#Incesto #Teen #Voyeur

A descoberta de um pai. Vouyer para minha filha

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lodive0

Osmar é viciado em vídeo caseiro de pornô, quando um amigo enviar um vídeo novo, Osmar não esperava ver sua filha sendo a estrela principal

Osmar se considerava um bom homem.

Trabalhava, pagava as contas. Era o tipo de sujeito que cumprimentava os vizinhos, que ajudava a carregar compras, que sorria nas fotos de família. Um homem decente, um cidadão exemplar.

Só que tinha um pequeno desvio de caráter, talvez um grande desvio.

Osmar era viciado em pornografia. Não daquela que vem em revista ou nos canais adultos da TV a cabo, ele gostava do vício mais profundo, mais sombrio. Gostava de vídeos sexuais com garotas novos lindas, sim, mas o que realmente o excitava eram os vídeos caseiros, aqueles gravados em quartos escuros, em sofás de apartamentos pequenos, com luzes amarelas e som ambiente ruim, com um bom tabu envolvido. Ele gostava da atmosfera de estar espiando um momento íntimo e pervertido dos outros, o olho invisível, o voyeur que ninguém sabe que está ali.

Ele era tão obcecado com esse tipo de conteúdo que, ao longo dos anos, foi se aprofundando em grupos online. Fóruns, aplicativos de mensagem, salas privadas. Lugares onde outros homens iguais a ele se reuniam anônimos, insones, sedentos para assistir e compartilhar, para falar abertamente sobre o que gostavam, sem medo de julgamento.

"Alguém tem mais dessa?"
"Que menina gostosa."
"Imagina ela sentando assim em mim..."

Era sujo, era errado, mas Osmar amava.

Nos grupos, protegido pelo anonimato, ele não precisava ser o bom homem. Não precisava ser o marido presente, o pai exemplar, o genro prestativo. Ele podia ser ele mesmo, o pervertido que sempre foi, o homem que sentia prazer em ver o que não deveria ver.

Ele falava o que pensava, assistia o que tanto dava satisfação para seu cérebro viciado. E a presença de outros como ele, outros homens com a mesma obsessão, com a mesma vergonha secreta, era um alívio. Uma rede de apoio perversa, onde ninguém julgava porque todos estavam no mesmo barco.

Osmar fez "amigos", outros homens com nomes falsos e perfis vazios. Eles trocavam links, trocavam vídeos, trocavam elogios e críticas como se fossem críticos de cinema especializados em pornografia amadora.

E Osmar se sentia seguro, porque ali, no anonimato, ninguém sabia quem ele era. O homem honrado, de família, que almoçava com os sogros aos domingos e levava os filhos para a escola pela manhã.

A vida real e a vida secreta viviam em mundos separados.

Mas mundos separados têm uma tendência perigosa de colidir.

…….

Desde o divórcio, Osmar passou a ter mais liberdade. Mais tempo. Mais silêncio.

Não precisava mais esperar a casa escurecer, não precisava mais espiar a porta do quarto para saber se a esposa estava dormindo. Agora, o sofá era seu território. A tela do computador brilhava quando ele queria. O volume do fone podia subir sem medo.

Mas ele ainda mantinha o ritual. A preparação era parte do prazer. A espera, um ingrediente do gozo.

Hoje, porém, a espera era mais difícil.

O amigo tinha enviado um combo de vídeos. Um arquivo compacto, anônimo, intitulado apenas com um código que os dois entendiam. A mensagem veio seca, direta: "Vai gostar. Confia."

Osmar não abriu. Deixou o arquivo ali, na pasta escura do computador, como uma promessa guardada para mais tarde. Quando a noite caísse. Quando ele pudesse se entregar sem pressa.

Ele confiava naquele amigo. Entre os muitos que colecionava nos grupos anônimos, aquele em particular sabia escolher. Sabia o que Osmar gostava. Vídeos caseiros, intimidades vazadas, corpos reais em situações que pareciam proibidas porque eram. Conteúdo que fazia o pau dele pulsar antes mesmo do primeiro clique.

E agora, só de imaginar o que o amigo tinha separado, Osmar já sentia o sangue descendo.

Uma pontada quente na base da barriga. Um formigamento que descia devagar, espalhando calor pelas coxas, pela virilha, pelo pau que começava a engrossar dentro da calça jeans.

Ele não resistiu ao primeiro toque.

A mão direita apertou o volume por cima do tecido. O pau já respondia, meio duro, meio mole, pressionando contra o zíper como quem quer sair. Osmar fechou os olhos por um segundo. Respirou fundo. Sentiu o cheiro da própria roupa, o peso do corpo na cadeira, o silêncio da casa vazia.

Ele gostava de manter a espera. Deixar o tesão crescer sozinho. Adiar o prazer como se estivesse enchendo um balão de ar quente, sabendo que a explosão lá na frente seria maior.

O pau pulsava sob a palma da mão. A calça já começava a marcar o volume.

Osmar sorriu sozinho no escuro da sala.

Ainda era cedo. O arquivo esperava.

E ele tinha a noite inteira para gozar.

Osmar fechou a porta do quarto. Mesmo sozinho em casa, gostava de mantê-la fechada como se ainda precisasse se esconder. O hábito antigo, o corpo que ainda lembrava o risco.

Tirou a roupa devagar. A camisa primeiro, os botões um a um. Depois a calça, que deslizou pelas pernas e ficou amontoada no chão. Sentou-se confortavelmente na cadeira giratória, o encosto acolchoado roçando a pele nua das costas. Abriu o computador.

A tela clareou. O pau dele já começava a ficar mais ereto uma meia rigidez quente, descansando na coxa, a cabecinha já escapando por cima do elástico da cueca.

Ele navegou até o arquivo que o amigo enviara.

O dedo clicou duas vezes. A barra de carregamento apareceu na tela, lenta, preta, cheia de promessas. Enquanto esperava, a mão de Osmar se moveu por conta própria. Pegou o creme sobre a mesa, espalhou uma camada generosa na palma, esfregou os dedos para aquecer. Depois, levou a mão ao pau.

O toque foi macio, familiar. A mão deslizou de cima para baixo por todo o comprimento, um acalanto para o membro ansioso. Não era masturbação ainda era uma preparação. Um dizer para o próprio corpo: calma, logo vem mais.

O pau respondeu. Endureceu mais um pouco, a cabeça rosada ficando mais inchada, a veia na lateral pulsando sob a pele.

O vídeo começou.

A câmera já estava em close. Focada num pau que entrava e saía de uma buceta novinha rosada lisa, molhadinha, perfeitamente como Osmar gostava. Os lábios vaginais abraçavam a haste grossa, a lubrificação escorria pela pele, brilhando sob a luz amarela do ambiente. O movimento era ritmado: entrava devagar, saía quase todo, entrava de novo.

O homem do vídeo tinha o polegar apoiado no clitóris da garota. Cada estocada pressionava o dedo contra o botão sensível, e ela gemia um som agudo, solto, que não fingia prazer.

Aaah… aaah…

Osmar apertou o pau com mais força. A mão começou a subir e descer de verdade agora, o creme lubrificando o movimento, a palma massageando a cabeça a cada volta.

Ele não tirava os olhos da tela.

Via a buceta rosada sendo aberta pelo pau grosso. Via o dedo no clitóris. Via o corpo da garota se arqueando na cama, os seios pequenos balançando a cada estocada.

Osmar gemeu baixo. A boca entreaberta. A respiração pesada.

A mão acelerou.

O pau pulsava contra a palma, e o vídeo ainda estava no começo.

O que deixava Osmar mais excitado, porém, não era o pau entrando. Não era a buceta sendo aberta. Era a voz dela.

Uma voz fina, aveludada, extremamente feminina. O tipo de voz que parecia um gemido mesmo quando falava. O tipo de voz que entrava pelo ouvido e descia direto para o pau.

— Putinha carente — o homem do vídeo falou, a voz cheia de deboche, de poder. — Uma putinha tão carente que nem consegue falar. Só geme e miar, né, minha putinha?

— Haam… sim… aaah…

A resposta dela veio aos pedaços quebrada pelos gemidos, pelos miados, pela dificuldade de formar palavras enquanto o pau grosso a preenchia.

— Essas putinhas são todas viciadas em pau — ele continuou, rindo. Não um riso cruel, mas um riso de quem sabe o que tem entre as mãos. De quem conhece o próprio poder. — Olha como essa bucetinha fica quando leva pau grosso. Toda molhada. Toda escorrendo.

Osmar sentiu a voz dela entrar no seu sistema como uma droga.

Não era apenas o som. Era a entrega. Era a forma como ela gemia sem vergonha, sem fingimento, como se o prazer fosse tão grande que qualquer tentativa de disfarce fosse inútil. A voz subia, descia, se quebrava em soluços quando o pau entrava mais fundo.

A sensação era pura. Crua. Tesão líquido escorrendo pelo cérebro dele.

Osmar não via o rosto dela. A câmera não subia. O close era implacável: a buceta escorrendo, os lábios vaginais inchados e brilhantes, o pau grosso entrando naquele buraquinho pequeno, esticando a pele a cada estocada.

O som era molhado, rítmico, quase hipnótico.

Osmar apertou o pau com mais força. A mão acelerou, o creme escorria entre os dedos, a cabecinha rosada aparecia e sumia entre os movimentos. Ele não tirava os olhos da tela.

Via o buraquinho sendo aberto. Via a lubrificação escorrendo. Via o pau sumindo e aparecendo, sumindo e aparecendo.

A voz dela continuava gemendo, e Osmar sentia o próprio orgasmo subir não rápido, não desesperado, mas com a segurança de quem sabe que pode esperar.

— Minha putinha, eu quero gozar — o homem falou, a voz grossa, carregada de autoridade e desejo.

— Goza… aaah… em mim… aaa…

A resposta dela veio partida, os gemidos cortando as palavras, a voz ainda fina e aveludada, mas agora tingida por um desespero doce.

— O que a minha putinha quer?

— Goza… aaa… aqui… aaah…

Os dedos da garota desceram. Encontraram a própria abertura, o ponto exato onde o pau grosso estava encaixado, a pele esticada, os lábios vaginais abraçando a haste. Ela percorreu os dedos pela borda molhada, sentindo a textura, o calor, o lugar onde o corpo dela e o pau dele se encontravam.

Ela tocou onde ele entrava. Onde a pele dele sumia dentro dela.

Osmar prendeu a respiração. A mão dele no próprio pau parou por um segundo não por falta de tesão, mas por excesso. A imagem daqueles dedos finos percorrendo a própria buceta enquanto o pau grosso a preenchia era quase demais.

Ela não tinha vergonha. Não hesitava. Ela queria sentir, queria tocar, queria guiar o prazer dele para dentro dela.

O homem gemeu um som gutural, baixo, de quem está perdendo o controle.

— É assim, minha putinha. Mostra onde você quer. Mostra onde você quer o leitinho.

Os dedos dela continuavam o movimento. Percorriam a fenda, acariciavam a base do pau que entrava e saía, molhavam os lábios vaginais com a própria lubrificação.

Osmar apertou o pau com força.

A mão dele começou a subir e descer de novo, mais rápido agora, mais desesperado. O creme já não era mais necessário o pré-gozo escorria, lubrificando o caminho.

O vídeo focava nos dedos dela. Na buceta escorrendo. No pau grosso entrando e saindo.

E na voz dela, gemendo, pedindo, repetindo como um mantra:

— Goza… aaah… goza… goza…

O homem se enterrou todo dentro dela e gozou.

O corpo dele se contraiu uma contração profunda, que começou nas costas, desceu pelos quadris, se concentrou no pau enterrado até a base. Ele gemeu. Não era um gemido bonito, ensaiado. Era um som bruto, gutural, de quem finalmente se solta.

Um gemido de alívio. De libertação.

O esperma jorrou quente, direto para dentro da garota, preenchendo o espaço que o pau já ocupava. O líquido branco escorreu pela abertura, devagar, escorrendo pela pele molhada, descendo pelos lábios vaginais, brilhando sob a luz amarela do vídeo.

Quando ele terminou de despejar o último jato, o pau saiu.

O som foi pequeno, molhado, íntimo.

E a câmera focou na pepequinha da garota. Agora vazando. Molhadinha, inchada, os lábios abertos. O esperma escorria num fio grosso e branco, descendo devagar, pingando no lençol. Perfeita. Do jeito que Osmar amava.

A câmera começou a se mover.

Subiu devagar, abandonando a bucetinha perfeita. Percorreu o corpo nu dela a barriga plana, lisa, subindo suavemente a cada respiração. O umbigo pequeno. As costelas marcando a pele fina. Os seios pequenos, com os mamilos invertidos, quase rosados, quase tímidos. O pescoço longo. O queixo.

E finalmente o rosto.

Osmar deveria estar excitado. O vídeo era tudo o que ele gostava uma garota novinha linda, uma foda bruta, um final sujo e perfeito.

Mas o cérebro dele não processou excitação.

Processou choque.

Pane. Tela azul. O sistema inteiro travou.

Era Ayla.

Sua menina, que ele criou com tanto amor, mimou e educou.

Ela sorria para a câmera. O rosto corado, suado de sexo, os cabelos colados na testa. Nos lábios dela, um pirulito vermelho, redondo, infantil. Ela chupava o doce com uma naturalidade doce, um contraste violento com o que acabara de acontecer entre as pernas dela.

Ayla tirou o pirulito da boca. Sorriu. A língua estava avermelhada o corante do pirulito tingindo a ponta, os lábios, o interior da boca.

Ela parecia feliz. Realizada. Uma garota que tinha acabado de ser fodida e gozada dentro, e agora chupava um pirulito como se fosse uma recompensa.

Osmar não conseguia respirar.

O corpo não sabia o que sentir.

Choque. Raiva. Tesão. Vergonha. Tudo junto, misturado, insuportável. As sensações se sobrepunham como camadas de uma ferida que não sangra só aperta. O peito de Osmar doía, mas o pau pulsava. A mente gritava para parar, mas os olhos não obedeciam.

Para seu horror, seu pau estava duro como uma tora de madeira.

Mesmo em estado mental totalmente abalado, o corpo traía qualquer tentativa de coerência. O pau estava mais ereto do que nunca, as bolas doíam, pedindo para gozar, pedindo mais. Parecia que seu subconsciente tinha amado ver a própria Ayla sendo fodida por outro homem. Como se aquela imagem tivesse destravado algo tão primitivo e tão errado que ele nem sabia que existia dentro de si.

Ayla continuava na tela. Sorrindo. Chupando o pirulito. O esperma ainda escorria pela coxa dela.

Osmar não conseguia desviar o olhar. Aquele era o melhor vídeo que ele já tinha assistido e o mais traumatizante ao mesmo tempo.

A mão dele, trêmula, moveu o mouse.

Clicou no vídeo seguinte.

O arquivo abriu rápido demais, como se o computador soubesse que ele não podia esperar. A cena já começava no meio da foda. Nenhuma introdução, nenhum contexto. Apenas carne.

Uma bunda empinada. A garota deitada de barriga para baixo, os quadris levantados, o rosto enterrado no travesseiro. A posição era submissa, exposta, inteiramente entregue. O pau do mesmo homem estava enterrado na buceta dela, a pele molhada brilhando sob a luz. A mão dele agarrava a bunda de Ayla com força, os dedos afundando na carne macia, e o polegar o polegar estava enfiado dentro do cuzinho dela.

Osmar prendeu a respiração.

O homem metia ritmado. Cada estocada enterrava o pau na buceta ao mesmo tempo que o polegar pressionava o ânus. Os dois buracos ocupados. A garota gemendo abafada no travesseiro.

E agora Osmar reconhecia a voz.

Não havia mais como negar. Não havia mais como fingir que era qualquer garota novinha anônima, um corpo bonito sem rosto. O tom de voz era tão familiar, sua filha, a mesma voz que dizia “te amo papai”. A mesma voz que tinha entrado no seu sistema minutos antes e lhe dado ondas de prazer tão grandes que ele ficou hipnotizado, era a voz de Ayla sua menina. A mesma entonação nos gemidos. A mesma respiração cortada. O mesmo jeito de prolongar o "aah" quando o pau entrava mais fundo.

E o pior: ainda agia no seu sistema.

O som era maravilhoso. O melhor som que ele já tinha ouvido. Os gemidos da sua filha.

Osmar não sabia se ria ou se chorava. A mão direita, por instinto, voltou ao pau. O membro não tinha amolecido nem um segundo. Pelo contrário parecia ainda mais duro, mais latejante, mais desesperado.

Ele odiava aquilo. E amava. Ao mesmo tempo.

A tela brilhava. Ayla gemia. O pau do outro homem entrava e saía do corpo dela.

E Osmar, paralisado entre o nojo e o desejo, continuava assistindo.

— Que bundinha maravilhosa da minha putinha — o homem anônimo falava com a Ayla dele. A voz era grossa, dona da cena, como quem avalia um animal de estimação precioso. — Fala pra mim como você ama meu pau.

— Aaaahn… eu amo seu pau grosso… aaah…

A voz de Ayla respondeu imediatamente, obediente, molhada. As palavras saíam entrecortadas pelos gemidos, pela respiração ofegante, pelo corpo sendo empurrado contra a cama a cada estocada.

O pau de Osmar não aguentava mais.

Não havia espaço para negação. Não havia espaço para o nojo, para a vergonha, para a voz moralista que sussurrava no fundo da mente que aquilo era errado. O tesão era maior. Muito maior.

Ele agarrou o próprio pau com força e começou a se masturbar. Sem delicadeza, sem o ritual calmo de antes. Agora era desespero. A mão subia e descia rápida, forte, como se ele quisesse extrair o orgasmo à força, como se o corpo precisasse gozar para não explodir.

Era demais para ele.

Assistir Ayla sendo fodida por outro homem era a melhor coisa que ele já tinha visto. De todos os conteúdos que ele já teve acesso os vídeos caseiros, as transmissões ao vivo, os arquivos compartilhados nos grupos anônimos. esse era o melhor. Nenhum vídeo, nenhuma garota, nenhuma buceta escorrendo o fez sentir o que ele sentia naquele momento.

Porque era Ayla.

Sua filha, seu sangue.

Perfeita. Ele nunca a tinha visto assim tão entregue, tão puta, tão feliz de ser comida. A expressão dela no primeiro vídeo, chupando o pirulito com a língua vermelha, o sorriso corado de sexo aquilo não era sofrimento. Era prazer puro.

E Osmar queria mais.

Queria ver mais ângulos. Queria ver outros vídeos. Queria saber o nome do homem que a fodia, queria saber quantas vezes eles tinham gravado, queria saber se Ayla gostava de ser chamada de putinha ou se aquilo era só pra ele, naquele momento.

Ter aquele momento voyeur de assistir Ayla sem que ela soubesse que ele estava vendo, esse era o paraíso proibido dele.

O pau pulsava na mão de Osmar. O pré-gozo escorria, lubrificando o caminho, e a mão deslizava mais rápido, mais fácil, mais desesperada.

Na tela, Ayla gemia.

— Aaaahn… assim… papai… assim…

Papai.

A palavra entrou no ouvido de Osmar como uma faca quente. Ela nunca o chamou assim. Nesse toma, gemendo, pedindo.

O pau dele deu um pulo na mão. Era o gatilho para seu orgasmo vim.

O orgasmo subia rápido, violento, inevitável.

O pau de Osmar explodiu.

Ele nunca tinha gozado tão forte, tão intenso, tão profundamente. O orgasmo não veio como uma onda veio como um colapso. Como se o corpo inteiro tivesse sido puxado para dentro do próprio prazer. O esperma jorrou em jatos grossos, quentes, abundantes, escorrendo entre os dedos, molhando a barriga, sujando a mão que ainda apertava o pau pulsante.

Ele nunca tinha presenciado tão de perto um conteúdo tabu pessoal.

Sempre assistiu como alguém de fora anônimo entre anônimos, um voyeur a distância segura, observando pessoas que não conhecia compartilharem suas perversões. Aquilo nunca atingia sua vida real. A menina que ele via na tela nunca cruzaria o caminho dele no supermercado. A buceta escorrendo não tinha nome, não tinha rosto, não tinha história.

Mas agora era diferente. Isso era sobre ele. Diretamente. Sua vida pessoal invadindo sua vida secreta ou o contrário. As duas esferas, antes separadas por um abismo que ele julgava intransponível, tinham se chocado.

Seu pau escorria. Os gemidos súplices de Ayla enchiam a sala, ela gozando, pedindo para sentir o esperma do homem dentro de si.

Goza… dentro… aaaah… quero sentir…

A bucetinha dela tão perfeita, rosada, pequena escorria. A lubrificação descia pelos lábios vaginais, brilhando sob a luz amarela do vídeo. Uma verdadeira putinha. Osmar nunca teria imaginado que sua menina, a garota que ele conhecia tão bem, que dormia ao seu lado, que ria das piadas dele, que usava meias coloridas e deixava a tampa da pasta de dente sempre aberta, que fazia birra para comer legumes, ele ajudava nas lições de matemática e que ele ensinou andar de bicicleta, que ela seria a personificação dos seus maiores desejos.

Ela era tudo o que ele sempre procurou nos vídeos anônimos. E estava ali, na tela do computador, sendo fodida por outro homem.

O homem do vídeo gozou dentro dela. O pau grosso saiu vagarosamente, deslizando para fora com um som molhado, a cabecinha rosada aparecendo devagar, os lábios vaginais se fechando com o mesmo movimento.

O esperma escorreu. Um fio grosso, branco, desceu pela vulva, pingou no lençol.

O polegar do homem entrou em cena. Passou pelos lábios vaginais de Ayla, molhou a ponta do dedo no esperma que escorria, espalhou o líquido pela pele quente. O dedo deslizou devagar, acariciando a fenda, brincando com o gozo que ainda escorria.

Depois, ele levou o dedo para trás. Para o cuzinho dela.

O polegar pressionou a entrada pequena, a pele rosada, o buraquinho apertado. E ele introduziu o dedo devagar, com cuidado, guiando o esperma para dentro do outro buraco de Ayla.

Osmar assistiu, hipnotizado. O pau dele ainda pulsava, o último jato de esperma escorrendo pelos dedos, a respiração ofegante, o corpo mole na cadeira.

Ele nunca tinha gozado assim.

E sabia, no fundo do peito, que nada seria igual depois daquele vídeo. Uma fome de querer mais, não sentia mais raiva apenas tesao apenas a fome irracional de ver sua filha sendo fodida.

Ele estava insaciável. Foi para o próximo vídeo.

No arquivo seguinte, Ayla estava de joelhos no meio das pernas do homem, completamente nua. A luz do quarto desenhava sombras nas curvas do corpo dela as costas nuas, os ombros relaxados, os cabelos caindo sobre o rosto. Ela segurava o pau grosso do anônimo com as duas mãos, envolvia a base com os dedos, e o chupava.

Ela era boa. Ele percebeu.

A boca de Ayla sabia exatamente o que fazer. Sabia como chupar um pau. A língua se movia na cabeça com uma precisão molhada, os lábios se fechavam em volta da grossura, a bochecha sugava e afundava a cada descida. O ritmo era perfeito nem rápido demais, nem lento demais. Ela conhecia aquele pau. Sabia onde apertar, onde lamber, onde sugar mais forte.

Osmar nunca tinha visto Ayla assim. Nunca imaginou que ela tivesse aquele olhar os olhos erguidos para o homem, úmidos, suplicantes, cheios de um desejo que ela nunca mostrou para ele.

— Mama gostoso, linda — o homem falou, a voz grossa, a mão afundada nos cabelos dela. Os dedos se fechavam nas mechas, não para forçar, mas para guiar. Para sentir.

— Quero leitinho, papai.

A brincadeira do incesto o papai que não era pai, a intimidade fingida, a transgressão consentida excitou Osmar ainda mais. Mesmo que eles não soubessem que ele consumiria aqueles vídeos, mesmo que Ayla nunca imaginasse que o homem que dormia no quarto ao lado veria cada segundo daquela performance, o tabu funcionava. Porque agora não era mais anônimo.

Era Ayla chamando outro homem de papai.

Ayla chupou o pau até ele gozar. A boca dela não parou quando o homem gemeu, quando o corpo dele se contraiu, quando o primeiro jato de esperma atingiu a língua dela. Ela continuou sugando os lábios ainda em volta da cabecinha, a língua ainda pressionando a fenda, os olhos ainda erguidos para o rosto dele.

Ela engoliu. Depois abriu a boca devagar, mostrando a língua limpa, vazia. O esperma tinha descido.

O homem puxou o pau para fora da boca dela, e o último fio de gozo escorreu pelo queixo de Ayla um fio branco e grosso que deslizou pela pele, pingou no peito, escorreu até o mamilo. A visão era linda. Ayla com o esperma nos lábios, no queixo, no peito. A língua passando nos lábios para limpar o resto.

Osmar já estava pronto para outra vez. O pau dele, que mal tinha amolecido depois do último orgasmo, já estava duro novamente. Ele já o tinha na mão, os dedos envolvendo a base, o polegar pressionando a veia latejante.

Os movimentos de vai e vem recomeçaram. Lentos no início, depois mais rápidos. Ele encontrava o ritmo perfeito, o mesmo ritmo da música que não existia, o ritmo que o corpo pedia para acompanhar os vídeos.

O vídeo seguinte já estava aberto na tela.

Ayla montava o homem. Ele estava deitado na cama, as pernas abertas, o pau duro apontando para o teto. A garota cavalgava em cima os quadris subindo e descendo, a buceta escorrendo, os lábios vaginais abraçando a haste a cada descida.

Ela vestia apenas uma a camiseta do uniforme escola, a mesma que ele tinha comprado para a nova escola da filha. Uma blusa larga, comprida, que cobria os seios mas deixava tudo o resto exposto. A barra do tecido balançava a cada movimento, escondendo e revelando, escondendo e revelando.

Osmar apertou o pau com mais força.

O ritmo da mão acompanhava o ritmo dos quadris de Ayla na tela.

Subia quando ela subia. Descia quando ela descia.

Os dois corpos se moviam juntos um na tela, um na cadeira.

O paraíso proibido continuava. E Osmar já sabia que não ia parar tão cedo.

Ele gozava a cada vídeo. Um era melhor que o anterior. Ayla de quatro, Ayla de joelhos, Ayla montando, Ayla gemendo, Ayla chamando outro homem de papai. Ele estava completamente hipnotizado, consumido apenas pelo desejo de gozar e ver sua garota em todas as posições sexuais possíveis.

O tempo tinha perdido o sentido. Ele não sabia há quanto tempo estava ali se eram horas, se já tinha virado noite, se o sol já tinha nascido e se posto. O mundo lá fora não existia. Só existia a tela brilhante, o pau pulsando na mão, os gemidos de Ayla preenchendo o silêncio do quarto.

Mas o último vídeo foi o que ele não estava esperando.

Mesmo depois do choque inicial, mesmo depois de ter visto Ayla ser fodida por outro homem em posições que ele nunca imaginaria, mesmo depois de ter gozado assistindo cada segundo ele não estava preparado para o último arquivo.

O vídeo começou dentro de um carro.

A luz era diferente. Não era o quarto escuro, a luz amarela, o ambiente fechado dos vídeos anteriores. Agora era luz natural clara, crua, sem piedade. Dava para ver através do para-brisa que estavam em uma praia. Areia clara, céu azul, o brilho do sol refletindo na água ao fundo.

A pessoa com a câmera estava no banco da frente. O assento de couro rangia baixo. A respiração de quem filmava era pesada, mas controlada como quem já tinha feito aquilo antes.

A câmera virou para o banco do passageiro.

O homem que apareceu na tela, Osmar não reconhecia. Cara comum, barba por fazer, cabelo bagunçado pelo vento da praia. Não era o mesmo dos vídeos anteriores. O corpo era diferente mais magro, menos definido. Osmar nunca tinha visto aquele homem na vida.

No colo dele, Ayla.

Ela vestia um biquíni minúsculo. Osmar reconheceu a peça imediatamente um biquíni antigo, que ela usava nas viagens de verão. Os dois triângulos de tecido que mal cobriam os mamilos. Bem, pelo menos um deles ainda estava coberto. O outro escapava do tecido, o mamilo rosado à mostra, duro, excitado.

A calcinha pequena estava amarrotada, puxada para o lado, quase invisível. Osmar não sabia se ela ainda estava vestindo a calcinha ou se o tecido tinha sido apenas deslocado.

Ayla cavalgava no pau do homem.

Os quadris dela subiam e desciam num ritmo lento, sensual, quase preguiçoso. O pau dele entrava e saía da buceta dela, a pele molhada brilhando sob a luz do sol. A posição era íntima, exposta, perigosa. qualquer pessoa que passasse pela praia poderia ver.

Osmar estava em choque de novo.

Não era o mesmo homem. Ela tinha mais de um parceiro. Mais de um homem que a fodia, que a filmava, que a chamava de putinha. O homem anônimo dos vídeos anteriores não era o único. Havia outro. Talvez mais. Quantos vídeos ele ainda não tinha visto? Quantos homens?

Quem seria aquele que ela cavalgava agora? Um amigo? Um desconhecido? Alguém que ela conheceu na praia e convidou para dentro do carro?

Osmar sentiu o pau pulsar na mão. O choque não diminuiu o tesão. Pelo contrário a cada nova revelação, a cada nova Ayla que ele descobria, a excitação crescia. Era errado. Era doentio. Era o paraíso.

A câmera tremia levemente, como se quem filmasse também estivesse sendo afetado pela cena. Talvez fosse o homem do banco de trás. Talvez fosse outro parceiro. Talvez fosse uma pessoa aleatória que eles tinham convidado para registrar o momento.

Osmar não sabia. E, no fundo, não queria saber.

Ele só queria ver Ayla gozar.

O homem que a tinha montada em seu pau agarrava a bunda de Ayla com força, os dedos afundando na carne macia, guiando o movimento dos quadris dela para cima e para baixo. Ele não tirava os olhos daquela bunda redonda, perfeita, que quicava no seu colo. Os lábios dele se molharam devagar uma lambida lenta, prolongada, como um predador saboreando a presa antes do bote.

Uma presa linda. Delicada. Delícia. Fofa e ao mesmo tempo extremamente sensual.

As mãos de Ayla estavam apoiadas no painel do carro, os dedos brancos de força se equilibrando, tentando manter o ritmo enquanto o corpo era sacudido a cada descida. O sol da praia entrava pelo para-brisa, iluminando as gotas de suor que escorriam pelo pescoço dela, pelo peito, pelo mamilo que escapava do biquíni.

Ela gemia. A boca aberta, os olhos semicerrados.

— Goza, putinha — o homem falou, a voz grossa, sussurrada, mas cheia de autoridade. — Goza no pau do titio.

A palavra "titio" ecoou no carro, nojenta e doce ao mesmo tempo. Uma nova variação do tabu. Não era "papai" como nos outros vídeos. Era "titio". Tio. A fingir uma relação familiar que não existia, a encenar um incesto que só funcionava porque era proibido.

Ayla gemeu mais alto. Os olhos dela se abriram e encontraram a câmera.

Ela olhou diretamente para a lente.

Não era um olhar perdido, acidental, de quem não sabia que estava sendo filmada. Era um olhar consciente. Provocador. Ela sabia que estava sendo gravada. Ela queria ser vista.

Os quadris de Ayla começaram a se mover diferente. Não era mais só subir e descer. Ela rebolava movimentos circulares, lentos, que faziam o pau do homem entrar mais fundo, girar dentro dela, pressionar as paredes da buceta de todos os ângulos.

O homem gemeu atrás dela. As mãos dele apertaram a bunda com mais força, os dedos marcando a pele branca.

Ayla não desviava o olhar da câmera.

Ela rebolava, gemia, chupava os próprios lábios.

E Osmar, do outro lado da tela, sentiu o pau pulsar na mão como se aqueles olhos fossem para ele. Como se Ayla estivesse cavalgando no pau dele. Como se o "titio" que ela queria que gozasse fosse ele.

Ele apertou o pau com força. A mão acelerou. O ritmo dos quadris dela na tela guiava o ritmo da mão dele na cadeira.

Ayla rebolava.

Osmar se masturbava.

Os dois corpos se moviam juntos um na praia, dentro de um carro, sendo filmada para o prazer de estranhos; outro no quarto escuro, sozinho, gozando para a menina que ele achava que conhecia.

(Gostaram? Me contem nos comentários quero saber da opinião e também trocar ideias! Beijos)

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