Estou estorando o cú do meu melhor amigo de tanto fuder
Depois de meter gostoso no cuzinho do Jonathan na sala, nós dois, lavados de porra e completamente suados, levantamos do sofá deixando a cena com cara de uma verdadeira orgia.
A bunda de hétero novinho dele brilhava entre suor e esperma, e aquilo me dava um tesão absurdo. A sensação de ter aquele cuzinho quase virgem só pra mim, no sigilo, era boa demais.
Puxei ele pela mão até o banheiro do meu quarto.
Liguei o chuveiro e logo nos abraçamos, corpo colado com corpo, sentindo a água quente escorrer pela pele. Minha pica encostando na barriga dele já começava a endurecer de novo. Era só sentir aquele corpo macio grudado no meu que o tesão voltava na hora.
Minhas mãos apertavam a bundinha gostosa dele sem dó, enquanto o pau dele roçava no meu corpo. Com os dedos, comecei a massagear devagar aquele cuzinho ainda quente e melado da minha porra. Ele deu uma respirada mais funda quando sentiu meu toque.
Abraçado nele, aproximei a boca do ouvido dele e falei baixinho:
— Que delícia de cuzinho fechadinho… Tá todo molhado com a minha porra…
Ele soltou uma risada cansada e respondeu ofegante:
— Caralho, mano… Você meteu forte pra caralho, seu tarado. Meu cu tá ardendo até agora por tua causa.
Dei um sorriso, apertando mais a bunda dele debaixo da água.
— Poooo mano… Foi mal… Mas tu me dá muito tesão, cara. Quando a cabecinha da minha rola entra nesse teu cuzinho apertado e você começa a morder ela… eu fico maluco de tesão…
— Tu sabe que eu só faço esses lances com você né, e ninguém pode saber disso. Meu cu não tá acostumado com rola não.
— Eu sei, mano. Deixa eu ver teu cuzinho… Vira de costas pra mim.
Já fui virando o corpo dele e me agachando atrás. Com as duas mãos, abri a bunda dele. Que puta bunda gostosa, mano… Um corpo magrinho com uma bunda redondinha e lisinha. Peguei o sabonete e comecei a lavar ele devagar, aproveitando o toque e sentindo o corpo dele arrepiar a cada carinho mais atrevido.
Puxei o pau do Jonathan por entre as pernas e a sensibilidade da cabecinha logo fez ele engrossar e ficar duro outra vez. O saco dele pendurado ali, entre as pernas, parecia um convite irresistível. Abocanhei aquelas bolas, chupando bem forte, sugando cada bola daquela putinha.
Apesar do barulho do chuveiro, dava pra ouvir a respiração dele ficando mais pesada aos poucos. Cada toque deixava ele mais entregue, mais vulnerável, enquanto o clima entre nós dois ficava ainda mais quente.
Soltei o pau dele, que voltou pra frente rapidamente por estar completamente ereto. Passei as mãos pela cintura dele e abrir sua bunda devagar, sentindo ele estremecer inteiro com minha língua invadindo aquele cuzinho. O safado se dizia hétero, mas comigo virava uma patinha.
Minha língua passeava lentamente pelo cuzinho, e a cada lambida seu pau reagia, babando cada vez mais. Minha língua fudia cada vez mais o cuzinho dele enquanto eu curtia cada reação, cada gemido abafado, cada respiração presa.
Então fiquei em pé e falei no ouvido dele:
— Vira de frente pra mim… Agora agacha e chupa o pau do teu macho.
Ele deu uma risada nervosa antes de responder:
— Tá me fazendo de puta hoje hein, Henry…
— Cala a boca e faz logo, caralho. Hoje tu vai fazer tudo que eu mandar.
Jonathan se agachou devagar, pegou meu pau e começou a chupar. Eu já tava tão duro que parecia que a cabeca da pica ia explodir. Ele não tinha prática, só tinha feito aquilo comigo até hoje, mas justamente isso deixava tudo ainda mais gostoso.
O tesão tomou conta de mim inteiro. Meu corpo arrepiou, a respiração ficou pesada e, sem conseguir segurar, gozei forte enquanto segurava ele pela nuca.
- Engole minha porra caralho. Engole, filho da puta.
- Po Mano, serio?
- Engole essa porra logo, abre a poca, quero ver se engoliu tudo.
Depois que ele terminou, ficou de pé novamente. O pau dele estava duro, brilhando de tesão. Virei ele de costas, abracei seu corpo por trás e comecei a provocar devagar a cabecinha do pau dele com os dedos. A cada toque, mais prazer escapava dele em forma de respiração ofegante.
Meu próprio pau voltou a crescer encostado na virilha dele. A cabeça da minha rola tocando as bolas dele fez meu corpo inteiro pulsar de tesão.
A cada toque, ele parecia esquecer completamente a pose de hétero e se entregava mais ao momento. Ficamos em silêncio, apenas sentindo nossos corpos se esfregando lentamente, num clima intenso que só quem já desejou alguém proibido consegue entender.
Sem aguentar mais, encaixei meu pau entre as pernas dele e fui entrando devagar. O corpo dele ainda resistia, apertado e quente, enquanto eu continuava masturbando ele pra fazer relaxar aos poucos.
— Caralho, Henry… Tá doendo…
— Calma, mano… relaxa. Vai passar…
- Relaxa o caralho mano, tu está me arrombando a tarde toda porra.
Ele respirava pesado, tentando aguentar enquanto eu beijava sua nuca, seu pescoço e suas costas, misturando cuidado e provocação. Minha mão continuava batendo punheta nele sem parar, sentindo a pica dele pulsar cada vez mais.
— Continua me punhetando, mano…
— Vou continuar… Mas agora com uma mão só, com a outra vou brincar com seus mamilos.
— Vai se fuder… Tá me fazendo de putinha mesmo…
— E tu tá gostando pra caralho…
Cada vez mais, comigo punhetando ele forte, mexendo nos mamilos dele,, ele perdia mais o controle. A respiração falhava, o corpo tremia e o pau dele vazava prazer sem parar. Até que, num movimento mais forte da minha mão, ele gozou intensamente contra a parede do banheiro, gemendo alto enquanto o corpo inteiro estremecia.
Sentir ele gozando daquele jeito acabou comigo também. O cú dele mastigando meu pau daquele jeito, os gemido dele , eu enchi o cú dele de porra em uma estocada só fazendo ele quase beijar a parede do banheiro…
Depois ficamos abraçados debaixo do chuveiro, recuperando o fôlego enquanto a água escorria pelos nossos corpos. Aos poucos a respiração foi normalizando e começamos a nos lavar juntos, curtindo o silêncio gostoso depois do sexo.
— Jonathan, vem… Vamos pra cama.
— Onde tá minha roupa mesmo?
— Tá jogada na sala. Mas esquece ela por enquanto. Quero tu aqui comigo assim mesmo…
Ele riu cansado:
— Poo, véi… Eu não aguento mais sexo não. Meu cu tá ardendo pra caralho por tua culpa.
— Deita aí então. Abre as pernas e o cú que eu vou passar uma pomada e cuidar de você… Mas vê se não se apaixona não, filho da puta.
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