquela cabeça grossa, quente como brasa, pressionando meu anel já fodido e molhado de porra e baba.
Ele empurrou.
— Aaaahh… porra, Kaiser… você é muito grosso…
Metade do pau entrou de uma vez. Meu cu ardia violentamente. Ele começou a bombear — estocadas longas, pesadas, brutais. Cada investida fazia meu corpo inteiro deslizar no capim. O pau dele era absurdamente grosso, venoso, mexendo minhas entranhas. Os outros três cachorros lambiam meu rosto, enfiavam línguas na minha boca aberta, lambiam meu pau e bolas enquanto o alfa me arrombava.
Kaiser inchou o nó. Aquela base monstruosa, do tamanho de uma maçã grande, pressionou forte contra meu anel destruído.
— Não… Kaiser… vai rasgar… caralho… devagar!
Ele não foi devagar. Grunhiu grave e empurrou com toda a força bruta.
Eu berrei.
— AAAAAAAAAAHHH! KAISER! CARALHOOO! VAI RASGAR!!!
O nó gigante forçou passagem e travou fundo dentro de mim. A dor foi lancinante por longos segundos, meu cu esticado ao limite absoluto, queimando. Depois veio o prazer avassalador. O nó pulsava, inchado ao máximo, pressionando minha próstata sem piedade. Kaiser fazia movimentos curtos e vibratórios, bombeando jatos grossos e quentes de porra canina direto nas minhas tripas. Era tanta porra que minha barriga inchou levemente.
Eu gozei violentamente, jatos fortes no capim, cu apertando o nó monstruoso sem parar. Os outros cachorros lambiam meu rosto, minha boca aberta enquanto eu gritava e choramingava, línguas invadindo, babando em mim.
Fiquei preso no Kaiser por quase 40 minutos. Cada pulsação do nó me fazia gozar de novo, mais fraco, tremendo, baba escorrendo da boca. Os outros lambiam meu cu ao redor do nó enorme, lambiam minhas costas arranhadas, lambiam o suor e baba do meu pescoço.
Quando o nó finalmente desinchou e Kaiser puxou com força, saiu com um “plop” molhado e obsceno. Um verdadeiro tsunami de porra grossa, branca e quente jorrou do meu cu escancarado como uma cascata, escorrendo pelas coxas e formando uma grande poça no capim.
Eu desabei de lado, corpo tremendo incontrolavelmente, cu aberto, vermelho, pulsando, completamente destruído. Os quatro cachorros vieram lamber tudo com calma: línguas ásperas no meu buraco escancarado, na minha boca, no meu pau mole, no meu peito suado. Kaiser montou por cima de mim novamente, o pau semi-duro esfregando nas minhas costas meladas, lambendo possessivamente minha nuca.
Eu fiquei ali, sujo de porra, baba e capim, ofegante, destruído e completamente viciado.
Quando voltei pra casa, tomei banho e fui jantar, na hora de dormir, meu tio entra em meu quarto, perguntando como foi o dia, fui respondendo e do nada vem a pergunta.
E o cu? Doendo muito dos cachorros?
Eu gelei, olhei pra ele assustado, mas o desgraçado estava sorrindo.
Eu realmente não sabia q havia câmeras pela fazenda.
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