Eu e meu vô... sedução e sexo...
Estávamos no auge do cio, suas mãos apertam meus mamilos, e sua boca morde meu pescoço, minhas orelhas...estávamos ofegantes, corações batendo a mil
Na sexta feira, Pedro não foi para a escola, e até que achei bom, não queria olhar no rosto dele, ficaria com vergonha por ter dado o rabo para o seu pai.
Cheguei da escola, e vi que meu vô estava almoçando.
"Pelo jeito ele não vai para o bar hoje". Pensei.
Dei um beijo no rosto dele, e falei que iria tomar banho.
Fui no guarda roupas peguei aquele short super apertado, a camiseta curta, e fui para o banheiro.
Terminei o banho, coloquei a roupa, e fui desfilar na cozinha, enquanto colocava minha comida.
Agia com naturalidade, mas notava os olhares do meu vô. Ele já tinha almoçado, só estava tomando um copo de vinho.
_Posso tomar um copo vô?
_Claro...claro...pega um copo ali que eu encho para você.
_Não precisa encher não vô...põe só a metade.
Peguei o copo, voltei à mesa, e ele encheu o copo.
_Não vô...
_Calma meu neto...vinho é bom para relaxar o corpo...
O vinho era gostoso, mas deixava meu corpo quente, ficava com mais fogo ainda.
_ O senhor não vai para o bar?
_Não...vou deixar para a semana que vêm kkk vou dar uma folguinha para o fígado, vou ficar só no vinho...e bem na manha.
_Ah...se o senhor quiser, a gente assiste aquele filme hoje...
_É...pode ser...
_Vou lavar a louça, e já vou lá para a sala tá vô?
_Não...que isso deixa que eu faço isso...
_De boa vô...
_Tá bom...então você lava e eu enxugo e guardo...
Ele ficou em pé, atrás de mim, e ficamos conversando. Notei que em alguns momentos, ele dava uma ajeitada na rola, mas não percebi se estava dura, a calça dele era folgada.
Quando ele começou a enxugar a louça, ficava passando atrás de mim, bem pertinho, me deixando doidinho para tomar um encoxada, mas ele não fez isso.
Terminamos o serviço na cozinha, e fomos para a sala.
Meu vô colocou o dvd, sentou no sofá, e falou:
_Vem..senta aqui do meu lado...vamos assistir.
Já sob o efeito do vinho, resolvi provocar um pouquinho.
_Vô...o senhor acha que meu short está muito curto?
Ele riu, e falou:
_O problema não é só ele ser curto, ele está bem apertado...acho que se fosse para a rua, não ficaria bem...
_Porquê vô?
_Olha Milton...quando a gente usa roupas assim, muito apertada, a gente acaba destacando algumas partes do corpo, no seu caso, sua bunda, que já está grandinha, fica em destaque, ou seja vai chamar a atenção...e isso, na rua, vai acontecer com certeza...
_Caramba vô...acho que vou lá me trocar então...
_Não...não precisa, aqui em casa não tem problemas...pode ficar assim mesmo. Agora vem cá senta aqui...já vai começar.
Sentei do seu lado, mas com alguns minutos de filme, resolvi me deitar de ladinho, colocando a cabeça na coxa dele.
Sua mão começa a me fazer cafuné, e aos poucos vai descendo pela lateral do meu corpo, chegando até minha coxa. Ele acaricia, e volta a subir a mão.
Estava tão gostoso, que fiquei mais aninhado no colo dele, só que acabei cochilando.
Não sei por quanto tempo fiquei ali cochilando, mas me lembro de acordar, sentindo o dedo dele forçando meu reguinho, sobre o short.
Permaneci com olhos fechados, curtindo a "brincadeirinha" dele. Mas não aguentei muito tempo, meu corpo deu uma estremecida, e fingi acordar naquele momento. Seu dedo saiu rapidamente do meu reguinho, deixando o tecido do short enfiado.
_Ai...nossa...acho que cochilei. Falei.
_Kkkk...cochilo não...dormiu, perdeu praticamente o filme todo...
_Uaaaaahhhh....nossa...acho que foi aquele vinho...
_Você podia ir lá pegar mais um copinho prá gente...
_Tá...vou lá...
Quando fui me levantar, coloquei a mão na sua coxa, um pouco mais para cima, e deu para tocar de leve o pau dele, e notei que estava durinho.
Me levantei, e no momento que fui para a cozinha, ele me deu um tapinha gostoso na bunda.
_Ei...espera um pouquinho, vem cá. Falou.
Voltei, meu vô me virou de costas, enfiou o dedo no meu reguinho, e puxou o tecido, que estava enterrado nele.
_Não é porque está apertado, que tem que andar com ele todo enterrado. Disse.
Olhei para a cara do meu vô, e sai sorrindo para a cozinha.
"Meu vô está ousado, e eu não vou perder essa oportunidade, e acho que esse vinho, vai nos liberar de vez". Pensei.
Voltei para a sala, com dois copos cheios, e o encontro sem camisa. Aquele peitoral, cheio de cabelos brancos, me deixou com água na boca.
_Esquentou um pouco né? Falou.
_É...acho que sim. Falei, dando-lhe o copo.
Numa atitude ousada, aparentando inocência, sentei no colo dele para tomar o vinho.
Virei o copo de uma vez, e meu corpo pegou fogo.
_Nossa...agora esquentou mesmo. Falei, colocando o copo na mesinha de centro.
_Tira a camisa. Disse ele, tomando um gole do vinho.
Minha vontade era a de tirar toda a roupa, mas segui naquele joguinho de sedução, e tirei só a camiseta.
Com a mão esquerda, meu vô fica meio que abraçado, passando a mão na minha coxa, minha barriga, num dado momento, ele subiu a mão, e foi até meu mamilo, aí não teve jeito, fiquei arrepiadinho.
Meu vô virou o copo, e me deu.
_Coloca aí na mesinha de centro. Falou.
Me inclinei, colocando o copo na mesinha, levantando a bundinha só um pouquinho. Na hora que fui me sentar novamente, meu vô me puxou contra si, e me fez sentar bem na pontinha do pau, na cabecinha.
Ele me abraçou, e ficando passando a barba no meu pescoço.
Os pelos do seu peito pinicando minhas costas e sua barba deslizando no meu pescoco, só aumentarm meu fogo. Fiquei inquieto, dava pulinhos no seu colo, e aos poucos, fui me deslocando mais para trás, até literalmente sentar no seu pau, deixando-o encaixado no meu reguinho.
Estávamos no auge do cio, suas mãos apertam meus mamilos, e sua boca morde meu pescoço, minhas orelhas...estávamos ofegantes, corações batendo a mil.
Meu shortinho é puxado para baixo, e eu, descontrolado, rebolo no pau.
Em meio àquele amasso gostoso, consegui, com um pouco de dificuldade, abrir o cinto dele, desabotoar a calça, e descer o zíper. Enfiei minha mão por dentro da calça, e peguei sua rola, dura, quente, pulsante.
De forma brusca, ele me vira de ladinho no sofá, abaixa um pouco mais a calça, e enfia a rola no meu reguinho, até a cabeça tocar meu cuzinho.
Meu shortinho é totalmente retirado, meu vô me agarra novamente, e me puxa mais para baixo, me deixando de joelhos no tapete, debruçado no assento do sofá.
O interessante, e que não falávamos nada, agíamos por instinto, como dois animais.
O roça roça da cabeça do pinto no meu buraquinho, deixou a entradinha toda melecada, achei até que ele fosse se aproveitar disso, mas não, sua boca foi descendo, passando pelas minhas costas, até chegar no meu bumbum. Suas mãos abrem as bandinhas, expondo totalmente meu cuzinho, e sua língua me penetra.
_Ahhh...ahhhhiiiii vô.....ahhhh...ahhhhhh....
Passei a me contorcer com a ação daquela língua atrevida.
Após deixar meu cuzinho todo lambuzado, ele cospe na cabeça da rola, e de forma bruta, me invade.
O vai e vem é frenético, nossos gemidos são altos e incontroláveis, estávamos nos curtindo.
Cheguei ao primeiro orgasmo, entalado naquela rolona gostosa.
Sedento, meu vô segue com estocadas firmes e fortes, até que....
_Ahhhh....ahhh...vou gozar. Anunciou.
Mesmo quando esguichou o primeiro jato, ele não parou de meter, seguiu depositando sua porra, e dando estocadas fortes. Até que ele pára, com a rola enterrada, e aguarda, até parar de pulsar. Nesse momento, ele desengata, e senta no sofá, respirando fundo.
A rola toda melecada, ficou do meu ladinho. Não resisti, e comecei a chupá-la.
Mesmo depois de limpa, continuei mamando, e ela foi ficando durinha novamente.
Com o cú cheio de porra, não foi dificil sentar e agasalhar a rola. Agarrado à minha cintura, já livre da calça, ele sente meu molejo, rebolando no pau.
Subo, desço, rebolo, e ele fica doido de novo. Meu vô me agarra firme, me vira novamente para o sofá, me colocando de joelhos, agora na parte do assento, e soca sem dó.
Apoiado no encosto, empino a bundinha, e deixo a vara entrar e sair.
Ahhh...estava muito bom, passaria a tarde inteira com aquela rolona de 20cm no rabo.
Até que para a idade, 58 anos, ele aguentou bem. Meu vô era magro, não muito alto, moreno, depois que o conheci bem, o achava um amor de pessoa, não sei como a minha mãe conseguiu ficar tanto tempo brigada com ele.
De bundinha para cima, estava nas nuvens, curtindo cada estocada, quando sentí um jato forte me invadindo. Dessa vez, ele ficou agarradinho comigo, com a rola toda atolada.
_Ahhhh...vô....não tira ainda, também quero gozar...me espera....não tira...
Ele terminou de gozar, o pau deu uma amolecida, mas ele não tirou, ficou esperando eu me masturbar.
Quando estava chegando o momento do gozo, travei o cuzinho, e fiquei balançando de um lado para outro, soltei um gemido gostoso, e comecei a gozar, melando todo o sofá.
Depois de relaxados, meu vô tirou o pau da minha bunda, e foi tomar banho.
Tive trabalho para limpar o sofá, o tapete.
Quando fui tomar meu banho, meu vô não estava mais no banheiro.
Tomei meu banho, me troquei, fui até o quarto dele, e ele não estava lá, eu o encontrei sentado numa cadeira, na área dos fundos. Aparentava um certo abatimento.
_O que foi vô?
_A gente não devia ter feito isso...não sei onde eu estava com a cabeça...você é só um garoto. Falou, cabisbaixo.
_Mas eu gostei vô...
_Não importa, não devia ter acontecido...
_Vô...o senhor deve ter percebido que não foi o primeiro, e com certeza não será o último, além do mais, o senhor gostou, eu gostei...isso é o que importa! Falei, já sentando no colo dele, e dando um beijo no seu rosto.
Ele me abraçou, retribuiu o beijo no rosto, mas ficou em silêncio.
_Num fica chateado não vô...vai passar....e não se culpe...vem vamos entrar, o senhor nem terminou de assistir ao filme....
_A última vez que tinha visto a tv, já estava subindo os letreiros. Disse ele esboçando um sorriso.
Bem, eu entrei, mas ele ficou lá fora, refletindo...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)