#Gay #Sado

Beto, contrato BDSM

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Fabio M.

Conto Bdsm, contém cenas fortes de escravidão, mijo, e bondage, se não curtir, não leia..

Beto encarou o espelho do banheiro luxuoso do apartamento que ainda era dele — por enquanto. Aos 21 anos, com o cabelo castanho bem cortado, corpo definido de quem malha mais por vaidade do que por necessidade, e uma conta bancária que a maioria das pessoas só via em filmes, ele tremia. Não de frio. De tudo.
Tudo havia começado seis meses antes, numa madrugada insone. Rolando fóruns e apps de BDSM discretos, Beto digitou o que nunca havia admitido em voz alta: “Jovem rico, cansado de controlar tudo. Quero entregar o controle completo. Quero desaparecer na servidão.” A resposta de Victor veio horas depois, direta como um soco: “Cuidado com o que deseja, garoto. Alguns desejos não voltam atrás.”
Victor tinha 48 anos, era um urso gigante de quase 1,95m, barba cerrada grisalha, peito largo coberto de pelos escuros e uma voz grave que, mesmo por áudio, fazia Beto apertar as coxas. Empresário do ramo de construção, viúvo, dominante experiente. Eles começaram conversando. Depois vieram as chamadas de vídeo. Victor não pedia nudes logo de cara — ele pedia obediência. “Tira a camisa. Agora fica de joelhos e me chama de Senhor até eu mandar parar.”
Beto obedecia. E cada vez que obedecia, algo dentro dele se acalmava. A pressão de ser o filho perfeito, o herdeiro, o garoto bonito que todo mundo invejava… sumia quando Victor dava ordens.
Com o tempo, as conversas evoluíram para planos. Victor não queria um brinquedo de fim de semana. Queria um escravo de verdade. Contrato de propriedade total. Beto venderia o carro esportivo, entregaria as senhas de todas as contas, se mudaria para a casa de Victor no interior, sem celular próprio, sem direitos. Apenas deveres.
— Você entende o que isso significa, garoto? — Victor havia perguntado na última chamada, três dias antes. — Não é fantasia. É vida real. Você vai ser meu. Corpo, dinheiro, tempo, dignidade. Eu decido quando você come, quando você dorme, quando você goza. Se quiser sair, vai ser difícil. Muito difícil.
Beto tinha respondido com a voz rouca de excitação e medo:
— Eu entendo, Senhor. É isso que eu quero.
Agora, no dia do contrato, Beto estava no escritório de um advogado especializado em acordos BDSM que Victor havia escolhido. A sala cheirava a madeira nobre e tensão. Victor estava sentado na cabeceira da mesa, imenso na camisa social preta que mal continha os ombros e a barriga sólida de urso. Seus olhos escuros não deixavam o rosto de Beto.
O documento era grosso. Cláusulas detalhadas. Beto abria mão de quase tudo: direito de propriedade sobre seus bens (que seriam transferidos gradualmente para Victor como “presentes voluntários”), direito de recusar ordens (exceto as que colocassem vida em risco imediato), direito de contato com a família sem permissão, direito de sair da casa sem coleira e autorização. Havia cláusulas de punição, de treinamento corporal, de castidade permanente se Victor desejasse, de modificações físicas com consentimento prévio.
Beto segurava a caneta. Sua mão suava.
Medo. Ele sentia um frio na barriga. E se Victor fosse cruel demais? E se enjoasse dele em dois meses e o largasse sem nada? E se a família descobrisse? E se ele não aguentasse a humilhação diária?
Insegurança. Ele era bonito, rico, jovem. Por que alguém como Victor, tão experiente e poderoso, ia querer um garoto mimado como ele para sempre? E se não fosse bom o suficiente? E se falhasse em servir?
Expectativa. O coração batia forte só de imaginar acordar todos os dias com o único propósito de agradar aquele homem. Ser usado. Ser cuidado. Ser possuído. Não precisar mais decidir nada. Ser o objeto de desejo e controle de Victor.
Victor estendeu a mão enorme e segurou o queixo de Beto, levantando seu rosto.
— Última chance, garoto. Depois que assinar, você é meu. Não vai ter volta fácil. Vai ser meu escravo, meu animal de estimação, meu brinquedo. Eu vou te quebrar e te reconstruir do jeito que eu quiser.
Beto sentiu o pau endurecer dentro da calça social só com aquelas palavras. Lágrimas de emoção e medo brotaram nos olhos. Ele baixou o olhar, submisso, e sussurrou:
— Eu quero, Senhor. Por favor… me faça seu.
A caneta tocou o papel. Beto assinou página após página, tremendo. Em cada assinatura, sentia um pedaço da sua antiga vida se dissolver. Quando terminou, Victor pegou o documento, guardou uma via e entregou a outra para o advogado.
Então Victor se levantou, imponente, e colocou uma mão pesada no ombro de Beto, apertando possessivamente.
— Bom garoto. A partir de agora, você não se chama mais Beto. Eu vou decidir seu nome. Vamos para casa.
Beto sentiu as pernas fracas. Medo, excitação, rendição total. Enquanto seguia Victor para fora da sala, dois passos atrás como já havia sido instruído, ele sorriu pela primeira vez em horas — um sorriso pequeno, nervoso, aliviado.
Finalmente, ele não precisava mais fingir ser livre.

Assim que voltaram do escritório do advogado, Victor não perdeu tempo. Mal a porta da casa se fechou, ele agarrou Beto pela coleira nova e o arrastou até o quarto principal, jogando-o de joelhos no tapete grosso.

— Tire toda a roupa. Devagar. Quero apreciar o que acabei de comprar.

Beto obedeceu tremendo, tirando peça por peça enquanto Victor o observava sentado na beira da cama, já com o pau grosso semi-duro na mão. Quando Beto ficou completamente nu, Victor mandou ele se virar, empinar a bunda e abrir as pernas.

— Boa aquisição — grunhiu Victor, passando a mão grande pela bunda firme do garoto. — Hoje você vai sentir o que significa ser meu de verdade.

Ele amarrou os pulsos de Beto nas costas com uma corda vermelha grossa, apertando o suficiente para deixar marcas. Depois colocou uma venda nos olhos dele e o empurrou de bruços na cama, com dois travesseiros embaixo da barriga, forçando a bunda para cima.

Victor cuspiu direto no cu virgem de Beto e enfiou dois dedos grossos sem aviso, abrindo-o com força. Beto gemeu alto, o corpo se contorcendo. Victor riu baixo e acrescentou um terceiro dedo, girando e esticando as paredes internas.

— Você assinou pra isso, garoto. Agora aguenta.

Ele tirou os dedos e posicionou a cabeça grossa do pau — enorme, venoso e curvado para cima. Empurrou devagar no começo, saboreando a resistência do cu apertado de Beto, depois meteu com uma estocada forte, enterrando mais da metade de uma vez.

— Aaaahh! Senhor! — gritou Beto, o corpo inteiro tensionando.

Victor não deu tempo de se acostumar. Segurou a coleira como rédea e começou a foder com força crescente, estocadas longas e pesadas que faziam as bolas dele baterem contra as de Beto. O quarto encheu-se do som molhado de carne contra carne, dos gemidos e grunhidos de Victor e dos gritos agudos de Beto.

Ele metia sem piedade, puxando a coleira para trás, arqueando as costas do garoto. Em certo momento Victor deitou todo seu peso sobre Beto, o peito peludo suado colado nas costas dele, e meteu ainda mais fundo, girando o quadril para esfregar a cabeça do pau na próstata.

— Goza pra mim, escravo. Goza com meu pau no seu cu sem tocar no seu.

Beto gozou gritando, jatos fortes molhando o lençol enquanto seu cu apertava o pau grosso de Victor. O dominante não parou. Continuou fodendo o cu sensível e contraído, cada vez mais rápido, mais bruto.

Depois de quase meia hora, Victor tirou o pau, desamarrou Beto e o colocou de quatro na beira da cama. Enfiou de novo, segurando os quadris do garoto com mãos firmes, batendo forte. Beto babava, olhos revirados, gemendo incoerentemente.

Victor gozou pela primeira vez fundo dentro dele, enchendo o cu com jatos grossos e quentes. Mas não tirou. Ficou lá dentro, semi-duro, e depois de alguns minutos começou a se mexer de novo, usando a própria porra como lubrificante.

— Segunda rodada, garoto.

Ele fodeu Beto mais devagar dessa vez, mas ainda profundo, girando o pau dentro do cu melado. Depois virou o garoto de costas, levantou suas pernas sobre os ombros e meteu novamente, olhando nos olhos dele enquanto o arrombava. Beto chorava de prazer e sobrecarga, o pau mole soltando fios de porra.

Victor gozou pela segunda vez, ainda mais forte, enchendo Beto até transbordar. Só então tirou o pau, limpou na boca do garoto e mandou ele lamber tudo.

— Limpa seu dono, escravo.

Beto, exausto e destruído, lambeu o pau e as bolas de Victor com devoção, engolindo o resto de porra e seu próprio gosto. Na noite anterior, Victor tinha amarrado Beto em posição fetal sobre a mesa de bondage, braços e pernas bem abertos com correntes e algemas de couro apertadas. Um plug gigante de metal com vibração havia ficado enfiado no cu dele por horas, ligado no máximo, enquanto a máquina de foder automatizada metia um dildo grosso e duro sem parar. Beto havia gritado, chorado e gozado seco várias vezes até perder a voz, o cu inchado e vermelho, completamente destruído. A cera quente pingando no peito, mamilos e pau tinha sido o toque final. Ele dormiu algemado ao pé da cama do Mestre, plug ainda vibrando baixo dentro dele.

Victor acordou Beto com um puxão forte na coleira. O garoto ainda estava grogue, o corpo marcado pela cera endurecida, o cu dolorido e latejante da sessão brutal com a máquina na véspera.

— De quatro. Hoje você vai conhecer seu irmão de coleira.

Beto piscou, confuso. Irmão de coleira? O medo apertou seu peito. Ele engatinhou atrás de Victor até a cozinha ampla da casa. Lá, já de quatro sobre o piso frio, estava outro homem.

Era Rogério, de 32 anos. Corpo atlético mas com marcas visíveis de anos de servidão: cicatrizes leves de chicote nas costas, coleira de couro mais grossa e desgastada, joelhos calejados. Cabelo curto, barba bem aparada, olhar baixo e devoto. Ele tremia levemente de excitação só pela presença de Victor.

— Este é Rogério. Meu escravo há seis anos — disse Victor, passando a mão grande na cabeça do homem como se fosse um cachorro fiel. — Ele vai te ensinar como eu gosto das coisas. Vocês dois vão comer juntos, dormir juntos no colchão no canto do quarto, servir juntos. Quando eu não estiver usando um, o outro vai estar.

Rogério ergueu os olhos apenas o suficiente para olhar Beto com um misto de curiosidade e superioridade suave.

— Bom dia, irmão — murmurou Rogério, voz respeitosa. — É uma honra servir o Mestre junto com você.

Beto sentiu uma pontada forte de ciúme e insegurança. Seis anos? Rogério idolatrava Victor de forma visceral. Seus olhos brilhavam quando o Mestre falava. Ele se inclinava para beijar os pés grandes de Victor sem hesitar, lambendo entre os dedos com devoção absoluta.

— Mestre é tudo — sussurrou Rogério para Beto enquanto Victor preparava o café. — Ele nos dá propósito. Eu era um executivo perdido antes dele. Agora eu vivo pra agradar ele. Você vai aprender a amar cada ordem, cada dor, cada humilhação.

Victor riu grave, satisfeito com a cena.

— Hora do mijo matinal, meninos.

Ele abriu o zíper da calça de moletom e tirou o pau grosso, ainda semi-duro. Primeiro apontou para Rogério, que abriu a boca ansiosamente, língua para fora, olhos fixos no Mestre com pura adoração.

Victor mijou direto na boca do escravo mais velho. Rogério engoliu em grandes goles, sem derramar quase nada, gemendo de prazer como se fosse o melhor néctar. Algumas gotas escorreram pelo queixo e ele as limpou com os dedos e lambeu, agradecido.

— Obrigado, Mestre. Sua urina é sempre um presente.

Então Victor virou-se para Beto.

— Sua vez, novato. Boca aberta. Língua pra fora.

Beto tremia inteiro. O cheiro forte, quente e amarelado o atingiu primeiro. Seu estômago revirou de nojo e medo. Eu assinei pra isso. Eu quis isso. Abriu a boca, olhos marejados.

O jato forte acertou sua língua. O gosto era salgado, amargo, quente. Beto engasgou logo no primeiro gole, tossindo, sentindo o líquido descer queimando a garganta. Quase vomitou — o estômago contraiu violentamente e ele teve que fechar os olhos com força, lutando contra o reflexo. Algumas gotas escaparam pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo e pingando no peito.

— Engole — ordenou Victor, segurando a coleira com firmeza. — Não desperdice.

Beto, com lágrimas escorrendo, forçou-se a engolir mais. O gosto era horrível, humilhante. Ele sentiu ânsia de novo, o corpo inteiro rejeitando, mas o olhar de Victor o manteve no lugar. Conseguiu beber quase metade antes de engasgar feio, tossindo e cuspindo um pouco no chão.

Victor deu um tapa médio na cara dele.

— Ruim. Rogério vai te treinar pra engolir tudo sem derramar. Você vai beber meu mijo todo dia até aprender a amar.

Victor não parou por aí. Pegou um plug anal grande, com vibração, e enfiou de uma vez no cu ainda inchado de Beto, ligando no nível médio. O garoto gemeu alto, o corpo tremendo enquanto o plug vibrava dentro dele, pressionando a próstata sensível.

Rogério olhava a cena com um sorriso sereno, quase invejoso.

— Eu amo cada gota, Mestre. O novato vai aprender. Eu posso ensinar ele a relaxar a garganta.

Victor guardou o pau e deu um tapa na bunda de cada um, fazendo o plug de Beto vibrar mais forte.

— Agora vocês dois vão preparar o café da manhã pra mim. Depois vão comer no chão, da mesma tigela, sem mãos. Vocês dormem acorrentados juntos no colchão fino do canto do quarto. Quando eu quiser foder um, o outro assiste ou segura as pernas. Entendido?

Enquanto preparavam o café, Rogério prendeu os pulsos de Beto com algemas leves atrás das costas, forçando-o a trabalhar só com o corpo. O plug vibrava sem parar, fazendo Beto gemer e derrubar coisas. Rogério aproveitava para enfiar os dedos no cu dele ao lado do plug, esticando e brincando.

— Respira pelo nariz quando o Mestre mijar. Relaxa a garganta. Você vai virar um bom urinol humano.

Depois do café de Victor, os dois foram colocados de quatro lado a lado no chão da cozinha. Victor colocou uma única tigela grande com restos de comida misturados com mais de seu mijo. Colocou também um vibrador de clitóris no pau mole de Beto, ligado no máximo.

— Comam. Sem mãos. E enquanto comem, Rogério, fode a boca dele com seu pau.

Rogério obedeceu. Enquanto os dois lambiam e comiam a comida misturada com urina do chão como animais, Rogério segurou a cabeça de Beto e enfiou o pau meio duro na boca dele, fodendo devagar no começo e depois com mais força, batendo no fundo da garganta. Beto engasgava, lágrimas escorrendo, o plug vibrando no cu e o vibrador no pau, enquanto tentava comer e chupar ao mesmo tempo. Victor assistia sentado, filmando tudo com o celular e dando ordens:

— Olha como o novato ainda luta. Lambe melhor a tigela, Beto. Você é só um buraco e um urinol agora.

Beto gozou seco de tanta humilhação, o corpo tremendo, mas o vibrador não parou. Rogério gozou na boca dele e mandou engolir tudo junto com a comida molhada de mijo.

Victor mandou os dois para o quarto.

— De quatro, lado a lado, bundas empinadas.

Ele fodeu Rogério primeiro, metendo fundo e forte enquanto Beto assistia de perto, o rosto colado no local onde o pau entrava e saía. Depois Victor puxou o pau melado e enfiou direto na boca de Beto:

— Limpa. Prova o cu do seu irmão de coleira.

Em seguida meteu em Beto com brutalidade, arrombando o cu já cheio de plug (que ele só tirou na hora de foder), enquanto Rogério segurava as nádegas dele abertas e lambia as bolas do Mestre. Victor gozou fundo em Beto, depois mandou Rogério chupar toda a porra que escorria do cu do novato, enquanto colocava um novo plug ainda maior e ligava o vibrador no máximo.

— Vocês dormem acorrentados juntos no colchão fino do canto do quarto. Quando eu quiser foder um, o outro assiste ou segura as pernas. Entendido?

— Sim, Mestre — responderam os dois em uníssono.

Beto, ainda com gosto de mijo, porra, cu e comida nojenta na boca, o estômago revirando, o cu latejando com o plug vibrando e o corpo todo marcado, olhou para Rogério. O escravo mais velho lhe deu um olhar compreensivo, quase carinhoso.

— Vai ficar mais fácil — sussurrou Rogério enquanto se deitavam acorrentados um ao outro, pelados e suados, os plugs ainda ligados. — Depois de um tempo, você vai sentir falta quando Ele não te usar. Eu vivo pra isso. Agora nós dois vivemos.

Beto engoliu em seco, sentindo a coleira apertada no pescoço. Medo, nojo, excitação doentia e uma rendição crescente se misturavam dentro dele. Ele era um de dois agora. Propriedade compartilhada.

E, no fundo, uma parte dele já começava a aceitar que aquela era exatamente a vida que havia escolhido.
Critiquem, comentem se querem saber qual o novo nome de Beto e o q acontecerá com ele sendo escravo...

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